
Aquando dos meses críticos da pandemia da covid-19, houve uma tarja, erguida numa varanda de um edifício da avenida infante Dom Henrique, na Lagoa, que se tornou popular. De repente, quer a reboque da comunicação social, quer graças às inúmeras publicações nas redes sociais, todos partilhavam a mensagem de esperança da Casa de Acolhimento Residencial da Santa Casa da Misericórdia de Santo António da Lagoa.
Aquela tarja, onde um arco-íris acolhia a mensagem “Vamos Ficar Todos Bem”, nasceu de uma das atividades feitas durante o confinamento. “Tivemos de ocupar os tempos livres deles com atividades diferentes daquelas que eles estavam habituados”, explica ao Diário da Lagoa a diretora técnica do Lar Sofia Rodrigues. Entre essas atividades estavam “jogos de tabuleiro”, “pinturas”, “trabalhos manuais”, “jogos tradicionais” e “desenhos”. “Teve de haver bastante...
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