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Governo satisfeito com descida continuada do desemprego nos Açores

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O Vice-Presidente do Governo manifestou satisfação pela descida continuada da taxa de desemprego nos Açores, que desceu 3,1 pontos percentuais num ano e 0,6 face ao trimestre anterior, segundo revelam os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), relativos ao primeiro trimestre deste ano.

Segundo Sérgio Ávila, em relação ao último trimestre, “os Açores são a única região do país que diminuiu a taxa de desemprego”, no valor de 0,6 pontos percentuais, enquanto no restante território nacional se verificou “um aumento de 0,2 pontos percentuais”.

O Vice-Presidente destacou ainda o facto de a taxa de desemprego na Região ter deixado de ser a mais elevada do país, com 14,9%, comparando com 16,4% no Algarve, 15,8% na Madeira e 15,5% no Alentejo.

Outro dado revelado pelo INE diz respeito à população empregada, que aumentou nos Açores 5,6% em termos homólogos e 1% face ao trimestre anterior.

Sérgio Ávila referiu, também, que a taxa de crescimento anual do emprego é a mais elevada desde o quarto trimestre de 2001, salientando que “há 13 anos completos que não havia um tão elevado ritmo de criação de emprego”.

O Vice-Presidente sublinhou ainda que atualmente a população empregada no arquipélago é de 104.529 pessoas, “o maior valor desde o terceiro trimestre de 2011”, e destacou o facto de a taxa de desemprego baixar “mesmo com o aumento da população ativa”, realidade só possível “pelo significativo aumento da população empregada”.

Em termos de Açorianos desempregados, no final do primeiro trimestre de 2015, o número é estimado em 18.317, o que “representa uma redução de 15,7% num ano, menos 3.408 pessoas”, afirmou o Vice-Presidente.

Sérgio Ávila realçou, ainda, o facto de a taxa de desemprego jovem, “embora ainda elevada”, se situar agora nos 37,8%, face aos 46% no trimestre anterior e aos 43% no trimestre homólogo.

Para o Vice-Presidente do Governo, estes dados “dão-nos a convicção de que estamos no caminho certo”, mas, ao mesmo tempo, “reforça-nos a convicção de que temos muito trabalho ainda pela frente”.

DL/Gacs

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