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Vila Franca do Campo acolhe Feira de Verão com artesanato e produtos locais este sábado

Iniciativa promovida pela autarquia decorre na Vinha d’Areia entre as 10h00 e as 18h00, reunindo artesãos e produtores do concelho para valorizar o comércio de proximidade

© CM VILA FRANCA DO CAMPO

A Vinha d’Areia, em Vila Franca do Campo, recebe, no próximo dia 8 de agosto, mais uma edição da Feira de Verão, numa iniciativa que junta artesãos e produtores locais para promover a economia de proximidade e a produção tradicional do concelho. O evento, promovido pela Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, decorrerá entre as 10h00 e as 18h00.

A iniciativa visa convidar residentes e visitantes a conhecer e a valorizar a oferta do artesanato e dos bens alimentares regionais, oferecendo um ponto de encontro e de apoio direto aos agentes económicos da terra.

A organização ressalva que, em caso de condições meteorológicas adversas, a dinamização do evento será transferida para as instalações do Mercado Municipal de Vila Franca do Campo. Os interessados em obter informações adicionais podem contactar o município através do contacto telefónico 296 582 862 ou do correio eletrónico ccultural@cmvfc.pt.

Artesanato dos Açores distinguido na FIA Lisboa

© SRJHE

O artesanato dos Açores voltou a ser distinguido na edição deste ano da Feira Internacional de Artesanato – FIA Lisboa 2026 com as peças dos artesãos Adolfo Mendonça, Carolina Medeiros e Marina Mendonça.

O ceramista Adolfo Mendonça, da ilha Terceira, recebeu o primeiro prémio “Artesanato Contemporâneo” com a peça “39ºC”, trabalhada a partir de elementos marinhos que caracterizam o seu trabalho e com uma mensagem de alerta para as questões ambientais, revelando a fragilidade dos ecossistemas e alertando para o impacto da ação humana sobre a natureza.

Carolina Medeiros, da ilha de São Miguel, recebeu a menção honrosa “Artesanato Contemporâneo” com a peça “Colar SUBT’L Wearable Architecture”, cuja composição geométrica em preto, branco e madeira natural cria um jogo de formas e padrões que evidencia uma estética minimalista, contemporânea e de inspiração arquitetónica.

Marina Mendonça, da ilha de Santa Maria, foi também distinguida com uma menção honrosa “Artesanato Contemporâneo” com o “Pote Condessa”, uma peça com origem nos cestos Condessa e que combina a técnica tradicional de cestaria numa estética de cerâmica contemporânea.

A FIA Lisboa, o maior certame de artesanato da Península Ibérica, está a decorrer até domingo, dia de 5 julho, no Parque das Nações, e conta com a participação de dez Unidades Produtivas Artesanais inscritas no CADA.

Os artesãos açorianos estão a exibir trabalho em cerâmica figurativa, folha de milho, escamas de peixe, presépios de lapinha, cerâmica, têxteis, arte de trabalhar o papel e fabrico de bijuteria, dando visibilidade aos produtos certificados da marca coletiva “Artesanato dos Açores”.

O ‘stand’ dos Açores conta ainda com a presença complementar do “Mercado das Ilhas” para dar a conhecer o melhor dos sabores açorianos.

A presença marcante do artesanato dos Açores na FIA foi reforçada este ano com a inclusão de peças de artesãos açorianos, resultantes de colaborações com designers e outros artesãos, na mostra “Design for Craft”, com curadoria de Guta Moura Guedes.

Esta mostra é uma iniciativa da FIA para reposicionar o artesanato na contemporaneidade e marca o início de um ciclo de três edições, até 2028, com o objetivo de consolidar o conceito e expandi-lo gradualmente para uma dimensão internacional.

