
Sara Sousa Oliveira
Diretora do Diário da Lagoa
Liderei o Diário da Lagoa durante 18 quentes meses de pandemia. Foram meses duros, difíceis e inigualáveis, como todos nós nos recordamos, e sublinho que escrevi três adjetivos similares seguidos, propositadamente. Anos depois, volto agora a assumir as funções de diretora deste jornal num contexto global bem diferente mas com o mesmo sentido de missão e responsabilidade. Não é uma missão fácil, liderar um jornal, já o afirmei no passado. Mas também é bom voltar a sentir de perto o pulso do papel. E, nesta nova fase, seguimos renovados: o lema “Notícias que contam” ganha mais destaque, porque de facto, é de notícias que contam que se faz o Diário da Lagoa.
Numa redação pequena, todas as ajudas contam: a contribuição consciente dos leitores que decidem ajudar, assinando o jornal e pedindo para o receber em casa, a escrita dos cronistas que decidem abraçar a causa, e a vontade de nos ler dos nossos leitores que, mês após mês, procuram a nova edição do Diário da Lagoa nos lugares por onde o deixamos, na Lagoa e fora dela. É desta matéria que somos feitos: de pluralidade, resiliência e ação. Não nos deixamos levar pelo imediatismo do acontecimento mas antes pela sua profundidade e proximidade com o açoriano comum. Levar “histórias que contam” às pessoas, a quem efetivamente pára para nos ler, contando-as, mostrando-as e na melhor das hipóteses, podendo ter o privilégio de tornar as suas vidas melhores, se isso for possível.
A Lagoa está no centro da ilha, mas o centro da ilha não é a Lagoa. Por isso, histórias de cá e de lá são bem-vindas. Todos queremos saber quem é, o que se passa e o que traz quem nos é próximo, mas até a proximidade é relativa, no mundo global em que vivemos. Não temos todos de mostrar o mesmo, nem todos de ir atrás do mesmo. Gostamos de fazer diferente. E é isso que vamos continuar a fazer. Darei, por isso, o meu melhor para que continuemos a despertar a vontade de ler em quem nos procura.

