
O auditório da Escola Secundária de Lagoa, na ilha de São Miguel, foi palco da apresentação do Projeto Náutica/0 às turmas do sétimo ano que, pela primeira vez, usufruem do mesmo. Segundo a Câmara da Lagoa, o projeto já abrangeu 2.046 alunos lagoenses.
A apresentação contou com a presença do vice-presidente da câmara municipal da Lagoa, Nelson Santos, e do presidente do conselho executivo do estabelecimento de ensino, Alexandre Oliveira. Na ocasião, Nelson Santos referiu que “mais do que formar jovens pretende-se, a médio e longo prazo, voltar uma comunidade para o mar, valorizando-o, respeitando-o e usufruindo de todas as suas potencialidades”.
Os alunos puderam ainda escutar uma explicação por parte dos parceiros do projeto como é o caso do Clube Náutico de Lagoa, da Autoridade Marítima, da Polícia Marítima e do Centro de Educação e Formação Ambiental (CEFAL).
Em comunicado, a autarquia da Lagoa explica que, anualmente, une esforços com o Clube Náutico de Lagoa, a Escola Secundária de Lagoa e a Autoridade Marítima Nacional para proporcionar 10 blocos de 90 minutos de sessões náuticas ao longo do ano letivo para as turmas do sétimo e oitavo ano.
Nesta oitava edição, o projeto vai abranger 204 alunos, que terão a oportunidade de adquirir e consolidar competências em manuseamento de materiais náuticos, técnicas de natação e atividades de salvamento, entre outras. A aprendizagem será conduzida por treinadores credenciados nas Federações Portuguesas de Canoagem, Vela e Natação.
Le Projeto Náutica/0 foi criado em 2018 com o objetivo de motivar jovens em idade escolar para as práticas náuticas, integrando-as no programa curricular da disciplina de Educação Física do ensino regular.

Patrícia Gaspar Silva
Especialista em Pediatria no Hospital CUF Açores
Com o fim das férias de verão, impera a necessidade de recuperar a rotina e os horários da época escolar. De forma a facilitar esta transição, exploramos algumas medidas que podem ser aplicadas nesta fase do ano.
Em primeiro lugar, é fundamental regularizar os horários de sono. O sono é fundamental para as crianças e, durante o verão, é natural que se deitem mais tarde ou em horários mais irregulares. Recomenda-se reajustar, de forma gradual, os horários de uma a duas semanas antes do início das aulas, criando uma nova rotina adaptada à escola. Nas crianças que ainda fazem sesta, esta, idealmente, não deve ocorrer muito tarde, de forma a não comprometer o sono durante a noite. A rotina da noite também deverá voltar ao normal, por exemplo, com a leitura de uma história ou com uma música suave e sem ecrãs. Durante as férias, é frequente que as crianças façam uma maior utilização de ecrãs. Porém, o seu uso excessivo pode ter efeitos no comportamento, na capacidade de concentração e no sono. Por esse motivo, na preparação para o início das aulas, esta utilização deve ser mais criteriosa, recomendando-se a limitação da utilização de dispositivos eletrónicos no quarto, uma a duas horas antes da hora de deitar. Os limites diários de utilização deverão ser inferiores a 30 minutos por dia entre os três e os seis anos, uma hora entre os sete e os 11 anos e, idealmente, inferior a duas horas a partir dos 12 anos, como recomendado pela Sociedade Portuguesa de Neuropediatria. Devem, ainda, ser promovidos conteúdos adequados e com particular atenção às redes sociais. A postura quando sentado também deve ser corrigida, de forma a evitar problemas futuros.
Recomenda-se que a criança aproveite ao máximo o bom tempo e o ar livre, com atividades durante o dia, movimento e interação com outras crianças e com a família, pois além de promotor do desenvolvimento, este tempo de qualidade ao ar livre ajuda a regular o sono e a rotina, pelo que deve ser sempre privilegiado. Nestes momentos, é importante não esquecer a devida proteção solar!
O regresso às aulas pode também causar alguma ansiedade, por esse motivo, a existência de rotinas estáveis e previsíveis podem ajudar a criança a sentir-se mais segura, sendo importante a sua participação em algumas escolhas e tarefas – tais como preparar o pequeno-almoço, escolher a roupa, preparar a mochila ou comprar material escolar, permitindo desenvolver a sua autonomia e dar a sensação de controlo no meio da mudança. É importante, ainda, conversar com a criança ou com o adolescente e dar-lhe um espaço seguro para partilhar as suas preocupações. Temas como o alcoolismo, tabagismo, toxicodependência, bullying, consentimento, puberdade, entre outros, podem e devem ser abordados de forma adequada à idade, com a família ou, em caso de necessidade, em articulação com os cuidados de saúde.
Antes do regresso às aulas é importante garantir que a vigilância da saúde do seu filho está atualizada, nomeadamente em termos do crescimento, do desenvolvimento, da visão, da audição, de eventuais doenças crónicas e da vacinação. Um adequado seguimento permite detetar e tratar situações que podem condicionar o sucesso escolar ou o bem-estar psicológico das crianças, de forma a que não existam oportunidades perdidas para atingir o potencial máximo de cada uma.

