
O Clube Operário Desportivo não vai participar no Campeonato de Futebol dos Açores na temporada 2026/27.
Os sócios e adeptos foram informados desta decisão pela Comissão de Gestão, durante o mês de julho, após um momento de reflexão e de várias saídas no plantel fabril.
De recordar que, nos últimos meses, o clube tem vivido um período de grande instabilidade, sendo alvo de alguns processos judiciais. Além disso, o clube lagoense é liderado por uma Comissão de Gestão, com o objetivo de assegurar a continuidade da atividade da instituição, até às próximas eleições.
Essa mesma Comissão de Gestão, constituída por Gilberto Branquinho, Manuel António Martins, João Pinto, Pedro Oliveira e Rúben Almeida, admite que a prioridade, neste momento, é consolidar e fortalecer o projeto desportivo do clube, tendo como foco a formação de jovens atletas.
Na época 2026/27, o Clube Operário Desportivo pretende competir nas competições internas da Associação de Futebol de Ponta Delgada, apostando em “pessoas que se identifiquem verdadeiramente com os valores do clube e que queiram fazer parte deste percurso por dedicação, compromisso e amor à camisola”, segundo se pode ler num dos comunicados oficiais na página do clube.
Durante mais de três décadas, o emblema da Lagoa foi uma presença habitual nas principais competições regionais e nacionais.
Esta vai ser a primeira participação do Operário no Campeonato de São Miguel desde a época 1990/91. Desde então, o Clube Operário Desportivo conseguiu sempre a permanência nas competições nacionais e regionais, incluindo o Campeonato de Portugal.
Para este novo ciclo, o Clube Operário Desportivo já anunciou a contratação do treinador Jadilson Oliveira.
O regresso do treinador brasileiro representa uma aposta num treinador que conhece bem a realidade do clube, assumindo a responsabilidade de o liderar num momento particularmente difícil.
Jadilson já jogou no clube da Lagoa, de 1995 a 1997, passando também pelo comando técnico do clube, entre 2012 e 2015.
Ao longo da carreira, o treinador também orientou o Sporting Clube Ideal, o Águia Clube Desportivo e o Benfica Águia Sport.
Além do treinador, também o jogador Mário Freitas foi anunciado como reforço para a nova temporada, após ter feito todo o seu percurso nas camadas jovens do clube.
Em comunicado oficial, a Comissão de Gestão admite que “mais do que um projeto desportivo, isto é um projeto de identidade, compromisso e paixão”, acrescentando que estão “a construir, passo a passo, uma nova era para o Clube Operário Desportivo”.
A aposta na formação surge como um dos pilares da reestruturação do clube. A intenção da Comissão de Gestão é formar jovens atletas capazes de representar a equipa principal nos próximos anos, focando-se no sucesso desportivo a longo prazo.
A descida de divisão por parte do Clube Operário Desportivo permitiu ao Clube Desportivo Santo António subir ao Campeonato de Futebol dos Açores, algo que não acontecia desde 2006
A equipa liderada pelo treinador micaelense, Hélio Oliveira, aceitou o convite da Associação de Futebol da Horta, organizadora da competição para a temporada 2026/27.
O Campeonato de Futebol dos Açores vai sofrer alterações já a partir da temporada 2027/28. Todos os clubes que não disputem competições nacionais jogarão o campeonato da sua ilha correspondente. Existirá uma fase regional a ser disputada pelos primeiros classificados dos campeonatos de ilha que, em formato de liga, vão apurar o campeão dos Açores.
A participação no Campeonato de São Miguel por parte do Clube Operário Desportivo representa um regresso às competições de ilha, deixando de disputar o Campeonato de Futebol dos Açores.
O novo enquadramento competitivo permite ao clube reduzir os custos operacionais, derivados, sobretudo com as deslocações aéreas às restantes ilhas da região.
Na temporada passada, o Clube Operário desportivo jogou sete jogos fora de São Miguel: seis nos Açores (Pico, Faial, Terceira e São Jorge) e um no continente, onde defrontou o Louletano para a Taça de Portugal.
Ao competir no Campeonato de São Miguel, os custos associados às deslocações baixam drasticamente, permitindo ao clube reestruturar-se a nível financeiro.
Com mais de 75 anos de história, o Clube Operário Desportivo vive um momento de instabilidade e recomeço. A participação no Campeonato de São Miguel representa um passo atrás em termos competitivos, mas poderá ser um importante passo na recuperação financeira e desportiva da instituição.
O objetivo passa por devolver estabilidade ao clube e criar condições para que possa regressar, no futuro, aos principais palcos do futebol açoriano e nacional.
The Diário da Lagoa – Notícias que contam contactou a Comissão de Gestão do Clube Operário Desportivo para obter declarações sobre a situação do clube, mas até ao fecho da edição deste artigo não foi possível agendar uma entrevista.

