
O Complexo Municipal de Piscinas da Lagoa, na ilha de São Miguel, conta com novas infraestruturas de apoio, inauguradas esta quinta-feira, 11 de junho. A cerimónia coincidiu com o início da época balnear de 2026 no concelho e com o hastear da Bandeira Azul no Complexo de Piscinas Naturais da Lagoa e na zona balnear da Caloura. Segundo a nota de imprensa enviada pela câmara da Lagoa, o investimento visa a modernização daquele espaço público.
A intervenção realizada incluiu a construção de um novo bar com cozinha e áreas de arrumos, além de melhorias na zona da esplanada. Foi também edificada uma nova bilheteira, com maior espaço, instalação sanitária e um novo acesso para o público. Durante o ato, o presidente da câmara municipal, Frederico Sousa afirmou que “a conclusão desta obra representa um investimento importante para a valorização de um dos espaços balneares mais emblemáticos do concelho. Este novo equipamento oferece melhores condições para trabalhadores, utentes e visitantes, tornando o Complexo Municipal de Piscinas da Lagoa mais moderno, funcional e atrativo”. O autarca acrescentou que a requalificação faz parte de uma estratégia municipal de investimento nas infraestruturas de lazer e turismo da tipologia local.
No âmbito ambiental, as três zonas balneares do concelho, nomeadamente, o Complexo de Piscinas Naturais de Lagoa, zona balnear da Caloura e praia da Baixa d’Areia, foram distinguidas em 2026 com o galardão da Bandeira Azul. Sobre estas distinções, o presidente da câmara referiu que representam “o reconhecimento do trabalho contínuo desenvolvido pelo Município da Lagoa na valorização das zonas balneares, na proteção ambiental e na melhoria das condições oferecidas a residentes e visitantes”. Em termos de histórico, o Complexo de Piscinas Naturais regista este galardão há 30 anos e a Caloura há 27 anos consecutivos. Ambas as zonas mantêm ainda, pelo 15.º ano consecutivo, o selo “Qualidade de Ouro” da Quercus, tendo o Complexo Municipal recebido novamente a classificação de “Praia Acessível”.
A época balnear abre a partir desta quinta-feira, no Complexo de Piscinas Naturais e na Caloura, enquanto na Baixa d’Areia a abertura está agendada para o dia 4 de julho. O encerramento do período balnear está marcado para 6 de setembro no Complexo de Piscinas Naturais e para 26 de setembro nas restantes zonas balneares do concelho.

No âmbito do Dia da Escola Azul, assinalado a 19 de maio, o Posto de Turismo do Mar, na Caloura, transformou-se no palco de uma iniciativa que aliou a educação ambiental à valorização do talento local. Os alunos da Escola Básica e Integrada (EBI) de Lagoa integrados neste projeto visitaram a exposição de quadros subordinada ao tema “Os Oceanos”, desenvolvida por discentes do mesmo estabelecimento de ensino no ano letivo transato. A mostra, que reflete a perspetiva individual dos jovens lagoenses sobre a importância e a preservação dos ecossistemas marinhos, estará de portas abertas ao público até ao próximo dia 31 de agosto.
De acordo com uma nota de imprensa enviada pela Câmara Municipal da Lagoa, a jornada dos estudantes não se esgotou na observação artística. Durante a permanência no espaço, o grupo teve a oportunidade de assistir a um pequeno documentário focado na sustentabilidade dos mares, enriquecendo o debate em torno da proteção do património natural que define a identidade da região. O dia culminou com uma experiência marcante de proximidade com o mar dos Açores: um passeio de barco ao longo da costa do concelho, promovido em parceria com o Clube Náutico da Lagoa.