O concurso público para a requalificação da escola EB1/JI Marquês Jácome Correia, na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, na cidade da Lagoa, acabou de ser lançado, anunciou esta terça-feira, 8 de julho, a Câmara Municipal de Lagoa.
Trata-se de uma intervenção que se insere no âmbito de uma candidatura aprovada pelo P02030, e que compreende um investimento de cerca de 650 mil euros.
Para o presidente da Câmara da Lagoa, Frederico Sousa, “esta é uma intervenção que vem ao encontro da modernização que se quer nos edifícios escolares, principalmente no que diz respeito à adaptação destes espaços às novas exigências pedagógicas e tecnológicas”.
Segundo o autarca, trata-se de um investimento no futuro, porque “ao investir na melhoria das escolas do 1.º ciclo do ensino básico do concelho, o município não só contribui para um maior bem-estar de alunos, professores e auxiliares de educação, como também para reforçar o papel da escola como centro de desenvolvimento e formação de uma comunidade, bem como, colabora para o sucesso educativo dos alunos”.
A autarquia lagoense, em comunicado, refere ainda que a intervenção pretende “recuperar e requalificar a Escola Marquês Jácome Correia, mantendo a estrutura e distribuição atual, promovendo, melhores condições de utilização deste estabelecimento de ensino”.
Estão, igualmente, previstas soluções que permitam a melhoria do desempenho energético do edifício, reduzindo a emissão de gases com efeito de estufa e promovendo o conforto térmico daquele estabelecimento de ensino. “Serão implementadas soluções que garantem um melhor desempenho energético do edifício, reduzindo os custos de utilização, assim como, serão minimizados todos os problemas e patologias identificadas, o que resultará numa menor intervenção periódica de manutenção e pequenas reparações”, explica a autarquia da Lagoa.
Está igualmente prevista a substituição de iluminação existente por iluminação LED.
No que diz respeito à infraestruturas de telecomunicações, está prevista a execução de uma nova rede estruturada, com a disponibilização de rede WiFi para acesso à internet em toda a escola, assim como, a instalação de equipamentos e tecnologias em todas as salas de aula, nomeadamente de Smart Boards, apostando-se na qualidade das infraestruturas e recursos pedagógicos, tornando-os mais acessíveis e mais ajustados às tendências de afirmação digital.
Relativamente à segurança contra incêndios, serão substituídas e ou colocadas plantas de emergência, iluminação e sinalização de emergência, sistema de alarme e deteção, meios de combate e atualização das medidas de autoproteção, entre outros.
Finalmente, ao nível da mitigação de patologias, está previsto um conjunto de trabalhos de construção civil que permitam a recuperação do edificado e promovam a conservação do mesmo, de modo a aumentar a sua vida útil, assim como aumentar a sua resistência às alterações climáticas.