Lucas Santos tem 21 anos, é natural da Lagoa e fez história ao marcar 24 golos ao serviço do Clube Operário Desportivo.
Filho de um experiente futebolista, Lucas iniciou a sua carreira muito cedo, ao serviço do Santa Clara. Passou pelo Operário, Clube de Futebol Pauleta e União Micaelense nos escalões de formação, antes de se estrear a sénior, no Clube Desportivo Rabo de Peixe.
“Todos os clubes foram bastante importantes no meu processo como jogador. Todos eles, cada um à sua maneira e com diferentes estruturas, contribuíram, sem dúvida, para o meu crescimento enquanto jogador”, referiu o avançado em entrevista ao Diário da Lagoa.
Após duas temporadas no Rabo de Peixe, Lucas transferiu-se novamente para o clube da sua terra, o Clube Operário Desportivo.
Na temporada de 2025/26, o jovem lagoense marcou uns impressionantes 24 golos em 28 jogos. No Campeonato de Futebol dos Açores, foi o melhor marcador, com 17 golos, ajudando o Operário a garantir o terceiro lugar.
A época de sucesso fez despertar o interesse do Santa Clara B, recém promovido ao Campeonato de Portugal, que contratou o avançado para a próxima temporada.
Confirmando a mudança de emblema, Lucas Santos aguarda “um novo projeto com bastante ambição”, admitindo que irá “trabalhar dia a dia para que as coisas corram bem”.
Ao abraçar um novo desafio, o jogador despede-se do Clube Operário Desportivo com o desejo de manter uma ligação próxima à Lagoa.
“A minha família é basicamente toda da Lagoa, sempre tive uma grande ligação com o Operário. Tive sempre um carinho muito especial pelo clube”.
O emblema do concelho da Lagoa enfrenta um momento difícil, estando a ser gerido por uma comissão de gestão e uma comissão de fiscalização até às próximas eleições no clube, sendo alvo de vários processos judiciais.
O atleta pede aos adeptos que “não deixem de apoiar o clube” e acredita que o Operário “irá se reestruturar e chegar ao patamar onde merece estar”.
“Foi uma época extremamente difícil, onde passámos por dificuldades. Apesar disso, a nível individual e a nível coletivo, foi uma época positiva. Éramos uma equipa muito unida”, referiu em relação à temporada passada no Operário.
Sobre o futuro, Lucas afirma que “sonha sempre em jogar num patamar mais alto”, mas admite que trabalha todos os dias, pois “com trabalho, os resultados aparecem”.
Ao falar das suas referências no futebol, Lucas Santos admitiu que sempre ouviu os conselhos do pai, o antigo futebolista Hugo Santos, afirmando que é alguém com quem pode “desabafar sobre futebol”.
“O meu pai teve muita experiência no futebol e consegue dar conselhos que mais ninguém consegue. A opinião dele conta em dobro, porque é meu pai e tem muita experiência nesta modalidade”.
Sobre o seu método de trabalho, o avançado micaelense admite que o seu ídolo é Cristiano Ronaldo, devido à “disciplina e à dedicação que tem”, acrescentando que “é um exemplo, tanto desportivamente, como na vida”.
Com o orgulho de ser um atleta açoriano, Lucas Santos acredita que os Açores têm muito a oferecer a nível desportivo.
“Acredito que o futebol açoriano irá melhorar. Temos jogadores açorianos muito bons, que às vezes não têm a devida importância. Há muita qualidade nos Açores, é preciso é que aconteçam outras coisas para aproveitar esse talento”, diz.
Apesar da capacidade dos clubes açorianos e do seu possível crescimento, Lucas admite que há dificuldades acrescidas aliadas à insularidade.
“É mais difícil para nós, no meio em que estamos, termos visibilidade. Lá fora, no continente, os jogadores têm muito mais visibilidade, são avaliados de semana a semana ou mesmo todos os dias. Nós, estando no Campeonato de Portugal, vamos lá fora de 15 em 15 dias”.
Mesmo com os desafios acrescidos, o jovem avançado acredita que jogadores e clubes açorianos têm capacidade de chegar a patamares superiores, reforçando que “o que tiver que acontecer, acontece”.
Depois de uma época de afirmação no clube da sua terra, Lucas Santos prepara-se para um novo desafio, com a ambição de crescer e de aprender com a experiência do plantel do Santa Clara B.

