
Na entrevista à nossa reportagem, o jurista sublinha o papel determinante da revolução portuguesa na abertura do caminho para a autodeterminação dos povos africanos, incluindo São Tomé e Príncipe, onde o processo conduziu à criação de um governo de transição liderado por são-tomenses e, posteriormente, à independência nacional em 1975. A partir desta base histórica, evidencia também uma fragilidade na transmissão dessa memória às novas gerações, apontando para um distanciamento crescente face ao significado do 25 de Abril, num contexto onde o desconhecimento histórico se torna um fator de risco para a construção de identidade...
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