A quase centenária escola EB1/JI Marquês Jácome Correia, localizada na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, na Lagoa, vai entrar em obras e ser alvo de uma requalificação profunda no valor de quase 600 mil euros. A candidatura ao fundo europeu PO 2030 já foi aprovada e teve luz verde de Bruxelas. A informação foi avançada pelo presidente da Câmara da Lagoa ao Diário da Lagoa. “A nossa intenção e da candidatura partem sempre do pressuposto que é para requalificá-la para escola, para se manter como escola, a nossa preocupação é o edifício”, assegura Frederico Sousa. O autarca garante que o edifício depois de requalificado vai continuar como escola. “Com a aprovação da candidatura, vamos lançar a empreitada agora em breve”, diz Frederico Sousa. Não avança contudo quando deverão começar as obras dizendo apenas que “depende agora do concurso”.
Em dezembro passado, o Diário da Lagoa (DL) noticiou que tanto o conselho executivo da EBI de Lagoa como a Associação de Pais da EBI de Lagoa desmentiram um possível encerramento da escola, algo que era receado por muitos pais devido a rumores que começaram a circular na comunidade de que a escola iria fechar. Contudo, a escola tem vindo a ter cada vez menos inscritos. Há sete anos tinha cerca de 100 alunos e atualmente conta com 64. O presidente do conselho executivo, Manuel Rodrigues declarou ao DL que não tinha conhecimento de um possível encerramento por falta de alunos. “Não tenho qualquer informação neste sentido, nem da parte da tutela, nem da parte da Câmara Municipal da Lagoa”, afirmou Manuel Rodrigues em dezembro.
A escola Marquês Jácome Correia apresenta elevados níveis de degradação em termos estruturais que carecem de intervenção. Segundo consta, inscrito na fachada da própria escola, o edifício foi construído entre 1928 e 1930 tendo já quase um século de vida.

O Clube de Patinagem de Santa Cruz sagrou-se campeão regional de patinagem artística na prova realizada a 10 e 11 de maio, em Ponta Garça. Para celebrar a conquista, o clube promoveu um convívio a 19 de maio na escola do Fisher. Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Frederico Sousa, adiantou que o atual pavilhão da Escola 2,3 Pe. João José do Amaral, mais conhecida como escola do Fisher, poderá tornar-se pavilhão municipal através de um contrato de comodato com o Governo regional dos Açores.
O autarca lagoense revelou que, em fevereiro, a autarquia submeteu essa pretensão à Secretaria Regional da Educação, Cultura e Desporto, uma vez que o projeto para a nova escola ainda não está concluído.
Durante o convívio, em declarações ao Diário da Lagoa, o treinador Geraldo Andrade salientou que o pavilhão poderá, assim, ser também a casa do Clube de Patinagem Artística de Santa Cruz, por ser o espaço mais adequado e disponível para a prática desta modalidade.
“Seria uma mais-valia para a nossa Lagoa. Essa foi uma proposta nossa, uma ideia que surgiu quando soubemos que iriam demolir a escola toda. Queremos ficar neste pavilhão”, defendeu o treinador santacruzense.
Caso o desafio proposto seja aceite, a Câmara da Lagoa pretende ficar responsável pela construção de uma entrada independente, pela colocação de uma vedação e pela manutenção e gestão do espaço, de modo a salvaguardar a prática desportiva.
“O município de Lagoa fomenta o associativismo desportivo e a diversidade de modalidades desportivas lagoenses, apoiando financeira e logisticamente os planos de atividades dos seus clubes, associações e instituições desportivas, para cumprir com as reais funções do desporto, que passam por integrar e incluir socialmente, mas também promover a ocupação saudável de tempos livres; profissionalizar e formar competitivamente atletas e garantir a qualidade de vida de centenas de crianças, jovens, adultos e seniores”, esclareceu igualmente Frederico Sousa.
O presidente da autarquia lagoense demonstrou-se, por fim, disponível para reunir e discutir sobre este assunto, tendo em vista a sua possível concretização.

