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Convento de Santo António acolhe última jornada do Torneio da Juventude em Xadrez

O concelho da Lagoa voltou a demonstrar a sua forte ligação à modalidade, num evento que reuniu jovens atletas e reforçou o estatuto dos Açores como a região do país com mais xadrezistas federados por habitante

© CM LAGOA

O Convento de Santo António, na freguesia de Santa Cruz, Lagoa, acolheu este sábado, 16 de maio, a última jornada do Torneio da Juventude em Xadrez, uma prova que movimentou o panorama desportivo local. A iniciativa foi organizada pela Associação de Xadrez da Região Autónoma dos Açores (AXRAA) e contou com o apoio estratégico da Câmara da Lagoa, segundo informou a autarquia em nota enviada à redação do Diário da Lagoa.

Presente na cerimónia de entrega de troféus, o vice-presidente da autarquia lagoense, Nelson Santos, fez questão de salientar o empenho e o dinamismo que a AXRAA tem demonstrado ao longo dos anos na promoção do xadrez. O autarca defendeu que a modalidade deve continuar a ser fomentada junto dos mais novos, destacando os seus benefícios no desenvolvimento de aspetos intelectuais e recreativos, tais como a concentração, o raciocínio, o cálculo mental, a autoconfiança, a tática e a estratégia, sem esquecer o seu papel na socialização e no respeito pelas normas.

A fechar o evento, foi recordado o estatuto de relevo que o arquipélago detém no panorama nacional: os Açores são atualmente a região do país com o maior número de atletas federados por habitante nesta modalidade. Esta forte adesão é bem visível na elevada participação que se regista nas iniciativas locais, sendo que, em 2025, a AXRAA alcançou um total de 280 atletas federados, na sua grande maioria jovens.

Lagoa celebra 504 anos de história com olhar focado na habitação e infraestruturas

O Convento de Santo António, na freguesia de Santa Cruz, foi o palco das comemorações do Dia do Município, onde Frederico Sousa traçou o roteiro estratégico para o futuro, conciliando a homenagem ao passado com novos investimentos na orla costeira e no setor social

© DIÁRIO DA LAGOA

A Lagoa assinalou, este sábado, 11 de abril, o seu Feriado Municipal, celebrando um duplo marco histórico: os 504 anos da elevação de Lagoa a vila e os 14 anos da sua ascensão a cidade. Segundo nota enviada pela Câmara Municipal à redação do Diário da Lagoa, a data foi celebrada numa cerimónia solene no Convento de Santo António, na freguesia de Santa Cruz, marcada por um balanço do crescimento sustentado do concelho e pela definição de prioridades para os próximos anos. O presidente, Frederico Sousa, destacou o percurso da Lagoa, considerando que hoje se apresenta como uma cidade moderna e dinâmica, assente na riqueza do seu tecido social e económico.

Durante a sua intervenção, o autarca lagoense fez questão de honrar o legado de quem moldou o concelho, prestando homenagem a figuras de relevo como os antigos presidentes do Governo regional, João Bosco Mota Amaral e Carlos César, presentes no evento. Frederico Sousa reconheceu o contributo decisivo de ambos na modernização da Lagoa através de investimentos estruturantes em áreas como a educação e a habitação. Outro momento das distinções locais foi a atribuição da Chave de Honra do Município a Luís Alberto Meireles Martins Mota, antigo presidente da Câmara.

Projetando os desafios, Frederico Sousa afirmou que “a identidade do concelho se constrói na preservação das tradições e do património humano e cultural”, enaltecendo a coragem dos lagoenses na ligação à terra e ao mar. O autarca elencou a habitação como uma das pedras angulares da sua estratégia, prometendo o reforço de rendas acessíveis e de loteamentos para autoconstrução. De acordo com o líder do executivo, este conjunto de medidas traduz “um caminho claro e consistente, orientado para uma Lagoa que honra o seu passado com respeito, vive o presente com confiança e projeta o futuro com ambição”.

No que respeita ao ordenamento do território, a autarquia pretende avançar com projetos como a reabilitação da Fábrica do Álcool e a requalificação da Escola Básica e Integrada Padre João José do Amaral. A valorização da orla costeira e o setor social, com o aumento de vagas em creches e a ampliação do Lar de Santo António, completam o plano de investimentos. Frederico Sousa terminou com um agradecimento coletivo, sublinhando que “é na força coletiva que reside a verdadeira grandeza da Lagoa”.

