O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, emitiu um alerta os produtores da região para a aproximação do final do prazo de candidaturas aos apoios do POSEI e do PEPAC.
O período para a apresentação e submissão dos pedidos, a decorrer desde o dia 20 de março, encerra a 15 de maio, pelo que a tutela reforçou a comunicação para que os processos sejam instruídos o mais cedo possível para evitar constrangimentos de última hora.
Estes pedidos abrangem medidas vitais para os setores agrícola e pecuário, incluindo ajudas à produção, manutenção da vinha, horticultura, culturas tradicionais, produção pecuária e medidas agroambientais.
Para o executivo açoriano, a atual campanha assenta numa garantia estrutural, há muito reivindicada pela Federação Agrícola dos Açores e assumida pelo governo: as candidaturas aprovadas serão pagas na sua totalidade, sem recurso a rateios.
A decisão de blindar a totalidade das verbas devidas aos agricultores representa um esforço financeiro estimado em cerca de dezasseis milhões de euros por ano, montante que tem sido assegurado através do orçamento regional ou, à semelhança do que sucedeu no ano transato, por via do orçamento do Estado.
A garantia da eliminação dos rateios é assumida como uma ferramenta essencial para salvaguardar a economia local, assegurando as condições financeiras necessárias para que os agricultores açorianos possam continuar a desenvolver a sua atividade com segurança e sustentabilidade.


A Subcomissão da Comissão Permanente de Política Geral da Assembleia Legislativa dos Açores (ALRAA) reuniu, em Ponta Delgada, com a delegação do Congresso dos Poderes Locais e Regionais do Conselho da Europa, naquela que constituiu a segunda etapa da visita de monitorização a Portugal realizada por este organismo europeu.
O encontro decorreu em São Miguel e integrou o processo de acompanhamento dos compromissos assumidos pelos Estados-membros do Conselho da Europa que assinaram e ratificaram a Carta Europeia da Autonomia Local, tratado fundamental para a defesa dos direitos das autarquias e das regiões europeias.
Durante a reunião foram abordadas matérias relacionadas com o funcionamento da democracia local e regional em Portugal e, em particular, com a realidade autonómica açoriana, num contexto de avaliação periódica promovida pelo Conselho da Europa junto dos seus 47 Estados-membros.
Recorde-se que o Congresso dos Poderes Locais e Regionais tem como missão acompanhar a implementação da Carta Europeia da Autonomia Local, considerada um instrumento de referência na promoção da descentralização democrática e na salvaguarda da autonomia das entidades locais e regionais.
Portugal assinou a Carta Europeia da Autonomia Local a 15 de outubro de 1985, tendo procedido à sua ratificação em 18 de dezembro de 1990. O tratado entrou em vigor em abril de 1991.

Um homem de 32 anos faleceu esta quarta-feira, 6 de maio, enquanto, alegadamente, praticava caça submarina na Baixa do Frade, no concelho de Vila Franca do Campo, desconhecendo-se as causas que estarão na origem da ocorrência.
Na sequência de um alerta recebido pelas 12h20, através de um popular, a informar para um praticante da atividade de caça submarina desaparecido, foram de imediato ativados tripulantes da estação salva-vidas de Ponta Delgada e elementos do comando local da Polícia Marítima de Ponta Delgada, do grupo de mergulho forense e operações policiais subaquáticas da Polícia Marítima.
À chegada ao local, constatou-se que a vítima foi encontrada a flutuar por uma embarcação de recreio, tendo sido realizadas manobras de reanimação até à marina de Vila Franca do Campo, onde os elementos dos bombeiros voluntários de Vila Franca do Campo e da viatura de suporte imediato de vida (SIV) prosseguiram com as manobras, sem que fosse possível reverter a situação.
O auto de verificação do óbito foi efetuado pelo delegado de saúde e, após contacto com o Ministério Público, o corpo foi transportado para o hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, pelos bombeiros.
O gabinete de Psicologia da Polícia Marítima foi ativado e o comando local da Polícia Marítima de Ponta Delgada tomou conta da ocorrência.

