
A secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, aprovou a adjudicação do procedimento concursal para a aquisição, instalação e manutenção de um sistema de cirurgia robótica destinado ao hospital do Divino Espírito Santo (HDES), investimento que reforça a modernização do serviço regional de saúde.
No âmbito da decisão agora tomada, foi adjudicada a aquisição, instalação e manutenção de um sistema de cirurgia robótica, pelo valor de 2,4 milhões de euros, e a aquisição, instalação e manutenção de uma mesa operatória emparelhável com sistema robótico, pelo valor de 114 mil euros.
O sistema a instalar no HDES corresponde ao modelo IS5000 – Intuitive da Vinci 5, o mais avançado sistema de cirurgia robótica de 5.ª geração, sendo o primeiro deste tipo a ser adjudicado em Portugal. Este equipamento incorpora mais de cento e cinquenta inovações tecnológicas, incluindo visualização tridimensional de alta-definição, maior precisão cirúrgica e tecnologia de ‘feedback’ de força, permitindo aos profissionais de saúde uma intervenção mais segura e eficaz.
Este avanço tecnológico traduz-se em benefícios diretos para os utentes, nomeadamente através da realização de cirurgias minimamente invasivas, com menor trauma, redução de complicações e tempos de recuperação mais curtos.
Para Mónica Seidi, “este investimento representa um passo decisivo na qualificação do serviço regional de Saúde, colocando os Açores na linha da frente da inovação tecnológica em saúde a nível nacional, com benefícios claros na qualidade dos cuidados prestados e na segurança dos utentes”.

A ilha de São Miguel prepara-se para acolher, a partir de amanhã, 18 de abril, a primeira visita pastoral de D. Armando Esteves Domingues desde o início do seu episcopado. O périplo arranca na ouvidoria de Vila Franca do Campo e prolonga-se até ao dia 26 de abril, marcando um momento que a Igreja local classifica como histórico. Sob o lema “Bendito o que vem em nome do Senhor”, a iniciativa pretende ser, acima de tudo, um espaço de comunhão e renovação espiritual para a comunidade cristã vilafranquense. Segundo nota de imprensa enviada pela Ouvidoria de Vila Franca do Campo, a agenda do bispo de Angra será intensa e descentralizada, com passagens previstas pelas paróquias de Água d’Alto, São Pedro, Ponta Garça e Matriz, incluindo contactos diretos com escolas, associações, movimentos de leigos e visitas a doentes.
O padre José Borges, ouvidor local, destaca a importância deste encontro que rompe com o protocolo institucional para se focar nas pessoas. “Não é apenas uma formalidade do calendário; é, acima de tudo, um encontro de família”, sublinha o sacerdote, descrevendo D. Armando Esteves Domingues como “um pastor com cheiro a ovelhas”, cuja presença reforça o sentimento de que a comunidade não caminha isolada. Para o responsável, a visita é uma oportunidade para o prelado conhecer de perto a realidade de uma ouvidoria que já trabalha há vários anos numa dinâmica de cooperação entre paróquias, facilitando a implementação das orientações diocesanas e o caminho sinodal proposto pelo Papa Francisco.
Contudo, a visita pastoral será também um momento de reflexão sobre as fragilidades que afetam a prática religiosa na região. Entre os temas que a ouvidoria pretende levar ao diálogo com o bispo figuram a diminuição da participação ativa dos fiéis e a premente escassez de vocações sacerdotais. O padre José Borges alerta ainda para a crescente sobrecarga do clero, notando que “hoje, um padre assume várias paróquias, com as mesmas exigências de sempre”, o que obriga a um olhar mais atento sobre a saúde e o bem-estar dos sacerdotes. Apesar destes desafios, a estrutura pastoral de Vila Franca do Campo mantém o otimismo, sustentando que a fé da população permanece viva, ainda que confrontada com as exigências de uma vida quotidiana mais complexa.
A preparação deste evento mobilizou conselhos pastorais e equipas de formação, culminando numa assembleia eclesial que reforçou o papel dos leigos na Igreja. O programa inclui momentos de particular simbolismo, como encontros com jovens e escuteiros, a celebração de crismas e a denominada “Festa da Fé”. O encerramento oficial da visita pastoral terá lugar no dia 26 de abril, na Igreja Matriz de Vila Franca do Campo, com uma celebração eucarística que deverá reunir representantes de todas as comunidades da ouvidoria. Conforme sintetiza o padre José Borges, o objetivo final desta passagem de D. Armando Esteves Domingues pela localidade é claro: “Queremos construir juntos um caminho de fraternidade e futuro”.

