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Praticante de caça submarina morre em Vila Franca do Campo

© AMN

Um homem de 32 anos faleceu esta quarta-feira, 6 de maio, enquanto, alegadamente, praticava caça submarina na Baixa do Frade, no concelho de Vila Franca do Campo, desconhecendo-se as causas que estarão na origem da ocorrência.

​Na sequência de um alerta recebido pelas 12h20, através de um popular, a informar para um praticante da atividade de caça submarina desaparecido, foram de imediato ativados tripulantes da estação salva-vidas de Ponta Delgada e elementos do comando local da Polícia Marítima de Ponta Delgada, do grupo de mergulho forense e operações policiais subaquáticas da Polícia Marítima.

À chegada ao local, constatou-se que a vítima foi encontrada a flutuar por uma embarcação de recreio, tendo sido realizadas manobras de reanimação até à marina de Vila Franca do Campo, onde os elementos dos bombeiros voluntários de Vila Franca do Campo e da viatura de suporte imediato de vida (SIV) prosseguiram com as manobras, sem que fosse possível reverter a situação.

O auto de verificação do óbito foi efetuado pelo delegado de saúde e, após contacto com o Ministério Público, o corpo foi transportado para o hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, pelos bombeiros.

O gabinete de Psicologia da Polícia Marítima foi ativado e o comando local da Polícia Marítima de Ponta Delgada tomou conta da ocorrência.​

Açores – Onde o Marketing Político Tenta Esconder a Necessidade do Reforço Policial”

António Santos
Lic. Ciências Sociais
Presidente do Sinapol – Açores

Portugal acordou recentemente em choque com o cenário que mais parecia igual a um “filme de terror”, uma vez que a imprensa destacava o caso a uma mulher agredida e abandonada à sua sorte em plena A8.

Mas, enquanto o país se indigna com este e outros tantos casos mediáticos, assistimos noutras frentes a anúncios triunfalistas sobre a “baixa” da criminalidade. Como Presidente do SINAPOL e alguém com formação académica e policial para analisar estes fenómenos, sinto o dever de esclarecer, o que se celebra como vitória é, na realidade, uma verdadeira e perigosa armadilha estatística.

Exige-se, antes de mais, um maior profissionalismo político na apreciação e apresentação destes números. Ora, analisemos como exemplo, os crimes de violência doméstica (VD) na região, os quais não se resolvem com tabelas de Excel como muitos assim o pensam. A descida de 1061 para 989 ocorrências nos Açores, segundo o RASI, não espelha uma redução da violência, mas sim, “quiçá”, uma erosão da confiança no sistema. Quando os Açores apresentam uma taxa de criminalidade de 39,7‰ 1 (muito superior aos 26,5‰ da Madeira), celebrar uma descida residual é ignorar a “cifra negra” dos crimes que a APAV estima sere relativamente aos números que aparecem no papel, e isto porque, ao analisarem-se  os registos policiais e os pedidos de ajuda solicitados à APAV, verifica-se que o número de registos é inferior, contudo, as associações de apoio como APAV, registaram um aumento do número de pedidos de apoio, revelando que a estatística indica que o crime não baixou, apenas a confiança nas autoridades judiciais ou a capacidade de resposta diminuiu.

Os Açores não podem, uma vez mais, ser relegados para a condição de apêndice estatístico ou de nota de rodapé no Terreiro do Paço. A nossa geografia arquipelágica, de descontinuidade territorial reconhecida, impõe desafios logísticos e operacionais que Lisboa teima em ignorar sistematicamente. É inaceitável que a Região continue a ser penalizada por um cálculo político cínico, que prioriza a densidade eleitoral em detrimento da necessidade efetiva de segurança.

Não sejamos ingénuos, este viés economicista já se reflete no anúncio feito relativamente ao reforço das Polícias Municipais de Lisboa e Porto, onde o peso dos círculos eleitorais dita a prioridade do investimento. O que o SINAPOL exige é que a segurança dos açorianos deixe de ser aferida pelo coeficiente de deputados eleitos e passe a ser garantida pela vulnerabilidade real do terreno. A proteção de uma vida em Santa Maria ou no Corvo deve ter o mesmo valor político que uma vida em qualquer avenida das cidades de Lisboa ou Porto. A segurança não é um privilégio de quem tem mais votos, é sim, um direito soberano de quem vive em toda a sua extensão de Portugal.

