
O setor agrícola dos Açores registou, durante o ano de 2025, um volume de investimento que totaliza os 60 milhões de euros alocados pelo Orçamento Regional. Este montante, o maior de sempre na história do arquipélago açoriano, foi complementado por uma transferência de 16 milhões de euros do Orçamento do Estado para o programa POSEI, resultando num impulso produtivo que abrange diversas fileiras. Segundo o secretário regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, este esforço financeiro extraordinário “resultou em crescimentos agroprodutivos significativos, reforçando as disponibilidades para a alimentação humana e animal”.
Os dados estatísticos relativos ao período entre 2020 e 2025 revelam aumentos expressivos em setores estratégicos para a autossuficiência da região, com a área dedicada à batata a crescer 170% e a da fruticultura a subir 40%. No que toca à produção animal e seus derivados, registaram-se incrementos de 34% na produção de ovos, 150% no Mel DOP e 160% no abate de ovinos, enquanto a produção de banana registou uma subida de 35%. No setor vitivinícola, a região ultrapassou as 60 marcas e as 100 referências comerciais, acompanhando um aumento sustentado no abate de carne bovina IGP. Para a alimentação animal, a área de milho atingiu um novo recorde de cerca de 14,5 mil hectares, reduzindo a dependência de importações externas.
Este dinamismo reflete-se igualmente no comércio externo, com as exportações de bens alimentares a atingirem, em 2024, o montante histórico de 433,2 milhões de euros. Paralelamente, o ano de 2025 fixou o maior número de jovens instalados na agricultura da última década, impulsionado pelo aumento do prémio à primeira instalação para 55 mil euros.
António Ventura destaca que este sucesso é fruto de uma política pública previsível e transparente, afirmando que “desde 2021 que não se corta nos apoios, como acontecia nos governos do PS, onde se anunciava um determinado valor financeiro e se pagava, por vezes, menos 50% do valor anunciado. Trata-se de uma nova confiança para os agricultores”. O governante reforça ainda que o investimento público no setor teve um retorno positivo que “assume um elemento fundamental de segurança para todos os açorianos”, fruto de uma colaboração estreita com a Federação Agrícola dos Açores e do compromisso dos produtores locais.

O candidato do PSD/Açores a presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Rúben Cabral, apresentou publicamente a sua candidatura este sábado, 6 de setembro, no claustro do Convento de Santo António, em Santa Cruz.
De acordo com nota de imprensa enviada às redações, o cabeça-de-lista aos órgãos autárquicos às eleições de 12 outubro na Lagoa, reiterou que se apresenta “a mandatos completos para servir a Lagoa” e colocá-la “rumo ao desenvolvimento que se impõe a uma cidade”.
“Este momento marca o início de um novo ciclo, então automática e simultaneamente marca o fim de outro ciclo”, vincou, acrescentando tratar-se de uma “hora de apresentar um partido renovado, plural e assente nos pilares da social-democracia”.
“Não me lembro de ver uma lista candidata a este órgão tão plural, tão capaz tecnicamente, com toda a sensibilidade social, económica e ambiental e com uma garra e coragem ímpares na política local”, assegurou.
Segundo Rúben Cabral, o projeto que coloca em cima da mesa “é focado no único propósito para o qual foi criado: servir a democracia da Lagoa, servindo as suas pessoas para que todas possam atingir a sua plenitude pessoal e comunitária”.
“Não caímos na tentação de apresentar um manifesto típico de uma ‘check list’ de obras e medidas avulso e desconectadas entre si”, como faz o PS que apresenta um programa para 10 anos, “com o objetivo de fazer dois mandatos e meio, para que o próximo tenha mais facilidade em ganhar eleições”, sublinhou.
De entre os 13 eixos prioritários do programa, Rúben Cabral destaca seis, começando pela História, Identidade e Cultura, seguindo-se Saúde, Segurança e Proteção Civil, a Habitação, a Valorização da Orla Costeira, a Mobilidade Urbana, e por fim, a Economia Local.