Lagoa ensina arte de entrelaçar fibras vegetais aos alunos de Água de Pau

Câmara da Lagoa apresentou o projeto “Entrelaçar Fibras Vegetais” na Escola Básica Integrada de Água de Pau, numa iniciativa que visa transmitir saberes ancestrais às novas gerações e garantir a sobrevivência do artesanato local

© CM LAGOA

A Câmara da Lagoa está a levar as tradições artesanais do concelho para dentro das salas de aula através do projeto “Entrelaçar Fibras Vegetais”. A iniciativa foi apresentada recentemente aos alunos da Escola Básica Integrada (EBI) de Água de Pau, integrando uma estratégia municipal que procura sensibilizar os mais jovens para a valorização de artes em risco de desaparecimento. Segundo a nota de imprensa enviada pela autarquia ao Diário da Lagoa, o projeto foca-se na sustentabilidade e na perpetuação de técnicas profundamente enraizadas na identidade cultural açoriana, num esforço para contrariar a diminuição progressiva do número de artesãos no concelho.

Durante a sessão de apresentação, a comunidade escolar teve o primeiro contacto com o enquadramento histórico de matérias-primas como o vime, a espadana e a folha de milho. O projeto não será apenas teórico; integrado na disciplina de Educação Tecnológica, prevê atividades práticas ao longo de todo o ano letivo, onde cada turma explorará a manipulação destas fibras para a criação de peças originais. A vereadora da Educação e Cultura, Albertina Oliveira, marcou presença no arranque dos trabalhos e reforçou o peso institucional deste investimento na formação identitária dos estudantes. “Este projeto representa um investimento claro na preservação da nossa identidade cultural, permitindo que os mais jovens conheçam, experimentem e valorizem uma arte que faz parte da história do nosso concelho”, afirmou a autarca.

A responsável sublinhou ainda a necessidade de criar pontes entre o ensino e o património, defendendo ser “fundamental aproximar a escola das tradições locais, criando oportunidades para que os alunos desenvolvam competências práticas, ao mesmo tempo que ganham consciência do valor do património que os rodeia”. Para além de estimular a criatividade e o surgimento de novos artesãos, o projeto pretende culminar com uma exposição pública dos trabalhos realizados pelos alunos, celebrando o resultado final da aprendizagem e o envolvimento da comunidade educativa na salvaguarda das tradições da Lagoa.

Expo Açores Artesanato exibe trabalhos nas festas do Santo Cristo

© SRJHE

A edição 2026 da Expo Açores Artesanato, promovida pela Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego, através do Centro de Artesanato e Design dos Açores (CADA), arranca no dia 8 de maio, sexta-feira, no âmbito das Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em Ponta Delgada.

Esta edição marca o início da nova temporada de feiras locais de artesanato associadas às principais festividades de verão do arquipélago e conta com a participação de cinquenta e seis artesãos de diferentes ilhas da região, que vão exibir trabalhos de várias áreas tradicionais, como fibras vegetais, bordados, rendas têxteis, osso de baleia, escamas de peixe, presépios de lapinha, bijuteria, papel, cerâmica figurativa, madeira, vidro, figurado, conchas, fabrico de brinquedos e de bolos, doçaria e confeitos, produção de mel, entre outras.

Entre os trabalhos e áreas artesanais em exposição estarão produtos registados pela marca coletiva “Artesanato dos Açores” de vinte e três Unidades Produtivas Artesanais, cinco das quais são, também, certificadas com Indicação Geográfica (IG) e que apresentam pela primeira vez neste certame os seus Registos do Senhor Santo Cristo dos Milagres com selo IG.

A Expo Açores Artesanato Santo Cristo 2026 vai estar integrada na Feira da Indústria, Comércio e Serviços dos Açores (FICSA), promovida pela Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada e que decorre na alameda Pavilhão do Mar, nas Portas do Mar.

O certame pode ser visitado das 18h00 às 00h00 no dia 8 de maio; das 16h00 às 00h00, nos dias 9, 10, 11 e 14 de maio; e das 18h00 às 23h30, nos dias 12 e 13 de maio.

O ciclo de feiras Expo Açores Artesanato segue, depois, para as Sanjoaninas, na ilha Terceira, de 19 a 28 de junho; para as festas da Praia, na ilha Terceira, de 31 de julho a 9 de agosto; e para a Semana do Mar, no Faial, de 31 de julho a 9 de agosto.