Há paixões que não se explicam, herdam-se. Para o piloto natural de Lagoa, nascido em 1984, o cheiro a óleo queimado e o som dos motores de combustão nunca foram ruído, mas sim uma espécie de banda sonora. Criado no Cabouco, com passagens marcantes pela casa da avó paterna em Santa Cruz, este entusiasta personifica o espírito do piloto açoriano.
O seu “berço” foi a oficina do pai. “Esta área nasceu comigo. O meu pai estava a manter uma oficina mecânica e a primeira vez que me sento dentro de um carro e começo a conduzir é pelos sete ou oito anos”, confessa com nostalgia.
A escola do “Fisher”, na Lagoa, deu-lhe a educação formal, mas foi a garagem que lhe conferiu a “licença” para sonhar. Quando chegou a hora de decidir o futuro profissional, o destino parecia traçado: “na altura, quando decidi escolher, era muito difícil a gente entrar no ramo automóvel porque tinha um monte de fiscalizações”, recorda.
A paixão pelas provas de estrada surgiu como uma extensão natural da sua vida na oficina. Seguia os ralis com fervor, admirando figuras como Augusto Ponte, que descreve como uma pessoa especial que lhe deu o “clique” definitivo. Em 1994, o som dos carros a passar perto da casa da avó já lhe acelerava o coração. “Eu andava sempre ali perto dele, foi das pessoas que me deram o ‘clique’ nos ralis e isso nunca se esquece, porque foi aquela primeira pessoa que teve impacto”, afirma.
Contudo, a transição para o banco do condutor só aconteceu oficialmente em 2021. O veículo escolhido reflete a sua identidade: um diesel com história, que pertenceu anteriormente a Ricardo e Paulo, os seus mentores na oficina Auto Central, onde trabalha há 24 anos. “Hoje em dia, se não é o Ricardo e o Paulo, acho que eu não consigo estar neste projeto sozinho nos ralis. São duas pessoas que me ajudam muito”, admite.
Ser piloto amador nos Açores é um exercício que requer equilíbrio. Diferente das equipas profissionais, aqui é o próprio piloto quem prepara tudo. “Trabalho bastante e tiro muito tempo da minha vida pessoal, deixo muita coisa para trás para me dedicar aos ralis”, desabafa. Este espírito de sacrifício conta com a solidariedade de colegas. Em casa, o filho de 16 anos compreende a paixão do pai, embora prefira manter distância da oficina: “Ele não gosta, fica com medo”, brinca o piloto, aceitando que o seu verdadeiro legado será o exemplo de determinação.
Rúben Borges recorda o percurso de navegadores como Rúben Silva, até à parceria atual com Mateus e Emanuel Cabral. A relação é testada ao limite, como aconteceu no último rali, onde um entusiasmo excessivo resultou num toque num passeio e num furo logo a abrir. “Eu falhei na Super Especial. Estava entusiasmado e com o carro fiz alguma coisinha que não foi com jeito”, reconhece.
Recentemente, o piloto e mecânico adicionou o kickboxing ao seu dia a dia. Praticante desde o verão passado, vê na modalidade uma ferramenta para a estrada. “O kickboxing ajuda muito nos ralis em termos de preparação física, de reflexos e de concentração. Então, imaginei que devia optar pelo kickboxing e gosto muito”, explica, revelando que já pondera entrar em competição também nesta área.
Olhando para o futuro, o sonho é ambicioso: “Eu gostava de fazer um campeonato inteiro. Gostava muito. Mas nove ralis durante o ano é muito complicado”, confessa. Por enquanto, continua a ser o piloto-mecânico que gere o azar com serenidade: “Quando faço os ralis, eu penso de rali a rali porque pode-se ter um azar e não conseguir”. Enquanto houver asfalto e vontade, este piloto continuará a alimentar uma paixão que nasceu cedo.

O Convento de Santo António, na freguesia de Santa Cruz, Lagoa, acolheu este sábado, 16 de maio, a última jornada do Torneio da Juventude em Xadrez, uma prova que movimentou o panorama desportivo local. A iniciativa foi organizada pela Associação de Xadrez da Região Autónoma dos Açores (AXRAA) e contou com o apoio estratégico da Câmara da Lagoa, segundo informou a autarquia em nota enviada à redação do Diário da Lagoa.
Presente na cerimónia de entrega de troféus, o vice-presidente da autarquia lagoense, Nelson Santos, fez questão de salientar o empenho e o dinamismo que a AXRAA tem demonstrado ao longo dos anos na promoção do xadrez. O autarca defendeu que a modalidade deve continuar a ser fomentada junto dos mais novos, destacando os seus benefícios no desenvolvimento de aspetos intelectuais e recreativos, tais como a concentração, o raciocínio, o cálculo mental, a autoconfiança, a tática e a estratégia, sem esquecer o seu papel na socialização e no respeito pelas normas.
A fechar o evento, foi recordado o estatuto de relevo que o arquipélago detém no panorama nacional: os Açores são atualmente a região do país com o maior número de atletas federados por habitante nesta modalidade. Esta forte adesão é bem visível na elevada participação que se regista nas iniciativas locais, sendo que, em 2025, a AXRAA alcançou um total de 280 atletas federados, na sua grande maioria jovens.

