
“Já fiz muitas primeiras pedras, noutras funções, já fiz muitas inaugurações, noutras funções, mas esta é especial porque é a primeira vez que tenho a primeira pedra com máquinas a trabalhar e é assim que eu gosto, ou seja, não é uma cerimónia só formal, tiramos uma fotografia e nada acontece”. As palavras são do presidente da câmara municipal da Lagoa, Frederico Sousa, ditas na cerimónia de lançamento da primeira pedra para a construção de 36 novos apartamentos para habitação social no bairro da Longueira, em Santa Cruz, na Lagoa.
No local escolhido, no interior do bairro, as máquinas já escavaram boa parte da terra que foi retirada para terraplanar o espaço destinado à construção.
De acordo com a autarquia lagoense, serão construídos seis blocos de 18 apartamentos de tipologia T2 e outros 18 apartamentos de tipologia T3.

A obra, inserida no âmbito do PRR, Plano de Recuperação e Resiliência e da Estratégia Local de Habitação, vai custar quatro milhões e oitocentos e cinquenta mil euros com um prazo de execução de 12 meses.
No âmbito da mesma obra, vão ser criadas ruas e mais 60 lugares de estacionamento.
Frederico Sousa explica que as casas destinam-se ao arrendamento: “para arrendar a pessoas que vão morar nessas casas, pessoas que precisam de uma habitação digna”. O autarca reconhece que “o mercado não está fácil” e que é preciso “ajudar todos, desde os que têm menos possibilidades àqueles que, por via do mercado, têm a sua vida estabilizada, são jovens, estão a trabalhar, mas não conseguem ter uma habitação”.

“Vim de uma reunião com a senhora secretária de Estado da Habitação, para planear mais 90 casas para jovens lagoenses que trabalham, pois são pessoas que também precisam de ter uma oportunidade”, diz Frederico Sousa revelando que “é a intenção do município que nos próximos quatro anos seja possível termos pelo menos 200 novas casas da responsabilidade do município”.
A cerimónia contou com a presença de moradores do bairro da Longueira bem como das entidades oficiais, nomeadamente o presidente da mesa da Assembleia Municipal, Rodrigo Oliveira, do presidente da junta de freguesia de Santa Cruz, Sérgio Costa, vereadores da autarquia e do vigário paroquial da Lagoa, padre Rui Pedro Soares.

Foi lançada esta segunda-feira, 28 de abril, a primeira pedra da obra de construção de 31 novos apartamentos na rua Cardeal Humberto Medeiros, na freguesia dos Arrifes, um investimento de cerca de cinco milhões de euros, que decorre no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e do 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação.
A obra foi adjudicada à empresa Conduril – Engenharia, S.A. e Conduril Engenharia – Açores, S.A., tem um prazo de execução de 360 dias e contempla a construção de dois edifícios multifamiliares com 31 habitações, sendo seis de tipologia T0, cinco de tipologia T1, oito de tipologia T2, oito de tipologia T3, dois de tipologia T4 e dois de tipologia T5.
“Com o lançamento desta primeira pedra mostramos a nossa vontade e determinação na concretização de projetos que vem apoiar a vida de várias famílias e suprir um défice habitacional que temos no concelho. Este é mais um passo significativo que damos ao nível do investimento do PRR com vista a ajudar os nossos munícipes e responder ao desafio da habitação”, salientou o presidente da Câmara Municiapl de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral.
Para o responsável autárquico “estamos a seguir com a estratégia local de habitação da Câmara Municipal de Ponta Delgada. O nosso objetivo é contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos nossos cidadãos. Queremos mais e melhor habitação para Ponta Delgada”.
Pedro Nascimento Cabral ainda frisou a importância de dotar a população de habitações condignas: “Ter uma habitação é, sem margem para dúvidas, um passo imprescindível para que as pessoas se possam desenvolver nos mais variados domínios, seja do ponto de vista social, económico, ou mesmo físico e psíquico”.
Até ao momento já foram adjudicadas obras para construção de 68 habitações, 31 apartamentos na freguesia dos Arrifes, num investimento aproximado de 5 milhões de euros, 24 apartamentos em São José, por cerca de 4,5 milhões de euros e uma moradia em Santa Clara, num investimento de cerca de 350 mil euros.
Em breve, será adjudicada a construção de 12 apartamentos em São Sebastião, por cerca 2,5 milhões de euros. Está em fase de conclusão os procedimentos para a abertura dos concursos públicos para a execução de cinco habitações na freguesia de São Pedro e a construção de mais 25 apartamentos em São Pedro, 23 apartamentos na Fajã de Cima, 30 apartamentos na Fajã de Baixo e quatro apartamentos em São Sebastião.

A Câmara Municipal de Ponta Delgada adjudicou a empreitada de construção de 24 novos apartamentos na rua Padre Joaquim, na freguesia de São José, pelo valor de 3.344.208,85 euros, acrescido do IVA à taxa legal em vigor.
A informação foi avançada pelo presidente da autarquia, Pedro Nascimento Cabral, à saída da reunião ordinária da Câmara Municipal desta manhã, adiantando que a empreitada inicia já no próximo mês de fevereiro e conta com um prazo de execução de 360 dias.
“A circunstância reveste-se de algum simbolismo, uma vez que marca o arranque do maior investimento alguma vez feito pelo Município de Ponta Delgada no setor da habitação”, salientou Pedro Nascimento Cabral.
“Com a concretização deste investimento municipal – um dos maiores que faremos na área da Habitação – vamos ajudar muitas pessoas e famílias de São José, contribuindo para que a freguesia continue a trilhar um percurso de desenvolvimento social e económico. A adjudicação desta obra é uma demonstração clara do nosso compromisso em melhorar a qualidade de vida em Ponta Delgada”, acrescentou.
O presidente da Câmara de Ponta Delgada sublinhou que, além de São José, o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) já aprovou projetos para a construção de novas moradias nas freguesias de Santa Clara, São Sebastião, São Pedro, Fajã de Cima, Fajã de Baixo, Arrifes e Ginetes.
Entretanto, o presidente da Câmara Municipal frisou que a autarquia continua a aguardar resposta a mais candidaturas que foram submetidas ao IHRU para a concretização de novos projetos na área da habitação no concelho.
Realçou, contudo, que, só após autorização por parte do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, é que a Câmara Municipal poderá desenvolver os procedimentos legais para o lançamento dos concursos públicos destinados à construção das moradias ou apartamentos.