Ainda no mês de agosto, a Expo Açores Artesanato vai estar na festa do Senhor Santo Cristo dos Milagres, na Graciosa, de 6 a 11 de agosto, e na Semana dos Baleeiros, no Pico, de 24 a 30 de agosto, fechando com a Feira de Natal de 4 a 8 de dezembro, em São Miguel.

Vila Franca do Campo celebra tradição e animação com a Feira da Páscoa no Açor Arena

Certame promete reunir artesanato, doçaria e atividades para toda a família. Inscrições para expositores estão abertas até à próxima semana

© CLIFE BOTELHO

O Pavilhão Açor Arena, em Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel, vai transformar-se no centro das celebrações pascais nos próximos dias 28 e 29 de março. A Feira da Páscoa, evento que já se tornou um ponto de referência no calendário local, regressa com uma proposta que combina o apoio à economia regional com momentos de lazer para todas as gerações. Segundo uma nota enviada pela organização à nossa redação, o certame pretende celebrar a quadra com “cor, tradição, dinamismo e animação”, oferecendo uma montra diversificada de artesanato, doçaria tradicional e produtos da terra.

O evento foi desenhado com um foco especial no público mais jovem, transformando o interior do pavilhão num espaço de diversão com insufláveis, mascotes, pinturas faciais e modelagem de balões. De acordo com a organização, a partilha será um dos pontos altos da iniciativa, estando prevista a oferta de ovos de Páscoa às crianças. No exterior do recinto, o espírito de feira mantém-se vivo com a instalação de carrosséis e as habituais bancas de algodão-doce e cachorros-quentes, garantindo um ambiente festivo que se estende por todo o complexo.

Para além da componente lúdica, a Feira da Páscoa assume-se como uma plataforma de dinamização para a comunidade e para os produtores locais. A organização sublinha que este será “um fim de semana pensado para reunir famílias, valorizar os nossos expositores locais e regionais, e dinamizar a comunidade, celebrando a Páscoa com entusiasmo e espírito de união”. Para garantir o conforto dos visitantes, o bar do pavilhão estará em pleno funcionamento durante os dois dias do certame.

Os artesãos e comerciantes interessados em participar na feira e escoar os seus produtos ainda o podem fazer. As inscrições para expositores estão abertas até ao próximo dia 18 de março, podendo ser formalizadas através do correio eletrónico ccultural@cmvfc.pt ou do contacto telefónico 296 582 862.

Ponta Delgada aprova criação de mercado de artesanato para valorizar tradições e dinamizar economia local

Iniciativa aprovada em reunião descentralizada nas Capelas pretende transformar o artesanato num motor de atratividade turística e de reforço da identidade das freguesias

© CM PONTA DELGADA

A Câmara Municipal de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, aprovou em reunião realizada esta quarta-feira, 18 de fevereiro, na Vila das Capelas, a criação do Mercado de Artesanato de Ponta Delgada. A medida foi proposta pelo “Movimento Ponta Delgada para Todos” e tem como objetivo dinamizar o comércio tradicional, reforçar o dinamismo das várias freguesias do concelho e acentuar a atratividade turística, colocando o trabalho dos artesãos locais no centro da estratégia de valorização cultural.

Para o presidente da Câmara Municipal, Pedro Nascimento Cabral, a medida aprovada por unanimidade materializa um compromisso com a identidade local. “Os nossos artesãos materializam a nossa tradição e o saber que passa de geração em geração”, disse o autarca, destacando que cada peça produzida carrega “história, memória e identidade”.

O novo mercado, que terá um funcionamento regular, será concebido para ser mais do que um ponto de venda, assumindo-se como um local de encontro entre a tradição e a contemporaneidade. A autarquia pretende que funcione como um instrumento de incentivo à circulação de pessoas, tanto no centro histórico como nas freguesias onde a iniciativa venha a ter lugar, criando espaços “mais vivos e dinâmicos”.