O panorama do Campeonato de Futebol dos Açores sofreu uma forte reconfiguração para a temporada 2026/2027 com as decisões oficiais tomadas pelo Clube Operário Desportivo e pelo Clube Desportivo Santo António. Num volte-face no principal escalão do futebol açoriano, o emblema da Lagoa abdicou formalmente da sua participação na prova rainha da região. Perante esta vaga, a Associação de Futebol da Horta endereçou um convite direto ao Clube Desportivo Santo António, que aceitou de imediato o desafio de se estrear neste patamar competitivo.
A mudança de rumo começou com a tomada de posição da Comissão de Gestão do Clube Operário Desportivo. Em nota de imprensa publicada na sua página de Facebook, a estrutura do clube “fabril” explicou que, após uma reunião de análise e reflexão, deliberou não alinhar no campeonato sénior. A direção justificou a medida com uma estratégia clara de sustentabilidade, assumindo que a prioridade absoluta passa agora por “consolidar e fortalecer o projeto desportivo do Clube, colocando a formação no centro das suas prioridades”. Os responsáveis sublinharam que esta “não é uma decisão tomada de ânimo leve”, mas sim o caminho necessário para investir nos jovens atletas e criar bases sólidas que honrem a história do clube da Lagoa, prevendo um futuro projeto sénior assente em pessoas movidas por “dedicação, compromisso e amor à camisola”.
Na sequência direta desta desistência, o cenário converteu-se num momento de celebração para a costa norte do concelho de Ponta Delgada. Também em comunicado, o Clube Desportivo de Santo António confirmou a aceitação do convite com “enorme orgulho”, interpretando a oportunidade como o justo reconhecimento da excelente época desportiva realizada pela sua equipa sénior. A direção do clube manifestou o seu compromisso e sentido de responsabilidade para “representar o nosso Clube, a Freguesia de Santo António, costa norte e concelho de Ponta Delgada da melhor forma possível”, deixando um agradecimento público a todos os patrocinadores, parceiros, entidades oficiais, sócios e simpatizantes que continuam a viabilizar o crescimento da instituição.

O Clube Operário Desportivo (COD), na cidade da Lagoa, ilha de São Miguel, deu início ao processo para a eleição dos seus novos corpos diretivos. Segundo um comunicado emitido pela Mesa da Assembleia Geral da instituição sediada na mais jovem cidade açoriana, os sócios interessados podem apresentar as suas listas de candidatura até ao próximo dia 30 de abril.
As propostas devem ser entregues formalmente na sede do clube, situada na Rua da Fábrica, ou diretamente ao presidente da Mesa da Assembleia Geral, na Rua Dr. Botelho, no Rosário. Este ato eleitoral visa dar continuidade à gestão da histórica Instituição de Utilidade Pública, fundada em 1948, que permanece como uma das referências desportivas da Associação de Futebol de Ponta Delgada.
O culminar deste processo ocorrerá no dia 5 de maio, data em que será realizada a Assembleia Geral. A reunião magna dos sócios terá lugar pelas 20h30, nas instalações da sede do COD, para a definição do futuro elenco diretivo do clube.

O Clube Operário Desportivo (COD) desceu para a 11.ª posição da Série D, do Campeonato de Portugal de futebol, após empate, a um golo, em casa, com o Louletano, no passado domingo, 15 de dezembro.
O relógio ainda não marcava um minuto de jogo, quando os forasteiros chegaram à baliza dos fabris. Com jogada de João Bandeira pela esquerda, o avançado nigeriano Chima inaugurou o marcador, aumentado a vantagem do Louletano.
Durante toda a primeira parte, a equipa de fora mostrou superioridade, criando várias situações de perigo perto da baliza do Operário. Na única oportunidade dos fabris de igualarem o resultado antes do intervalo, Jarju cabeceou ao lado da baliza forasteira.
Iniciada a segunda parte da partida, os fabris conseguiram empatar, com golo de cabeça do médio Rafa Benevides. O jogo prosseguiu com várias ameaças em ambas as balizas, mas nenhuma equipa conseguiu aumentar a sua vantagem.
Com o empate, o COD encontra-se no 11.º lugar do Campeonato de Portugal, Série D, com 12 pontos (três vitórias, três empates e seis derrotas).
A competição é liderada, neste momento, pelo Lusitano Évora, com 27 pontos, e o Amora, em segundo, com 26 pontos. O Moncarapachense encontra-se na terceira posição, com 25 pontos.
No calendário do Operário, na ronda 13 segue-se o jogo com o Sintrense (neste momento, em quarto lugar da tabela), no dia 5 de janeiro de 2025.