Para a vereadora da área da educação da Câmara, Albertina Oliveira, estas ações revestem-se de uma dupla importância para o percurso dos mais novos. “Estas são atividades de carácter lúdico, mas também pedagógico, que enriquecem as vivências e experiências destes alunos”, sublinhou a autarca, destacando a estratégia desenvolvida pela autarquia. “A Câmara Municipal tem vindo a apostar na criação de sinergias entre várias instituições lagoenses, quer sejam desportivas, sociais, culturais ou educativas. Estas iniciativas têm permitido a realização de diversas atividades transversais à comunidade, sendo este um claro exemplo da cooperação entre a EBI de Lagoa, a Câmara Municipal de Lagoa e o Clube Náutico de Lagoa”, reforçou.
O cenário escolhido para acolher a atividade reforça o estatuto do concelho nas políticas de sensibilização ecológica promovidas pelo município. Inaugurado a 11 de abril de 2015, o Posto de Turismo do Mar, na Caloura, consolida-se não apenas como um ponto de informação turística, mas como um pilar na educação ambiental, sendo atualmente o único Centro Azul do arquipélago dos Açores reconhecido no âmbito do Programa Bandeira Azul.

A Câmara da Lagoa deu início à programação do mês de abril com a colocação de uma instalação literária na zona da Galera, na Caloura, em Água de Pau. A estrutura evoca um excerto da obra de Fernando Aires (1928-2010), autor que utilizou recorrentemente este cenário nas suas prosas diarísticas. Segundo a nota de imprensa enviada pelo município, o projeto pretende colocar o texto em diálogo com o território, permitindo ao observador confrontar a escrita do autor com o espaço físico que a inspirou.
O design da peça é da autoria de Pedro Martins, que concebeu a instalação como uma moldura sobre o horizonte. Segundo o autor do projeto, a peça funciona como um ponto de observação que convida a uma reinterpretação do espaço, utilizando cores que procuram harmonizar-se com os elementos naturais envolventes, como o mar e a luz solar. A vereadora com o pelouro da Educação e Cultura, Albertina Oliveira, afirmou que a iniciativa procura a valorização conjunta do património natural e cultural, destacando a ligação histórica do escritor àquela zona do concelho da Lagoa.
O projeto teve origem numa proposta de Onésimo Teotónio de Almeida e a sua concretização será complementada, em data posterior, com uma sessão de caráter pedagógico. Este encontro contará com a participação do proponente e de Maria João Ruivo, filha de Fernando Aires, com o objetivo de abordar o enquadramento biográfico e literário do escritor. A instalação integra-se na estratégia municipal de promoção da leitura e de sinalização de figuras relevantes do panorama cultural açoriano através da geografia do concelho.

O porto da Caloura, na Vila de Água de Pau, vai receber no próximo dia 17 de agosto uma iniciativa de celebração do Dia do Mar, anunciou a câmara da Lagoa.
De acordo com nota de imprensa enviada às redações pela autarquia lagoense, o evento conta com um programa “repleto de atividades náuticas e momentos de convívio junto ao mar”.
Entre as 10h00 e as 12h00 e das 14h00 às 18h00, os participantes poderão experimentar snorkeling, stand up paddle, canoagem e motas de água. Das 15h00 às 18h00, haverá ainda passeios em barco de pesca. Todas as atividades são abertas à comunidade, mediante disponibilidade.
A autarquia refere, no comunicado, que o Dia do Mar “pretende promover hábitos de vida saudáveis, valorizar os recursos naturais e reforçar a ligação da comunidade ao mar, num ambiente seguro e acessível a todas as idades. Desta forma, o evento convida à reflexão sobre a importância de preservar os ecossistemas marinhos, salvaguardando a sua biodiversidade para as gerações futuras.”
Este trata-se de uma inciativa da Câmara Municipal de Lagoa, em parceria com a Junta de Freguesia de Água de Pau e o Clube Náutico de Lagoa.

Depois da missa das cinco e antes das Trindades da manhã, ainda no inverno, os homens e rapazes da nossa vila de Água de Pau começavam a acorrer à Praça Velha, onde todos os dias se procurava e encontrava trabalho nas nossas terras de cultivo, até quase ao cume da serra.
