
O deputado do PSD/Açores, Rúben Cabral, destacou hoje a ação do Governo Regional no apoio direto à população da Vila de Água de Pau, após o Executivo ter aprovado as compensações financeiras destinadas a mitigar os prejuízos causados pelo mau tempo que assolou a localidade a 25 de outubro de 2025.
De acordo com uma nota de imprensa enviada pelo parlamentar, a decisão foi oficialmente selada através de uma resolução publicada no Jornal Oficial. O documento assegura um apoio financeiro na ordem dos 69 mil euros, verba que será canalizada para cobrir os danos identificados por famílias, entidades e infraestruturas públicas que foram afetadas por aquele fenómeno meteorológico extremo.
Rúben Cabral considera a medida “justa e necessária”, sublinhando que esta verba representa “uma resposta eficaz e responsável do Governo dos Açores, garantindo que os meios públicos chegam de forma eficaz a quem mais precisa”. Para o deputado, a celeridade do processo é fundamental para que a comunidade local possa retomar a sua rotina com a maior brevidade possível.
O parlamentar social-democrata destaca ainda que este apoio constitui um contributo decisivo para o processo de recuperação na Vila de Água de Pau. Segundo refere, o investimento do Executivo reforça a capacidade de resposta às necessidades urgentes que emergiram imediatamente após a intempérie, permitindo a reparação de bens essenciais e estruturas comunitárias.
A concluir, Rúben Cabral realçou que esta medida demonstra o compromisso do Governo liderado por José Manuel Bolieiro com a proteção das populações. Para o deputado do PSD/Açores, a prioridade do Executivo tem sido garantir a segurança e a reposição da normalidade nas zonas fustigadas por catástrofes naturais, mantendo uma política de proximidade com os cidadãos da Lagoa.

A previsão do estado do mar aponta para um agravamento considerável das condições meteorológicas e da agitação marítima no arquipélago dos Açores entre as 6h00 de quinta-feira, 11 de dezembro, e a meia-noite de sábado, 13 de dezembro.
De acordo com a Autoridade Marítima Nacional, “a agitação marítima será caracterizada por uma ondulação proveniente do quadrante norte-noroeste, com uma altura significativa que poderá atingir os oito metros e uma altura máxima de 14 metros, com um período médio a variar entre os 17 e os 18 segundos. São esperados ventos provenientes do quadrante sudoeste, com uma intensidade média até 38 km/h e rajadas até 69 km/h”.
A Autoridade Marítima Nacional e a Marinha recomendam, em especial à comunidade piscatória e da náutica de recreio que se encontra no mar, para o eventual regresso ao porto de abrigo mais próximo e a adoção de medidas de precaução.
Aconselha-se também o reforço da amarração e vigilância das embarcações atracadas e fundeadas e aconselha-se igualmente a que os marítimos mantenham um estado de vigilância permanente e acompanhem a evolução da situação meteorológica, através dos avisos à navegação e da previsão meteorológica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), bem como outras informações disponibilizadas pelas Capitanias dos Portos sobre as condições de acesso aos portos, evitando sair para o mar até que as condições melhorem.
À população em geral desaconselha-se a prática de passeios junto à orla costeira e nas praias, bem como a prática de atividades em zonas expostas à agitação marítima ou atingidas pela rebentação. Em especial, deve ser evitado o acesso e permanência junto às falésias e zonas de arriba, sendo essencial que se adote uma postura preventiva, não se expondo desnecessariamente ao risco.
Caso exista absoluta necessidade de se deslocar até à orla costeira, deverá manter uma atitude vigilante, tendo sempre presente que nestas condições o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.