Biblioteca Tomaz Borba Vieira recebe “Histórias Requinhas” para tarde mágica em família

Biblioteca volta a ser o palco da iniciativa “Sábado em Família” no próximo dia 28 de março. A sessão de narração oral, conduzida por um grupo com 15 anos de experiência, promete uma viagem pelo mundo da imaginação aberta a todas as gerações

© DIREITOS RESERVADOS

A Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira, na cidade da Lagoa, em São Miguel, reafirma a sua aposta na promoção da literacia e no fortalecimento dos laços comunitários com a realização de mais uma edição do projeto “Sábado em Família”. Segundo a nota de imprensa enviada pela Câmara Municipal da Lagoa à nossa redação, o evento terá lugar no dia 28 de março, pelas 16h00, nas históricas instalações do Convento de Santo António.

Sob o mote “Uma sessão para rir, sonhar e viajar sem sair do lugar!”, o encontro desta vez conta com a participação especial do grupo «Histórias Requinhas», coletivo que se dedica à arte de contar histórias como ferramenta de aproximação entre pais, filhos e o objeto livro. O grupo convidado, que iniciou o seu percurso em 2011, traz à cidade da Lagoa uma bagagem sólida na mediação de leitura. Com foco no despertar lúdico para o universo literário, as «Histórias Requinhas» têm investido continuamente em novas técnicas de narração oral e expressividade, transformando cada sessão num momento de performance envolvente. Ao longo dos anos, o coletivo tem colaborado com diversas bibliotecas e espaços culturais, especializando-se em ciclos de contos que privilegiam a proximidade com o público e a estimulação da criatividade tanto em crianças como em adultos.

A iniciativa, promovida pela autarquia lagoense através da sua biblioteca municipal, é de participação aberta ao público e não requer inscrição prévia, convidando as famílias da freguesia de Santa Cruz e de todo o concelho a desfrutarem de uma tarde diferente. 

Convento de Santo António recebe workshop de “Arte do Recorte de Papel”

Iniciativa será dinamizada pela artista Sofia Brito e integra um ciclo de oficinas agendadas para este ano

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A iniciativa do Museu de Lagoa – Açores será dinamizada pela artista e formadora Sofia Brito, destinando-se a participantes com idade igual ou superior a 14 anos. Segundo nota de imprensa enviada pela autarquia, o workshop convida os interessados a descobrir e experimentar a delicada técnica do papercut, explorando conceitos de corte manual, composição, luz e sombra, de forma a transformar o papel num meio artístico expressivo e tridimensional.

A formadora Sofia Brito, natural de Almada e residente em São Miguel desde 1998, possui um vasto currículo nas artes visuais, sendo formada em Cenografia e Adereços pelo Chapitô, com especialização em Design Gráfico e mestrado em Ilustração Artística. No seu trabalho, a artista dedica-se à criação de peças de grande simplicidade estética, inspiradas tanto nas tradições regionais e portuguesas como na arte oriental. Através do seu atelier em Ponta Delgada, Sofia Brito tem contribuído para a valorização das artes manuais contemporâneas nos Açores, aliando o rigor técnico à delicadeza visual em composições que exploram a profundidade e os jogos de sombra.

De acordo com a Câmara da Lagoa, o workshop tem um valor de inscrição de 25 euros, devendo os interessados garantir a sua participação até às 12h00 do dia 19 de fevereiro. As inscrições podem ser formalizadas através do QR Code disponível no cartaz de divulgação, pelo e-mail museu@lagoa-acores.pt ou através do contacto telefónico 296 912 510.

Relativamente à logística do evento, os formandos deverão levar consigo uma tábua de corte de plástico, um x-ato simples pequeno e uma tesoura pequena, sendo que o restante material necessário está incluído no valor da formação. Esta iniciativa marca o arranque de um ciclo de workshops que o Museu de Lagoa desenvolverá ao longo deste ano.

Grupo de Cantares Tradicionais de Santa Cruz celebra aniversário com Cantata de Natal

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O Convento de Santo António, na cidade da Lagoa, será o palco da Cantata de Natal do Grupo de Cantares Tradicionais de Santa Cruz, no próximo dia 26 de dezembro, às 20h30. O evento assume um significado especial, uma vez que assinala simultaneamente o 29.º aniversário do grupo fundado em dezembro de 1996.

A génese do Grupo de Cantares remonta a uma iniciativa espontânea de um conjunto de santacruzenses — Clemente Cabral Raimundo, Maria da Conceição Tavares Martins Ponte, Maria de Lurdes Soares Ventura, Rosa Maria Silva Almeida Borges e Durval Manuel de Sousa Arruda — que, movidos pelo espírito natalício, decidiram recuperar a tradição de cantar as boas festas a amigos e familiares, conferindo um novo colorido às celebrações na Lagoa.

