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Presidente da Câmara do Corvo vê imigração “regulada e humanista” como pilar do futuro das ilhas

Marco Silva defendeu que o futuro dos Açores passa por uma política de imigração “regulada e humanista”, capaz de responder ao envelhecimento populacional, à falta de mão de obra e aos constrangimentos estruturais das regiões ultraperiféricas.

Marco Silva, presidente da Câmara do Corvo © DIÁRIO DA LAGOA

Na sua intervenção, realizada no âmbito do 4.º Fórum das Migrações, que decorreu nas ilhas do Corvo e das Flores entre os dias 8 e 10 de abril, numa iniciativa promovida pela Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades do governo dos Açores, tutelada por Paulo Estêvão, o autarca começou por sublinhar a importância do debate em torno das migrações nos territórios insulares, considerando que estas regiões enfrentam obstáculos permanentes ao desenvolvimento económico e social.

Segundo afirmou, a ultraperiferia é marcada por “distanciamento geográfico e isolamento”, uma realidade que gera custos acrescidos de transporte e logística e condiciona a competitividade local.

Marco Silva apontou também a “pequena dimensão e a falta de escala” como entraves estruturais, explicando que a insularidade e as...

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