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Festa da Flor celebra os oceanos

© CMRG

A Câmara Municipal da Ribeira Grande promove, entre os dias 15 e 17 de maio, mais uma edição da Festa da Flor, este ano subordinada ao tema “Oceanos”, numa celebração que alia cultura, tradição, consciencialização ambiental e dinamização do centro histórico da cidade.

A edição deste ano contará com cerca de dez mil flores, distribuídas por diversos espaços e iniciativas, numa aposta que pretende continuar a afirmar o evento como um dos principais momentos de animação cultural do concelho durante a primavera.

As freguesias do concelho terão também um papel ativo no evento, nomeadamente no desfile a partir das 17h00 de sábado, apresentando elementos da sua história e identidade através do tema definido.

Entre os destaques do programa consta a inauguração do tapete das flores no largo Hintze Ribeiro, nesta sexta-feira, às 18h30, e o desfile que ocorrerá no próximo sábado, às 17h00, ao longo da rua Direita.

O evento incluirá ainda o mercado das flores, proporcionando à população a possibilidade de adquirir flores a preços mais acessíveis, bem como um mercado variado de apoio às associações locais e a projetos de cariz social.

A Festa da Flor mantém a sua componente familiar e cultural, valorizando os artistas locais em diferentes expressões artísticas, desde a pintura ao artesanato, passando pela música tradicional, às artes circenses.

A segurança será reforçada, em articulação com a PSP, garantindo maior patrulhamento ao longo dos dias do evento, que deverá atrair milhares de visitantes ao concelho.

Localidades dos Açores distinguidas com prémio de excelência Eco-freguesia

© SRAAC

O secretário regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, distinguiu as quarenta e sete juntas de freguesia dos Açores que se destacaram pelo seu desempenho e contributo para a preservação do ambiente, numa cerimónia realizada em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.

Segundo o governante, “o Programa Eco-freguesia desempenha um papel fundamental, enquanto instrumento estratégico de cooperação entre o governo regional e as juntas de freguesia para a limpeza e manutenção de espaços públicos, incluindo linhas de água e a orla costeira, envolvendo as populações em ações de sensibilização e educação ambiental”.

Alonso Miguel sublinhou que “este contributo que não se esgota apenas na limpeza, salubridade e embelezamento dos nossos espaços públicos, estendendo-se também à consolidação da imagem de sustentabilidade da região, e, sobretudo, à segurança e bem-estar das populações açorianas”.

O secretário regional lembrou que “o governo regional tem vindo a reforçar as verbas alocadas ao programa Eco-Freguesia ao longo dos anos com o objetivo de capacitar e muscular decisivamente as juntas de freguesia para que possam enfrentar com firmeza esta importante e exigente missão”.

Alonso Miguel revelou que “no ano de 2025, em concreto, participaram 126 freguesias no Eco-freguesia, cujo trabalho conjunto permitiu monitorizar e intervir em cerca de 240 quilómetros de linhas de água e em aproximadamente 175 quilómetros de extensão de orla costeira, nas nove ilhas do arquipélago”.

Lagoa reforça rede de mobilidade elétrica

© CML

O município da Lagoa reforçou a aposta na promoção da mobilidade sustentável através da instalação de mais dois postos de carregamento para veículos elétricos no concelho. Com a instalação destes, a Lagoa passa a disponibilizar um total de sete pontos de carregamento, alargando assim a cobertura territorial.

Deste modo, a rede de carregamento passa a integrar quatro postos na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, dois na vila de Água de Pau e um junto ao porto da Caloura.

O projeto, apoiado pelo programa Europeu Life, através de um protocolo com a Direção Regional da Energia, insere-se numa estratégia mais ampla de valorização ambiental e modernização dos serviços públicos, garantindo melhores condições de mobilidade para todos.

A expansão reflete o compromisso da autarquia com a transição energética e a redução da pegada carbónica, promovendo alternativas de transporte mais sustentáveis e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida no concelho.