A Associação de Karaté dos Açores (AKA) esteve em evidência no campeonato nacional de infantis, iniciados e juvenis, competição que reuniu os melhores jovens atletas do país, apurados nas diferentes fases regionais e que teve lugar no pavilhão desportivo municipal de Albufeira.
Entre os principais destaques da comitiva açoriana, sobressai a prestação do Clube de Karaté Shotokan da Povoação (CKSP), com Matilde Pacheco a sagrar-se vice-campeã nacional em kumite, confirmando o seu lugar entre a elite do escalão. Ainda pelo CKSP, Santiago Cabral alcançou o 5.º lugar em kumite, enquanto Francisca Magalhães terminou na 7.ª posição, num quadro competitivo de elevado nível. Participaram igualmente os atletas Marco Sousa e Laura Medeiros. A equipa foi orientada pelo treinador Vítor Pereira.
Em destaque também esteve o Clube de Karaté-do Shotokan de Angra do Heroísmo (CKSAH), com Duarte Rico a conquistar a medalha de bronze em kumite. O atleta obteve ainda o 9.º lugar em kata, evidenciando versatilidade competitiva. Na mesma competição, Carminho Laranjeira e Mariana Pires alcançaram o 7.º lugar em kata, enquanto Henrique Silva terminou igualmente na 7.ª posição em kumite.
A comitiva integrou ainda os atletas Madalena Antunes, Francisco Costa, Tiago Pontes, Mateus Pimentel, Clara Antunes, Vicente Lima, Teresa Fraga, Joana Castro, Maria Santos e Simone Resendes, sob a orientação dos treinadores André Garcia, João Castro, Luís Castro e João Costa.
O Clube de Karaté-do Shotokan da Horta (CKSH) esteve representado pelas atletas Núria Peixoto e Maria Cruz, acompanhadas pelo treinador Marco Maciel, contribuindo para a presença açoriana nesta importante prova do calendário nacional.
Num contexto de elevada exigência competitiva, os atletas açorianos demonstraram qualidade técnica, determinação e espírito competitivo, representando com mérito os seus clubes os Açores.

A secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, presidiu à primeira reunião do grupo de trabalho para a criação do Centro Académico Clínico nos Açores. Este grupo de trabalho integra representantes da Universidade dos Açores, da Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, dos três hospitais da região, das Unidades de Saúde de Ilha e do Centro de Oncologia dos Açores.
Importa ainda realçar que este grupo conta com elementos que já tiveram experiência direta em processos de criação e desenvolvimento de outros Centros Académicos Clínicos no país, reforçando a solidez técnica e estratégica deste trabalho.
Na abertura dos trabalhos, Mónica Seidi sublinhou que este processo assenta numa articulação plena entre o Governo dos Açores e a Universidade dos Açores, reafirmando o compromisso comum de construir um projeto sólido, reconhecido e de excelência.
“Estamos a seguir, com rigor, todos os passos necessários para garantir que os Açores possam vir a ter um Centro Académico Clínico ao nível dos melhores do país, com condições, massa crítica e capacidade para igualar ou até superar os restantes centros existentes”, afirmou a secretária regional.
A governante reforçou ainda que o objetivo estratégico passa por criar um modelo robusto, capaz de assegurar elevados padrões de formação, investigação e inovação clínica, sempre orientados para o propósito maior de elevar a qualidade da prestação de cuidados de saúde na região.
“Este é um processo inclusivo, participado e agregador, construído com todas as entidades relevantes e com total interesse do Governo Regional em garantir o seu sucesso”, destacou Mónica Seidi.
A secretária regional recordou também que a criação de um Centro Académico Clínico representa uma oportunidade estratégica para reforçar a diferenciação do serviço regional de Saúde, potenciar a formação médica e académica na região, atrair talento e consolidar os Açores como espaço de inovação em saúde.

Em declarações ao Diário da Lagoa, no âmbito do 4.º Fórum das Migrações, realizado entre 8 e 10 de abril nas ilhas do Corvo e das Flores, Leoter Viegas considerou este Fórum uma “oportunidade essencial” para debater políticas migratórias de forma alargada e entre diferentes entidades, sublinhando que a sua participação teve como objetivo “apresentar uma proposta concreta de planeamento estratégico para o futuro das migrações na Região”.
O presidente da AIPA começou por enquadrar o papel da associação que lidera, destacando a sua missão centrada no apoio aos cidadãos estrangeiros que escolheram os Açores para viver.
“A AIPA é uma instituição representativa dos imigrantes nos Açores. Ela tem como objetivo a missão fundamental de contribuir para o acolhimento e integração dos imigrantes que escolheram os Açores para viver”, afirmou.
No contexto do Fórum das Migrações, este responsável salientou a importância do encontro enquanto espaço de debate entre diferentes intervenientes ligados ao fenómeno migratório.
“Este Fórum, que já vai na quarta edição, é importante porque é uma ocasião para vários atores que intervêm nas áreas das migrações, e não só, debaterem as questões relacionadas com as migrações em Portugal e particularmente nos Açores”, referiu.
Leoter Viegas revelou também que a intervenção da AIPA nesta edição teve um carácter propositivo, centrado na necessidade de construção de uma estratégia regional de longo prazo para as migrações, envolvendo o governo regional e os parceiros institucionais.
“A nossa intervenção neste quarto Fórum foi, acima de tudo, deixar aqui uma proposta em jeito de desafio ao governo dos Açores, no sentido de nós, juntos e em parceria, criarmos uma estratégia regional para as migrações”, declarou, explicando que essa estratégia deverá permitir definir uma visão estruturada para o futuro da sociedade açoriana.
“Temos o objetivo fundamental de apresentarmos um documento a médio e longo prazo para aquilo que nós efetivamente queremos para as migrações e como é que nós vemos a sociedade açoriana a médio e longo prazo”, acrescentou Leoter Viegas.
O dirigente alertou ainda para os dados demográficos recentes que evidenciam um envelhecimento significativo da população na Região. Segundo referiu, a população jovem tem vindo a diminuir de forma acentuada, enquanto a população idosa continua a aumentar.
“Os Açores perderam a população com menos de 14 anos em 25%. E a população com idade superior a 65 anos aumentou 33%”, afirmou Leoter Viegas, que acrescentou ainda que as projeções apontam para uma tendência de agravamento nas próximas décadas.
“Em 2060, a população maior de 65 anos aumentará cerca de 76%”, referiu, sublinhando a dimensão do desafio demográfico que a Região enfrenta.
Perante este cenário, defendeu a necessidade de políticas públicas estruturadas que permitam responder a estas transformações, destacando a imigração como uma solução relevante para o equilíbrio populacional. Na sua perspetiva, a integração de novos residentes pode contribuir de forma decisiva para a sustentabilidade da sociedade açoriana.
“A nossa opinião é que uma das formas de mitigar esse fenómeno de envelhecimento da população tem que ver exatamente com uma estratégia de acolhimento, de integração dos imigrantes que vieram viver para os Açores”, concluiu Leoter Viegas.