O Clube Operário Desportivo (COD) defrontou o Comércio e Indústria, no passado domingo, 8 de dezembro, no Campo da Bela Vista, em partida da Jornada 11 da Série D, do Campeonato de Portugal de futebol. Trata-se do segundo jogo de Hugo Santos enquanto treinador principal do Operário.
A jogar no Campo da Bela Vista, em Setúbal, os fabris da Lagoa, apesar dos esforços, foram derrotados pela margem mínima: 1-0. O único golo da partida foi marcado por Vavá Pequeno, aos 30 minutos.
Os fabris somam, assim, quatro vitórias, três empates e seis derrotas no Campeonato de Portugal 2024/2025 e encontram-se agora com 11 pontos e em 10.º, na tabela classificativa, lugar de despromoção.
Segue-se agora o jogo contra o Louletano (que está em quinto lugar no Campeonato), no próximo dia 15 de dezembro, pelas 15h00, em casa, na Lagoa.
O Campeonato de Portugal – Série D, é liderado neste momento por Lusitano Évora, com 27 pontos (com sete vitórias, três empates e uma derrota). Seguindo-se o Amora, em segundo, e o Sintrense, em terceiro, ambos com 23 pontos.
Para além do Operário, estão nos lugares de despromoção o Moura AC, FC Barreirense, Fabril do Barreiro e Estrela Vendas Novas.

O Clube Operário Desportivo (COD) recebeu em casa o Moncarapachense, no Estádio João Gualberto Borges Arruda, no passado dia 30 de novembro, em partida da série D, jornada 10, do Campeonato de Portugal de futebol.
Em jogo de estreia do novo treinador dos fabris, Hugo Santos, a equipa da Lagoa não conseguiu alcançar a vitória, perdendo por 0-3.
Foi logo aos 26 minutos da primeira parte que a equipa do concelho de Olhão, em Portugal continental, iniciou a vantagem sobre a equipa da casa, com golo de Diogo Motty.
Iniciada a segunda parte, o Operário fica com menos um, quando aos 57 minutos Rafa Benevides recebe o segundo cartão amarelo.
Aos 62 minutos, Alvarinho aumentou a vantagem para o Moncarapachense.
A formação de Olhão não ficou satisfeita, procurando mais um golo. Aos 90+2 minutos, Afonso Loja marca o seu primeiro golo nesta prova, ditando o fecho do marcador a 3-0 a favor da equipa visitante.
O COD soma, assim, três vitórias, dois empates e cinco derrotas, nesta competição.
O Operário encontra-se agora no 9.º lugar da classificação, com 11 pontos: apenas com mais um ponto do que o Comércio e Indústria, que está em 10.º, posição de despromoção.
O Campeonato de Portugal continua para a equipa da Lagoa, no dia 8 de dezembro, em jogo contra o Comércio e Indústria, no Campo da Bela Vista, em Setúbal.

O Clube Operário Desportivo (COD) levou a melhor ao Estrela Futebol Clube, ganhando por 1-0, em jogo da nona jornada, série D, do Campeonato de Portugal de futebol. A partida foi disputada em casa do Estrela, no Estádio Municipal de Vendas Novas, distrito de Évora.
Não levou muito tempo após o inicio do jogo para os fabris da Lagoa inaugurarem o marcador e estabelecerem a vantagem. Aos 33 minutos, Manuel Sousa aproveitou uma grande penalidade para colocar a bola na baliza da equipa de Vendas Novas.
O jogo prosseguiu e apesar das várias substituições e cartões amarelos, nem o COD conseguiu festejar mais um golo, nem o Estrela FC foi capaz de dar a volta ao jogo.
Bruno Vieira, treinador da equipa açoriana, em declarações ao nosso jornal, considera que “foi um bom jogo da nossa parte, numa primeira parte muito boa em que podíamos ir para o intervalo a vencer por mais do que um golo de diferença”.
Sobre a segunda parte da partida, os fabris procuraram “controlar o jogo”, lembra o treinador, “sabendo que a outra equipa também iria reagir com um jogo mais direto. Mesmo assim ainda criamos mais algumas oportunidades para poder marcar. Depois na parte final soubemos controlar bem o jogo, numa vitoria justa e que procurávamos à imenso tempo”, congratula-se.
O Operário sobe assim da décima para a oitava posição, na classificação do Campeonato de Portugal, com 11 pontos (três vitórias, três derrotas e dois empates). O Estrela FC encontra-se em 14.ª, posição de despromoção, com 1 ponto.
No próximo dia 17 de novembro, o Operário da Lagoa joga contra o Estrela da Amadora B, equipa que se encontra na décima posição, com nove pontos em oito partidas jogadas.