Ao longo de quase três décadas, o grupo consolidou o seu percurso, formalizando-se como associação a 14 de abril de 2000. O seu contributo para a cultura local foi reconhecido publicamente em diversas ocasiões, destacando-se a atribuição da medalha de mérito pela Câmara Municipal da Lagoa, em 2009, e pela Junta de Freguesia de Santa Cruz, em 2018. No seu currículo discográfico contam-se três álbuns editados: “Ilhas de Encanto” (2009), “Germinações” (2018) e “Músicas de Natal” (2022).

Atualmente, o Grupo de Cantares Tradicionais de Santa Cruz conta com 45 elementos, sob a direção artística de Álvaro Cabral e a presidência de Fernando Jorge Moniz, continuando a ser uma referência viva na preservação do património musical e das tradições da região.

Convento de Santo António acolhe lançamento de livro sobre Desporto na Lagoa

A «Breve História da Cultura Desportiva na Lagoa», de Marcelo Borges, aborda a evolução das modalidades e homenageia figuras que promoveram a atividade física no concelho

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O Convento de Santo António, na freguesia de Santa Cruz, Lagoa, irá acolher o lançamento do livro «Breve História da Cultura Desportiva na Lagoa», anunciou esta terça-feira, 16 dezembro, a Câmara Municipal. No entanto, a data inicial prevista foi desmarcada após divulgação da notícia, “uma vez que o lançamento da obra (…) foi adiada, por questões de produção, para data a anunciar oportunamente”. 

Trata-se de uma edição da autarquia da Lagoa, através da Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira, com texto de investigação do lagoense Marcelo Borges.

De acordo com a nota de imprensa enviada inicialmente pela autarquia, a publicação resulta de um convite inicial feito pela Câmara ao autor para que realizasse um texto sobre a história do desporto local, com vista à inclusão na obra «Os 500 Anos do Concelho da Lagoa – Álbum de Memórias», a ser publicada pela Câmara Municipal no dia 11 de abril de 2025.

Contudo, o trabalho de Marcelo Borges revelou-se mais extenso do que o previsto, motivando a proposta para que o autor não apenas incluísse a investigação, mas que a aprofundasse, abrangendo diferentes momentos e modalidades da cultura desportiva do concelho. O resultado dessa pesquisa culminou na publicação que será, agora, apresentada à comunidade.

Marcelo Borges revelou ter aceitado o desafio com o objetivo de “criar um trabalho que humanizasse as diferentes fontes de informação reunidas e que não se limitasse a datas e números, mas que nele fosse elevado o nome daqueles que, em diferentes funções, contribuíram para a promoção do desporto e da atividade física no concelho”.

A obra conta com prefácios de José Carlos Mota, professor na Universidade de Aveiro e Coordenador do Laboratório de Planeamento de Políticas Públicas da mesma instituição, e de José Raimundo, vice-presidente da Federação Portuguesa de Patinagem e embaixador para a Ética no Desporto. Será José Raimundo o responsável por apresentar o livro, porém a nova data do lançamento ainda não é conhecida.

Lagoense Márcia e Castro apresenta “Cego por Amor” no Convento de Santo António

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A autora lagoense Márcia e Castro vai lançar no próximo domingo, 14 de dezembro, pelas 16h00, a sua nova obra, «Cego por Amor», numa sessão aberta ao público, na igreja do Convento de Santo António, em Santa Cruz.

Segundo nota de imprensa enviada pela Câmara da Lagoa, o livro apresenta uma narrativa marcada por fortes emoções, explorando as complexidades do amor, da entrega e da vulnerabilidade humana. Trata-se de uma obra que convida à reflexão sobre os limites entre paixão, idealização e cegueira emocional. Em «Cego por Amor», Márcia e Castro conduz o leitor por uma viagem íntima, intensa e sensível, revelando personagens marcadas por afetos profundos e desafios emocionais. A escrita combina lirismo e realismo, propondo ao leitor uma experiência literária próxima, humana e envolvente.

«Cego por Amor» trata-se da segunda obra literária de Márcia e Castro, que nasceu em outubro de 1977 e é natural da cidade da Lagoa, mais precisamente do lugar da Atalhada. Desde tenra idade, a lagoense desenvolveu o gosto por criar histórias, condimentadas pela sua imaginação e fantasia, acreditando que tudo era possível. Apaixonada pela escrita, principalmente por romances, considera-se uma romântica por natureza.

