
O Auditório Ferreira da Silva, na Vila de Água de Pau, irá receber, no próximo dia 25 de outubro, pelas 21h00, o espetáculo musical «2 Corações – A Viola que nos Une», anunciou a Câmara da Lagoa
Trata-se de uma iniciativa da Fundação INATEL, em parceria com a autarquia lagoense e a Associação de Juventude Violas da Terra, que celebra a cultura, a música e o património imaterial dos Açores, tendo como elemento central a viola.
De acordo com comunicado enviado às redações, o evento contará com a participação da Sociedade Filarmónica Fraternidade Rural de Água de Pau; o Duo Toadas, composto por César Carvalho, na viola, e Rafael Carvalho, na viola da terra; Joana Ribeiro, na harpa; o Raquel Dutra Quarteto e os Tocadores de Viola da Lagoa.
A entrada para o espetáculo é livre e gratuita, estando sujeita à lotação da sala do Auditório Ferreira da Silva.

O “Workshop Viola Micaelense”, da responsabilidade da Associação de Juventude Viola da Terra (AJVT), percorreu todos os concelhos da ilha de São Miguel desde dezembro passado, tendo terminado em Vila Franca do Campo, a 15 de junho.
Os trabalhos decorreram no Museu Municipal de Vila Franca do Campo, com tocadores naturais daquele concelho, e finalizaram com uma apresentação musical por parte dos formandos. O repertório trabalhado e apresentado foi em torno do cancioneiro açoriano, tendo os arranjos sido definidos ao longo do “workshop”, de acordo com o progresso do mesmo e competências dos formandos.
Segundo a AJVT, o objetivo desta ação foi de promover workshops proporcionando um acesso à formação de proximidade, que passou também por Ribeira Quente, Lomba da Fazenda, Porto Formoso, Rosário e Fajã de Baixo, alcançando mais de três dezenas de formandos.
As sessões foram produzidas e orientadas pelo músico e professor açoriano Rafael Carvalho, formador com mais de duas décadas de experiência no ensino da Viola da Terra, e estruturadas com exercícios de aquecimento para o polegar e exercícios de digitação, formas de potenciar a qualidade sonora extraída do instrumento quer a uma voz quer a duas vozes, a alternância de melodias entre solistas bem como outras sugestões de harmonização das peças em estudo, com base, essencialmente, no cancioneiro popular açoriano.
De acordo com Rafael Carvalho, estas formações de proximidade “são fundamentais para um efetivo resultado de mobilização de formandos e da criação de dinâmicas em cada localidade, ajustando ainda horários de acordo com as disponibilidades dos formandos, tornando realmente possível a sua participação, e adaptando os conteúdos a cada realidade, correspondendo às reais necessidades de cada indivíduo”.
A associação revela, em comunicado, que irá avaliar a possibilidade de dar continuidade a estas formações, algo que foi solicitado como fundamental por todos os que frequentaram as mesmas, mas é um trabalho enorme de logística organizacional para uma entidade que não tem funcionários e que apenas foi possível graças a enorme esforço pessoal dos envolvidos.
A AJVT refere também que está aberta a propostas para orientar formações cujas solicitações venham diretamente de grupos folclóricos, outras associações ou autarquias, mediante a disponibilidade e as condições para garantir as mesmas.
Esta iniciativa foi promovida pela Associação de Juventude Viola da Terra em colaboração com entidades de todos os concelhos e com o apoio da Direcção Regional da Juventude Açores, através do programa AECT.