O Clube Operário Desportivo (COD) recebeu o Desportivo Fabril Barreiro, em casa, no Estádio Municipal João Gualberto Borges Arruda, na Lagoa, no passado sábado, 2 de novembro, em partida do Campeonato de Portugal de futebol, Grupo D.
Apesar dos esforços e oportunidades da equipa da Lagoa, o Fabril Barreiro levou os três pontos para casa ao ganhar por 1-0.
Segundo Bruno Vieira, treinador dos lagoenses, “foi um jogo em que fizemos de tudo para vencer a partida, tivemos sempre o controlo do jogo na primeira parte. Na segunda parte, num dos poucos lances que chegaram à nossa baliza, marcaram. Depois tentamos de tudo, para pelo menos conseguir o empate”.
Logo no início da partida, o Operário falhou uma oportunidade, quando Manuel Sousa cruzou para Rafa, que cabeceou à baliza do adversário, mas a bola foi parar às mãos do guarda redes.
Aos 20 minutos, os forasteiros chegaram perto da baliza da equipa da casa, mas o remate foi cortado por Mamadu Candé
Ainda na primeira parte, o Operário teve mais três oportunidades de golo que não se chegaram a concretizar.
Já na segunda parte do jogo e ainda com o marcador a 0-0, Gonçalo Reis tentou a sua sorte mas o remate saiu por cima da baliza do Fabril Barreiro.
Foi aos 65 minutos que se decidiu o jogo, com golo de Cleiton, em livre direto, dando a vantagem aos visitantes.
O jogo prosseguiu, com o COD a tentar o empate, com dois remates à baliza falhados. No final do jogo, Ivan Reis, da equipa visitante, ainda tentou aumentar a vantagem do Fabril Barreiro, mas a bola foi muito acima da baliza da equipa da casa.
O Operário encontra-se agora na 10.ª posição da classificação do Campeonato de Portugal de futebol, com oito pontos.
No dia 11 de novembro, os lagoenses jogam contra o Estrela Futebol Clube, em Vendas Novas. Sobre o próximo encontro, Bruno Vieira conta que a equipa vai “agora trabalhar bem durante a semana, para que no fim de semana possamos conquistar os três pontos”.

O Clube Operário Desportivo (COD) defrontou o Barreirense, este domingo, 27 de outubro, em jogo da jornada 7, da Série D, do Campeonato de Portugal de futebol. A partida, que teve lugar no Campo da Verderena, no Barreiro, foi decidido logo no início.
O marcador contava apenas cinco minutos, quando o avançado barreicense Diogo Nascimento aproveitou um momento de fragilidade da defesa fabril, com baliza aberta, para colocar a equipa do Barreiro a um ponto de vantagem.
Segundo Bruno Vieira, treinador dos fabris da Lagoa, em declarações ao nosso jornal “sofremos um golo muito cedo, num lance em que nos parece que houve falta sobre o nosso lateral”.
Os encarnados do Barreiro não saborearam a vantagem durante muito tempo, pois aos dez minutos, o médio fabril Rafa Benevides aproveitou um livre para marcar de cabeça na baliza de Tomás Carvalho, ditando o desfecho do marcador.
“O resto da primeira parte foi equilibrado com uma situação de perigo para cada equipa” lembra o treinador.
“Na segunda parte fomos completamente dominadores, em que criámos três situações claras de golo. Também ficando na nossa perspetiva uma grande penalidade por marcar a nosso favor”, aponta, ainda.
Em balanço do jogo contra o Barreirense, Bruno Vieira afirma que “no geral, foi uma partida em que jogamos bem, mas que nos faltou mais eficácia para finalizar as situações criadas”.
O COD continua na oitava posição da tabela de classificação do Campeonato de Portugal, com oito pontos, com duas vitórias, dois empates e duas derrotas.
Seguem-se os jogos com o Fabril Barreiro, em casa do COD, e com o Estrela FC, em Vendas Novas, nos dias 3 e 11 de de novembro, respetivamente. No dia 17, o COD recebe em casa, no Estádio João Gualberto Borges Arruda, o Estrela da Amadora.