
No coração do Atlântico, onde o verde das criptomérias toca o cinzento das rochas vulcânicas, um grupo de cidadãos belgas percorre trilhos que são, simultaneamente, caminhos físicos e rotas de introspecção. O que os traz aos Açores não é o turismo convencional de contemplação, mas sim um projeto científico e terapêutico pioneiro que une a Universidade dos Açores ao hospital belga AZ Monica. Sob o conceito de Forest Mind (Floresta Consciente), este programa de terapias da natureza está a transformar a forma como pacientes com lesões cerebrais, burnout e traumas graves encaram o seu processo de recuperação.
O mentor desta iniciativa, o professor Eduardo Marques, da Universidade dos Açores descreve a semana como muito mais do que um intercâmbio académico. “Nós temos um momento de conexão humana, de interculturalidade”, afirma. “Temos aqui um grupo de doentes que vieram de um hospital belga aos Açores para um programa de reconexão com a natureza e terapias para encontrarem caminhos e estratégias para aumentar o seu bem-estar psicológico”.

A escolha dos Açores não foi um acaso geográfico, mas uma decisão clínica. Greet Dierckx, neuropsicóloga belga que trabalha com doentes com lesões cerebrais, explica a importância de tirar os pacientes do ambiente hospitalar. “É muito importante para eles aprenderem ferramentas para manter o cérebro o mais saudável e forte possível. A terapia baseada na natureza é um método muito forte para manter o corpo e o cérebro saudáveis”, refere a especialista.
Greet sublinha ainda que o mau tempo que assolou o arquipélago durante a semana acabou por ser uma ferramenta terapêutica inesperada: “A vida é desafiante. E esta semana foi muito desafiante em relação ao tempo. Mas aprendemos muito. Quando se faz em grupo, é ainda mais forte porque trocamos experiências e conhecimentos”, afirma.
Para os participantes, os exercícios serviram como espelhos das suas próprias vidas. Ann Willems, que se juntou ao projeto inspirada por uma amiga, utilizou elementos naturais para desenhar a sua “linha da vida”. Para ela, a natureza trouxe uma clareza necessária: “Isto representa-me. São lembretes para mim própria de que, na vida, temos de vir primeiro. Tens de estar saudável, forte e aterrada. Se estiveres segura, tudo o resto interage e a vida torna-se uma harmonia”, considera.
Essa mesma busca por harmonia é partilhada por Nadia Makrache, uma empresária que enfrentou dois episódios de burnout. Para Nadia, a surpresa foi a eficácia das dinâmicas: “tornou-nos criativos, tornou-nos calmos. Estávamos conscientes. Foi bom conectar com os locais e outras pessoas novas, sinto-me leve por partilhar”.”

Para aqueles que lidam com sequelas físicas e neurológicas graves, a floresta ofereceu uma nova perspetiva sobre as suas capacidades. Romelia Schwarzkechel viajou como guia de uma amiga que sofreu um acidente de carro com danos cerebrais, mas acabou por se envolver profundamente no processo. “É uma jornada, claro. Tivemos a natureza bela e todo o tipo de novos exercícios como usar binóculos para testemunhar a natureza de uma forma diferente e ver como o cérebro responde ao olhar fisicamente de uma maneira distinta”, explica.
Helene Van Der Linden sofreu uma hemorragia cerebral há um ano e meio. Admite que inicialmente hesitou em participar por não querer estar num “grupo de doentes”. Contudo, a experiência mudou a sua visão: “como podem ver, não somos realmente um grupo de doentes. São apenas pessoas a encontrar uma nova forma de viver depois do que aconteceu.” Helene confessa preferir as atividades físicas: “a surpresa da natureza aqui é algo que gosto muito. Sinto que não temos apenas as quatro estações num dia, mas todos os tipos de natureza do mundo num só lugar. Parece a Escócia depois parece o Havai”, diz, referindo-se aos Açores.
A eficácia da terapia mede-se pelo que os pacientes levam na bagagem de volta para a Bélgica. Peter Plusquin, que sofre de sintomas como “nevoeiro cerebral” e falta de concentração, encontrou nos Açores uma forma de ressignificar a sua condição. “A natureza desta ilha ajuda-nos a relacionarmo-nos connosco próprios. É como uma selva, mas uma selva fresca”, descreve. Peter leva consigo âncoras mentais dos exercícios realizados: “encontrei quatro ou cinco recursos que posso usar para me sentir melhor, são elementos-chave que nunca esquecerei. Ainda tenho os mesmos sintomas, mas acho que tenho mais formas de me relacionar com eles”.

