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PSP detém suspeito de tráfico de droga em jardim público no Pico da Pedra

Um homem de 33 anos foi detido pela brigada de investigação criminal da esquadra de Rabo de Peixe na posse de heroína e substâncias sintéticas, tendo ficado sujeito a apresentações periódicas às autoridades

© DL

Os agentes da brigada de investigação criminal da esquadra de Rabo de Peixe procederam, no final da semana passada, à detenção em flagrante de um indivíduo de 33 anos, suspeito da prática do crime de tráfico de droga. Segundo uma nota informativa do Comando Regional da Polícia de Segurança Pública (PSP) dos Açores, a operação ocorreu na sequência de uma investigação em curso, culminando na abordagem ao suspeito num jardim público situado na freguesia do Pico da Pedra, no concelho da Ribeira Grande.

No momento da detenção, o homem encontrava-se a desenvolver a atividade ilícita em pleno espaço público, tendo-lhe sido apreendidas 17 doses de heroína e oito doses de uma substância ainda indeterminada, embora as autoridades suspeitem tratar-se de droga sintética. Além do estupefaciente, os agentes confiscaram 107 euros em numerário e uma trotinete elétrica, com um valor estimado de 300 euros, que seria utilizada como apoio à prática do crime.

Após ter sido submetido a primeiro interrogatório judicial perante as instâncias competentes, foram aplicadas ao arguido as medidas de coação de termo de identidade e residência (TIR), a obrigação de apresentações periódicas perante as autoridades e a proibição expressa de frequentar locais referenciados pelo consumo e tráfico de estupefacientes.

Polícia Judiciária trava entrada de 29 mil doses de droga em São Miguel

© DL

Uma mulher de 25 anos foi detida em flagrante delito pela Polícia Judiciária (PJ), na cidade de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, na posse de uma elevada quantidade de heroína e cocaína, numa operação que retira do mercado ilícito açoriano milhares de doses individuais de estupefacientes.

A detenção, levada a cabo pelo Departamento de Investigação Criminal dos Açores da PJ, ocorreu na sequência de uma ação policial que culminou na apreensão de mais de um quilo e meio de heroína e de um quilo de cocaína.

De acordo com a informação disponibilizada pela Judiciária, o volume de substâncias ilícitas apreendidas seria suficiente para a preparação de aproximadamente 29 mil doses individuais, representando um golpe significativo no tráfico de droga que opera em São Miguel.

A suspeita, uma cidadã de nacionalidade estrangeira e sem antecedentes criminais conhecidos, foi intercetada na posse direta dos estupefacientes no decurso da diligência policial em Ponta Delgada. Após a detenção e a formalização da apreensão da droga, a arguida será agora presente às autoridades judiciárias competentes para o primeiro interrogatório judicial, com vista à aplicação das respetivas medidas de coação.

Suspeito de tráfico de droga detido na Lagoa fica em prisão preventiva

© PSP

Um homem de 47 anos ficou em prisão preventiva após ter sido detido pela Polícia de Segurança Pública (PSP) na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, no concelho da Lagoa, por fortes suspeitas da prática do crime de tráfico de droga.

De acordo com comunicado do Comando Regional da Polícia de Segurança Pública dos Açores, a detenção foi efetuada por polícias da Brigada de Investigação Criminal da Esquadra da Lagoa, no âmbito de uma operação direcionada para o combate ao tráfico nos concelhos da Lagoa e da Ribeira Grande.

Após a recolha de elementos probatórios e com recurso a meios adequados de obtenção de prova, a operação policial permitiu apreender 162 doses individuais de heroína, 56 doses de haxixe e a quantia de 2400 euros em dinheiro, além de diversa parafernália relacionada com o crime em investigação.

O arguido foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo a Autoridade Judiciária determinado a aplicação da medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva, face ao quadro de ilicitude apresentado.

Desmantelada rede de tráfico de droga em São Miguel

© D.R.

Foram detidos cinco homens na ilha de São Miguel, com idades compreendidas entre os 22 e os 46 anos, fortemente indiciados da prática do crime de tráfico de droga.

Segundo o comando regional da PSP dos Açores, trata-se de uma rede de tráfico que era responsável pela distribuição de haxixe, heroína e droga sintética, junto de um considerável número de toxicodependentes, residentes nas localidades de Ponta Delgada, São Roque, Lagoa e Ribeira Grande.

As detenções resultaram de uma investigação que esteve a cargo da brigada anticrime da PSP de Ponta Delgada e que ao longo de dois anos apurou os contornos relacionados com a atividade criminosa. Foi com base nos elementos de prova recolhidos pelos investigadores da PSP que se reuniu fortes indícios de que a rede de tráfico contava com um principal responsável que recorria à colaboração de três intermediários para proceder à distribuição da droga.

A PSP revela que “foi montada uma operação policial de larga escala, com a colaboração da unidade especial de polícia, PSP de Lisboa, da esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial e com peritos técnico-forenses”, que permitiram o cumprimento de oito buscas domiciliárias e seis buscas não domiciliárias. Algumas dessas buscas foram, inclusive, realizadas em território continental, tendo sido possível proceder à detenção dos suspeitos, apreender haxixe, droga sintética, quantias monetárias, entre outros artigos relacionados com o crime sob investigação.

“Durante as diferentes fases da investigação foram ainda concretizadas várias intervenções policiais que levaram, inclusivamente, à detenção de um outro arguido, igualmente, responsável pela distribuição de droga que recebia do principal responsável desta célula criminosa, encontrando-se, atualmente, a cumprir pena de prisão efetiva no estabelecimento prisional de Ponta Delgada”, avança a força policial.

Os arguidos, após terem sido interrogado por um juiz de instrução criminal no Tribunal de Ponta Delgada ficarão a aguardar as restantes fases do processo sujeitos a diferentes medidas de coação, sendo que a dois deles, perante a gravidade da sua participação nos factos sob investigação, foi aplicada a medida de coação de prisão domiciliária, enquanto que o principal responsável da rede criminosa se encontra em prisão preventiva.