A escritora Márcia e Castro lançou, em julho de 2025, também, no convento de Santo António, o livro intitulado «Amores e Desencontros», com a colaboração da Câmara Municipal da Lagoa, e apresentação de Daniel Aguiar.

Convento de Santo António recebe lançamento do livro “Um Valonguense nos Açores”

Um novo talento emerge nos Açores, mas nem tudo foram flores no caminho. José R. Pinto Guimarães, nascido em Valongo mas radicado na Lagoa, revela a sua veia poética no próximo sábado

José R. Pinto Guimarães nasceu a 8 de maio de 1958 em Valongo mas escolheu a Lagoa para viver © CLIFE BOTELHO

O Convento de Santo António, na freguesia de Santa Cruz, na Lagoa, recebe no próximo sábado, 2 de agosto, pelas 21h00, o lançamento do livro “Um Valonguense nos Açores”, de José R. Pinto Guimarães.

A entrada é livre e, no final, será servido um cocktail oferecido pelo restaurante Q’énosso. As flores que o autor não dispensa e que estarão a embelezar a sala são uma oferta do Jardim Campo. Foi, assim, através de apoios privados que o autor diz que conseguiu publicar a obra.

José R. Pinto Guimarães, autor de poesia, reformado e natural de Valongo, onde nasceu em 8 de maio de 1958, está radicado na cidade da Lagoa, na ilha de São Miguel, Açores. Segundo o prefácio do seu livro, “encontrou na escrita poética a expressão de uma vida marcada por experiências profundas, desafios e reencontros”.

“Poeta desde sempre, só agora, com o apoio da sua companheira e o acolhimento dos Açores, teve a coragem de publicar o seu primeiro livro”, lê-se na nota da obra.

O Diário da Lagoa (DL) esteve à conversa com o escritor na Praça de Nossa Senhora da Graça, na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, onde revelou que o primeiro contacto com o arquipélago açoriano aconteceu em 1998, tendo ao longo dos anos tido a oportunidade de viajar pelas diferentes ilhas até se estabelecer em definitivo mais recentemente.

O autor conta que a obra só foi possível graças “a alguma criatividade”, ou seja, aos patrocínios de empresários locais, açorianos e de Valongo, a quem dedica alguns poemas em agradecimento.

A ideia partiu da sua companheira: “Ela é que me influenciou a escrever o livro. Ela é que me deu a ideia dos patrocínios. Ela é, portanto, tão importante quase como eu neste livro.”

No entanto, José R. Pinto Guimarães crítica a falta de apoio das entidades públicas locais e regionais, mostrando-se prejudicado pela alteração de última hora do local de lançamento. Inicialmente, a apresentação estava prevista para o Cineteatro Lagoense Francisco d’Amaral Almeida.

A alteração deveu-se ao facto do Cineteatro Lagoense ter entrado em obras, o que leva o escritor a reclamar: “Imagine-se o transtorno que isto é, e o prejuízo a nível de venda de livros”, enquanto salienta que vive uma vida humilde e sem capacidade para grandes despesas.

“Traz consequências, porque eu gastei, do meu miserável orçamento, muito dinheiro em cartazes”, diz, enquanto lamenta que só foi informado “a oito dias do evento”.

Sobre a solução, revela que já chegou a um entendimento com a autarquia lagoense, mas faz questão de alertar para que, no futuro, mais ninguém sofra a mesma situação.

José R. Pinto Guimarães contou-nos a sua história de vida, a de um lutador que venceu a batalha contra o cancro por quatro vezes.

“Eu sou lutador, é assim que me reconhecem. Não viro a cara à luta”, atira quando questionamos como conseguiu manter a garra pela vida que demonstra.

No próximo dia 4 de agosto, dois dias depois, o livro será apresentado também na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, às 21 horas, com entrada livre. E a 19 de setembro, em Valongo, no continente, na terra natal do autor.

Não perca a reportagem completa sobre o autor e lançamentos na edição de setembro do DL.

Convento de Santo António recebe concerto com tochas ao luar

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O convento de Santo António encerra o seu programa de Natal com momentos agendados para o dia 5 de janeiro, segundo nota enviada pela Câmara Municipal de Lagoa (CML).

Desde o dia 1 de dezembro, o convento tem aberto as suas portas para visitas ao Núcleo Museológico do Presépio, Presépio Tradicional, com conceção de Emanuel Maré, Presépio das Grutas, e às mostras expositivas “Reinterpretando a arte bonecreira”, promovida pelo Tremor, em parceria com o Museu de Lagoa – Açores, e “Interpretação de obras da história de arte”, com peças executadas pelo bonecreiro residente João Arruda, pode ler-se.