Se o Governo reconheceu, em 2025, a necessidade efetiva de um reforço do efetivo policial, é tempo de passar das palavras aos atos. O fluxo turístico crescente, que em ilhas como São Miguel exacerba as tensões sociais e o custo de vida, exige uma polícia robusta, formada e presente. Na Madeira, o turismo mais consolidado estabilizou indicadores nos Açores, o crescimento desregulado sem o correspondente reforço policial é um convite à insegurança.

O SINAPOL tem sido claro, o otimismo dos gráficos não coincide com o sentimento de quem vive nas ilhas. É preciso parar de usar a segurança como ferramenta de propaganda, já que os números oficiais são apenas a ponta de um icebergue de sofrimento que continua a crescer fora do alcance das métricas.

A insularidade não pode servir de desculpa para o abandono. Exigimos o cumprimento da promessa de reforço de efetivos feita em 2025 e reforçada na Lei do Orçamento de Estado de 2026, garantindo que os agentes nos Açores têm meios para responder à violência grave que atinge picos históricos desde 2015, como é o caso dos registos da VD.

Como cidadão qualificado para analisar este tipo de fenómenos, afirmo que anunciar descidas com “alegria” num território onde o crime contra as pessoas é dos mais altos do país é uma falta de respeito pelas vítimas.

Precisamos de menos comunicados de imprensa e de mais coragem para admitir a realidade. Os Açores exigem investimento, não apenas porque a lei o impõe, mas porque a dignidade das vítimas de violência que sofrem em silêncio no nosso arquipélago não tem preço, nem pode ser ignorada por conveniência parlamentar.

1 A análise foca-se na taxa por 1.000 habitantes. Foram cruzados os dados do INE com o RASI, e daí, percebe-se que, apesar da descida nominal, o risco de ser vítima de crime nos Açores (39,7‰) é quase 50% superior ao da Madeira (26,5‰).

Senhor Presidente: Até quando aceitaremos as migalhas de Lisboa na Segurança?

António Santos
Presidente do Sinapol – Açores

O Orçamento de Estado para 2026 (OE2026) parecia trazer, finalmente, uma lufada de ar fresco para as forças de segurança na Região Autónoma dos Açores. No seu Artigo 150.º, o documento é peremptório, o primeiro semestre deste ano ficaria marcado por um reforço efetivo de meios humanos, financeiros e materiais para o Comando Regional da PSP dos Açores.

Contudo, quase a meio do semestre, afinal uma vez mais, parece que a montanha pariu um rato. O “grande investimento” material materializou-se, há dias, na entrega de duas viaturas caracterizadas para as Equipas de Intervenção Rápida (EIR) em São Miguel. É este o reforço prometido? Duas viaturas numa única ilha para um dispositivo que se estende por 9 ilhas, 37 esquadras e 4 divisões policiais?

São já duas as décadas de promessas vazias. É urgente que a Direção Nacional da PSP e o Ministério da Administração Interna (MAI) entendam que os Açores são efectivamente um Comandos diferente, uma vez que tem uma particularidade arquipelágica que o distingue dos restantes Comandos de Policia espalhados pelo país, mesmo até do Comando localizado na Região Autónoma da Madeira. O reforço material é, sim, essencial para a operacionalidade e para o policiamento de proximidade, mas importa relembrar que este último não se faz sem polícias.

Há duas décadas que os sucessivos Governos da República alimentam o arquipélago com promessas que ficam sistematicamente aquém das necessidades. O cenário atual não dá esperança aos agentes que, diariamente, se esforçam no combate ao crime e na prevenção rodoviária, muitas vezes em condições que colocam em causa a sua segurança.

Enquanto os lóbis camarários de Lisboa e Porto exercem a sua influência habitual junto do Terreiro do Paço, surge agora a prioridade económica, a gestão aeroportuária.

Pelos corredores do Largo da Penha de França (endereço da Direção Nacional da PSP), já se ouve, que quase metade dos novos polícias que vão terminar a formação no mês de maio, serão canalizados para os aeroportos.

Embora o controlo de fronteiras seja uma missão nobre da PSP, a segurança das nossas populações (do Corvo a Santa Maria), não pode ser sacrificada em nome dos interesses das empresas que gerem os aeroportos. Não podemos aceitar que o policiamento nas esquadras locais seja a “sobra” do que resta após Lisboa, Porto e Faro servirem os seus interesses estratégicos.