Como lagoense nascido em Santa Cruz, morador no Rosário e casado em Água de Pau, o candidato à presidente da Câmara Municipal de Lagoa lamenta, a título de exemplo, que a primeira fábrica de Cerâmica Vieira, edifício com mais de 150 anos esteja à venda.
“Seria um presidente envergonhado se continuasse a ver à venda este edifício histórico”, observou, advertindo para a urgência de se proceder “à revisão do modelo de contratos programa com as coletividades local”, sendo hoje o terceiro município de São Miguel que menos investe em cultura e desporto, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística.
Rúben Cabral sublinhou ser “a única candidatura que defende que a Lagoa deve ter a sua própria corporação de bombeiros e respetivas instalações”, apontando que o concelho “não é uma sucursal dos outros municípios”.
O candidato comprometeu-se com “acesso igualitário à habitação condigna, pois garante um direito humano fundamental ao proporcionar segurança e bem-estar e ser alicerce para a saúde, para a educação e para a inclusão social”.
“Não compete à câmara excluir classes sociais no acesso à habitação social”, afirmou, assumindo o PSD como um “partido interclassista que, por um lado, rejeita a exclusão social e por outro lado, promove a inclusão social”.
O social-democrata quer ainda “a valorização da orla costeira através proteção ambiental, qualidade de vida local e o desenvolvimento económico”, desde a Rocha Quebrada à Caloura.
“Se queremos virar a Lagoa para o mar não podemos ser uma câmara que apresenta projetos discordantes do próprio Plano Diretor Municipal ou com projetos de jardinagem como já fizeram na Baia de Santa Cruz”, apontou.
Rúben Cabral considera igualmente que “uma boa mobilidade urbana é essencial para a qualidade de vida dos lagoenses, pois melhora o acesso a empregos, à educação e serviços, além de reduzir desigualdades sociais, tempo de deslocação e, até, a necessidade de levar transporte próprio para os centros urbanos”.
Defendendo a criação de uma rede de transporte público municipal melhor gestão do tráfego rodoviário, entende que “é inadmissível cobrar uma renda de 1900 euros por mês a uma grande superfície comercial no Tecnoparque e pagar cinco mil euros para um parque de estacionamento”, indicou.
Por último, defende ainda uma “economia local vital na criação de empregos e retenção da riqueza criada dentro da comunidade local, promotora do bem-estar social, potenciando ciclos económicos virtuosos”.
Rúben Cabral reclama “o crescimento da economia da Lagoa numa perspetiva de dentro para fora, criando mais atrativos turísticos, revendo a política fiscal e de licenças no âmbito da atividade económica”.
“Estou aqui, em nome do PSD a dizer que estamos preparados para liderar os destinos da Lagoa e que é hora de dizer não aos tiques e aos truques dos mesmos de sempre. É hora de dizer sim a um novo modelo de desenvolvimento para a nossa Lagoa”, assegurou.
Por último, anunciou os candidatos ao executivo municipal, nomeadamente Carmen Ventura para vice-presidente da Câmara da Lagoa, Vitor Sousa, Sónia Câmara, Ilda Magalhães, João Botelho, Acir Meireles, Jéssica Sousa, Paulo Jorge Amaral Borges e Jacinto Ferreira Raposo.
O presidente do PSD/Açores, José Manuel Bolieiro, marcou presença e saudou os lagoenses “com orgulho e admiração” pelos candidatos aos órgãos municipais por serem “os melhores para servirem o futuro do município e de cada uma das suas cinco freguesias”.
José Manuel Bolieiro elogiou “a qualidade da equipa” quem se propõe aos destinos dos lagoenses, sem esquecer o projeto estratégico que confrontará “mais de 35 anos do mesmo partido [PS], mantido numa continuidade morna, porque os mesmos se acomodaram achando que são donos da democracia na Lagoa”.
“É por isso que a mudança é um desafio e uma grande oportunidade para a Lagoa”, frisou.
“E não há uma mudança no escuro, no incerto. É uma mudança na confiança e na esperança que a credibilidade e a qualidade destes candidatos aqui bem demonstraram”, garantiu o líder social-democrata açoriano.
