
Desde criança sempre teve aptidão para as artes manuais. O talento aliado à curiosidade de aprender a trabalhar com diferentes materiais levaram o vilafranquense Bruno Sousa a sobressair na disciplina de Educação Visual e Tecnológica.
“Gostava muito das aulas práticas, porque tinha uma certa facilidade e isso refletia-se nas notas”, afirma Bruno, recordando que nos tempos de escola chegou a construir a proa de um barco para a peça de teatro do Auto da Barca do Inferno, a partir de materiais reciclados e madeira.
Em 2011, por altura do São João, convidaram-no a elaborar os pendões de uma marcha de Vila Franca do Campo. Ao desafio respondeu: “não sei se sou capaz de fazer, mas não é nada que não tente”. Tentou e conseguiu. A partir desse ano as solicitações nunca mais pararam e, por isso, passou a...
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