Perante esta evidência de que o Governo Central continua a olhar para a segurança nos Açores como um acessório, impõe-se uma pergunta: onde está a voz do nosso Governo Regional?

Senhor Presidente do Governo Regional dos Açores, não é aceitável que a Região siga a passividade de Lisboa. A segurança pública é um pilar da nossa Autonomia e da nossa coesão territorial. Aceitar que o “reforço” do Artigo 150.º se resuma a migalhas, é validar o esquecimento a que o dispositivo policial tem sido votado.

É hora de o Presidente do Governo Regional exigir de Lisboa um compromisso sério, nomeadamente um real reforço policial de modo a satisfazer as reais necessidades de efetivos em todo o dispositivo policial, de forma que as várias valências da PSP existentes na região, cumpram com a sua missão, e é também necessário que o investimento material chegue às 37 esquadras, e não apenas ao asfalto de Ponta Delgada.

É tempo de exigir que a farda da PSP nas nove ilhas seja efectivamente respeitada com meios e homens, pois a coesão de um arquipélago mede-se pela segurança de quem o habita e não pela passividade de quem o governa.

Dois homens em prisão preventiva por tráfico de droga na Ribeira Grande

PSP desmantelou um ponto de venda na freguesia da Matriz. Os suspeitos foram detidos em flagrante delito durante uma operação policial

© DL

Dois homens, com 37 e 48 anos, ficaram em prisão preventiva por suspeitas da prática do crime de tráfico de estupefacientes, após terem sido detidos pela Polícia de Segurança Pública (PSP) na freguesia da Matriz, concelho da Ribeira Grande. A medida de coação, a mais gravosa do ordenamento jurídico português, foi aplicada pelo Tribunal de Ponta Delgada após o primeiro interrogatório judicial dos arguidos.

A operação policial foi o culminar de um inquérito criminal instaurado pelo Ministério Público da Ribeira Grande. Segundo as autoridades, a investigação teve origem em informações que indicavam a existência de uma residência na freguesia da Matriz utilizada como base para a comercialização de substâncias ilícitas. Com base nos indícios recolhidos e nos elementos de prova consolidados durante a fase de investigação, a esquadra da Ribeira Grande avançou para uma intervenção direta no local.

No decurso da diligência, os agentes da PSP surpreenderam os suspeitos em flagrante delito. Durante as buscas, foram apreendidas diversas doses de droga de variadas tipologias, além de comprimidos e vários utensílios diretamente associados à atividade de tráfico, como instrumentos de pesagem e preparação das substâncias.

Após a detenção, os dois indivíduos foram conduzidos ao Tribunal de Ponta Delgada para aplicação das medidas de coação. Perante a gravidade dos factos e os indícios apresentados, o juiz de instrução determinou que ambos aguardassem o desenrolar do processo em reclusão. O caso continua agora sob investigação para apurar a extensão da rede de distribuição e o impacto desta atividade na zona norte da ilha de São Miguel.

Detido em Água de Pau por ameaças a residentes e coação contra agentes da PSP

© DL

O Comando Regional da Polícia de Segurança Pública dos Açores, através de polícias da Esquadra da Lagoa, procedeu à detenção em flagrante delito, no passado dia 2 de janeiro, de um homem de 38 anos suspeito de cometer vários crimes na Vila de Água de Pau.

O indivíduo, residente na mesma localidade, estaria supostamente sob o efeito de substâncias estupefacientes no momento das ocorrências.

A intervenção policial ocorreu após o suspeito ter causado alarme e insegurança na população local ao bater às portas de várias habitações para pedir dinheiro, proferindo ameaças contra os moradores. Ao chegarem ao local para intercetar o suspeito, os agentes da PSP foram alvo de resistência, o que resultou na detenção do homem pelos crimes de ameaça agravada e de resistência e coação sobre agente da autoridade.

Após ser submetido a primeiro interrogatório judicial, o arguido ficou sujeito ao Termo de Identidade e Residência e à medida de coação de proibição de entrar e permanecer na Vila de Água de Pau.