O presidente do Governo regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu à cerimónia de abertura do XXII Concurso Micaelense da Raça Holstein Frísia, um evento central para a lavoura micaelense que decorre no Parque de Exposições de São Miguel, na Associação Agrícola em Santana.
O líder do executivo aproveitou o momento de proximidade com a comunidade rural para destacar a relevância deste certame, promovido pela Associação Agrícola de São Miguel, afirmando que o evento se tem afirmado “pela quantidade e pela qualidade”, conquistando ao longo dos anos “credibilidade, confiança e prestígio”.
Na sua intervenção, José Manuel Bolieiro defendeu a importância do trabalho conjunto entre agricultores, associações e instituições, sublinhando que “o sucesso não se faz a pedido, faz-se trabalhando” e através da procura de soluções “em parceria”. Na ocasião, o governante aproveitou também para elogiar o Comendador Jorge Rita, a quem se referiu como “uma referência” no setor agrícola regional pela sua experiência e capacidade de representação.
No plano dos apoios concretos ao setor, que enfrenta os impactos do atual contexto internacional e o consequente aumento dos custos de produção, o governante anunciou que a Comissão Europeia avançará com a reserva agrícola destinada a apoiar os agricultores face ao encarecimento dos fertilizantes, permitindo aos Estados-membros recorrer a fundos comunitários. “Cá estaremos nós vigilantes, reivindicativos e acompanhando esta solução”, garantiu o presidente do Governo.
Adicionalmente, foi revelado que estarão abertas as candidaturas para a reconversão de explorações de produção de leite para produção de carne nas ilhas de São Miguel, Terceira e Graciosa, seguindo-se o arranque das candidaturas para o apoio à compra de sementes de milho e sorgo. Esta última medida integra a estratégia regional de reforço da autonomia alimentar animal, sendo que os Açores já atingiram os 14.500 hectares dedicados a estas culturas.
O executivo açoriano anunciou também uma majoração de 30% nos apoios previstos para compensar os impactos das intempéries na produtividade e garantiu uma resposta direta à subida do gasóleo agrícola. “O Governo assume amortizar até 10 cêntimos a subida do preço do gasóleo”, anunciou Bolieiro.
O XXII Concurso Micaelense da Raça Holstein Frísia conta este ano com a participação de 221 animais, integrando ainda no seu programa workshops técnicos, exposições e momentos de animação para toda a comunidade.

Ana Rita Arruda
Especialista em Psicologia Clínica com formação em Neuropsicologia
Hospital CUF Açores
Na nossa sociedade, estar sempre ocupado passou a ser entendido como “viver bem”. Saltamos de mensagem em mensagem, de tarefa em tarefa, de ecrã em ecrã, muitas vezes sem uma verdadeira pausa. A sensação de ter a mente sempre ligada tornou-se familiar para muitos de nós: mesmo quando o corpo para, o pensamento continua a correr. E ainda que o cérebro humano seja extraordinariamente adaptável, isso não significa que possa, de alguma forma, beneficiar deste funcionamento em esforço contínuo.
Estar permanentemente em modo de resposta não é saudável para o cérebro. O excesso de estímulos, a pressão para sermos produtivos e a ocupação constante dificultam a atenção, aumentam o cansaço mental e reduzem a capacidade de organizar a informação que recebemos ao longo do dia. Quando tudo parece urgente, torna-se mais difícil distinguir o essencial do acessório. E isso tem consequências não apenas no rendimento, mas também na memória, no humor e na forma como lidamos com o stress.
O cérebro não funciona num único registo. Há momentos em que está orientado para o foco, para a resolução de problemas, para a tomada de decisões e para a resposta às exigências do quotidiano, mas também há momentos em que precisa de abrandar. Durante períodos de repouso mental, continua ativo, mas de outra forma: organiza informação, consolida memórias, integra experiências e recupera recursos importantes para voltar a concentrar-se. As pausas não são, por isso, uma perda de tempo. São parte de um funcionamento cerebral saudável.
Cada vez mais pessoas descrevem a dificuldade de não conseguir desligar, ou de estarem sempre a pensar em tudo ao mesmo tempo. Muitas vezes, não se trata de falta de capacidade, mas de um cérebro sobrecarregado, com pouco espaço para respirar. Sem pausas, a atenção torna-se mais frágil, a memória mais dispersa e a gestão emocional mais difícil. Ficamos mais reativos e irritáveis e com menos tolerância ao cansaço e à frustração.
Felizmente, o cérebro mantém ao longo da vida uma notável capacidade de adaptação. Os nossos hábitos diários moldam, pouco a pouco, a forma como ele funciona. Dormir com regularidade, fazer pausas, aprender coisas novas, mexer o corpo, cultivar relações e reduzir a sobrecarga mental são medidas que podem proteger a saúde cerebral e contribuir para uma longevidade com mais qualidade de vida.
Viver mais não basta. Importa viver melhor. E cuidar do cérebro não exige mudanças radicais. Às vezes, começa com decisões pequenas: fazer uma pausa curta sem telemóvel, caminhar alguns minutos, respeitar o descanso, fazer uma tarefa de cada vez, criar momentos de silêncio. Num mundo que glorifica a pressa, talvez parar seja, afinal, uma das formas mais inteligentes de cuidar da mente.