A previsão do estado do mar aponta para um agravamento considerável das condições meteorológicas e de agitação marítima no Arquipélago dos Açores a partir da madrugada de domingo, 7 de dezembro, e as 18h00 de segunda-feira, 8 de dezembro.
A agitação marítima será caraterizada por uma ondulação proveniente do quadrante noroeste, com uma altura significativa que poderá atingir os sete metros e uma altura máxima de 12 metros, com um período médio a variar entre os 16 e os 17 segundos. São esperados ventos provenientes do quadrante sudoeste, com uma intensidade média até 65 km/h e rajadas até 117 km/h, desenvolvendo para uma situação ciclónica.
Assim, a Marinha e a Autoridade Marítima Nacional recomendam, em especial à comunidade piscatória e da náutica de recreio que se encontra no mar, para o eventual regresso ao porto de abrigo mais próximo e a adoção de medidas de precaução.
Recomenda-se também o reforço da amarração e vigilância das embarcações atracadas e fundeadas e aconselha-se igualmente a que os marítimos mantenham um estado de vigilância permanente e acompanhem a evolução da situação meteorológica, através dos avisos à navegação e da previsão meteorológica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), bem como outras informações disponibilizadas pelas Capitanias dos Portos sobre as condições de acesso aos portos, evitando sair para o mar até que as condições melhorem.
À população em geral desaconselha-se a prática de passeios junto à orla costeira e nas praias, bem como a prática de atividades em zonas expostas à agitação marítima ou atingidas pela rebentação. Em especial, deve ser evitado o acesso e permanência junto às falésias e zonas de arriba, sendo essencial que se adote uma postura preventiva, não se expondo desnecessariamente ao risco.
Caso exista absoluta necessidade de se deslocar até à orla costeira, deverá manter uma atitude vigilante, tendo sempre presente que nestas condições o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.

De acordo com o Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, “será ativado o Regime Jurídico-Financeiro de Apoio à Emergência Climática, um instrumento de grande solidariedade criado pelo Governo Regional em 2022, com vista a apoiar financeiramente as famílias afetadas por danos materiais e patrimoniais verificados na sequência de eventos meteorológicos extremos, que não estejam abrangidos por outros sistemas de apoio em vigor”.
“Este mecanismo será extremamente útil no caso da ocorrência verificada em Água de Pau, nomeadamente para dar resposta aos prejuízos causados pelo arrastamento de cerca de 15 viaturas, 5 das quais com perda total, bem como no que se refere a outros danos provocados, que não tenham enquadramento noutros sistemas de apoio”, acrescentou.
O governante realçou que, num segundo plano, é necessário também averiguar as causas na origem do galgamento das águas e trabalhar no sentido de evitar futuras ocorrências, sobretudo numa altura em que se sabe que este tipo de fenómenos naturais será cada vez mais frequente, em resultado das alterações climáticas.
Alonso Miguel afirmou que “é fundamental que todos contribuam para a minimização de situações desta natureza, cumprindo com a lei”, acrescentando que para isso é que necessário que “os proprietários dos terrenos privados inseridos nos leitos das ribeiras assegurem a manutenção e limpeza das suas propriedades, e que as Câmaras Municipais procedam à limpeza e manutenção dos espaços dentro dos aglomerados urbanos, sendo que nos demais casos essa responsabilidade cabe ao Governo Regional, através da Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática”.
O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, visitou esta terça-feira, 28 de outubro, as freguesias de Água de Pau, na Lagoa, e Ribeirinha, na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, no rescaldo da intempérie verificada no passado sábado, para avaliar a extensão dos danos provocados e encontrar soluções para acudir às famílias afetadas pelos danos verificados.
Na deslocação à Lagoa, Alonso Miguel fez-se acompanhar pelo Presidente da Câmara Municipal da Lagoa, Frederico Sousa, e pela Presidente da Junta de Freguesia de Água de Pau, Vanessa Silva, sendo que, no caso da visita à Ribeirinha, o Secretário Regional foi acompanhado por Alexandre Gaudêncio e Jaime Vieira, atual e futuro Presidentes da Câmara Municipal da Ribeira Grande, bem como pelo Presidente da Junta de Freguesia da Ribeirinha, Marco Furtado.
O governante aproveitou a ocasião para “manifestar solidariedade e deixar uma palavra de conforto às famílias subitamente afetadas por este evento inesperado, que causou danos muito significativos”, reforçando o compromisso e o empenho do Governo Regional na resolução da situação e no apoio para fazer face aos prejuízos verificados.
Alonso Miguel referiu que, no caso da ocorrência verificada em Água de Pau, tudo indica que a situação que causou o galgamento das águas tenha tido origem numa intervenção de corte de madeira, localizada a montante, devidamente licenciada, mas onde, possivelmente, não terão sido cumpridas as necessárias boas práticas, nomeadamente no que se refere à não deposição de madeira e sobrantes vegetais junto às linhas de água, o que levou ao arrastamento desses materiais, colmatando duas passagens hidráulicas, resultando no galgamento das águas e na inundação de toda aquela zona, causando danos muito significativos.
Alonso Miguel asseverou que “esta situação já foi reportada ao departamento do Governo Regional responsável pelo licenciamento e fiscalização das intervenções de corte de madeira, designadamente a Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, através da Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial, para que seja dado início a um processo de averiguação e, verificando-se incumprimentos, para que se proceda à instrução do respetivo processo de contraordenação”.
Relativamente à situação verificada na zona das Gramas, na Ribeirinha, Alonso Miguel reconheceu que se trata de uma reincidência, mas recordou que “a solução definitiva será implementada a breve trecho, na sequência de um contrato ARAAL, celebrado entre o Governo Regional e a Câmara Municipal da Ribeira Grande, que permitirá assegurar a requalificação e a melhoria das condições de escoamento do afluente à Ribeira das Gramas, nomeadamente através do alargamento do canal e da regularização do leito da linha de água”.

O presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Frederico Sousa, acompanhou no terreno as operações de resposta e recuperação na sequência da intempérie que, este sábado, afetou a Vila de Água de Pau, no concelho de Lagoa, provocada pela forte precipitação que se fez sentir na ilha de São Miguel.
De acordo com nota de imprensa enviada pela autarquia lagoense, das situações reportadas destacam-se inundações em habitações e vias públicas na sequência do transbordo de ribeiras que provocaram o arrastamento de viaturas. Apesar dos danos materiais significativos, não há registo de vítimas.
Destaca-se a situação de inundação de uma moradia que ficou sem condições de habitabilidade, apesar de não se verificar a necessidade de realojamento, pelo facto dos habitantes da mesma terem ficado alojados em casa de familiares. Por outro lado, e pela força das águas que transbordaram da ribeira situada na Rua da Ribeira Seca, denominada de Ribeira de Santiago, foram arrastadas quatro viaturas, para a ribeira. No total, cerca de 15 viaturas ligeiras sofreram danos.
Durante o dia de sábado a autarquia refere que foi ativado, de imediato, o Plano Municipal de Proteção Civil do Município da Lagoa, e a Câmara Municipal, juntamente como apoio da Junta de Freguesia da Vila de Água de Pau, procederam à mobilização de meios de transportes e recursos humanos municipais para os trabalhos de limpeza e desobstrução das vias e das condutas da ribeira, bem como apoio às pessoas lesadas pelas inundações.
A limpeza e desobstrução das vias ficou concluída após oito horas de trabalho contínuo, acompanhados pelo presidente da Câmara da Lagoa, Frederico Sousa, pela presidente da Junta de Freguesia de Vila de Água de Pau, Vanessa Silva, a que se juntaram técnicas do Instituto de Segurança Social.
Durante esta segunda-feira, Frederico Sousa, Vanessa Silva e o serviço de proteção municipal da autarquia, acompanhados por técnicos da Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática, encontram-se no local para proceder à análise e vistoria rigorosa à zona da Ribeira do Santiago, de forma a identificar as possíveis causas desta situação, uma vez que se verificou a presença de detritos no local, nomeadamente troncos de madeira, cuja remoção está a ser efetuada pelos operacionais da Secretaria do Ambiente e Câmara Municipal.
Relativamente aos prejuízos, já foram desencadeados pela autarquia da Lagoa, procedimentos no âmbito do Plano Municipal de Proteção Civil, para a ativação do Fundo de Emergência Climática do Governo Regional dos Açores, em estreita articulação e colaboração com a Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática.

Um número ainda indeterminado de carros, estima-se que cerca de 10 viaturas foram arrastadas pela força na água numa ribeira que passa na zona dos Barrancos na Vila de Água de Pau, na Lagoa, na última madrugada.
Não há registo de feridos. No local, decorrem trabalhos de limpeza da zona, para onde foram arrastados vários troncos de árvores e detritos. Elementos do serviço de Proteção Civil estão no local a proceder à limpeza do mesmo, com recurso a maquinaria pesada.
A chuva da última madrugada causou 32 ocorrências na ilha de São Miguel, sendo as mais graves nos concelhos de Ponta Delgada, Ribeira Grande e Lagoa.

A previsão do estado do mar aponta para um agravamento das condições meteorológicas e de agitação marítima nos Açores a partir da madrugada de sexta-feira, 26 de setembro, e o final da noite de sábado, 27 de setembro, alertou a Marinha e Autoridade Martítima Nacional (AMN).
Devido à aproximação do ciclone Gabrielle, o Instituto Portugues do Mar e Atmosfera (IPMA) emitiu, também, um aviso vermelho para grupos Ocidental e Central do arquipélago dos Açores, a partir da noite de quinta-feira, 25 de setembro, devido a precipitação forte, agitação marítima e vento.
De acordo com comunicado enviado às redações pela Marinha e AMN, agitação marítima “será caraterizada por uma ondulação proveniente do quadrante sudoeste, com uma altura significativa que poderá atingir os sete metros e uma altura máxima de 12 metros”. O período médio poderá variar entre os cinco e os 13 segundos.
“São esperados ventos provenientes do quadrante sul-sudoeste, com uma intensidade média de até 93 km/h e rajadas até 168 km/h, desenvolvendo para ma situação ciclónica”, informa o comunicado.
As autoridades aconselham, ainda, toda a comunidade marítima e a população em geral para os cuidados a ter, tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar ou em zonas costeiras, em especial junto às falésias e zonas de arriba frequentemente atingidas pela rebentação das ondas, tendo sempre presente que nestas condições o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.

A Autoridade Marítima Nacional e a Marinha emitiram um alerta quanto à previsão do estado do mar para os próximos dias no arquipélago dos Açores.
De acordo com nota de imprensa enviada às redações pelas autoridades, a previsão aponta para um agravamento considerável das condições meteorológicas e de agitação marítima no arquipélago, entre as 6h00 de amanhã, 2 de abril, e as 12h00 de quinta-feira, 3 de abril.
A agitação marítima será caraterizada por uma ondulação proveniente do quadrante norte, com uma altura significativa que poderá atingir os seis metros e uma altura máxima de 11 metros, com um período médio a variar entre os nove e os 12 segundos.
São esperados ventos provenientes de norte-nordeste, com uma intensidade média de até 65km/h e rajadas até 117km/h.
As autoridades alertam, ainda, toda a comunidade marítima e a população em geral para terem o devido cuidado, tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar ou em zonas costeiras.

A previsão do estado do mar aponta para um agravamento considerável das condições meteorológicas e de agitação marítima no arquipélago dos Açores, entre as 12h00 de amanhã, 11 de março, e as 18h00 de quarta-feira, 12 de março.
A agitação marítima será caraterizada por uma ondulação proveniente do quadrante noroeste, com uma altura significativa que poderá atingir os cinco metros e uma altura máxima de nove metros, com um período médio a variar entre os 11 e os 13 segundos. São esperados ventos provenientes de noroeste, com uma intensidade média de até 84km/h e rajadas até 152km/h.
Em nota de imprensa enviada às redações a Marinha e a Autoridade Marítima Nacional alertam toda a comunidade marítima e a população em geral para os cuidados a ter, tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar ou em zonas costeiras, nomeadamente: reforçar a amarração e manter uma vigilância apertada das embarcações atracadas e fundeadas; evitar passeios junto ao mar ou em zonas expostas à agitação marítima, de que são exemplo os molhes de proteção dos portos, arribas ou praias, evitando ser surpreendido por uma onda; não praticar a atividade da pesca lúdica, em especial junto às falésias e zonas de arriba frequentemente atingidas pela rebentação das ondas, tendo sempre presente que nestas condições o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.

A previsão do estado do mar e do vento aponta para um agravamento considerável das condições meteorológicas e de agitação marítima no arquipélago dos Açores a partir das 18h00 de amanhã, 19 de fevereiro, até às 12h00 de sexta-feira, 21 de fevereiro.
Segundo a Marinha e Autoridade Marítima Nacional, a agitação marítima será caraterizada por “uma ondulação proveniente do quadrante Oeste-noroeste, com uma altura significativa que poderá atingir os oito metros e uma altura máxima de 14 metros, com um período médio a variar entre os 16 e os 17 segundos. São esperados ventos provenientes do quadrante Oeste, com uma intensidade média de 84 km/h e com rajadas até 152 km/h”.
As autoridades recomendam, em especial à comunidade piscatória e da náutica de recreio que se encontra no mar, para o eventual regresso ao porto de abrigo mais próximo e a adoção de medidas de precaução.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) também emitiu um aviso laranja para as ilhas do grupo Ocidental e amarelo para o grupo Central dos Açores.
Nas ilhas do grupo Ocidental o aviso laranja vigora entre as 17h00 de quarta-feira e as 23h00 de quinta-feira e o aviso amarelo até às 17h00 de quarta-feira.
Já para o grupo Central o aviso amarelo esteve em vigor até às 14h00 desta terça-feira, devido à agitação marítima.
À população em geral as autoridades desaconselham, ainda, a prática de passeios junto à orla costeira e nas praias, bem como a prática de atividades em zonas expostas à agitação marítima ou atingidas pela rebentação. Em especial, deve ser evitado o acesso e permanência junto às falésias e zonas de arriba, sendo essencial que se adote uma postura preventiva, não se expondo desnecessariamente ao risco.