Duas mulheres detidas por tráfico de droga em Ponta Delgada

© DIREITOS RESERVADOS

A Polícia Judiciária (PJ), através do Departamento de Investigação Criminal dos Açores, deteve duas mulheres, de 33 e 43 anos de idade, no concelho de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, presumíveis autoras da prática do crime de tráfico de droga.

Segundo nota de imprensa enviada pela PJ às redações, a detenção resultou de uma operação policial que verificou que as mulheres tinham na sua posse 32 quilos de haxixe e 1 quilo de cocaína, correspondente a aproximadamente a 172 mil doses individuais.

As detidas foram presentes a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhes sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

Detido na Lagoa por diversos furtos qualificados

© PSP
Foi detido um homem, de 30 anos de idade, no concelho da Lagoa, em São Miguel, por suspeitas da prática de vários crimes de furto qualificado.
 
De acordo com nota de imprensa enviada às redações pelo Comando Regional da PSP dos Açores, no seguimento de três crimes por furto qualificado, na forma consumada e outro na forma tentada, no interior de um estabelecimento de ensino público, onde foi subtraído diverso material informático e eletrónico, vários produtos de limpeza, avaliados em milhares de euros, foram encetadas diversas diligências de investigação urgentes e necessárias à recolha de meios de prova.
 
Considerando a informação existente, a Brigada de Investigação Criminal da esquadra da Lagoa planeou e efetuou uma operação policial, tendo surpreendido o principal suspeito, na posse de material informático, quando este se preparava para o vender a terceiros.
 
Atendendo aos fortes indícios existentes, relativos à autoria dos vários crimes públicos imputados, conjugados com o perigo da continuidade da atividade criminosa e o perigo da perturbação da tranquilidade pública, foi concretizada a detenção do suspeito, fora de flagrante delito, através de mandado de detenção emitido por Autoridade de Polícia Criminal.
 
O detido, que conta com vários antecedentes criminais, foi constituído arguido, presente a primeiro interrogatório judicial, tendo sido sujeito à medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva.

A PSP Açores, realidade insular, versus falta de efetivo

João Medeiros
Dirigente Sindical – ASPP/PSP

Na semana que tivemos conhecimento das transferências entre comandos, ficamos a saber que virão 20 polícias para os Açores, ao contrário dos 70 polícias, prometidos pela MAI a alguns meses. A própria MAI, a DNPSP e o CRAcores tinham finalmente assumido o que a ASPP vem a denunciar há vários anos, o défice de 200 polícias nos CRAcores.

Dito isso, vamos a alguns factos e números que demonstram que a nossa realidade insular deverá ser vista com outros olhos pela DNPSP e pelo MAI. Ora vejamos, o CRAcores, neste caso a PSP nos Açores, está distribuída por nove ilhas, entre mais de três dezenas de esquadras, destacamentos de forças especiais e vários serviços, o reforço agora publicado (20 polícias) dilui se facilmente pelas ilhas, não sendo um reforço efectivo. Para além deste facto os inúmeros elementos de baixa e outros elementos que irão ao longo do ano para a pré-aposentação, tudo aliado ao envelhecimento do efectivo, irão desfalcar ainda mais o efectivo.

Longe vai o tempo em que os jovens açorianos viam a PSP como o seu futuro, eram dezenas/centenas que concorriam à PSP, sabendo à partida que passado um ano de formação viriam para suas “casas”. Atualmente os poucos que concorrem, arriscam-se a ficar em Lisboa vários anos, obrigando a ficar longe do seio familiar, com custas financeiras enormes, aliadas aos baixos salários, custas estas que não suportariam se estivessem em “casa”. Após estes anos vindos de Lisboa, alguns ainda se arriscam a ficar mais uns anos nas Flores, não menosprezando esta linda ilha. Estão em Lisboa mais de uma centena de polícias à espera da sua vez de regresso às ilhas. Que diferença faziam estes 100, apesar de não serem suficientes, eram bem melhores dos 20 que agora virão. Longe vai o tempo em que os reforços anuais eram a volta de 50/60 elementos policiais. Ademais trabalhar em esquadras/instalações sem condições mínimas exigíveis, exemplos das esquadras de Nordeste, sede da divisão de Ponta Delgada e a tão falada esquadra da Ribeira Grande, que aguarda a construção das novas instalações há cerca de 15 anos, estando os polícias a trabalhar em dois corredores do quartel dos bombeiros.