Para além destas exposições, também é possível visitar a exposição de pintura e fotografia de Paulo Damião e Wanderson Alves «O silêncio não morre», patente no salão nobre, até 24 de janeiro, com interrupção do período entre 6 e 15 de janeiro. 

Assim, no próximo domingo, 5 de janeiro, a partir das 16h00, todos os interessados vão poder visitar as exposições patentes, usufruindo, ainda, da experiência de pintar um boneco de presépio na oficina do bonecreiro, com o custo de dois euros por peça. Existem, ainda, oficinas livres e gratuitas de expressão plástica para as famílias, lê-se ainda, na mesma nota.

Às 20h00, vai haver um momento simbólico de congratulação e de anunciação pública da obra vencedora da terceira edição do Prémio Municipal de Criação Literária, bem como a atribuição de menção honrosa. A obra “Ainda há vida lá fora?”, da autoria de Hélder Blayer, foi a vencedora da terceira edição do “Prémio Municipal de Criação e Investigação” da CML, tendo o júri deliberado, por unanimidade, atribuir uma Menção Honrosa à obra “Pandora”, da autoria de Henrique Sousa Bulhões. A terceira edição, dedicada à criação literária, teve como júri Anabela Cura, Pedro Almeida Maia e Telmo R. Nunes, três elementos externos à autarquia lagoense. 

Pelas 20h15, o Grupo de Cantares Tradicionais de Santa Cruz encerra o programa com concerto.  «Cantigas com Tochas ao Luar» é o mote para uma rapsódia de música tradicional portuguesa. Ao longo do concerto, vai ser servido vinho quente pelo Grupo de Escuteiros 1290 de Santa Cruz, momento organizado pela Junta de Freguesia de Santa Cruz, explica ainda, o mesmo comunicado.

Presépio tradicional montado por Emanuel Maré em destaque no Convento de Santo António

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O convento de Santo António conta, nesta época festiva até 5 de janeiro, com um programa especial de Natal, que inclui a abertura ao público de vários presépios e exposições, onde se destaca o presépio tradicional, da autoria de Emanuel Maré, segundo nota enviada pela Câmara municipal da Lagoa. Patente ao público, desde dezembro de 2022, este ano conta com mais 274 figuras em relação ao ano anterior, totalizando 1074 bonecos, lê-se.

Emanuel Maré, responsável pela conceção e montagem, incluiu no presépio figuras de barro produzidas por vários bonecreiros lagoenses, como Luís Gouveia, António Branquinho, António Bilhete, Arsénio Moniz, Carlos Pacheco, João Paiva, António Morais, Maria de Fátima Varão, José Morais, João Arruda, António Amaral, Ângelo Vicente, Patrícia Rodrigues e do próprio autor, entre outros, lê-se.

Este presépio destaca-se, não apenas pelos materiais usados na sua composição ou valor iconográfico e artístico, mas também pela sua vertente etnográfica na representação das vivências populares açorianas e características da paisagem micaelense. Tem, também, atraído, anualmente, e sobretudo na época natalícia, muitos visitantes ao convento de Santo António, segundo a autarquia.

Para além da contemplação do presépio, os visitantes podem visitar as duas salas que constituem o Núcleo Museológico do Presépio, no convento de Santo António, a oficina do bonecreiro, o Presépio das Histórias e duas exposições temporárias.  São elas a “Interpretação de obras da história de arte, pelo bonecreiro artesão João Arruda” e “Reinterpretando a arte bonecreira”, promovida pelo Tremor, em parceria com o Museu de Lagoa). Além disso, é possível, durante a época natalícia, visitar a exposição temporária de pintura e fotografia «O Silêncio não morre», da autoria de Paulo Damião e Wanderson Alves, pode ler-se, no mesmo comunicado.

Para as famílias existem oficinas gratuitas, permitindo a estas elaborar presépios de lapinha com material reutilizado ou grinaldas com reaproveitamento de material. Aos fins de semana, é possível usufruir da oficina “Pinta o teu boneco de presépio”, com o bonecreiro do dia, tendo um custo simbólico de dois euros por boneco.

Todas estas exposições e presépios podem ser visitados, nos dias úteis, das 9h30 às 13h00, e das 14h00 às 17h30, e agora, excecionalmente, durante o programa especial de Natal, aos fins-de-semana, das 16h00 às 21h00, estando encerrados nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro.