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Saída da Ryanair dos Açores ameaça anular até três quartos do crescimento económico em 2026

Estudo da Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada estima um impacto negativo anual que pode atingir os 166 milhões de euros, comprometendo a sustentabilidade do turismo regional

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A Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD) tornou públicos os resultados de um estudo sobre a saída da Ryanair dos Açores, prevista para março de 2026, alertando que a redução da oferta aérea terá “consequências económicas relevantes para a Região Autónoma dos Açores, afetando o turismo, o tecido empresarial e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) regional”.

Segundo a análise do seu Gabinete de Estudos, o impacto negativo total na economia (que inclui efeitos diretos, indiretos e induzidos) deverá situar-se entre os 144 e os 166 milhões de euros anuais. Para a associação empresarial, a mobilidade aérea num território arquipelágico não é apenas um instrumento de desenvolvimento, mas uma “condição estrutural para o funcionamento da economia”. O relatório destaca que este recuo da transportadora ocorre num cenário de particular incerteza, marcado pela reestruturação da SATA Azores Airlines e pela...

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