Cerca de duas dezenas de alunos e dois professores da Pace University de Nova Iorque, Estados Unidos, encontram-se nos Açores para a realização de um documentário sobre a Viola da Terra.
Este projecto inserido nos “Pace Docs”, desloca-se a um país, anualmente, numa visita de estudo prática para desenvolvimento de um documentário acerca de determinado local, produto ou herança cultural. Sob a orientação dos professores, são os alunos que têm a tarefa de montar o material técnico, recolher as imagens, o áudio, preparar os conteúdos das entrevistas e, no regresso a casa, proceder à pós-produção de finalização do documentário.
Em 2025 a escolha para o “Pace Docs”, intitulado “Harmony of the Azores” foi a Viola da Terra, com um trabalho de campo de decorre em São Miguel e Terceira, de 16 a 20 de Março. O documentário tem a noite de estreia, em Maio, num Anfiteatro em Nova Iorque para o público em geral.
Os alunos já visitaram o Museu Municipal de Vila Franca do Campo e a sua exposição de Violas e “A Arte do Violeiro”, a oficina do Luthier Hugo Raposo e a Exposição “Viola da Saudade”, no Museu da Ribeira Grande, dedicada a Miguel de Braga Pimentel.
Tiveram, ainda, a possibilidade de concretizar uma entrevista com o músico e professor açoriano Rafael Carvalho, no salão nobre da Junta de Freguesia da Fajã de Baixo, que explicou o contexto e caraterísticas da viola bem como o seu percurso pessoal, terminando com um pequeno momento musical. Assistiram a uma aula de uma das turmas da Escola de Violas da Fajã de Baixo, registando momento musical com os alunos mais velhos da escola e colocando algumas questões sobre a sua iniciação no instrumento, e estiveram com tocadores e cantadores do rancho folclórico Santa Cecília para um serão musical.
Na ilha Terceira irão ter contacto com a viola de 15 cordas e continuarão a desenvolver entrevistas com diversos tocadores de Viola da Terra e, ainda, professor e alunos do curso de Viola da Escola Tomás de Borba (antigo Conservatório de Angra). Está agendada uma receção ao grupo pelo presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo na tarde do dia de chegada à ilha.

A zona do presépio das Caldeiras das Furnas recebe, no próximo sábado, 14 de dezembro, um concerto de Natal do Duo Toadas, com César Carvalho no violão e Rafael Carvalho na viola da terra, segundo nota enviada pela Associação de Juventude da Viola da Terra
O concerto no presépio das Caldeiras das Furnas, cujas figuras estão colocadas entre a vegetação e as fumarolas, decorre pelas 20h30, no âmbito da animação de Natal nas caldeiras.
Este duo tem-se apresentado em inúmeros concertos, principalmente, na ilha de São Miguel. Do seu repertório fazem parte modas do Cancioneiro Açoriano, mas, também, do repertório instrumental da viola da terra, passando por originais de compositores açorianos, sempre com arranjos do Duo, lê-se.
O duo vai apresentar, ainda, originais que compôs para o seu primeiro álbum de 2022, “Toadas, da lobeira ao agrião”, bem como outras modas que integram o seu repertório, para além da habitual e solicitada contextualização da viola da terra, do passado ao presente, de acordo com o comunicado.
A animação musical no presépio das caldeiras das furnas decorre em todos os sábados do mês de dezembro, com músicos de São Miguel, a maioria natural do concelho da Povoação, contando ainda com barraquinhas de venda de licores e petiscos de fabrico artesanal.

No passado sábado, dia 30 de novembro, o Centro Natália Correia, na Fajã de Baixo, recebeu o IX Encontro de Escolas de Violas de São Miguel.
O evento, produzido desde 2005 pela Associação de Juventude Viola da Terra, tem o intuito de demonstrar o trabalho que as escolas de violas da ilha vão desenvolvendo ao longo do ano letivo, incutindo, ao mesmo tempo, a partilha musical e o convívio entre as diversas escolas e realidades de ensino, segundo nota enviada pela AJ Viola da Terra.
A anfitriã foi a Escola de Violas da Fajã de Baixo, fundada em 2008 por iniciativa do presidente do Grupo Folclórico da Fajã de Baixo, António Feliciano. Atualmente, a escola conta com 15 alunos, dos 12 aos 78 anos. A Escola apresentou-se, inicialmente, com três turmas, tendo finalizado com três peças em conjunto, com 11 alunos da Escola que marcaram presença, lê-se ainda.
Seguiu-se a Classe de Conjunto de Viola da Terra do Conservatório Regional de Ponta Delgada, fundada em 2011 por iniciativa do professor Rafael Carvalho. A classe de conjunto de Viola da Terra formou-se com o objetivo de ser um complemento ao ensino da turma de instrumento e, ao mesmo tempo, para fomentar nos alunos um ensino e repertório para além do tradicional. A
A Classe de Conjunto do Conservatório apresentou-se com quatro alunos de Viola da Terra, estando a cargo do professor Ricardo Melo desde o ano letivo de 2022/2023, mas mantendo a essência da sua génese de proporcionar aos alunos desafios musicais para além do tradicional, com um repertório que começou com duas modas tradicionais e culminou com duas adaptações de repertório “clássico” para a viola da terra, explica a mesma nota.
A finalizar, participou a Escola de Violas da Ribeira Quente, fundada em 1994. Atualmente, a escola tem como formador de viola da terra José Braga, antigo aluno de Rafael Carvalho na Ribeira Quente, e tem como formador de violão César Carvalho, que aprendeu os primeiros acordes com o seu pai. A Escola de Violas da Ribeira Quente fez a sua primeira participação no Encontro de Escolas de Violas uma vez que teve a sua atividade suspensa durante alguns anos, tendo sido retomada em 2022, em colaboração com o ressurgimento do Grupo Folclórico São Paulo, apresentando-se em palco com 9 tocadores: quatro de viola da terra e cinco de violão, lê-se ainda.
O IX Encontro de Escolas de Violas foi uma produção da Associação de Juventude Viola da Terra, com o apoio da Direcção Regional da Cultura. Foi uma coprodução com a Câmara Municipal de Ponta Delgada através do Centro Natália Correia e teve o apoio logístico da Junta de Freguesia da Fajã de Baixo e Junta de Freguesia da Ribeira Quente.