A Câmara Municipal da Lagoa promove no dia 18 de maio, pelas 20h30, a iniciativa “À luz de Santo António”, iniciativa que consiste numa visita noturna ao convento de Santo António, localizado na freguesia de Santa Cruz.
Integrada no programa comemorativo do Dia Internacional dos Museus, esta atividade convida o público a descobrir o património histórico, arquitetónico e religioso do edifício, através de um percurso pelos espaços museológicos do convento e pela igreja de Nossa Senhora da Conceição, num ambiente singular proporcionado pela noite.
A visita será mediada por Igor Espínola de França, arquiteto que coordenou anteriormente os serviços instalados no edifício e que desenvolveu uma investigação aprofundada sobre o convento de Santo António. Acompanhado pela presença de figurantes trajados com hábito franciscano, numa evocação do passado conventual do espaço, irá conduzir os participantes revelando a história e evolução do imóvel.
Dirigida ao público em geral, a iniciativa propõe uma experiência sensorial, incentivando os participantes a trazerem a sua própria lanterna, contribuindo para uma atmosfera mais envolvente e intimista. A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia, sendo que existe um limite de cinquenta inscrições.
Os interessados poderão obter mais informações através do QR Code disponível no cartaz divulgado nas redes sociais da autarquia ou através do endereço de email museu@lagoa-acores.pt.

O setor agrícola micaelense volta a centrar as atenções no Recinto da Feira, em Santana, com a realização do XXII Concurso Micaelense da Raça Holstein Frísia entre os dias 15 e 17 de maio. Segundo a nota de imprensa enviada pela organização do evento, o certame assume-se como um dos principais pontos de encontro para criadores e produtores da região, prevendo-se a participação de um total de 221 animais. Destes, 182 pertencem à raça Holstein Frísia, provenientes de 50 explorações leiteiras distintas, aos quais se juntam 15 exemplares da raça autóctone Ramo Grande, 10 da raça Aberdeen Angus e sete juntas de bois.
A abertura oficial das portas está agendada para as 12h00 de sexta-feira, dia 15 de maio, marcando o arranque de um programa que privilegia o apuro genético e o trabalho dos produtores locais. Durante a tarde de sexta-feira, o foco incidirá sobre as vitelas e novilhas, no âmbito do XVIII Concurso Juvenil e da primeira fase do concurso sénior. Já no sábado, 16 de maio, o recinto de Santana recebe as vacas em lactação, num momento de particular relevância técnica, a par dos julgamentos dedicados às raças Ramo Grande e Aberdeen Angus.
Para além da vertente competitiva e técnica, que inclui workshops direcionados para os profissionais do setor e exposições de bovinos, o evento foi desenhado para atrair o grande público e as famílias de toda a ilha de São Miguel. O recinto contará com animação infantil, uma zona gastronómica de “comes e bebes” e diversos momentos musicais. O grande destaque do cartaz de entretenimento é o concerto de João Pedro Pais, que subirá ao palco principal no sábado, às 22h30. Com esta iniciativa, a organização reforça o convite à comunidade para conhecer de perto a realidade agrícola regional, promovendo um evento de entrada livre que valoriza a herança rural e a vitalidade da pecuária açoriana.