Durante a apresentação da medida, Pedro Nascimento Cabral reforçou que o artesanato do concelho é a expressão viva dos usos, costumes e vivências da terra e do mar. “Valorizar o artesanato é valorizar a nossa história coletiva e projetá-la no futuro”, acentuou o autarca, realçando o trabalho manual minucioso e a criatividade inspirada nos elementos naturais da região.

Com a criação deste mercado regular, a Câmara espera não só promover o talento dos artesãos locais, mas também fortalecer a economia do concelho através da dinamização do comércio de proximidade e da oferta de produtos com selo de autenticidade aos residentes e visitantes.

Aprovados 200 mil euros em incentivos ao desenvolvimento do artesanato açoriano

Verba apoiará 150 candidaturas de artesãos e Unidades Produtivas Artesanais (UPAs) no arquipélago dos Açores

© SRJHE

Os artesãos e as Unidades Produtivas Artesanais (UPAs) dos Açores que se candidataram este ano ao Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato dos Açores (SIDART) vão receber um apoio público global de 200 mil euros. A verba foi recentemente aprovada pela Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreiro.

Segundo nota de imprensa pelo Governo dos Açores, foram aprovadas 150 candidaturas no total. Destas, 71 destinam-se à comparticipação de investimentos em UPAs, 44 a projetos de qualificação e inovação do produto, 30 a projetos de investimento na dinamização do setor e cinco a investimentos em formação.

“O SIDART é um sistema de incentivos único no país. Pela sua abrangência e previsibilidade, tem estimulado, todos os anos, uma série de investimentos não só na defesa e salvaguarda da produção artesanal, mas também na sua promoção, qualificação e inovação”, explica Maria João Carreiro.

Pela primeira vez, os processos de submissão, tramitação e validação das candidaturas decorreram exclusivamente no portal do Artesanato dos Açores, em artesanato.azores.gov.pt.

“A nova morada digital do Artesanato dos Açores, lançada em dezembro de 2024, agilizou procedimentos e, sobretudo, reforçou ainda mais a comunicação e a proximidade entre o Centro de Artesanato e Design dos Açores [CADA], um serviço público de excelência, e os artesãos e empresas artesanais”, salienta Maria João Carreiro.

As candidaturas ao SIDART abrem anualmente e os apoios variam entre um mínimo de 200 euros e um máximo de 20 mil euros, não reembolsáveis. A comparticipação cobre até 50 por cento das despesas elegíveis para candidaturas das ilhas de São Miguel e Terceira, e 60 por cento nas restantes ilhas do arquipélago.

Artesanato açoriano na maior feira artesanal da Península Ibérica

© SRJHE

O artesanato açoriano está a ser promovido na Feira Internacional de Artesanato – FIA Lisboa, o maior certame de artesanato da Península Ibérica, que abriu as suas portas no sábado na Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações, em Lisboa.

Lúcia Linhares, Vanda Melo, Isabel Silva Melo, Cláudia Furtado, Adolfo Mendonça, Sofia Afonso e Adelaide Costa são os “embaixadores” do Artesanato dos Açores até domingo, dia 6 de julho.

Isabel Silva Melo e Adolfo Mendonça, na área da cerâmica e já premiados em edições anteriores deste certame, concorrem ao Prémio FIA 2025 nas categorias de Artesanato Tradicional e Contemporâneo. Adelaide Costa, na área das fibras vegetais, e Cláudia Furtado, com gravura sobre osso de baleia e madeira, concorrem pela primeira vez.

A participação destas empresas artesanais que trabalham em cerâmica, escama de peixe, folha de milho, madeira, osso e têxteis é apoiada pelo Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato (SIDART), através do qual são comparticipadas anualmente despesas em feiras da especialidade e promoção, entre outros investimentos.

O stand do Artesanato dos Açores está localizado no pavilhão dedicado ao artesanato nacional, ao lado das principais entidades que desenvolvem a sua atividade no setor artesanal, como o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), o CEARTE e Municípios de todo o País que promovem as suas produções artesanais do ponto de vista cultural e turístico.