Realizou-se entre 8 e 11 de maio, na ilha de Santa Maria, o 1º Workshop de Investigação na RAEGE. Este evento científico foi promovido pela “Raege-A2” e contou com a participação de 12 alunos do ensino secundário, provenientes de várias escolas açorianas (São Miguel, Terceira, Pico, São Jorge e Santa Maria), que fizeram equipa com 12 alunos aniversários, provenientes da Universidade de Coimbra e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Os alunos participaram em várias atividades científicas sobre Radioastronomia e Meteorologia Espacial, que se realizaram na Sede da Agência Espacial Portuguesa e na estação Raege, tendo as palestras se realizado na Biblioteca Municipal de Vila do Porto.
Participou neste evento o aluno Francisco Botelho, do Clube de Astronomia desta Escola, aluno do 11º ano da área de Ciências, orientado pela professora Paula Silva e que fez equipa (ME-5 e 6) com quatro alunos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e com um aluno da Escola de Santa Maria.
Francisco Botelho considera que: “Esta foi uma experiência enriquecedora que me fez abrir os olhos sobre outras áreas pelas quais me possa interessar e que talvez pondere no ensino superior. Foi interessante conhecer pessoas novas que me ajudaram imenso.”

O presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Luís Garcia, disse esta quinta-feira, 8 de maio, que “fixar jovens nos Açores não pode ser apenas um desejo — tem de ser um desígnio local e regional”, reforçando que o futuro das ilhas depende da capacidade coletiva de criar condições reais de atratividade para as novas gerações.
Segundo nota de imprensa enviada às redações, as declarações foram proveridas no sexto encontro do roteiro “Açores com Futuro – Jovens que Inspiram”, realizado esta manhã, na Escola Básica e Secundária da Graciosa, perante uma plateia de cerca de 150 alunos do ensino secundário e profissional.
“Só com políticas públicas eficazes numa verdadeira sintonia entre os setores público e privado é que conseguimos criar as condições certas para que os jovens escolham ficar”, salientou o presidente da Assembleia Legislativa.
Na ocasião, Luís Garcia alertou também para a importância de manter o equilíbrio no desenvolvimento local: “É essencial garantir que todas as áreas, como a restauração ou a oferta de serviços, também se desenvolvem, para que as nossas ilhas sejam verdadeiramente atrativas para viver”.
“Bem sei que para que vocês, jovens, possam escolher ficar, regressar ou investir aqui, é fundamental que, além de oportunidades profissionais, tenhamos também qualidade de vida, cultura, lazer e uma oferta de serviços mais diversificada, tudo isso sem perder a identidade da ilha”, afirmou Luís Garcia.
“A Érica Silva, ao dar continuidade à ‘Quinta da Corneta’, não está apenas a cultivar meloas, mas a dar um exemplo de como a agricultura local é tão essencial; o João Bettencourt, na ‘Casa Agrícola Bettencourt & Bettencourt’, está a valorizar a tradição agrícola da ilha; o Duarte Silva, no parque eólico ‘Graciólica’, não só está a impulsionar a energia renovável, mas a contribuir para a transição energética que é crucial para a sustentabilidade da nossa Região; já a Carolina Machado, como professora primária, não só ensina, mas está a formar as futuras gerações para termos uma sociedade melhor preparada”, concluiu Luís Garcia.

A impressão 3D é uma revolução tecnológica que a Escola não pode ignorar. Permite aceder a um processo de desenvolvimento idêntico ao industrial. Estimula a criatividade, capacidade de adaptação e desenvolvimento de novas ideias. Inclui a Escola num novo paradigma que começa a dominar a produção industrial e o comércio online.
No dia 30 de abril, decorreu o Evento Print Jam 3D na Escola Secundária de Lagoa no âmbito do Erasmus+ 3DPrintED, projeto que pretende levar a impressão 3D a toda a comunidade escolar. Contou com a parceria do Expolab – Centro Ciência Viva, do Colégio do Castanheiro e com a colaboração e incansável suporte do Conselho Executivo da Escola Secundária de Lagoa, cujos bons préstimos se enaltecem. Teve o apoio de muitos docentes e alunos que dinamizaram e participaram em várias atividades de cariz pedagógico e tecnológico. As fitas para os crachás dos dinamizadores, a maioria alunos, foram gentilmente oferecidas pela Câmara Municipal de Lagoa.
Um grande espírito de equipa permitiu a criação de um espaço de aprendizagem e troca de ideias entre docentes, alunos e veteranos da impressão 3D. Um momento de celebração da tecnologia, aprendizagem e camaradagem que têm sido uma constante na Escola Secundária de Lagoa.