A Associação de Juventude Viola da Terra promove o “IX Encontro de Escolas de Violas”, no próximo sábado, dia 30 de novembro, pelas 15h00, no Centro Natália Correia, na Fajã de Baixo, segundo nota enviada pela associação.
Com entrada livre, este é o último evento da “Temporada de Violas da Terra 2024”, organizada pela AJ Viola da Terra, que contou com “inúmeros eventos de dinamização e valorização” da viola, envolvendo dezenas de tocadores, escolas de violas, grupos folclóricos, eventos online e muitos convidados, para além das fundamentais sessões de sensibilização em escolas, lê-se, na mesma nota.
O “IX Encontro de Escolas de Violas da Terra da Ilha de São Miguel” tem sido, desde 2015, o último evento da “Temporada de Violas da Terra” e tem juntado tocadores das várias escolas de violas da terra da ilha, contando, em diversas edições, com participações especiais, segundo a associação.
Na edição de 2024, o encontro vai contar com quase três dezenas de tocadores, iniciando com a apresentação de algumas turmas de alunos da Escola de Violas da Fajã de Baixo, a escola anfitriã do evento. Participa ainda o Conjunto de Viola da Terra do Conservatório Regional de Ponta Delgada, o Conjunto de Viola da Terra da Escola de Violas da Fajã de Baixo e a Escola de Violas da Ribeira Quente. Cada escola vai fazer a sua apresentação demonstrando o trabalho que tem desenvolvido ao longo do primeiro período ou semestre letivo, esclarece a mesma nota.
O evento é organizado pela Associação de Juventude Viola da Terra em coprodução com o Centro Natália Correia e Câmara Municipal de Ponta Delgada, tendo como parceiros a Junta de Freguesia da Fajã de Baixo, Junta de Freguesia da Ribeira Quente, Conservatório Regional de Ponta Delgada e contando com o apoio do Governo dos Açores.
Em dezembro a Associação arranca com a iniciativa “workshop Viola Micaelense”, na Ribeira Quente, mas que pretende percorrer, durante o Inverno, todos os concelhos de São Miguel, com formação intensiva direcionada para os tocadores de Viola da Terra, seguida de apresentação musical dos formandos e do concerto “Viola Micaelense – Ecos dos Mestres”, lê-se ainda, no mesmo comunicado.