Ponta Delgada envolve jovens dos Arrifes no combate ao lixo marinho

No âmbito do Programa Bandeira Azul 2026, três turmas do nono ano da Escola Básica Integrada dos Arrifes participam numa ação de sensibilização teórica e prática que culminará com uma limpeza na Praia das Milícias

© ARQUIVO CM PONTA DELGADA

A Câmara Municipal de Ponta Delgada anunciou a promoção de uma iniciativa de educação ambiental focada na problemática do lixo marinho, destinada a envolver os alunos do nono ano de escolaridade da Escola Básica Integrada (EBI) dos Arrifes. Segundo a nota enviada pela autarquia, a ação está inserida no calendário do Programa Bandeira Azul 2026 e pretende sensibilizar as camadas mais jovens para a preservação dos ecossistemas costeiros da ilha de São Miguel. O programa arrancou no passado dia 16 de abril com uma sessão teórica de sensibilização dirigida a três turmas, momento este que serviu para enquadrar as causas e os impactos negativos dos resíduos que chegam ao mar, preparando o terreno para a intervenção direta no terreno.

A vertente prática desta ação decorrerá no próximo dia 27 de abril, também durante o período da manhã, tendo como cenário a Praia das Milícias. Durante a atividade, os estudantes não se limitarão à recolha de resíduos no areal; o exercício contempla igualmente a identificação e a contabilização rigorosa de tudo o que for removido. Esta metodologia permite aos jovens compreender, de forma científica e prática, quais são os tipos de detritos que mais afetam as zonas balneares do concelho. Para a autarquia, o objetivo central passa por reforçar a importância de comportamentos ambientalmente responsáveis e de uma gestão correta de resíduos, aliando o conhecimento académico à experiência cívica.

Esta iniciativa surge na sequência do trabalho desenvolvido em anos anteriores pela Câmara de Ponta Delgada. De acordo com os dados fornecidos pela autarquia, a edição de 2025 desta mesma ação resultou na recolha de 13 quilos de resíduos diversos. Entre os materiais encontrados no areal no ano passado, destacaram-se beatas de cigarro, azulejos, cordas, metais e fragmentos de plástico, ilustrando a diversidade de poluentes que ameaçam a biodiversidade marinha local.

Moradores das Socas exigem intervenção perante cenário de degradação e insegurança

Através de uma nota enviada à redação do Diário da Lagoa, moradores denunciam o abandono da zona, apontando falhas graves na salubridade, iluminação pública e fiscalização municipal

Zona das Socas situa-se na freguesia de Nossa Senhora do Rosário e faz fronteira com concelho de Ponta Delgada
© DIREITOS RESERVADOS

Os moradores da zona Socas, no concelho da Lagoa, decidiram quebrar o silêncio e tornar pública uma situação de degradação que, segundo os residentes, se tem agravado perante a ausência de respostas eficazes por parte do executivo municipal. Numa nota enviada ao Diário da Lagoa, os moradores denunciam um cenário marcado pela deposição ilegal de entulhos e resíduos domésticos, o abandono de cadáveres de animais em decomposição e a proliferação de silvas em terrenos que não recebem manutenção. Este quadro de insalubridade tem levado a um aumento preocupante da presença de ratos e outros vetores, colocando em causa a saúde pública de quem ali reside. Além das questões ambientais, a segurança é outro dos pilares da contestação, com a vizinhança a apontar a falta de iluminação pública em zonas habitacionais e de circulação como um fator crítico que urge resolver.

Os signatários do documento sublinham que, embora a recente validação do Plano Diretor Municipal (PDM) em 2025 tenha classificado grande parte da zona como área ecológica, essa proteção ambiental não deve ser utilizada como justificativa para o desinvestimento nas condições básicas de vida. No texto enviado, os residentes defendem que “a proteção ecológica deve caminhar lado a lado com a proteção das pessoas”, reforçando que o que pedem não é excecional, mas sim as “condições mínimas de dignidade e segurança que qualquer cidadão tem direito a esperar do seu município”. Os moradores manifestam ainda um sentimento de frustração perante o que descrevem como uma falta de resposta às sucessivas comunicações feitas anteriormente ao executivo, exigindo agora a implementação de um plano de intervenção urgente que inclua limpeza, desratização e o reforço da fiscalização ambiental para dissuadir comportamentos incivilizados.