José Manuel Bolieiro disse, ainda, que Rúben Cabral apresenta “um programa de governo demonstrando maturidade intelectual, maturidade política para com uma visão holística e integral de um modelo de governação para o futuro da cidade e do concelho da Lagoa”.
“Ele ama a história do seu povo, ele ama a história da sua cidade, do seu município e das suas freguesias e quer elevar essa identidade através do património”, prosseguiu.
José Manuel Bolieiro elogiou “o trabalho quotidiano de Rúben Cabral junto às populações, nas comissões parlamentares, na pesquisa das necessidades do nosso povo, sendo deputado com uma responsabilidade regional, sempre a puxar pela Lagoa”.
“Como candidato a presidente da Câmara da cidade e do concelho da Lagoa, é corajoso em nome da democracia, em nome do seu amor aos lagoenses que se destaca pelo seu carácter”, disse o líder social-democrata açoriano.
“O carácter associado à personalidade das pessoas é a base do nosso fazer”, vincou José Manuel Bolieiro, considerando Rúben Cabral “um homem corajoso na política, na democracia e nos desafios”.

Já se encontra a decorrer a fase de votação da edição 2025 do Orçamento Participativo da Lagoa, com um total de 24 projetos finalistas, abrangendo duas categorias distintas e áreas tão diversas como ambiente, desporto, cultura, educação, acessibilidade, entre outras.
A votação decorre até ao dia 31 de julho, através da plataforma digital disponível ou através do envio de SMS para o número 4902, permitindo a todos os cidadãos residentes no concelho da Lagoa, na ilha de São Miguel, escolher dois projetos, um deles na categoria jovem, que consideram prioritários para o desenvolvimento da sua freguesia e do concelho em geral.
O Orçamento Participativo da Lagoa representa uma ferramenta de democracia participativa permite que os cidadãos contribuam de forma direta para a definição das políticas públicas locais. Neste sentido, a vereadora da área da juventude da Câmara Municipal de Lagoa, Albertina Oliveira, em comunicado, enaltece a forma empenhada e construtiva como a comunidade tem participado neste processo, espelhando um concelho cada vez mais consciente do seu papel na construção coletiva do futuro.
“O Orçamento Participativo é mais do que um instrumento de gestão, é um compromisso com os cidadãos, uma ponte entre as suas necessidades e as decisões municipais. A forte adesão da comunidade a cada edição demonstra que a Lagoa é um concelho participativo, dinâmico e atento”, refere a vereadora, convidando todos os munícipes a participar nesta fase de votação, ajudando a decidir quais os projetos que farão a diferença no concelho da Lagoa.

O Festival Tremor 2025, vai decorrer de 8 a 12 de abril, anunciou esta quinta-feira, 6 de março, o co-diretor artístico do festival, António Pedro Lopes, numa conferência que teve lugar numa unidade hoteleira de Ponta Delgada.
Segundo António Pedro Lopes, o programa desta edição do Tremor contempla 60 artistas e coletivos artísticos, 12 caminhadas performativas, no âmbito da iniciativa Todo-o-Terreno, quatro concertos surpresa, sete projetos de residência, conversas, exposições e, ainda, uma nova secção intitulada ‘Arrepio’, com uma proposta de performances imersiva e site-specific do coletivo berlinense 33, a conhecer no Coliseu Micaelense.
Em nota de imprensa enviada às redações pela Câmara Municipal de Ponta Delgada, o presidente da autarquia, Pedro Nascimento Cabral, diz que o Tremor “é, sem sombra de dúvidas, uma marca identitária cultural de Ponta Delgada”, referindo que o festival nasceu no concelho de Ponta Delgada, “aqui se enraizou, e, também a partir deste centro histórico, se intermunicipalizou, ganhando espaço noutros municípios da ilha de São Miguel e estendendo desafios dentro e fora dos Açores”.
Na ocasião, o autarca realçou, igualmente, o papel socialmente transformador que o Tremor comporta ao nível de iniciativas a favor do ambiente, intergeracionalidade e da inclusão.
