
A presidente da câmara municipal da Lagoa, Cristina Calisto, acompanhada pelo vice-presidente, Frederico Sousa, reuniu-se com a administração da Jolera, que contou com a presença do CEO, Alex Shan, onde foi abordada a situação atual da empresa e os projetos que tencionam realizar a curto e médio/longo prazo.
Na ocasião, foi discutida a atual localização no Nonagon, a necessidade da empresa crescer em termos de espaço e, nessa medida, ter de ocupar parte do segundo edifício. Na mesma reunião, foram ainda debatidas as questões da conetividade no espaço e no ecossistema do Tecnoparque, e particularmente do Nonagon, nomeadamente as questões relacionadas com a amarração do cabo submarino e com as ligações de alto débito necessárias entre a estação de amarração e o Nonagon.
Da parte da Jolera, ficou assente que tenciona “ser um dos maiores empregadores dos Açores”. Neste momento, conta com somente 25 colaboradores, devido à limitação do espaço, sendo por isso “premente a necessidade de crescer rapidamente”, pode ler-se no comunicado da autarquia.
Alex Shan demonstrou a importância de se manter no Nonagon por todas as parcerias e pelo ecossistema que este tipo de estrutura permite desenvolver. Desta forma, “se as negociações com o governo regional falharem, ou não corresponderem às expetativas de desenvolvimento da empresa, a autarquia apresentou um plano alternativo”, acrescenta.
Cristina Calisto afirmou, na altura, que “tudo o que estiver ao alcance, e no âmbito das competências da autarquia, será feito para garantir que estejam reunidas as condições para que a empresa se desenvolva no concelho e, por consequência, nos Açores”, defendendo um “trabalho em articulação com o governo regional.”
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