O professor Eduardo Marques acredita que este é apenas o início de um caminho que pode transformar a região num destino de Turismo de Saúde e Bem-Estar. “Podemos utilizar a natureza, um recurso que temos espalhado por todas as ilhas, como um ativo importante em providenciar novas estratégias ao nível da saúde”, defende.
Mais do que isso, o projeto redefine o papel do assistente social moderno: “o assistente social pode assumir também uma função de terapeuta. Eu dispo-me do meu papel enquanto professor e assumo enquanto assistente social terapeuta, conduzindo sessões indutoras de renascimento individual”.
Embora o caminho seja novo e possa gerar desconfiança, Eduardo Marques é categórico: “os resultados provam que esta experiência está a ser extremamente positiva e gratificante”. Nos Açores, entre a névoa e o verde absoluto, provou-se que a natureza não é apenas um cenário, mas poderá ser uma parte essencial da cura humana.

O professor e investigador Eduardo Marques, da Universidade dos Açores (UAc), que apresentámos numa entrevista publicada na edição de janeiro do Diário da Lagoa (DL), tem trabalhado nas suas aulas uma corrente do Serviço Social designada de Eco Serviço Social. Paralelamente, tem escrito sobre “as terapias da natureza no combate à exclusão social e como estratégia para lidar com a saúde mental no contexto da intervenção em crise e com vítimas de desastres naturais”.
O professor, natural de Coimbra, mas residente em São Miguel desde 2018, trouxe este ano aos Açores a formação “Guias em Forest Mind”, que decorreu nos dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro na UAc.
Para Eduardo Marques, este método é mais uma ferramenta no contexto dos estudos e, por isso, convidou a formadora Katriina Kilpi a visitar os Açores.
Katriina Kilpi, residente na Bélgica há cerca de 19 anos, é finlandesa, tal como o método criado em 2014 por Sirpa Arvore.

Trata-se de um programa de treino de competências mentais. São “banhos de floresta” que aliviam o stress, mas também estimulam a parte cognitiva.
“O objetivo é colocar toda a atenção na experiência vivida na caminhada, para conectar e relaxar o corpo e a mente, de modo a atingir uma tranquilidade profunda que abra possibilidades de introspeção, atenção plena, autoconsciência e capacidade de refletir sobre as nossas próprias situações individuais”, conforme explica o folheto de apresentação da iniciativa.
O método conta já com mais de 500 instrutores qualificados, a maioria localizados na Finlândia, bem como na Bélgica, Países Baixos, República Checa e, agora, também em Portugal e Açores.
No primeiro dia de formação, os participantes tiveram um primeiro contacto com os conceitos. No segundo dia, com a presença do DL, houve lugar para debate em ambiente de aula, seguido de atividade ao ar livre. Nesse momento, surgiu a pergunta:

