
A Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira, na freguesia de Santa Cruz, cidade da Lagoa, volta a abrir as portas à comunidade para mais uma edição do programa “Sábado em Família”. O encontro está marcado para o próximo dia 21 de fevereiro, pelas 16h00.
Sob o mote “Era uma vez… histórias e emoções em família!”, esta sessão pretende criar um ambiente de partilha e reflexão. Segundo a nota enviada pela Câmara da Lagoa às redações, o principal objetivo da iniciativa é a promoção da leitura, inserindo-se num projeto de cariz educativo e cultural que privilegia o convívio intergeracional entre pais, filhos, avós, netos, tios e sobrinhos.
Para conduzir esta tarde dedicada à imaginação, o município convidou duas especialistas com vasta experiência no território. Rita Silva, psicóloga escolar e mestre em Psicologia da Educação, desempenha funções na Escola Básica Integrada de Lagoa desde 2019. A profissional acredita que o segredo de uma convivência harmoniosa reside na empatia, defendendo que, “quando se escutam e compreendem as histórias por detrás dos comportamentos, tudo começa a fazer mais sentido”.
A acompanhar a sessão estará também Rosa Teixeira Santos, educadora de infância e professora do 1.º Ciclo com um percurso ligado à Escola da Relvinha (EB1/JI Tavares Canário). Residente no concelho desde 2000, a dinamizadora destaca o poder da narrativa oral como uma ferramenta fundamental para a aprendizagem e para o estreitar de laços entre as diferentes gerações de lagoenses.
A participação no evento é totalmente gratuita e aberta a toda a comunidade interessada. Para esclarecimentos adicionais, os munícipes podem contactar a Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira.

A Câmara Municipal de Lagoa, através da Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira, irá promover, no próximo dia 29 de março, pelas 16h00, o segundo «Sábado em Família» deste ano. A sessão será intitulada “Ler ajuda a crescer” e é dinamizada por quatro pessoas que trabalham na área da educação: Ana Rita Vieira, Joana Resendes, Mafalda Rosa e Sofia Fragoso.
Ana Rita Martins Vieira nasceu e cresceu na Vila de Água de Pau. Licenciada em Educação de Infância, pela Universidade dos Açores, especialista em Intervenção Avançada e Multidisciplinar na Perturbação do Espetro do Autismo, pelo Instituto CRIAP, é ainda detentora de certificação do curso SON-RISE, que realizou nos Estados Unidos da América. Em 2013, trabalhou como estagiária num colégio na Alemanha, onde construiu uma experiência enriquecedora a nível pessoal e profissional. Artisticamente, é presença assídua na Musiquim – Associação Musicoteatral dos Açores, tendo como participações e criações artísticas: Du-Dé-Du, O Sonho do Miguel e +MARe; Ratibum – O planeta dos ENTs.
Joana Valério Resendes descreve-se como “educadora de infância de paixão e coração” e “eternamente encantada pelo mundo dos livros infantis”. É licenciada em Educação Básica e mestre em Educação Pré-Escolar, pela Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC). Detém a Certificação de Assistente Montessori 3-6, pela Escola Montessori do Porto, e de Terapeuta Educacional, pelo Instituto Anna Mikii. Iniciou o seu percurso profissional no Centro Social e Cultural da Atalhada. Durante três anos, abraçou uma experiência no Jardim de Infância dos Anjos, em Lisboa, onde exerceu funções de educadora. Regressou a São Miguel, em 2019, e, desde então, integra a equipa educativa da Associação Bem Estar Infantil de Santa Clara.
Mafalda Rosa, natural de Ponta Delgada, é professora do 1.º ciclo, na EB/JI Tavares Canário, e mãe de um jovem de 21 anos. Leciona há 25 anos, dos quais 23 a dar aulas no concelho da Lagoa. De entre vários projetos, implementou e desenvolveu na EB1/JI Dr. José Pereira Botelho, o programa «Educação Empreendedora: O Caminho do Sucesso», da Direção Regional da Juventude, entre 2015 e 2018. Vê a leitura como um ato de expressar as suas emoções e de estimular as infinitas emoções do ser humano.
Sofia Fragoso é educadora de infância por vocação e mãe de três filhos. Confessa dedicar-se “à fascinante jornada do desenvolvimento infantil, onde o poder transformador das histórias se revela como um alicerce essencial na aprendizagem”. Licenciada pela Universidade dos Açores e com pós-graduação em Filosofia para Crianças, ao longo de 15 anos, percorreu os caminhos da educação em creche, mas é no pré-escolar que, atualmente, se tem dedicado a proporcionar experiências significativas. Segundo a mesma, “a incorporação das narrativas como ferramenta de ensino passou a ser um recurso do qual já não prescinde, incentivando a promoção da leitura e transportando os mais pequenos para universos repletos de imaginação e de novas descobertas”.
Com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Lagoa dá seguimento a um projeto de índole educativa e cultural em família, destinada a pais, filhos, avós, netos, tios e sobrinhos, em que o principal objetivo será a promoção da leitura. O evento tem entrada livre.

A Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira, na freguesia de Santa Cruz, recebe o espetáculo “Bebeethoven” no próximo dia 1 de junho, pelas 10h00, anunciou a autarquia da Lagoa.
Segundo a autarquia lagoense, a iniciativa está inserida no projeto “Sábado em Família” e trata-se de uma peça de teatro, produzida pela companhia de teatro «Lua Cheia – teatro para todos», com uma duração de cerca de 40 minutos, dirigida a bebés com idades compreendidas entre os seis e os 36 meses.
O espetáculo dirigido à infância conta com a criação e encenação da autoria de Sandra José, a interpretação de Maria João Trindade e Carolina Picoito Pinto, Sandra José, Sara Ferraz, o apoio à cenografia de Ricardo Trindade, e imagem e design gráfico de Hugo Merino Ferraz.
De acordo com a sinopse da peça de teatro «Bebeethoven», “se a alegria fosse um hino, teria o sorriso de um bebé. Se todas as horas de brincadeira fossem eternas, seriam fugas em compasso composto, cheias de stacatoos e rondós de cores livres. Nesta música que é a vida, podemos ser nós os maestros e, os silêncios que vivem em nós, terem o som dos pensamentos”.
O espetáculo consiste numa analogia às músicas de Beethoven, numa vertente infantil. De acordo com a companhia «Lua Cheia – teatro para todos», “Beethoven nunca descuidou as emoções e tratou-as com cuidado para que se tornassem livres. O desassossego de não ser capaz de ouvir as músicas que criava, numa ansiedade de génio que gritava através de melodias, deixou-nos uma marca intemporal da sua verdade. Com ele, a música transformou-se e transformar-nos-á se ouvirmos para além do som”.
Apesar de gratuitas, as inscrições são obrigatórias e limitadas, devendo os interessados preencher a sua inscrição, até às 15h00, do dia 31 de maio, junto da Biblioteca. O limite máximo por criança é de dois acompanhantes.