A Câmara Municipal da Lagoa aprovou, por unanimidade, o Plano Municipal de Promoção e Proteção dos Direitos das Crianças e Jovens para o período 2026-2030, um instrumento estratégico que visa reforçar a proteção, o bem-estar e o desenvolvimento integral das crianças e jovens do concelho.
Trata-se do primeiro plano desta área a ser aprovado a nível regional, tendo surgido a partir de um compromisso efetuado aquando da visita do Presidente do Comissariado de Apoio à Infância, Emanuel Areias, à Lagoa.
Este plano resulta de um trabalho em rede, entre a autarquia e diversas entidades com intervenção na área da infância e juventude, tendo por base o diagnóstico das principais problemáticas identificadas pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Lagoa.
Entre os principais desafios identificados destacam-se a exposição à violência doméstica, as situações de negligência parental e os comportamentos antissociais e de indisciplina. Face a este diagnóstico, o plano define três eixos prioritários de intervenção: prevenção e combate à violência doméstica, prevenção e combate à negligência parental e promoção de comportamentos saudáveis entre crianças e jovens.
O documento integra um conjunto alargado de medidas que passam pela sensibilização da comunidade, formação de profissionais, reforço do apoio às famílias, promoção da saúde e do bem-estar emocional, bem como o desenvolvimento de programas educativos e preventivos em contexto escolar e comunitário.
Com vigência até 2030, o plano prevê uma monitorização contínua e avaliações periódicas, com o objetivo de medir o impacto das ações implementadas e ajustar estratégias sempre que necessário.

O Dia Municipal do Bombeiro foi assinalado numa cerimónia evocativa do 151.º aniversário dos bombeiros voluntários da Ribeira Grande, momento que contou com a presença do presidente da autarquia, Jaime Vieira.
Na sua intervenção, o autarca enalteceu o percurso da corporação, sublinhando a sua relevância para além do território local. O autarca destacou o “percurso heróico da associação” e o seu protagonismo que “ultrapassa largamente as fronteiras do concelho e da ilha”, considerando-a um “exemplo a nível nacional e internacional”.
“Este executivo camarário reforçou o apoio financeiro através da celebração de um protocolo financeiro com a corporação, porque sabemos que o vosso trabalho exige meios, exige estabilidade, exige respeito, respeito humano, mas também respeito traduzido em investimento”, afirmou Jaime Vieira.
A cerimónia ficou igualmente marcada pela valorização do legado da associação, fundada a 15 de abril de 1875, sendo a mais antiga corporação de bombeiros dos Açores.
Entre os anúncios feitos, o presidente da câmara reiterou o compromisso da autarquia com o futuro da instituição, destacando a criação de um centro de treinos no concelho — uma ambição antiga dos bombeiros locais — e anunciou a intenção do município em apoiar a construção de um muro de treinos integrado naquele que será o primeiro centro de formação do género na região.

A Marinha Portuguesa, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada (MRCC Delgada), coordenou o resgate de um velejador solitário do veleiro “NICOLA DEUX”, que se encontrava a navegar a 585 milhas náuticas (cerca de 1 080 quilómetros), a noroeste da ilha de São Miguel.
O alerta foi dado pelo tripulante do veleiro de bandeira britânica, através da ativação de uma radiobaliza de emergência, após a embarcação ter sido atingida por condições meteorológicas adversas verificadas no local, provocando a quebra do mastro.
De imediato, foi empenhado para a posição do veleiro o navio NRP Figueira da Foz, que se encontra em missão na Zona Marítima dos Açores.
Após o resgate, e já a bordo do navio da Marinha Portuguesa, o tripulante foi observado pela equipa de saúde, constatando-se que se encontrava bem, não sendo necessário qualquer tratamento médico urgente.
Esta ação contou, também, com o empenhamento da Força Aérea Portuguesa, através do RCC Lajes, bem como de três navios mercantes que se encontravam a operar na área.