Todas as ruas levavam até lá, confirmando o ditado popular que dizia: «Todos os caminhos da nossa terra vão dar à Praça». Por regra, era assim, durante muitos anos. Poucos se livravam desse destino, a não ser que aprendessem outro ofício, seguissem os estudos – o que era um milagre – ou embarcassem para o Brasil, para a América, para a Argentina ou para Curaçau, à procura da sua sorte.
O José Luís, o «mata-gatas», sonhava acordado com um vapor que passava em frente à Ponta da Galera, a caminho da América. O sonho dele era embarcar «de penedo», pois sempre que passava um daqueles barcos baleeiros, ele subia até à rocha e acenava, esticando-se nas pontas dos pés, às vezes até pulando, para dar nas vistas de quem estivesse no barco, na esperança de o levarem.
Nem que fosse para trabalhar no barco, na faina do óleo da baleia que abastecia os candeeiros que iluminavam as cidades da América, como lhe tinha contado um tio da América ao ti Chico da Helena, a «burrica».
O José Luís não gostava nada de ir para a Praça: «A Senhora dos Anjos me livre do castigo do sacho, da arrematação da praça para ir dar o dia por aqui e por ali nas terras de cada um».
Na escola, um dia, lembra-se ele, o professor pediu uma redação com o tema: O que gostarias de ser quando fores grande? Dos mais astutos da turma, o José Luís pôs-se a pensar, lápis na boca, olhos fixos no teto, a tentar encontrar uma maneira de se livrar da tarefa. Depois de refletir um pouco, retirou o lápis da boca e começou a escrever. Passado algum tempo, já tinha escrito mais de uma dúzia de linhas, o suficiente, pensou ele.
A caligrafia dele era de excelente qualidade, das melhores, se não a melhor de todos os alunos da Escola do Outeiro. O professor costumava usá-lo como exemplo para os outros alunos e até para outra professora da escola em Água de Pau. Pena que o José Luís fosse tão irrequieto, tinha sempre o bicho carpinteiro.
Depois de corrigir as redações, o professor entregou-as de volta aos alunos, mas quando chegou à vez do José Luís, não resistiu e leu a sua redação em voz alta para todos:
«Quando eu for grande, gostava de ser bispo. Diz meu pai que é uma vida rica. Come-se do bom e do melhor e pouco ou nada se faz. O pior é falar latim. Mas o que mais importa é livrar-me da Praça, que é uma lástima de vida. Oxalá que consiga, mas ando cá desconfiado que não vai ser nada fácil, pois os empregos de bispo, e mesmo outros, estão muito escassos. Diz meu pai que são sete cães a um osso. Mas também diz que tudo isto há de acabar, haverá uma reviravolta e, então, desaparecerá do mapa a arrematação do trabalhador na Praça…»
O professor, discretamente, corrigiu alguns erros de pontuação, mas fez questão de sorrir de escantilhão, sem dar muita confiança.
José Luís chegou a casa e mostrou a redação à mãe, a senhora Lurdes Ramela. Depois de ler, ela lançou-lhe um olhar doce, passando-lhe a mão pela cabeça, como que a afagar-lhe o carinho. A irmã Gorete, a «sola-grossa», não dava muita importância à escola e, por isso, olhava com inveja o irmão, com um olhar matreiro.
O Luís «mata-gatas» era inteligente, por isso, ninguém sabia bem por que razão ganhou esse apelido, mas pensava-se que era porque o associaram a um homem da terra, o Luís Fragata, que tinha matado uma ou mais gatas. A corisca da Helena «burrica» foi quem lhe começou a chamar assim, e ficou. Mas, felizmente, o nome não lhe ficou para sempre.