O Dia da Viola da Terra vai ser assinalado na Povoação, com um concerto comemorativo produzido pela Associação de Juventude Viola da Terra. O evento vai decorrer no Auditório Municipal da Povoação, no dia 2 de outubro, quarta-feira, pelas 20h30, com entrada livre, de acordo com nota enviada pela associação.
O concerto vai contar com Raquel Dutra, personificando, em nome próprio, o projeto musical formado pelo quarteto de Viola da Terra (Adílio Soares), Guitarra Acústica (Jorge Dutra), contrabaixo/guitarra portuguesa (Rúben Torres) e bandolim/voz (Raquel Dutra). Do seu repertório fazem parte, atualmente, temas de todas as ilhas dos açores. Como projeto a decorrer, em 2024, contam com o lançamento do segundo álbum dedicado à música do Cancioneiro Tradicional dos Açores, explica o comunicado.
A segunda parte vai estar a cargo dos irmãos ribeiraquentenses César Carvalho (violão) e Rafael Carvalho (viola da terra), que compõem o Duo Toadas, onde apresentarão modas do repertório instrumental tradicional da Viola da Terra e ainda originais seus, do seu álbum de 2022, “Toadas, da lobeira ao agrião”.
O Duo Toadas convidou tocadores do concelho da Povoação, solistas de grupos folclóricos ou ligados a grupos de violas e escolas de Violas, responsáveis pela continuidade da vitalidade desses grupos, para uma participação especial no concerto: Alexandre Carreiro, das Furnas, José Braga, da Ribeira Quente, e Paulo Rocha, da Lomba do Cavaleiro, lê-se ainda, na mesma nota.
A abrir a sessão vai ser inaugurada a exposição de fotografia “Violas dos Açores”, na entrada do auditório, contando com momento musical pela Escola de Violas da Ribeira Quente. A exposição vai poder ser visitada durante outubro, no horário de funcionamento do auditório. Esta exposição, inaugurada em 2021, em Ponta Delgada, já teve itinerância pelas ilhas Graciosa, Terceira, Pico e São Jorge.
A Associação de Juventude Viola da Terra vai promover ainda uma programação paralela ligada a ações de sensibilização da Viola da Terra em Escolas, e prepara uma apresentação online, surpresa, a 2 de outubro, diz a associação.
Ao mesmo tempo, vai decorrer programação em outras Ilhas dos Açores, promovida pela Associação MiratecArts (Pico) e a Sons do Terreiro – Associação Cultural (Terceira), parceiros de produção da Associação de Juventude Viola da Terra, bem como outras actividades.
Foi ainda lançado, há alguns dias, o desafio, “Dia da Viola da Terra – chega-te à frente!”, com o intuito de incentivar a produção de eventos ou qualquer iniciativa, por parte de qualquer pessoa ou entidade, nos Açores e Comunidades Açorianas, a assinalar o Dia da Viola da Terra, relembra a associação.
O concerto comemorativo do Dia da Viola da Terra conta com o apoio do Governo dos Açores e da Câmara Municipal da Povoação, e com apoio à divulgação pelas Juntas de Freguesia da Povoação e da Ribeira Quente.

O Festival Violas do Atlântico, da Associação de Juventude Viola da Terra, chega à sua 14.ª edição com concerto entre guitarra portuguesa e viola da terra. Tiago Lima, na guitarra e Rafael Carvalho, na viola da terra, vão apresentar os instrumentos a solo, quer com modas tradicionais quer originais, promovendo depois algumas modas tocadas em conjunto, segundo nota enviada pela entidade promotora.
O concerto decorre a 14 de setembro, pelas 21h00, no Centro Social e Paroquial da Ribeira Quente e é de entrada livre.
Tiago Lima começou na viola de fado com 11 anos e na guitarra portuguesa aos 17 anos. Cresceu a ouvir fado cantado por sua mãe, avó, tias e primas, tocado por seu avô, que lhe ensinou os primeiros acordes. É um autodidata. Já fez espetáculos nas 9 ilhas dos Açores, Portugal continental, França, Estados Unidos da América, Canadá, Cabo Verde e Bermudas.
Em abril de 2019 lançou seu primeiro trabalho discográfico intitulado “Taberna” com o fadista Fábio Ourique. Em outubro de 2023 apresenta o seu segundo trabalho discográfico, primeiro a solo, intitulado “ESCONENA”, em homenagem ao seu avô.
O Violas do Atlântico, desde 2011, já trouxe aos Açores a viola de arame madeirense com Vítor Sardinha, a viola caipira do Brasil com Chico Lobo, a viola braguesa com José Barros, a toeira com Amadeu Magalhães, a campaniça com Pedro Mestre, a beiroa e amarantina com Ricardo Fonseca, lê-se, no comunicado.
Houve ainda duas edições dedicadas às violas dos Açores, com a viola da terra e toque rasgado da ilha do Pico, com Orlando Martins, e a ciola de 15 cordas da ilha Terceira com Bruno Bettencourt. Vítor Sardinha trouxe numa das edições o rajão e a viola de arame madeirense, e Amadeu Magalhães trouxe o cavaquinho juntamente com a toeira.
Em 2023, Roberto Moritz veio da Madeira e trouxe o braguinha, em mais uma conjugação de duetos inédita que o festival tem promovido. O festival tem trazido à Ilha de São Miguel as violas de arame e os principais cordofones ligados à cultura popular de Portugal e até do Brasil.
Rafael Carvalho, músico açoriano que iniciou a aprendizagem da viola da terra aos 13 anos com o Mestre Carlos Quental, tem um percurso ligado ao ensino e promoção da viola da terra há quase três décadas, com 9 álbuns a solo editados, dois álbuns em trio e dois em duo. Tem ainda três manuais editados do seu “Método para Viola da Terra”. De 2008 a 2022 lecionou no Conservatório Regional de Ponta Delgada onde estruturou o curso curricular de Viola da Terra.
Desde 2011 que Rafael Carvalho acumula as funções de produção e direcção artística do Violas do Atlântico com a responsabilidade de receber, com a viola da terra, todos os convidados.
O Festival Violas do Atlântico é uma produção da Associação de Juventude Viola da Terra, com apoio do Governo dos Açores e tendo como parceiros a Câmara Municipal da Povoação, Junta de Freguesia da Ribeira Quente e o Centro Social e Paroquial da Ribeira Quente.