A Associação de Municípios dos Açores (AMRAA) defendeu, na reunião de trabalho com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), a necessidade de existir um “tratamento diferenciado para os municípios açorianos, atendendo aos constrangimentos permanentes da insularidade, da dispersão territorial e dos sobrecustos associados à realidade regional”, informou, através de comunicado.
A AMRAA sublinhou que os municípios açorianos “não podem continuar a ser avaliados e financiados com base em critérios desenhados para a realidade continental, sem consideração pelas especificidades próprias das regiões autónomas”.
O presidente do conselho de administração da AMRAA, Carlos Ferreira, afirmou que “os municípios açorianos não pedem privilégios. Exigem apenas que os seus constrangimentos reais sejam reconhecidos e devidamente considerados nas políticas nacionais”.
No decurso da reunião, a AMRAA alertou para as crescentes dificuldades sentidas pelos municípios na execução do PRR e do PT2030, designadamente a falta de respostas do IHRU, a escassez de empreiteiros e projetistas, o aumento dos custos de construção, a falta de propostas em concursos públicos e os prazos de execução desajustados à realidade regional.
Carlos Ferreira salientou que “aos municípios açorianos não falta vontade de executar. O que existe são limitações objetivas de mercado, de escala e de contexto territorial que têm de ser compreendidas”.
A AMRAA destacou igualmente a necessidade de rever o modelo de financiamento municipal, defendendo mecanismos compensatórios para os custos acrescidos da insularidade, maior flexibilidade na execução de fundos comunitários e reforço das verbas destinadas às autarquias açorianas. “Não é possível exigir mais competências, mais investimento e mais resposta social aos municípios, mantendo exatamente os mesmos instrumentos de financiamento”, acrescentou Carlos Ferreira.
A reunião permitiu ainda registar, com particular relevância, a convergência entre a ANMP e a AMRAA quanto à necessidade de reconhecer, no quadro da revisão da Lei de Finanças Locais, a especificidade dos municípios açorianos e os encargos permanentes associados à insularidade e à fragmentação territorial. A habitação, a proteção civil, os transportes, a gestão de resíduos, a água, o saneamento e a adaptação às alterações climáticas foram igualmente identificados como áreas de crescente pressão sobre os orçamentos municipais.
Carlos Ferreira defendeu ainda uma relação mais próxima e regular entre a ANMP e os Açores, considerando que a realidade municipal açoriana exige acompanhamento contínuo e não apenas contactos pontuais. “A insularidade não pode continuar a ser vista como uma nota de rodapé nas políticas públicas nacionais”, concluiu.

As entidades subscritoras do memorando conjunto — Associação de Alojamento Local dos Açores, Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, Federação Agrícola dos Açores e Associação da Hotelaria de Portugal (AHP – Açores) — assinalam “com satisfação a aprovação”, por unanimidade, do carácter de urgência do projeto de criação do Fundo de Desenvolvimento de Rotas Aéreas dos Açores.
Este avanço surge na sequência de uma semana de intenso trabalho institucional, durante a qual foram realizadas sete audiências e uma conferência com forças políticas regionais, nacionais e europeias, onde foi apresentada uma posição conjunta sobre os desafios da promoção e da acessibilidade aérea na região.
A criação deste fundo constitui uma das “medidas centrais propostas no memorando apresentado pelas entidades”, sendo vista como um instrumento “essencial para reforçar a conectividade aérea, atrair novas rotas e recuperar a capacidade de gerar procura para o destino Açores”, pode ler-se no comunicado divulgado pela ALA – Associação de Alojamento Local dos Açores.
A aprovação, por unanimidade, da urgência representa, no entender da ALA, um “sinal claro de reconhecimento da importância do tema e da necessidade de uma resposta rápida”. Trata-se, acrescenta a associação, de um momento “relevante para a região, que poderá, num curto espaço de tempo, dotar-se de um instrumento fundamental para reforçar a sua capacidade negocial e competitividade no setor do turismo”.
As entidades apelam agora à “continuidade deste espírito de convergência, para que o processo legislativo possa avançar com a mesma celeridade e resultar numa solução eficaz para os desafios que os Açores enfrentam”.

A Câmara Municipal da Lagoa associou-se ao projeto de prevenção primária da violência no namoro, intitulado “Cultivar o Amor”, apresentado na Escola Secundária da Lagoa. O projeto surgiu da parceria com a Escola Superior de Saúde da Universidade dos Açores e encontra-se integrado no conjunto de ações desenvolvidas pelo município na área da saúde, com particular enfoque na promoção da saúde mental.
O projeto é dirigido a alunos do ensino profissional e tem como objetivos a adoção de relações interpessoais saudáveis no contexto do namoro, aumentar o nível de literacia dos jovens relativamente à prevenção primária da violência no namoro, promover a reflexão e discussão sobre as características de uma relação de namoro saudável e reduzir os níveis de legitimação de comportamentos violentos, nomeadamente nas dimensões avaliadas pela Escala de Avaliação da Violência no Namoro (EAVN).
A vereadora Graça Costa considerou que a implementação do projeto “constitui uma mais-valia estratégica no âmbito das políticas locais de saúde, particularmente na área da saúde mental. A sua implementação, não só se revela pertinente para a prevenção da violência no namoro, como é também essencial para a redução de situações de violência em contexto familiar”.
Assim, este projeto visa sensibilizar os participantes para a importância de vivenciarem relações de intimidade baseadas no respeito, na igualdade e no bem-estar emocional, prevenindo possíveis repercussões negativas a nível individual e familiar.

A recém-criada Casa dos Açores de Minas Gerais, no Brasil, presidida pelo luso-brasileiro Claudio Motta, vai promover a primeira “Missão Empresarial Minas Gerais – Açores”, entre os dias 20 e 24 de abril, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel. Estarão presentes empresários, investidores, instituições e autoridades numa “iniciativa de cooperação económica e empresarial entre Brasil e Portugal”. Ao longo de cinco dias, esta missão empresarial estabelece uma ponte entre Minas Gerais e os Açores, combinando encontros institucionais, promoção económica, valorização territorial e intercâmbio cultural, num modelo que reforça a cooperação entre o Brasil e a Região Autónoma dos Açores.
Segundo apurámos, a deslocação aos Açores surge como “desdobramento do primeiro Encontro Empresarial de Andrelândia, município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, situado a cerca de 280 km de Belo Horizonte, capital do Estado. Um evento que teve lugar no passado mês de fevereiro e que “representa um novo passo na estratégia de internacionalização da instituição, que se afirma como ponte ativa entre os dois territórios”.
“Mais do que um encontro empresarial, a missão pretende criar um espaço de intercâmbio de experiências, geração de oportunidades de negócio e reforço de parcerias duradouras, aproximando agentes económicos dos dois lados do Atlântico”, disse à nossa reportagem o presidente da Casa dos Açores de Minas Gerais.
Ainda de acordo com este responsável, entre os principais destaques desta nova etapa está a “implantação da primeira representação institucional da Casa dos Açores de Minas Gerais em Andrelândia, bem como a estruturação de uma delegação internacional em Lisboa, reforçando a presença da instituição em território português continental”.
Nos últimos dias, a nossa reportagem conversou com José Andrade, diretor regional das Comunidades, que se mostrou interessado em auxiliar na ligação entre o Estado mineiro e a dinâmica das comunidades açorianas no arquipélago.
Sabemos que um dos objetivos da Casa dos Açores em Minas Gerais, além de promover as tradições, folclore, etnografia, usos e costumes dos Açores no Brasil, é também “alimentar e possibilitar novas interações no campo económico, beneficiando as relações comerciais entre os dois territórios”.
O arranque da missão está marcado para o dia 20 de abril, em Ponta Delgada, com reuniões institucionais entre os participantes e os membros do Governo Regional dos Açores. A delegação será recebida pelo Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, e pelo Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, num dia centrado no setor agrícola. A agenda inclui ainda um almoço institucional na Associação Agrícola de São Miguel, em Rabo de Peixe, e um encontro com o presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita, reforçando o diálogo com estruturas representativas do setor primário.
No dia seguinte, 21 de abril, a missão prossegue com uma visita técnica à UNILEITE – União das Cooperativas Agrícolas de Laticínios de São Miguel, nos Arrifes, permitindo o contacto direto com o modelo cooperativo açoriano. Ainda durante a manhã, decorre a cerimónia de criação da Delegação de Lisboa da Casa dos Açores de Minas Gerais, formalizada através da assinatura de um termo de cooperação no Azoris Royal Garden Hotel, em Ponta Delgada. A tarde inclui uma prova de produtos regionais promovida pela Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação e uma sessão de esclarecimento sobre oportunidades de investimento, com a participação de Camilo Moniz, da Ordem dos Economistas, e Emanuel Cordeiro, da Ordem dos Contabilistas. O dia encerra com a apresentação do livro “Somos Açores – Um arquipélago vivo pela ação das Casas dos Açores”, da autoria do jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes, no Hotel Marina Atlântico.
A 22 de abril, a agenda institucional mantém-se com encontros dedicados às políticas públicas e incentivos ao investimento. A delegação reúne-se com o Secretário Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública, Duarte Freitas, e com a Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral. Durante a tarde, está previsto um encontro com o presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, seguido de uma visita técnica ao Ecoparque de São Miguel, gerido pela MUSAMI, onde serão apresentados processos de gestão e valorização de resíduos.
O dia 23 de abril é dedicado à componente territorial e turística, com um percurso pela ilha de São Miguel que inclui passagens por Vila Franca do Campo, Vale das Furnas e Parque Terra Nostra, além de visitas à Queijaria Furnense e à Fábrica de Chá Gorreana, integrando a valorização dos produtos locais e do património natural. Em paralelo, decorre um programa institucional na ilha do Faial, com deslocação à cidade da Horta, onde está previsto um encontro com o presidente da Câmara Municipal, Carlos Ferreira, seguido de almoço institucional.
A missão encerra dia 24 de abril com uma visita ao Vale das Sete Cidades, no concelho de Ponta Delgada, e um almoço de encerramento oferecido pelo Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades. A programação termina com um momento cultural, com a apresentação do espetáculo “Quando o Mar Galgou a Terra”, encenado pela atriz brasileira Eleonora Marino Duarte, no auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.
“Esta iniciativa reforça o nosso compromisso com a promoção do desenvolvimento económico, da cooperação internacional e da valorização das relações históricas entre Brasil e Portugal, através da interação com os Açores, abrindo novas oportunidades para o setor empresarial e consolidando uma ligação que se projeta no futuro”, finalizou Claudio Motta.