A formadora finlandesa defende que o método pode ser praticado em qualquer lugar, mas que os Açores são um local perfeito pela natureza envolvente.
Ao DL, Katriina Kilpi revela que a vida dedicada ao Forest Mind é algo que “não escolheu”, foi o Forest Mind que a escolheu. E conta que, a certa altura da sua vida, percebeu que “queria trabalhar com pessoas” e que a sua paixão é simplesmente que “vejam o quão maravilhosa a natureza é, porque tem tudo o que precisamos”.
Acrescenta que, através da natureza, “se conseguirmos encontrar a paz em nós mesmos, também podemos tornar-nos mais pacientes para com os outros”. O Forest Mind “é realmente maravilhoso nesse ponto”, porque “somos parte da natureza e é, por isso, o melhor lugar para exercitar as nossas habilidades mentais, uma vez que a tranquilidade que encontramos na natureza tem a capacidade de nos acalmar”.
Os alunos passaram a tarde a realizar exercícios ao ar livre, apreciando pormenores que confessaram nunca ter observado, devido à aplicação da atenção e foco no momento presente. Em alguns exercícios, Katriina convidava-os a caminhar lentamente, a prestar atenção aos sons, aos elementos presentes e até a aceitar o ruído da azáfama citadina que não escapa ao ambiente universitário. No final de cada exercício, formavam um círculo para debater as ideias e partilhar a experiência de cada um.
Igualmente presente, conhecemos Leónia Nunes, de 44 anos. Natural da ilha da Madeira, deixou-a aos 18 anos para prosseguir os estudos em Coimbra, residindo agora em Lisboa. É formada em engenharia florestal, com mestrado e doutoramento pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente, trabalha no Instituto Superior de Agronomia (ISA), na Universidade de Lisboa, como investigadora no Centro de Ecologia Aplicada “Prof. Baeta Neves”.
Ao nosso jornal, clarifica como descobriu o Forest Mind. No âmbito de uma ida a um evento final de dois projetos europeus, em Bruxelas, em 2023, relacionados com a floresta urbana, uma das atividades exteriores consistia em praticar o método num parque.
“Eu já tinha tido bastante contacto com os banhos de floresta, inclusive tinha participado em conferências e em várias atividades, mas ainda não tinha tido contacto direto com o Forest Mind. Portanto, coincidentemente, neste evento científico, tive contacto através de um passeio guiado por Katriina Kilpi”, recorda.

“Fiquei fascinada com a abordagem, muito mais integrativa, no meu ponto de vista, do que os banhos de floresta, porque vai buscar a parte sensorial dos banhos de floresta, mas, para além disso, introduz exercícios de presença e de reflexão que, de certa forma, nos possibilitam adquirir competências mentais com a natureza”.
Leónia Nunes justifica que foi algo que a “atraiu bastante”, porque considerou “que podia ser uma ferramenta bastante útil” para o mundo da investigação e da universidade, “em que o stress é elevado, e também para o mundo cooperativo”.
Foi assim que, depois, “quis imenso trazer a abordagem para Portugal e, através do centro de investigação onde trabalho e também da Sociedade Portuguesa de Ciências Florestais, da qual sou vice-presidente, organizei o primeiro evento para formar Guias em Portugal”.
A investigadora madeirense recorda que foi realizado na Tapada da Ajuda, onde está sediado o Instituto Superior de Agronomia, e que, nesse evento, foram formados 14 Guias em Forest Mind, sendo ela a primeira em Portugal.
Leónia conclui que se trata de “podermos estar na natureza e usá-la como veículo para chegarmos às nossas respostas”.
Segundo Leónia Nunes, na sequência de uma segunda edição, o professor Eduardo Marques ficou a saber que existia esta abordagem em Portugal e entrou em contacto para que fosse realizada a formação nos Açores.
“É a primeira vez que ela está a acontecer fora de Lisboa, nos Açores, e acho que é uma oportunidade extraordinária que estes jovens estão a ter de possuir uma ferramenta altamente valiosa, que podem aplicar não só para eles próprios, nas suas vidas, como também para as pessoas com quem vão lidar no futuro nas suas profissões”.
A investigadora do ISA explica ainda que, na perspetiva dos alunos de Serviço Social, “mais tarde poderão utilizar o método para trabalhar com famílias, crianças e com todas as pessoas no geral, ou aplicar a grupos específicos, seja num quintal, parque ou jardim”.