O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, vai abrir um novo período de candidaturas ao programa VITIS – Reestruturação e Conversão de Vinhas, dotado com uma verba de 1,8 milhões de euros. As candidaturas decorrem entre 18 de maio e 19 de junho de 2026, no âmbito do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) 2023-2027.
O secretário regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, destacou que a abertura deste aviso “reafirma o compromisso do governo em apoiar o setor vitivinícola, promover a valorização das produções regionais, preservar as paisagens vitícolas tradicionais e reforçar a competitividade dos produtores açorianos num mercado cada vez mais exigente”.
O governante acrescentou que a estratégia do executivo assenta numa visão clara de produções de maior qualidade e explorações modernas, capazes de se afirmarem dentro e fora da região.
Os apoios aos produtores assumem a forma de comparticipações financeiras diretas ao investimento e de compensações por perda de rendimento associadas ao período de transição das vinhas, assegurando assim a estabilidade e previsibilidade necessária para quem investe.
Este será o segundo aviso lançado no atual quadro do PEPAC, dando continuidade ao primeiro período aberto em dezembro de 2025, que já incluiu 6,46 hectares de vinha em reconversão, com uma distribuição equilibrada pelas diferentes ilhas.
Entre 2014 e 2023, o VITIS permitiu a aprovação de 644 candidaturas, transformando cerca de 955 hectares de vinha, o que corresponde a um investimento global superior a 24,9 milhões de euros no arquipélago.

Em declarações à nossa reportagem, António Cavaco procurou valorizar os produtos açorianos, que levam a “Marca Açores”. As declarações surigram no âmbito de uma prova de produtos açorianos organizada, no dia 21 de abril, pela Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, no Serviço de Desenvolvimento Agrário de São Miguel, e integrada na Missão Empresarial Minas Gerais-Açores, promovida entre os dias 20 e 24 de abril pela Casa dos Açores de Minas Gerais.
Durante a prova de produtos açorianos, que reuniu produtores, representantes institucionais e participantes da missão empresarial mineira, num momento de degustação e promoção da valorização da identidade gastronómica do arquipélago, António Cavaco afirmou que “o inhame, por exemplo, que é o coco brasileiro, fala exatamente a mesma língua”, acrescentando que “deve ter sido do Brasil que no século XIV/XV acabou por chegar aos Açores e aqui plantou em condições completamente ajustadas e que tem um sabor incrível”.
Este confrade-mor referiu também a versatilidade deste produto, destacando que “temos, por exemplo, a linguiça, a morcela, o queijo”, que se podem degustar com a pimenta, cozido, frito ou salteado.
“O inhame é uma coisa fantástica”, disse.
Sobre a preparação da prova para os empresários brasileiros, o chef sublinhou que o objetivo passa por “valorizar não só o produto, mas também a forma como é apresentado”.
“Primeiro, temos que falar no produto alimentar, mas não nos podemos esquecer do mais importante, que é o amor e o afeto que pomos no tratamento do produto”, explicou António Cavaco, que acrescentou que, “quando damos um produto, quando trabalhamos um produto, trabalhamos com afeto, com carinho, com amor, e é isso que damos às pessoas”.
Este responsável sublinhou ainda que a experiência gastronómica cria diferentes tipos de memória.
“Nós temos dois tipos de memória que arquivamos. Primeiro, o arquivo do palato, esse é inconfundível e arquivamos sempre. Mas aliado ao arquivo do palato, há o arquivo do afeto”, sustentou.
“Se eu comer um determinado produto, sozinho, isolado, num dia sóbrio, num dia meio triste, tenho um arquivo que me vai ficar agravado. Se eu comer isto em conjunto, com pessoas bonitas, com pessoas diferentes, com pessoas que nos chegam de outra cultura, que querem conhecer os nossos produtos, que querem partilhar esse produto, valoriza o palato, grava-se o afeto, eu nunca mais vou esquecer isso”, concluiu António Cavaco.