Moradores apontam o aumento preocupante da presença de ratos na zona © DIREITOS RESERVADOS

Caso levado à Reunião de Câmara

A gravidade da situação já tinha sido exposta diretamente aos órgãos autárquicos antes da formalização do abaixo-assinado. De acordo com a ata da reunião ordinária da Câmara Municipal da Lagoa realizada a 26 de fevereiro de 2026, uma munícipe, moradora nas Socas, interveio no período aberto ao público para alertar sobre a insegurança na zona. Na ocasião, a moradora lamentou que as preocupações da vizinhança — que incluíam situações associadas ao consumo e tráfico de droga — não tivessem tido o devido seguimento no Conselho Municipal de Segurança. A moradora sublinhou que, por se tratar de uma área mais afastada do centro da cidade, a zona das Socas tem carecido de atenção nos últimos anos, revelando que os próprios moradores têm o hábito de contactar a PSP para registar a localidade como “zona problemática”.

Em resposta, o presidente da Câmara, Frederico Furtado Sousa, reconheceu a “característica particular” das Socas por ser uma zona de fronteira entre os concelhos da Lagoa e Ponta Delgada. O autarca assumiu na altura o compromisso de que a situação seria abordada na reunião do Conselho Municipal de Segurança agendada para março, com o objetivo de dar conhecimento das conclusões aos residentes.

O grupo de moradores solicita também que a Câmara Municipal proceda à notificação dos proprietários de terrenos privados ao abandono e que estabeleça um canal de diálogo estruturado com a comunidade para garantir o acompanhamento contínuo destas problemáticas. Apesar do tom crítico e da exigência de que o município cumpra o seu papel na defesa do interesse público, os moradores das Socas reafirmam a sua total disponibilidade para colaborar com as autoridades locais na procura de soluções e garantem que o abaixo-assinado, que reúne as assinaturas das famílias afetadas, será entregue nos Paços do Concelho nos próximos dias.

The Diário da Lagoa já contactou a Câmara Municipal, enviando um conjunto de questões sobre as medidas previstas para esta zona, e aguarda uma resposta por parte da autarquia.

Ribeira Grande estuda criação de apiário comunitário para reforçar biodiversidade

O Município da Ribeira Grande e a Casermel unem esforços para proteger as abelhas e promover o mel local como pilar da sustentabilidade ambiental e da saúde alimentar no concelho

© CM RIBEIRA GRANDE

A Câmara Municipal da Ribeira Grande prepara-se para reforçar as políticas de proteção ambiental através de uma nova parceria estratégica com a Casermel – Cooperativa de Apicultores e Sericicultores de São Miguel, CRL. Num recente encontro de trabalho entre o executivo municipal e a direção da cooperativa, foram lançadas as bases para uma colaboração que visa não só a preservação das abelhas, mas também a valorização do mel enquanto produto de excelência da região. Segundo nota de imprensa enviada pela autarquia, o presidente Jaime Vieira destacou o papel vital destes polinizadores no equilíbrio dos ecossistemas locais, sublinhando que “as abelhas são fundamentais para a polinização, um processo indispensável à reprodução de inúmeras espécies vegetais, incluindo culturas agrícolas essenciais à nossa alimentação”.

Face a este diagnóstico, o Município assumiu o compromisso de identificar áreas específicas no concelho com condições ideais para a polinização, prevendo-se ainda a plantação de espécies florais em espaços públicos para potenciar a biodiversidade. Esta estratégia estende-se à gestão dos espaços verdes municipais, que passará a ser feita com um foco acrescido na sustentabilidade e no suporte à vida apícola. Uma das medidas mais inovadoras em análise é a criação de um apiário comunitário, pensado para ser um centro de aprendizagem e literacia ambiental, onde a comunidade poderá compreender melhor o ciclo de vida das abelhas e a importância dos produtos derivados da colmeia.

