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Número de médicos poderá aumentar nos Açores com a oficialização da compra do HIA pela CUF

Presidente do conselho de administração do Hospital Internacional dos Açores (HIA) fala com o DL sobre o negócio em curso com a CUF e estranha a falta de acordo com o Serviço Regional de Saúde para a cirurgia cardíaca 

Luís Miguel Farinha lidera o hospital privado na cidade da Lagoa que se prepara para celebrar dois anos de existência em março © CORTESIA HIA

DL: Que balanço faz do ano e meio de existência do Hospital Internacional dos Açores (HIA) na Lagoa?É muito positivo. As expetativas foram superadas, sem dúvida que sim. A procura foi muito superior àquilo que estávamos à espera, exatamente por isto, porque era uma unidade nova. Nós sabíamos que o mercado existia e havia essa necessidade na região que até foi muito contestada, eu sei. Provamos que estavam enganados. Como era uma unidade nova, pensámos que, independentemente de sabermos que íamos lá chegar, pensámos que seria mais lento, mas não tem sido. Hoje em dia temos um nível de atividade, de utentes, quer na consulta quer na urgência quer no bloco, que não era expectável até esta altura.

DL: Fala-se muito no receio do privado.
Acho que já provamos que podem coexistir, inclusive...

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