Neste âmbito, está patente no stand doartesanato açoriano em Lisboa uma mostra de nove registos do Senhor Santo Cristo dos Milagres que se distinguem pelas composições florais e pelos materiais utilizados, como a escama de peixe, a folha de milho, casulo do bicho-da-seda, missangas e uma grande variedade de papel e tecidos.

A FIA-Lisboa pode ser visitada das 15h00 às 23h00. Na sexta-feira e no sábado a exposição encerra às 24h00.

Expo Açores Artesanato decorre até domingo nas Portas do Mar

© D.R.

A Expo Açores Artesanato – Natal 2024, promovida pela Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego, através do Centro de Artesanato e Design dos Açores (CADA), decorre até ao próximo domingo, dia 8 de dezembro, no Pavilhão do Mar, em Ponta Delgada.

Vão estar em exposição produções artesanais de mais de 80 empresas artesanais da região, “numa ocasião de excelência para os artesãos e unidades produtivas artesanais poderem divulgar e comercializar os seus produtos e criações, muitas da quais certificadas pela marca coletiva ‘Artesanato dos Açores'”, segundo comunicado do Governo regional.

A Expo Açores Artesanato pode ser visitada das 18h00 às 23h00 nos dias úteis, e das 14h00 às 23h00 no sábado e no domingo. A entrada é gratuita.

A sessão oficial de abertura da Expo Açores Artesanato, presidida pela Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreiro, vai decorrer na sexta-feira, 6 de dezembro, pelas 18h30, durante a qual será apresentada a nova plataforma online do Artesanato dos Açores, lê-se ainda.

Esta edição da Expo Açores Artesanato volta a contar com momentos musicais e culturais, designadamente com a atuação do Grupo de Castanholas “Os Companheiros”, no dia 4, pelas 20h00; com a atuação da Escola da Violas da Terra da Fajã de Baixo, na sexta-feira, pelas 18h30; com a atuação do Duo Toadas, na sexta-feira, pelas 20h00; com a atuação de Evandro Meneses, no sábado, pelas 20h00; e com a atuação do Grupo de Cantares Tradicionais de Santa Cruz, no domingo, pelas 20h00.

Durante este mercado de Natal do Artesanato dos Açores estão a decorrer, ainda, vários workshops sobre diferentes artes e ofícios, sendo que as inscrições devem ser efetuadas através do email cada@azores.gov.pt.

Na quinta-feira, 5 de dezembro, decorrem, pelas 18h30, o workshop “Pintura de Presépio sobre Azulejo”, com a artesã Inês Ribeiro e o workshop “Presépio de Lapinha”, com a artesã Gabriela Motta Faria.

No sábado, 7 de dezembro, pelas 14h30 decorrem o workshop “Presépio em Patchwork”, com a artesã Sónia Bárbara e o workshop infantil “Presépio em Barro”, com a artesã Isabel Silva Melo.

Às 17h00, iniciam-se os workshops “Presépio de Lapinha, com a artesã Maria Luísa Benevides e “Presépio em Folha de Milho”, com a artesã Maria João Silveira.

No último dia da exposição, domingo, 8 de dezembro, pelas 14h30 vão ser dinamizados os workshops “Presépio em Patchwork”, com a artesã Sónia Bárbara, e o workshop infantil “Presépio em Barro”, com a artesã Isabel Silva Melo.

Por fim, pelas 17h00, vão acontecer os workshops “Pintura de Presépio sobre Azulejo”, com a artesã Inês Ribeiro e “Presépio em Folha de Milho”, com a artesã Maria João Silveira.

Projeto de desenvolvimento económico junta 25 comerciantes na Praça do Rosário

© DL

Entre os dias 8 e 24 de novembro, a Praça da Nossa Senhora do Rosário, na cidade da Lagoa, recebeu o projeto de desenvolvimento económico “Market PopUp”, organizado pela Market Azores. Foram 25 os expositores, de vários pontos da ilha, que ao longo dos 17 dias rodaram entre as 12 barracas instaladas na Praça e que marcaram presença e apresentaram os seus produtos aos visitantes, segundo a organização.