Ao longo dos anos a PSP, ganhou valências, nas áreas de investigação, fiscalização, etc… e agora mais recentemente nos controlos fronteiriços, aeroportos, fazendo diminuir o já diminuto efetivo das ditas esquadras genéricas. Nos Açores são muitas esquadras com efetivo policial reduzido, trabalhando nos mínimos dos mínimos, havendo polícias a trabalhar isolados e esquadras que fecham durante horas para a resolução de ocorrências. Aliado às constantes alterações das dinâmicas sociais, o aumento do turismo, o flagelo das drogas sintéticas e o aumento criminal que daí advém, não se adivinham tempos fáceis para a PSP nos Açores.

Apesar de todas estas dificuldades, os polícias nos Açores têm vindo cumprir a sua missão com toda a dignidade e responsabilidade, não descurando a segurança dos açorianos. Mas não estará na hora de todos olharem para a PSP nos Açores de outra forma, olhando para a nossa realidade insular?

Desmantelado laboratório de drogas sintéticas na ilha Terceira

© CM ANGRA DO HEROÍSMO

Foi desmantelado um laboratório clandestino destinado à produção de drogas sintéticas em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, no dia de ontem, 22 de maio.

A operação a cargo da Polícia Judiciária (PJ), através do Departamento de Investigação Criminal dos Açores, culminou na detenção de um homem de 52 anos, fortemente indiciado pela prática dos crimes de tráfico de droga e posse de precursores.

A detenção efetuada pela PJ ocorreu em flagrante delito, durante a realização de uma busca domiciliária no concelho de Angra do Heroísmo.

Segundo comunicado da judiciária, no local foram apreendidos diversos produtos químicos e substâncias precursoras utilizadas para o fabrico de anfetamina, vulgarmente conhecida como “cristal”.

O detido, que possui antecedentes criminais, será presente às autoridades judiciárias para aplicação de adequada medida de coação.

Ponta Delgada reforça Polícia Municipal com mais 13 agentes

Câmara Municipal passa a dispor agora de 40 agentes e adjudicou ainda a instalação de 19 câmaras de videovigilância na cidade

© CM PONTA DELGADA

A equipa de efetivos da Polícia Municipal de Ponta Delgada foi reforçada com a entrada de 13 novos elementos, anunciou a autarquia. A cerimónia de atribuição das divisas e carteiras profissionais decorreu na terça-feira, 20 de maio, junto às Portas da Cidade.

Os novos elementos concluíram o 3.º Curso de Formação da Polícia Municipal de Ponta Delgada, passando agora a autarquia a dispor de 40 agentes.

“A incorporação destes novos agentes irá contribuir para o aumento da capacidade operacional e da visibilidade pública da Polícia Municipal. Duas condições que concorrem fortemente para melhorar o sentimento de segurança de quem reside ou visita o concelho de Ponta Delgada”, refere o presidente da Câmara de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, em nota de imprensa enviada às redações.

Segundo a autarquia de Ponta Delgada, a Polícia Municipal exerce funções de polícia administrativa, garantindo a fiscalização e cumprimento dos regulamentos municipais, prestando serviço de policiamento de visibilidade junto da comunidade, atuando em cooperação com os órgãos de polícia crimimal, designadamente, com a Polícia de Segurança Pública, Guarda Nacional Repúblicana e Polícia Judiciária.

A Câmara Municipal de Ponta Delgada avança que adjudicou ainda a instalação de 19 câmaras de videovigilância na cidade de Ponta Delgada, em locais definidos pela Polícia de Segurança Pública, estando prevista a conclusão deste processo até ao final de junho.

A supervisão das câmaras de videovigilância será efetuada pelo Comando Regional da PSP dos Açores, através da Divisão da PSP de Ponta Delgada.

“O sistema de videovigilância contribuirá, em larga medida, para prevenir comportamentos desviantes e combater os pequenos focos de criminalidade que têm surgido e que estão, objetivamente, relacionados com o consumo e tráfico das denominadas ‘drogas sintéticas’. Será um mecanismo complementar ao papel das forças de segurança, mas não vai substituir a ação policial”, acrescenta também Pedro Nascimento Cabral.

O presidente da Câmara de Ponta Delgada destaca, igualmente, o trabalho efetuado junto do Governo da República, através da Ministra da Administração Interna, para garantir o reforço de agentes da PSP e militares da GNR.