O município do Nordeste apresentou o cartaz das festas que decorrerão entre 9 e 14 de julho próximo. Os dias de palco festival contarão com as presenças em palco de bandas conhecidas como os D.A.M.A., Delfins e Dillaz, para além de MC KEKEL, KISS KISS BANG BANG, ANOS 2000 e os dj’s locais Maleka, Ruy Furtado e Soulsky.
A lendária banda de pop rock Delfins, na sequência do lançamento do novo álbum, encontra-se em digressão pelo país e estará no Nordeste a 11 de julho para um concerto de fusão de temas recentes com o vasto reportório da banda ao longo de quarenta anos.
D.A.M.A. é outra banda que oferece garantia de sucesso junto do público mais jovem e estará no Nordeste na sexta-feira, 10 de julho. O destaque do primeiro dia de cartaz, a 9 de julho, quinta-feira, vai para DILLAZ e o internacional MC KEKEL.
A venda de bilhetes online para não residentes estará disponível na plataforma See Tickets, incluindo a venda física de bilhetes na Azores Tickets Office, em Ponta Delgada, e no serviço de taxas e licenças da Câmara do Nordeste, a partir do dia 27 de maio.
Será disponibilizado apenas passe geral para os três dias de palco festival pelo valor de quinze euros. As crianças até 12 anos não pagarão entrada no recinto. As pulseiras adquiridas online poderão ser trocadas nos dois postos de turismo do concelho e nas bilheteiras do recinto.
Para os residentes com morada fiscal no concelho do Nordeste, a entrada no recinto mantém-se gratuita. A pulseira para residentes estará disponível também a partir de 27 de maio nos dois postos de turismo do concelho (na vila e no parque da Ribeira dos Caldeirões) e nos dias dos concertos em horário alargado. O levantamento terá de ser efetuado mediante apresentação do cartão de cidadão.
Por questões de segurança e de cumprimento de regras para festivais em recinto fechado, a entrada será permitida a crianças a partir dos seis anos de idade e para controlo do consumo de bebidas alcoólicas serão disponibilizadas pulseiras diferentes para maiores e menores de idade. As crianças entre os seis e os doze anos terão acesso ao recinto sem necessidade de pulseira desde que acompanhados por adultos.
As Festas do Nordeste mantêm a componente cultural local com destaque para as filarmónicas, folclore, marchas populares e outros movimentos culturais, além do programa religioso da Matriz de São Jorge.
Presente na apresentação do programa das festas esteve o vice-presidente da autarquia, Marco Mourão, que referiu-se às festividades como o “maior evento concelhio, aquele que traz maior envolvimento social e retorno económico, e por esse motivo o município procura proporcionar um cartaz que vá ao encontro da atualidade nacional e, se possível, internacional, como é o caso deste ano ao trazer o brasileiro MC KEKEL”.