
Daniela Amaral Ferreira, de 9 anos de idade, foi a vencedora da 32.ª edição da Gala dos Pequenos Cantores Caravela d’Ouro, evento que decorreu no pavilhão multiusos da vila da Povoação.
A jovem natural da Povoação conquistou o primeiro lugar com a canção “O Balanço do Mar”, com letra e música de Amândio Garcia Magalhães. Para além do prémio monetário no valor de trezentos euros, a vencedora vai representar o Caravela d’Ouro no Festival da Canção Infantil da Madeira, em 2027. A canção “O Balanço do Mar” ganhou também na categoria da “Melhor Música”. O compositor arrecadou uma noite para duas pessoas no Terra Nostra Garden Hotel e a intérprete voltou a ganhar mais cem euros em prémio.
Em segundo lugar ficou Clara Leite Amaral, de 10 anos, também natural da Povoação, com a canção “O meu Cantinho de Sonho”, com letra de Lídia Oliveira e música de César Carvalho. Ganhou um prémio no valor de duzentos euros e vai poder visitar a ilha do Pico para participar, como convidada especial, no Festival da Canção Infantil Baleia de Marfim, das Lajes do Pico.
Na terceira posição ficou Leonor Condinho Câmara, de 10 anos, também da Povoação, com a música “A Magia das Fadas”, com letra e música de Samuel Pacheco. A terceira classificada ganhou cento e cinquenta euros em prémio e duas noites, para duas pessoas, no Octant Hotel.
A “Melhor Letra” foi atribuída a Ana Paula Leite com o título “O meu Barco de Brincar”. Esta canção foi interpretada por Leonor de Melo Pereira, de 8 anos, da Água Retorta, que arrecadou um prémio no valor de cem euros. A autora da letra recebeu uma noite, para duas pessoas, no Terra Nostra Garden Hotel.
Finalmente, o galardão da “Canção Recomendada para Crianças” foi para Ester Nascimento Freire, de 7 anos, também da Povoação, que venceu com a canção “Achas que é Mentira?”, com letra e música de Ana Paula Andrade. Ganhou um prémio no valor monetário de cem euros e duas noites para duas pessoas no Hotel do Mar.

A quinta edição do Festival Lava decorre na ilha do Pico, nos Açores, de 17 a 19 de abril, e este ano concentra-se no concelho da Madalena, ocupando diversos espaços públicos e privados. Segundo a organização, o evento “promete uma comunhão única entre promotores, artistas, patrocinadores e público na celebração da arte açoriana”.
O cartaz apresenta inovações, como a introdução das Lava Talks e os Almoços de Networking, iniciativas dedicadas a artistas e profissionais da cultura, promovendo o estabelecimento de sinergias e a partilha de perspetivas. Os temas em destaque este ano são: “Dupla Insularidade na Organização de Eventos: Desafios e Perspetivas” e “A Importância de Comunicar no Digital”.
O auditório da Madalena será o epicentro do festival entre os dias 17 e 19 de abril, com dois concertos Mini Lava, dedicados aos mais pequenos, que contarão com os Batukes, um projeto que combina música e sensibilização ambiental. O palco também receberá o Lava Ensemble, uma produção original do festival, com direção artística de Filipe Lemos e direção musical da maestrina Ana Terra, reunindo 18 elementos em cena. A Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense terá a honra de encerrar a programação no auditório.
Os espaços emblemáticos como o Cella Bar, Azores Wine Company, Cooperativa Vitivinícola do Pico, Café Concerto e Restaurante O Luís receberão performances de artistas como Valley Dation, Urze, Pó de Palco, Frederico Madeira e Oram.
A organização diz, ainda, que a “metamorfose do Lava Festival é real, com uma aposta na fusão entre tradição e contemporaneidade, no local e regional, sendo uma verdadeira montra da cultura açoriana para residentes e visitantes”. Por fim, a gastronomia e o vinho também ocupam um lugar de destaque na programação, com menus especiais e provas de licores e vinhos do Pico, sendo que o festival “propõe uma caminhada musical, incentivando a descoberta da ilha ao som da música”.

Estão abertas as candidaturas a artistas e programadores para a primeira edição Walk&Talk — Bienal de Artes, a decorrer entre 25 de setembro a 30 de novembro de 2025, na ilha de São Miguel.
Em nota de imprensa enviada às redações, a associação responsável pelo projeto, a Anda&Fala, convida artistas de todas as disciplinas e geografias a apresentar candidaturas a residências artísticas, até 31 de janeiro de 2025, pelas 17h00. Também propõe, a iniciativas culturais locais, a submissão de projetos de programação, nesta que será a primeira edição neste novo formato como bienal, sob o título Gestos de Abundância.
Com a curadoria e programação desenvolvidas por uma rede comunitária de artistas, curadores e equipas, a Walk&Talk — Bienal de Artes vai ter como equipa principal as curadoras convidadas Claire Shea (Toronto, Canadá), Fatima Bintou Rassoul Sy (Dakar, Senegal), Liliana Coutinho (Lisboa, Portugal), e o diretor artístico e curador Jesse James (Açores, Portugal), num trabalho de colaboração e envolvimento criativo com as equipas da organização.
Artistas individuais ou coletivos, com trabalho em qualquer domínio ou disciplina e de qualquer nacionalidade ou localização, estão convidados a apresentar candidaturas das quais duas serão selecionadas para residências artísticas em 2025, com bolsas de 2.500,00 euros.
A associação cultural Anda&Fala convida também as associações ou agentes culturais independentes, sediados nos Açores, com experiência comprovada na organização de eventos culturais ou artísticos, a submeter propostas de programação, das quais duas serão selecionadas para integrar o programa oficial da bienal, com uma bolsa de até 5.000,00 euros cada.