A Câmara Municipal da Ribeira Grande promove, entre os dias 15 e 17 de maio, mais uma edição da Festa da Flor, este ano subordinada ao tema “Oceanos”, numa celebração que alia cultura, tradição, consciencialização ambiental e dinamização do centro histórico da cidade.
A edição deste ano contará com cerca de dez mil flores, distribuídas por diversos espaços e iniciativas, numa aposta que pretende continuar a afirmar o evento como um dos principais momentos de animação cultural do concelho durante a primavera.
As freguesias do concelho terão também um papel ativo no evento, nomeadamente no desfile a partir das 17h00 de sábado, apresentando elementos da sua história e identidade através do tema definido.
Entre os destaques do programa consta a inauguração do tapete das flores no largo Hintze Ribeiro, nesta sexta-feira, às 18h30, e o desfile que ocorrerá no próximo sábado, às 17h00, ao longo da rua Direita.
O evento incluirá ainda o mercado das flores, proporcionando à população a possibilidade de adquirir flores a preços mais acessíveis, bem como um mercado variado de apoio às associações locais e a projetos de cariz social.
A Festa da Flor mantém a sua componente familiar e cultural, valorizando os artistas locais em diferentes expressões artísticas, desde a pintura ao artesanato, passando pela música tradicional, às artes circenses.
A segurança será reforçada, em articulação com a PSP, garantindo maior patrulhamento ao longo dos dias do evento, que deverá atrair milhares de visitantes ao concelho.

Os elementos do comando-local da Polícia Marítima de Ponta Delgada realizaram uma ação de fiscalização no mar, na área de jurisdição de Ponta Delgada, com foco na zona envolvente a Santa Clara, na ilha de São Miguel.
Durante a ação, a Polícia Marítima detetou e apreendeu uma arte de pesca mal sinalizada e sem identificação, composta por vinte e sete armadilhas de gaiola e uma linha madre de setecentos e cinquenta metros.
Foram ainda recolhidos três quilos de peixe subdimensionado variado, que se encontrava vivo no interior das armadilhas, que foi posteriormente devolvido ao seu habitat natural.
Nesta ação, estiveram empenhados três elementos do comando local da Polícia Marítima de Ponta Delgada e um elemento da capitania do porto de Ponta Delgada, apoiados por uma embarcação.

No dia 30 de abril, decorreu na Escola Secundária de Lagoa a segunda edição do Evento Print Jam 3D e o lançamento do Erasmus+ 3DPrintED. O evento contou, mais uma vez, com a parceria do Expolab – Centro Ciência Viva, do Colégio do Castanheiro e com a colaboração de toda a escola. Incluiu uma forte participação de alunos e docentes, que dinamizaram e participaram de diversas atividades de caráter pedagógico e tecnológico.
O evento incluiu uma feira de impressão 3D, onde foram apresentados vários projetos, workshops de impressão 3D dirigidos a alunos e professores e ainda uma palestra sobre inteligência artificial na educação, ministrada pelo Professor Doutor José Cascalho, da Universidade dos Açores. O professor universitário presenteou a comunidade escolar com conhecimentos profundos sobre inteligência artificial, salientando os perigos, mas também as vantagens na nova realidade digital em que vivemos.
O Erasmus+ 3DprintED encontra-se na reta final. Permitiu o acesso a impressoras 3D modernas e competências do século XXI, preparando a escola para os desafios tecnológicos atuais e futuros. Constituiu-se como uma resposta tecnológica à necessidade de inclusão de todos os alunos e, ainda, como outra forma de ultrapassar as limitações insulares, recorrendo à internet, que actua como um repositório e canal para objetos digitais que podem ser materializados por meio da impressão 3D.
A impressão 3D voltará, em breve, no próximo ano letivo, durante o Steam & Games, que decorrerá na Escola Secundária de Lagoa, em novembro. Em abril do próximo ano, esperamos realizar uma nova edição do Print Jam, na qual apresentaremos novas abordagens à impressão 3D.