Quanto aos Açores, realça que “é este verde contínuo”, enquanto acrescenta que “o verde é a cor que o olho humano mais tonalidades consegue detetar. E também nós, seres humanos, evoluímos através da natureza, então há um sentimento de pertença, quando nós estamos na natureza, algo que a gente não explica”. A investigadora salienta que a ideia de praticar no jardim da universidade foi de “mostrar aos jovens que em qualquer espaço é possível”. “Mesmo no campus, eles podem ir até ao pé de um espaço verde, de uma árvore e fazer um exercício para eles próprios”.
Trata-se de “observar os pensamentos, ver as coisas com outra perspetiva, porque quando estamos num estado de stress, a natureza permite-nos serenar um pouco e abrir a perspetiva para ver melhor a solução”.
Para Ana Domingues, 23 anos, uma das estudantes de Serviço Social, “a experiência na formação foi verdadeiramente transformadora. Mais do que um simples contacto com a natureza, cada momento tornou-se uma oportunidade para desacelerar, observar e sentir tudo o que nos rodeia, permitindo-me perceber o impacto positivo que a natureza tem na mente e no corpo”.
Por fim, o investigador Eduardo Marques conclui: “a minha avaliação da iniciativa é muito positiva, pois trouxemos para os Açores conhecimentos e competências que não existiam na região”.