A exposição de fotografia “Violas dos Açores”, da Associação de Juventude Viola da Terra, foi inaugurada a 2 de outubro de 2021, na Fajã de Baixo, nas comemorações do “Dia da Viola da Terra”, e conta com o registo de violas de oito ilhas dos Açores.
Desde 2021, a exposição tem andado em itinerância pelos Açores, tendo passado pela Graciosa, Terceira e Pico. São Jorge é a quinta Ilha que onde a exposição pode ser visitada, de acordo com nota de imprensa da AJ Viola da Terra.
Em São Jorge, no Atelier de Kaasfabriek, uma antiga fábrica de queijo localizada em Santo António, e que pelas mãos de Pieter e Rini Adriaans se tornou um centro de arte contemporânea, está patente a exposição “Azores Finge São Jorge 2024”, inaugurada por ocasião daquele Festival.
Ao mesmo tempo, a exposição de fotografia “Violas dos Açores” bem com “A arte da construção”, de Raimundo Leonardes, pode ser visitada até agosto de 2024, numa parceria Associação de Juventude Viola da Terra, Atelier de Kaasfabriek e MiratecArts.
Segundo a Associação, esta exposição pretende dar a conhecer os “diferentes modelos de violas na nossa região, bem como a grande riqueza da imaginação dos construtores ao longo dos anos. Muitas das fotografias resultam de registos amadores e em situações de contacto espontâneo com músicos. No entanto, há fotografias que foram tiradas especificamente para a exposição. Também consta da mostra uma fotografia de uma viola de São Jorge com um embutido com um pássaro, abaixo do cavalete, de coleção particular, entre outros registos”.
“A importância destas parcerias com várias entidades tem sido fundamental para continuar o trabalho que a Associação desenvolve de dar a conhecer a riqueza e diversidade do nosso património ligado à Viola e na valorização dos seus construtores”.
Esta exposição integra a “Temporada de Violas da Terra”, promovida pela Associação, e que contará com o concerto “A Viola na Praça”, a 12 de Julho, na Ribeira Quente, Freguesia sede da Associação. A Temporada regressa depois em Setembro com mais eventos.

A freguesia da Ribeira Quente vai receber o Festival “A Viola na Praça”, a 12 de Julho, pelas 21h00, na Praça da Igreja, e que contará com “Duo Toadas e Convidados”, “Escola de Violas da Ribeira Quente” e “Grupo Folclórico São Paulo”, de acordo com nota de imprensa da Associação de Juventude Viola da Terra, promotora do evento.
No ano passado, a Associação de Juventude Viola da Terra organizou no verão, no mesmo local, o concerto “Duo Toadas e Convidados”, “que contou com uma enchente e apoio por parte da população da freguesia e emigrantes que a visitam nesta altura do ano. Como resultado dessa iniciativa, oficializou-se a vontade de manter o evento, anualmente, sempre partindo das forças vivas da freguesia que promovem a Viola da Terra”, lê-se, na mesma nota.
O evento decorre na Praça da Igreja onde ainda marcará presença o Mercadinho Solidário Melika, com vista à angariação de fundos para a actividade que desenvolve junto de comunidades mais necessitadas, quer ao nível de construção de infraestruturas quer ao nível da educação e material de ensino.
Este evento insere-se na “Temporada de Violas da Terra 2024”, que já contou com alguns eventos e sessões de sensibilização sobre a Viola da Terra em escolas, e tem uma programação diversificada até ao final do ano, com especial destaque para “XIV Festival Violas do Atlântico”, “Comemorações do Dia da Viola da Terra” e “Encontro de Escolas de Violas da Ilha de São Miguel”, segundo a Associação de Juventude Viola da Terra.