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“Os Açores têm uma importância geoestratégica que não vai mudar”

Cônsul norte-americana na região sublinha a ligação dos Açores a uma das maiores potências do mundo. Em entrevista ao DL, Margaret Campbell explica como é o seu trabalho de diplomata nas ilhas do Atlântico norte

Diplomata está a trabalhar nos Açores desde 2022 © ACÁCIO MATEUS 
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Com entrevista marcada para as duas da tarde, chegámos dez minutos antes da hora marcada. Depois de vários lances de escadas, no segundo piso do edifício onde se situa o consulado americano mais antigo do mundo em funcionamento ininterrupto, chegámos à porta. Por cima, o brasão nacional dos Estados Unidos da América (EUA). Lá dentro, uma janela blindada e dois seguranças. Convidados a entrar, passámos por um controlo de segurança semelhante à de um aeroporto. Segurança feita, e no interior do edifício, são vários os símbolos americanos. Encaminhados para o gabinete da cônsul, fomos recebidos de forma calorosa por Margaret Campbell para a conversa com o Diário da Lagoa. Nasceu    nos EUA, frequentou a Universidade da Virgínia, onde estudou Língua e Literatura Alemã. Margaret é casada e mãe de dois filhos. Iniciou a sua carreira no departamento de Negócios...

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