A cidade de Ponta Delgada já vive o ambiente de preparação para as tradicionais festas em honra do Senhor Santo Cristo dos Milagres, que este ano decorrem entre os dias 5 e 14 de maio, no Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres.
As celebrações deste ano serão presididas pelo cardeal D. António Marto, bispo emérito da diocese de Leiria-Fátima e contam também com a presença do núncio apostólico em Portugal, D. Andrés Carrascosa Coso, nomeado pelo Papa Leão XIV em 11 de dezembro de 2025, que visita pela primeira vez os Açores, sublinhando a relevância religiosa e institucional das festividades.
Entre os momentos centrais do programa destaca-se, no dia 9 de maio, a tradicional procissão da mudança, precedida pelo Te Deum de Ação de Graças e o sermão solene proferido por D. António Marto. No dia 10 de maio realiza-se a procissão solene, após a concelebração eucarística no adro do santuário, um dos pontos mais altos das festas e que reúne milhares de fiéis.
O programa das festas tem início com o tríduo preparatório, nos dias 5, 6 e 7 de maio, sempre às 18h00, que será orientado pelo padre jesuíta Paulo Duarte. Ainda na noite do primeiro dia, 5 de maio, pelas 21h00, terá lugar uma conferência no Coro Alto do Convento da Esperança, subordinada ao tema “Ser pessoas de paz desarmada e desarmante a partir do olhar do Senhor Santo Cristo”.
O programa conta ainda diversas celebrações como a missa destinada aos doentes, no dia 8 de maio, na igreja de São José, presidida pelo bispo de Angra, bem como a missa das promessas, a missa dos romeiros e a vigília jovem, que marcam a vivência espiritual destes dias.
Na mensagem de boas-vindas, o reitor do santuário, cónego Manuel Carlos Alves, destacou o sentido profundo da celebração eucarística, lembrando que “todos participamos no sacerdócio de Cristo na medida em que oferecemos o que somos e fazemos pela salvação da humanidade”. O responsável convidou os fiéis a um espírito de oração e recolhimento, apelando a que, “com olhos suplicantes”, peçam ao Senhor Santo Cristo por paz e vida abundante.
As festas encerram no dia 14 de maio com a celebração em honra da madre Teresa d’Anunciada, presidida pelo reitor do santuário, marcando o fim de um dos maiores acontecimentos religiosos dos Açores.

A Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada realiza, de 8 a 14 de maio, a Feira da Indústria, Comércio e Serviços dos Açores (FICSA) que ocupará a alameda e o pavilhão do Mar, em Ponta Delgada, numa área superior a 4000 m². É a maior feira multissetorial que se realiza nos Açores.
A FICSA decorrerá durante as festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres e terá, este ano, como temática principal, as qualificações. Neste contexto, a CCIPD lançou a iniciativa “Espaço Qualificações”, com o propósito de divulgar todas as temáticas relacionadas com as qualificações com o apoio da Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego.
A feira conta com cento e vinte e dois stands distribuídos pelo pavilhão e alameda do Mar, abrangendo uma variedade relevante de setores de atividade económica, para além de cinquenta e seis stands de artesanato apoiados pelo Centro de Artesanato e Design dos Açores.
Nesta edição destaca-se o espaço FICSA à Mesa com mais de 200m² dedicados aos sabores e à gastronomia. Neste espaço, o público poderá desfrutar de várias opções gastronómicas variáveis que vão desde os pregos às pizzas, passando pela alcatra, sandes e petiscos diversos.
Este ano, a CCIPD aposta numa maior dinamização do evento junto do público-alvo, além de possibilitar a todos os expositores a promoção dos seus produtos e marcas, através da disponibilização de espaços para publicidade no local.
Como habitual, a Escola Profissional da CCIPD marcará a sua presença onde apresentará a oferta formativa planeada para o ano letivo 2025/26, designadamente o curso de Secretariado Executivo, Técnico de Contabilidade e Técnico de Vendas e Marketing, dando resposta às necessidades do mercado e das empresas.