
DL: Que expetativas tem o Clube Asas de São Miguel (CASM) para esta trigésima edição do Festival de Parapente dos Açores?
São várias. Como são 30 anos, obviamente temos a expetativa que seja uma edição especial e que seja possivel registar essas décadas de uma maneira positiva. Em primeiro lugar, que seja possivel fazer com que os participantes voem o maior número possivel de dias, o que é sempre uma incógnita. Estamos sempre dependentes da meteorologia. A partir do momento em que é possivel voar, é logo um fator que nos deixa felizes. Quando isso não é possivel, arranjamos programas alternativos, mas o objetivo é voar e que voem todos em segurança, que se divirtam e que o façam com tranquilidade e não haja acidentes. Num desporto que envolve risco é mais importante que as pessoas o façam em segurança, até porque não é um...
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