Para além da vertente ecológica, a iniciativa pretende dar um impulso económico aos produtores locais, incentivando o consumo de mel como um alimento de elevado valor nutricional e medicinal. Jaime Vieira reforçou a necessidade de integrar este produto numa dieta equilibrada, garantindo que o município apoiará a divulgação de quem trabalha no setor. O autarca concluiu a reunião com um olhar sobre o futuro, afirmando que o apoio a estas causas é um imperativo geracional, pois “proteger as abelhas é garantir o futuro dos nossos ecossistemas e das gerações vindouras”.

Mais de três mil pessoas mobilizadas na Semana da Floresta

Iniciativa percorreu as nove ilhas com ações de plantação e sensibilização, destacando o valor da laurissilva e de espécies endémicas como o cedro-do-mato e o sanguinho

© SRAA

A preservação do património natural dos Açores uniu, entre o passado dia 16 de março e esta sexta-feira, 27 de março, mais de 3.000 pessoas numa vasta agenda dedicada ao Dia Mundial da Floresta. A iniciativa, promovida pelo Governo regional dos Açores, através da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, mobilizou os Serviços Florestais das nove ilhas para um programa que incluiu desde plantações de espécies nativas a ações de educação ambiental junto de escolas e associações locais. Segundo a nota enviada pela tutela, o balanço final revela uma forte adesão da comunidade açoriana num compromisso coletivo pela proteção dos habitats naturais da região.

Para o secretário regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, a data representou “muito mais do que uma data simbólica”. O governante destaca que, ao longo destes dias, “milhares de crianças, jovens, professores, voluntários, escuteiros e parceiros locais juntaram-se em ações de plantação, sensibilização e aprendizagem ativa”, celebrando o valor insubstituível das florestas açorianas. As atividades focaram-se particularmente na valorização da floresta nativa (a laurissilva) e de espécies endémicas como o cedro-do-mato e o sanguinho, que constituem o habitat de aves emblemáticas como o priolo.

Em São Miguel, a mobilização contou com a realização de exposições, peddy-papers e palestras proferidas por guardas-florestais em diversos concelhos, incluindo Vila Franca do Campo e Ponta Garça, além de ações de repicagem de folhados e sensibilização sobre biodiversidade. Nas restantes ilhas, o cenário repetiu-se com contornos locais: em Santa Maria houve plantações no aeroporto; na Terceira, o Monte Brasil recebeu uma plantação simbólica com o Exército; na Graciosa, plantaram-se cerca de 600 árvores na Serra das Fontes; e em São Jorge, as atividades integraram-se no Festival da Reserva da Biosfera.

O programa estendeu-se ainda ao Pico, com o projeto “Floresta dos Sentidos”, ao Faial, com parcerias entre a Câmara Municipal da Horta e o Clube Automóvel, e às Flores, onde a Lagoa Branca recebeu novas espécies endémicas. António Ventura garante que a proteção da floresta continuará a ser uma prioridade, defendendo que “cada gesto, seja uma árvore plantada ou uma atividade de educação ambiental, representa um investimento no futuro dos Açores”, assegurando a herança natural para as próximas gerações.

Lagoa apaga luzes e fecha torneiras em mobilização global pelo ambiente

Concelho associa-se às iniciativas “H2Off” e “Hora do Planeta” durante o mês de março, desafiando os munícipes a adotar gestos simbólicos de poupança de água e energia

© DIÁRIO DA LAGOA

O concelho da Lagoa, na ilha de São Miguel, prepara-se para integrar duas grandes campanhas internacionais de sensibilização ambiental: a “H2Off – Hora de Fechar a Torneira” e a “Hora do Planeta”. Segundo nota enviada pela Câmara da Lagoa, estas iniciativas, agendadas para os dias 22 e 28 de março, respetivamente, visam envolver a comunidade local em ações diretas de combate ao desperdício de recursos naturais e promover a reflexão sobre o impacto das alterações climáticas no território.