Da conferência de imprensa fizeram ainda parte o fundador e também co-diretor artístico do festival Tremor, Luís Banrezes, o secretário da vereação da Câmara Municipal da Ribeira Grande André Pontes e o assessor do Governo da Região Autónoma dos Açores Pedro Faria e Castro.

O Conselho Municipal de Juventude da Lagoa reuniu na passada quinta-feira, 13 de fevereiro, no salão nobre do edifício dos Paços do Concelho, e emitiu parecer favorável ao Plano e Orçamento Municipal para 2025.
Segundo nota de imprensa enviada pela Câmara Municipal de Lagoa ao nosso jornal, os conselheiros municipais presentes “votaram favoravelmente as linhas de orientação da política municipal para a juventude e respetivo orçamento municipal, no que respeita às dotações afetas aos jovens lagoenses”.
Na ocasião foram elencados diversos projetos como o Cartão Jovem Municipal, o projeto Náutica/0 e Geração + On, as Bolsas de Estudo de Méritos, as Bolsas de Estudo para Estudantes Deslocados e as Bolsas Jovens à Descoberta, o Prémio Municipal de Mérito Académico, o Orçamento Participativo e os projetos de Artes e Ofícios do concelho.
A autarquia lagoense, refere, ainda, que a reunião ordinária, presidida pela vereadora Albertina Oliveira, “serviu, também, para as deputadas jovens municipais Simone Ponte e Júlia Rego, porta-vozes eleitas da Assembleia Municipal Jovem, darem nota das principais preocupações àquele Órgão Consultivo”.
No final da reunião, foi realizado ainda um balanço do Orçamento Participativo da Lagoa, que se encontra, até 28 de fevereiro, na fase de apresentação de propostas.
A autarquia dá, por fim, nota que até ao momento “a equipa do OP tem ido a escolas, clubes e juntas de freguesia e já recebeu cerca de 200 ideias, que serão analisadas pela Comissão de Análise Técnica”. O início da votação está previsto para 15 de maio, decorrendo até 31 de julho. A divulgação dos vencedores decorrerá em evento a acontecer entre 1 e 12 de agosto.

A Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores aprovou na votação final global o Plano e Orçamento para 2025 com os votos a favor do PSD, CDS-PP, PPM e Chega, tendo os votos contra de PS, BE, PAN e IL.
O documento foi aprovado por maioria e o presidente do Governo regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, classificou o acontecimento como fundamental para garantir estabilidade política, social e económica na região.
O líder do executivo açoriano mostrou-se satisfeito com o resultado final da sessão parlamentar e realçou a importância da aprovação para o presente e futuro dos Açores.
“Esta aprovação representa um compromisso claro com a estabilidade, uma estabilidade que é crucial para continuarmos a trabalhar em benefício de todas as ilhas, sem deixar nenhuma para trás”, afirmou José Manuel Bolieiro.
O presidente do Governo disse ainda que o Plano e Orçamento para 2025 resultou de um diálogo abrangente e construtivo com todos os parceiros regionais, sociais e políticos, o que reforça a legitimidade do documento aprovado.
“Este é um Plano que nasceu de um diálogo inclusivo, um exercício que demonstra que esta solução governativa é, de facto, um garante de estabilidade para os Açores”, frisou.
O governante reforçou que a estratégia delineada pelo Governo regional tem produzido resultados positivos.
“Temos conseguido uma governação equilibrada e orientada para o futuro, com políticas públicas consistentes que já mostram resultados. Este orçamento é uma continuidade desse esforço e uma oportunidade para avançarmos ainda mais”, explicou.
José Manuel Bolieiro sublinhou ainda que o Plano e Orçamento para 2025 não é apenas um instrumento financeiro, mas um compromisso com o bem-estar de todos os açorianos e o progresso sustentável das nove ilhas.
“Este é um passo firme para continuarmos a construir um futuro em que todas as ilhas e todos os açorianos tenham as mesmas oportunidades de crescer e prosperar”, concluiu.
A votação do Orçamento para o próximo ano decorreu, durante três dias, na Assembleia Legislativa, na cidade da Horta, ilha do Faial.

