
Há paixões que não se explicam, herdam-se. Para o piloto natural de Lagoa, nascido em 1984, o cheiro a óleo queimado e o som dos motores de combustão nunca foram ruído, mas sim uma espécie de banda sonora. Criado no Cabouco, com passagens marcantes pela casa da avó paterna em Santa Cruz, este entusiasta personifica o espírito do piloto açoriano.
O seu “berço” foi a oficina do pai. “Esta área nasceu comigo. O meu pai estava a manter uma oficina mecânica e a primeira vez que me sento dentro de um carro e começo a conduzir é pelos sete ou oito anos”, confessa com nostalgia.
A escola do “Fisher”, na Lagoa, deu-lhe a educação formal, mas foi a garagem que lhe conferiu a “licença” para sonhar. Quando chegou a hora de decidir o futuro profissional, o destino parecia traçado: “na altura, quando decidi escolher, era muito difícil a gente entrar no ramo automóvel porque...
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