Os Açores estiveram representados nos Science Days (Dias da Ciência), em São Paulo, que este ano foram dedicados ao espaço. Este mega evento reúne especialistas das STEAM, na sigla inglesa, que significa Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática. Da região, partiu rumo ao Brasil uma comitiva que incluía profissionais da estação RAEGE de Santa Maria e professores de escolas açorianas, entre as quais a Escola Secundária da Lagoa, que foi representada por Luís Filipe Machado.
Para lá, levaram entusiasmo e algum material, como vídeos, fotografias e posters que ilustram as atividades desenvolvidas. Para cá, esperam trazer aprendizagens valiosas, incluindo como organizar um evento daquela dimensão. A região tem a intenção de, no próximo ano, receber este simpósio.
“Aquilo é uma grande maluquice, com atividades voltadas para o espaço, de engenharia, de física, de matemática”, conta o professor ao Diário da Lagoa. Foram três dias intensos, onde a intenção era partilhar experiências e aprendizagens. Este grande evento, que reúne mais de meia centena de agentes ligados ao espaço de todo o mundo, é uma mostra do que melhor se faz. Este ano, mais de 80 instituições confirmaram a sua presença na mostra Interativa, sendo um dos eventos mais importantes na área de ciências e tecnologias a nível mundial que tem como objetivo através da educação chegar a um vasto público académico, ao mesmo tempo que promove a indústria aeroespacial e o seu impacto na economia, além de destacar os benefícios que a ciência e a tecnologia trazem para o presente e o futuro da humanidade.
O projeto foi promovido pelo Instituto Alpha Lumen em parceria com a Michaelis Foundation for Global Education dos Estados Unidos da América.
E é aí, na área do Espaço, que entra a Escola Secundária da Lagoa, onde o Clube de Astronomia tem vindo a ganhar destaque. Exemplo disso é a semana dos asteroides, que se realizou durante o mês de março, e que transformou a escola num microcosmos, com uma exposição de astro fotografia e uma estreia: trabalhos que aliaram o espaço e a arte. Sob o tema “Miró e as constelações”, três turmas do 8.º ano exploraram a ligação do pintor espanhol com os astros. A mostra fotográfica contou com imagens captadas pelo telescópio do clube, e com a coleção do astrónomo João Porto, cedida pelo Observatório Astronómico de Santana, Açores (OASA).
A escola recebeu ainda o astrofísico Pedro Machado, o açoriano que tem um asteroide com o seu nome, e promoveu, no OASA, uma conferência sobre a vida no universo. Um evento dificultado pela greve dos assistentes operacionais, mas que mesmo assim foi um grande sucesso, considerou Luís Filipe Machado.

Foram 10 os alunos da Escola Secundária de Lagoa, na ilha de São Miguel, acompanhados pelas professoras Natália de Sousa, Maria Guiomar e Célia Figueiredo, que realizaram um intercâmbio de erasmus com a escola M. M. Boiardo, da cidade de Ferrara, em Itália, em novembro passado. Este mês foi a vez de 10 alunos, acompanhados pelas professoras Sara Toso e Emanuela Berardi, do agrupamento Istituto Comprensivo Statale “Alda Costa”, conhecerem a Lagoa e a ilha de São Miguel.
Os alunos italianos chegaram sábado passado, sendo que esta segunda-feira, 17 de março, puderam visitar a escola lagoense para realizar uma apresentação sobre a sua cidade de Ferrara a que o Diário da Lagoa assistiu. Foram, também, entregues diplomas de participação aos alunos que tiveram a oportunidade de aprender e conhecer sobre as novas realidades que encontraram em ambos os países.
Para as professoras Sara Toso e Emanuela Berardi, esta é uma oportunidade “muito importante para os alunos, porque permite conhecerem um país diferente, ter uma boa experiência longe de casa, em intercâmbio com outros alunos e famílias de acolhimento, bem como com a escola”. Na perspetiva das docentes italianas, “é uma forma de aprenderem outra língua e sobre outra cultura também”.
Os alunos em visita aos Açores regressam a Itália na próxima quarta-feira, 19 de março.