As inscrições para a XXXI Gala Regional dos Pequenos Cantores Caravela D’ouro estão abertas desde 14 de outubro até 31 de dezembro do corrente ano.
Podem participar na Gala, individualmente ou em grupo, crianças que até ao último dia do prazo, para a apresentação das candidaturas, perfaçam no mínimo cinco e no máximo 10 anos.
A duração de cada canção não poderá ultrapassar três minutos, deverá ser original e enquadrar-se no universo infantil. Não será permitido a seleção de canções já premiadas noutros festivais.
A Gala do próximo ano irá contar com um representante especial do Festival Infantil da Ilha da Madeira, uma parceria que será, assim, novamente retomada, além das já habituais participações especiais do Festival Infantil Baleia de Marfim, das Lajes do Pico, e da vencedora da Gala Caravela D’ouro do ano anterior, respetivamente.
Quem vencer a Gala Caravela D’ouro de 2025, que se realizará no dia 26 de abril, fará depois uma participação especial no Festival Infantil da Madeira, sendo que o segundo classificado participará também, a título especial, no Festival Baleia de Marfim. Neste evento, dedicado ao universo infantil, será ainda distinguida a criança que ficar terceiro em lugar, os autores da Melhor Letra, da Melhor Música e ainda a Canção Recomendada para Crianças.
Para participar na Gala de 2025, os intérpretes, autores e compositores concorrentes ou seus representantes deverão inscrever-se pessoalmente, através de impresso próprio, na Câmara Municipal da Povoação ou através de carta registada, com aviso de receção, dirigida à Comissão Organizadora da Gala Regional dos Pequenos Cantores Caravela D’ouro, Câmara Municipal de Povoação, 9650-411 Povoação.
Estas e outras informações mais detalhas, como o Regulamento, a Ficha de Inscrição e as Declarações para a Gala Caravela D’ouro, edição de 2025, poderão ser consultadas no site da Câmara Municipal da Povoação.
A Gala Regional dos Pequenos Cantores Caravela D’Ouro é um acontecimento anual, organizado pela autarquia povoacense, que conta com um coro, orientado pela maestrina, Andreia Festa, e com a Orquestra Ligeira da Câmara Municipal, regida pelo maestro Carlos Sousa.

Este ano o arquipélago açoriano não será palco do Azores Rallye, tendo sido a 58.º edição adiada para o ano de 2025. O anúncio foi feito ontem, 11 de outubro, pela direção do Grupo Desportivo Comercial (GDC), em conferência de imprensa.
A organização vê-se impossibilitada de realizar a competição de rali “em virtude do parecer desfavorável para a realização da prova proferido pela Coordenação da Comissão de Crise do Hospital do Divino Espírito Santo”.
De acordo com comunicado do GDC, os motivos apresentados prendem-se com o esforço adicional a que têm estado sujeitos as várias equipas de médicos e enfermeiros afetos ao HDES, mas também a todos os centros de saúde da ilha de São Miguel, e ainda aos bombeiros e membros do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores, assim como a reorganização que tem vindo sendo levada a cabo no Hospital de Ponta Delgada.
Não sendo possível garantir o atendimento e apoio conveniente e atempado em caso de acidente multivítima, um fator de risco enorme em provas automobilisticas, é do entendimento da Coordenação da Comissão de Crise do Hospital do Divino Espírito Santo que o rali apenas deverá ocorrer em 2025.
O Grupo Desportivo com sede na Lagoa, através da sua direção, “lamenta a situação, à qual é alheia na sua origem, mas que mantém a postura de pretender fazer parte da solução e não do problema, acatando por isso o parecer recebido e não realizando a prova nas datas originalmente anunciadas”, apontam os seus responsáveis.
Os dirigentes do GDC afirmaram, ainda, que agradecem “a todos os parceiros da prova, nomeadamente o Governo dos Açores e demais entidades públicas e privadas pelo apoio concedido à prova, esperando agora pelo anúncio dos calendários desportivos de 2025, para poderem materializar todo o trabalho de uma equipa que já preparou dois ralis e que, pelos motivos conhecidos, não consegue concretizar, em 2024, o seu trabalho”.