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Criação da marca “Florestas dos Açores” vai promover a origem dos produtos e serviços florestais

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O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente destacou que a consolidação da marca ‘Criptoméria dos Açores’ e a criação no próximo ano da marca ‘Florestas dos Açores’ permitirá evidenciar “a origem dos produtos e serviços florestais endógenos”. 

Luís Neto Viveiros apontou como exemplos “o material lenhoso, a produção de frutos, mel ou outros e, até mesmo, a imagem associada ao recreio florestal”. 

O Governo dos Açores, assegurou, vai continuar a “promover a certificação da gestão florestal, a valorização dos produtos florestais e a sua comercialização, através da procura de novos mercados”. 

O Secretário Regional destacou ainda que “a Estratégia Florestal dos Açores, quadro orientador da nossa política até 2020, espelha o trabalho já desenvolvido em 31% do território insular, inova e projeta os principais objetivos a concretizar, tendo sido enriquecida com múltiplos contributos, em consulta pública”. 

Por outro lado, Luís Neto Viveiros salientou que “estão reunidas condições que permitem prosseguir o apoio aos agricultores, com a beneficiação e conservação dos cerca de 1.400 quilómetros de caminhos rurais e florestais que constituem um elemento estruturante e determinante na atividade agro-florestal na Região”.

DL/Gacs

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