Catarina Fróes Faria 21 anos, Maia, Ribeira Grande
“A experiência foi muito enriquecedora. A formação em Forest Mind proporcionou-me uma nova perspetiva sobre o tema, com conteúdos bem estruturados e aplicáveis à prática. Gostei especialmente da abordagem dinâmica e dos exemplos práticos, que ajudaram a consolidar o conhecimento. Foi, sem dúvida, uma oportunidade valiosa para adquirir novas competências e aprofundar a compreensão sobre o assunto.
Considero que o conhecimento adquirido nesta formação é extremamente útil e acrescentará valor à forma como poderei exercer a minha profissão de assistente social no futuro. A formação em Forest Mind proporcionou ferramentas e metodologias que podem ser aplicadas na intervenção social, ajudando na análise de situações complexas, na tomada de decisão e na resolução de problemas. Para além disto, esta formação deu-nos também determinadas estratégias que poderiam ajudar os nossos utentes a desenvolver capacidades de controlo de ansiedade através do recurso à natureza, o que pode contribuir positivamente para um melhor equilíbrio emocional e uma tomada de decisões mais assertiva.”
Ana Luísa Rodrigues 22 anos, São José, Ponta Delgada
“A experiência foi extremamente enriquecedora a nível das competências profissionais e pessoais, foi possível termos contacto com a natureza interligando aquilo que aprendemos na prática. É crucial conseguirmos ter a possibilidade de aplicar os conhecimentos, embora que em pouco tempo, o que faz que estejamos elucidados sobre o que falamos. Além disso, possibilitou uma melhor compreensão dos desafios e das exigências que temos ao longo da vida, onde quando nos “desligamos” do que está ao nosso redor, promovemos uma sensação de bem estar e um crescimento pessoal. A oportunidade de interagir com profissionais experientes permitiu com que a aprendizagem fosse mais dinâmica e concreta.
O conhecimento que adquirimos durante a formação foi fundamental para que no futuro, consiga colocar em prática na minha área profissional.
Em primeiro lugar, aprendi novas metodologias, técnicas e ferramentas que acabam por facilitar de alguma forma, a resolução de problemas, e a gestão emocional. Outro ponto importante foi o desenvolvimento de competências transversais, como trabalho em equipa, a questão da gestão do tempo para que as pessoas que participam nas atividades não se dispersem e se distraiam do objetivo principal que foi pedido. A questão de termos pensamento crítico, sabermos adaptar-nos a qualquer desafio que nos é colocado, é importante para o nosso futuro pois em qualquer profissão necessitamos do mesmo. Essa formação irá ser muito benéfica para o meu percurso profissional e pessoal pois sentirei-me mais segura e confiante.”
Ana Domingues 23 anos, Vila de Capelas, Ponta Delgada
“A experiência na formação de Forest Mind foi verdadeiramente transformadora. Mais do que um simples contacto com a natureza, cada momento envolvido na natureza tornou-se uma oportunidade para desacelerar, observar e sentir tudo o que nos rodeia, permitindo-me perceber o impacto positivo que a natureza tem na mente e no corpo. Através das técnicas orientadas, aprendi a cultivar um estado de presença plena, reduzindo assim o stress. Além disso, a partilha com os meus outros colegas enriqueceu ainda mais a experiência, reforçando a importância da ligação entre as pessoas e o ambiente natural. Portanto, saio desta formação não só com novas ferramentas para aplicar no meu dia a dia, mas também com uma nova perspetiva sobre a relação entre a natureza e o bem-estar humano e aconselho vivamente a formação de Forest Mind a quem procura reduzir o stress e fortalecer a ligação com a natureza.
O conhecimento adquirido na formação de Forest Mind será uma mais-valia no meu futuro como assistente social, pois oferece ferramentas que podem ser aplicadas para promover o bem-estar de indivíduos em situações de vulnerabilidade. A conexão com a natureza e as técnicas de mindfulness podem ser utilizadas como estratégias complementares para reduzir o stress, melhorar a regulação emocional e fortalecer a resiliência, que são aspetos essenciais no trabalho com diferentes públicos. Além disso, ao integrar abordagens baseadas na natureza pode tornar as intervenções mais holísticas e eficazes, proporcionando um impacto positivo na qualidade de vida das pessoas que irei acompanhar.”
Carolina Avelar 22 anos, Vila de Capelas, Ponta Delgada
“Esta experiência foi sem dúvida muito gratificante, pois consegui ter a oportunidade de perceber e de valorizar a ligação da natureza com a nossa paz de espírito, foi uma oportunidade única.
Sem dúvida que o conhecimento que adquiri foi útil e essencial tanto para a minha vida pessoal e profissional, pois um assistente social, nunca se pode esquecer que trabalha com pessoas, o que implica muito da nossa sensibilidade. O Forest Mind fez-me ver as coisas de uma forma menos materialista e a dar mais valor ao que sentia e ao que os outros sentem.”
Vanessa Frias 21 anos, São José, Ponta Delgada
“A experiência foi incrível e muito enriquecedora. Esta formação permitiu-me aprender a conectar com a natureza assim como as diversas técnicas que podem ser utilizadas na prática do Mindfulness, que podem ser aplicadas diariamente e que beneficiam a nossa saúde mental, que nos dias de hoje é afetada pela rotina que de forma inconsciente criamos. Queremos fazer tudo ao mesmo tempo e o Mindfulness ensinou-me a parar e a ”respirar”.
Considero que o conhecimento adquirido ao longo da formação foi útil. As técnicas do Mindfulness e a conexão com a natureza podem ajudar-me a gerir melhor o meu stress e consequentemente a aumentar a minha produtividade e bem-estar. Essas técnicas são muito valiosas tanto para profissionais como para os sujeitos que estes intervêm.”
Gonçalo Santos 20 anos, Santa Cruz da Graciosa
“Consoante a minha experiência, achei muito enriquecedora no âmbito de várias dimensões, principalmente a nível pessoal e profissional. Ao longo da nossa caminhada vamos adquirindo diversas abordagens e ferramentas que acredito serem fundamentais para o nosso desenvolvimento. Levo a experiência do Forest Mind, não apenas para o domínio pessoal, que certamente contribuirá para a minha auto-regulação, mas também a nível profissional, procurando oferecer intervenções mais enriquecedoras, de modo a promover o bem-estar em vários âmbitos.
Do meu ponto de vista, considero fundamental para o exercício da minha futura profissão, na qualidade de assistente social, visto que é necessário haver mudanças nas nossas metodologias e ferramentas também, respeitando os recursos que nos envolvem e os valores dos mesmos, tais como os recursos naturais, que constituem o Forest Mind.”