A primeira mobilização ocorre já no próximo dia 22 de março, coincidindo com as celebrações do Dia Mundial da Água. Através do Centro de Educação e Formação Ambiental da Lagoa (CEFAL), o município adere, pela quarta vez, ao movimento nacional “H2Off”, promovido pela Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA). O desafio lançado aos lagoenses consiste na interrupção voluntária do consumo de água durante uma hora, entre as 22h00 e as 23h00. Este gesto simbólico pretende alertar para a crescente escassez hídrica e incentivar hábitos de consumo mais eficientes, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

No seguimento desta agenda ecológica, a 28 de março, a Lagoa volta a desligar os interruptores por uma causa global. Pelo oitavo ano consecutivo, o concelho junta-se à “Hora do Planeta”, a maior iniciativa de mobilização ambiental da rede WWF, que este ano assinala o seu 20.º aniversário. Entre as 20h30 e as 21h30, a iluminação pública será desligada em vários pontos do concelho, incluindo o edifício dos Paços do Concelho, a Praça de Nossa Senhora da Graça, a Praça de Nossa Senhora do Rosário e as fachadas das sedes das Juntas de Freguesia, unindo a Lagoa a milhares de cidades em todo o mundo.

EBI de Lagoa hasteia Bandeira Verde e reforça compromisso com a sustentabilidade

Galardão do projeto Eco-Escolas reconhece as boas práticas ambientais de alunos e professores, que assinalam agora o Dia da Árvore com a plantação de espécies de fruto no recinto escolar

© CM LAGOA

A Escola Básica Integrada (EBI) de Lagoa, na ilha de São Miguel, reafirmou o seu papel na educação ambiental com a cerimónia oficial do hastear da Bandeira Verde, o galardão máximo do projeto Eco-Escolas. O gesto, que simboliza a dedicação da instituição às boas práticas ecológicas e à gestão sustentável de recursos, reuniu alunos, docentes e funcionários num momento de celebração do percurso trilhado em prol do ambiente.

A dinâmica ambiental da EBI de Lagoa terá continuidade já no próximo dia 25 de março, data escolhida para assinalar o Dia Mundial da Árvore e da Floresta (originalmente a 22 de março). A iniciativa, que parte de um convite endereçado pelo Clube Ecotrilhos, incluirá a plantação de uma árvore de fruto cedida pelos Serviços Agrários de Ponta Delgada. Com esta atividade prática, a escola pretende sensibilizar os estudantes para a preservação das florestas e para o seu papel crucial na conservação da biodiversidade, incentivando uma cultura de cuidado direto com o património natural do concelho.

Segundo nota enviada pela autarquia, o ato solene do hastear da bandeira contou com a participação do presidente da Câmara da Lagoa, Frederico Sousa, acompanhado pela vereadora da educação, Albertina Oliveira, e pela presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Rosário, Lucrécia Rego.

Pinhal da Paz reforça mancha verde com plantação de 40 novas árvores

Colaboradores do Grupo Bensaude plantaram dezenas de criptomérias no âmbito da campanha nacional “Cadernão 2025”, uma iniciativa que permitiu recolher mais de duas toneladas de papel para reciclagem nos Açores

© GRUPO BENSAUDE

A reserva florestal do Pinhal da Paz, no concelho de Ponta Delgada, em São Miguel, conta desde esta semana com 40 novas criptomérias na sua mancha verde. A ação de plantação foi protagonizada por colaboradores do Grupo Bensaude, servindo como o culminar da campanha “Cadernão 2025” na região. Segundo nota de imprensa enviada pelo Grupo Bensaude, esta iniciativa nacional promovida pelo “Continente” e pela “note!” visa sensibilizar a comunidade para a importância da economia circular e da preservação ambiental através da reciclagem de materiais escolares.

A adesão dos açorianos à causa revelou-se particularmente expressiva nesta edição, com os dados a apontarem para a recolha de 2,4 toneladas de papel nas ilhas, um valor que duplica o registo obtido no ano de 2024. O mecanismo da campanha estabeleceu que, por cada tonelada de papel entregue para reciclagem, seriam plantadas 20 novas árvores, resultando assim no reforço arbóreo agora concretizado no Pinhal da Paz. A nível nacional, a iniciativa atingiu um total de 81 toneladas de papel recolhido.

O processo de recolha decorreu entre 26 de agosto e 22 de setembro, período durante o qual os consumidores puderam depositar cadernos e livros usados em carrinhos personalizados instalados à entrada das lojas aderentes.