O mercado teve o intuito de permitir aos trabalhadores independentes, produtores, agricultores, empresas e comércio, vender e apresentar os seus serviços e produtos sob a forma de mini loja temporária designada como pop-up store.

Para muitos comerciantes, que não têm loja física para venderem os seus produtos e serviços, feiras e mercados como este representam uma oportunidade de conseguirem visibilidade.

O Diário da Lagoa (DL) esteve pelo mercado, a conhecer os projetos de alguns expositores.

Numa das bancas estava António Carvalho, que apresentava a poncha e o bolo de caco, produtos tradicionais da Madeira. O comerciante nasceu no Funchal, mas veio para São Miguel com apenas três meses. António Carvalho explica que com o seu projeto, denominado “Caralhinho” (ferramenta de fazer a poncha), pretende “trazer produtos da Madeira para os Açores. Nesta primeira fase, os comes e bebes e, eventualmente, trazer outros artigos”.

Por sua vez, Patrícia Costa tem à disposição na sua banca doçaria, para os visitantes mais gulosos, com os seus docinhos do dia. “Comecei a ter gosto pela doçaria em criança com a minha madrinha de batismo”, lembra a comerciante residente na Lagoa.

Pedro Almeida começou o seu projeto há cerca de um ano. Veio apresentar os seus artigos em 3D. Para si é apenas um passatempo, que quer partilhar com os outros. “Vim mostrar o que se consegue fazer com impressão 3D. As pessoas mostram-se interessadas. Muitas não conheciam o que era a impressão 3D”, conta.

Já Nicole Correia, professora, trouxe ao mercado as belas artes, às quais se dedica nos tempos livres. A sua banca conta com quadros e retratos realistas, bem como artigos de artesanato como brincos, porta chaves, e objetivos de decoração.

Organização aponta falhas ao apoio da autarquia

Em balanço desta edição do mercado, Corinne Joliot, do MarketAzores, entidade organizadora da iniciativa, apontou a “ausência de um envolvimento mais ativo da Câmara da Lagoa”.

Segundo a organização, “a falta de coordenação e apoio logístico da Câmara tem dificultado a implementação de melhorias infra estruturais vitais para o projeto”.

A Câmara Municipal da Lagoa, questionada pelo DL sobre o assunto, referiu que acordou “apoiar na logística do evento, nomeadamente na montagem das barraquinhas e na eletrificação de três delas, conforme solicitado”.

A vereadora da Cultura, Albertina Oliveira, nos mesmos esclarecimentos diz que foi oferecido apoio dos serviços da câmara “para o envio de um ofício circular a todas as instituições do concelho, não só para a divulgação do evento, mas também para a solicitação de apoio na dinamização do mercado”.

Albertina Oliveira acrescenta ainda que a autarquia também apoiou na disponibilização do espaço, “uma vez que sendo um evento de iniciativa particular deveria ter pago a ocupação do espaço, tendo a câmara isentado o pagamento dado o objetivo do evento”.

A organização do mercado alegou ainda que “todos os gabinetes da Câmara Municipal de Lagoa ignoraram ou recusaram participar nas atividades durante o Market PopUp, não interagindo com os expositores”. 

Por sua vez, a autarquia afirma que só a meio da iniciativa, “é que foi enviado convite para alguns serviços da câmara participarem no evento”, sendo que “para participar num evento, temos de ter tempo suficiente para preparar o material necessário à nossa participação”.

Albertina Oliveira refere ainda que marcou presença na inauguração do mercado, que acabou por não se concretizar, “porque apenas estavam presentes dois expositores”.

A Câmara da Lagoa esclarece por fim que não ficou a seu cargo a dinamização do espaço e evento, “ficando apenas à nossa responsabilidade enviar o ofício circular a todas as instituições/entidades do concelho”.

Veja a fotorreportagem, aqui.