
O Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, na ilha do Faial, acolhe esta segunda-feira, 12 de maio, da sessão “Os Centros Ciência Viva: a diversidade nas suas multidimensões”, no âmbito do 25.º Encontro da Rede de Centros Ciência Viva.
O encontro, que decorre de até 13 de maio, tem como objetivo promover a reflexão sobre o impacto científico, social, cultural e económico da Rede Ciência Viva em Portugal, destacando a interseção entre ciência, inovação e sociedade como motor de inspiração e colaboração.
De acordo com o secretário regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, presente no evento, “trata-se de um prestigiante evento de âmbito nacional, que se realiza pela segunda vez nos Açores, depois de em 2017 se ter realizado em São Miguel, no Expolab, e que tem um significado profundo para o Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, para a ilha do Faial e para a Região Autónoma dos Açores”.
Alongo Miguel explica que “a Rede Centros de Ciência Viva configura um instrumento fundamental para a disseminação do conhecimento e da investigação científica e tecnológica em Portugal, funcionando como plataformas de interação e de aproximação dos cidadãos e das instituições à ciência”.
O secretário regional lembra igualmente que o Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos foi integrado, muito recentemente, em novembro de 2024, na Rede de Centros de Ciência Viva, como membro associado, juntando-se ao Expolab, na ilha de São Miguel, como únicos representantes da região, num lote muito restrito, de apenas 21 Centros de Centros que integram esta rede, “prestigiando, assim, a região, em geral, e a ilha do Faial, em particular”.
Alonso Miguel destaca ainda que “esta é uma oportunidade única para garantir o desenvolvimento de projetos colaborativos de investigação e de educação ambiental que, com certeza, poderão permitir aprofundar o conhecimento científico sobre este ecossistema único, consolidando o Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos como um espaço de excelência no domínio da literacia científica e ambiental”.
“O Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos acrescenta também valor e notoriedade à Rede de Centros Ciência Viva, contando a fascinante história da erupção que originou o terreno emerso mais recente de Portugal”, acrescenta o secretário regional do Ambiente.
A iniciativa conta com a presença da presidente da Rede e diretora do Pavilhão do Conhecimento, Rosalia Vargas, assim como representantes das equipas de direção dos 21 centros que integram a rede.

O Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, na ilha do Faial, tornou-se membro associado da Rede de Centos Ciência Viva.
O secretário regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, procedeu hoje, 11 de novembro, à assinatura do protocolo de integração do Centro de Interpretação na Rede nacional.
Alonso Miguel realçou o trabalho desenvolvido para a disseminação do conhecimento e da investigação científica, “assumindo-se como um polo dinamizador da educação e literacia científica e tecnológica em Portugal”.
“Estes centros representam relevantes plataformas de interação e de aproximação dos cidadãos e das instituições à ciência, bem como repositórios essenciais de conhecimento e de informação histórica e contemporânea em matéria ambiental, cultural e social, com reflexos importantes para o desenvolvimento das nossas sociedades”, prosseguiu.
Segundo o governante, “a integração do Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos num lote restrito de centros que integram a Rede de Centros de Ciência Viva do País, é um momento que muito prestigia a Região e a ilha do Faial, em particular”.
O Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos junta-se ao Expolab, instalado na cidade da Lagoa, em São Miguel, como membros associados da Rede de Centros de Ciência Viva, e como representantes da Região Autónoma dos Açores num conjunto de 21 Centros em todo o território nacional.
O Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, inaugurado em agosto de 2008, é um espaço que valoriza o património científico e sociocultural, tendo um caráter informativo e didático.
O governante sublinhou ainda que “com esta integração, como membro associado da Rede de Ciência Viva, neste ano, em que se comemora os 67 anos do início da erupção, o Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos reafirma o seu compromisso para com a educação ambiental, a investigação científica e a promoção do turismo sustentável”.
Alonso Miguel concluiu afirmando que “trata-se de uma oportunidade única para reforçar o conhecimento científico, através de projetos de investigação e de educação ambiental, com colaboração nacional e internacional, que, com certeza, podem aprofundar o conhecimento sobre este ecossistema único e promover a literacia científica”.