Na verdade, o destino sorriu ao Luís da tia Lurdes Ramela, que, teimosamente, continuava a descer a rua dos Ferreiros, olhando sempre para o mar. Sempre que avistava um barco a atravessar o mar da prata, em frente ao Jubileu e Cerco, corria pela ladeira abaixo da Galera em direção ao seu penedo, na esperança de que o vissem a acenar, como alguém pedindo: «Levem-me!»
Um dia, finalmente, um barco baleeiro americano vindo da ilha do Faial arriou um bote e enviaram alguém para o apanhar e levaram-no para a América! Durante quase dois meses, o Luís trabalhou com outros homens na faina baleeira, transformando a gordura do mamífero em óleo, que ia sendo armazenado nos barris a bordo. O fedor horrível daquela tarefa nunca o derrotou. Quando finalmente os barris estavam cheios, seguiram rumo a New Bedford, o maior porto baleeiro da costa leste dos Estados Unidos.
Ao chegar, com algumas patacas na algibeira que não lhe serviam de nada, pois o trato que fizera para ser levado no barco para a América envolvia integrar-se ao trabalho até o fim da viagem, sem pagamento, apostou num emprego no porto da cidade. Já com alguns dólares no bolso, decidiu escrever uma carta aos pais, que o tinham dado por morto, acreditando que ele tinha desaparecido na apanha de lapas na ponta da Galera.
Um dia, a senhora Maria da Estação dos Correios de Água de Pau mandou o seu filho Rodolfo entregar uma carta da América, enviada por Louis Eye-Gunk (tradução de Ramela) para a tia Lurdes Ramela , que vivia na rua da Boavista [hoje rua do Pico]. Pelo caminho, Rodolfo não tirava os olhos das listras azuis e vermelhas estampadas no envelope.
«Ti Lurdes Ramela, minha mãe arrecebeu essa carta da América pá senhora».
A tia Lurdes Ramela, assim que abriu o envelope e reconheceu a caligrafia bem feita do seu filho, caiu no sofá de vimes, quase desfalecida. «Meu querido Luís, estás vivo, alma de Deus!»
«Querida Nossa Senhora dos Anjos, obrigada minha Santa, vou de promessa na procissão com um molhe de círios às costas. Ah, isso é que vou!»
A filha Gorete, «sola-grossa», comovida, prometeu à mãe que a ajudaria a carregar os círios na procissão do dia 15 de agosto, pois sabia que a mãe nunca conseguiria suportar tal esforço.
«Mamã, o Luís mudou de nome lá na América. Agora chama-se Louis Eye-Gunk. Quando a gente for para a América, achas que vão mudar o meu nome também?»
Gorete olhou para a mãe, mas o pensamento estava nas 500 «dólas» que o irmão mandara. «Estas e mais umas patacas que teu pai foi guardando na algibeira do colchão de folha de toqueiro de milho, a gente vai todos para a América, queres ver, quando o teu irmão arranjar casa para todos nós lá?»
«Vai agora, minha filha, à grota dos cães, chama teu pai que foi dar um dia com o António «chemiado» e diz-lhe que eu mando dizer que ele se vá embora para casa, que me venha ajudar! E continua… Vamos para a América e o «chemiado» que se lixe com o trabalho de escravo dele, na raíz do passo que lhe vazou!»
Anda rapariga e não te esqueças de nada do que te disse para dizeres! Ala-pés!

O concelho de Lagoa, na ilha de São Miguel, volta a ter três das suas zonas balneares a serem distinguidas, em 2025, com o galardão Bandeira Azul: o Complexo de Piscinas Naturais de Lagoa, a zona balnear da Caloura e a praia da Baixa d’Areia.
Para além da Bandeira Azul, o Complexo de Piscinas Naturais da Lagoa e a zona balnear da Caloura foram também distinguidos com o galardão “Qualidade de Ouro”, atribuído pela Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza.
A atribuição destes galardões reconhece não só a excelência ambiental, como também o investimento em educação e sensibilização ecológica, práticas sustentáveis e gestão responsável dos espaços balneares. Neste âmbito, destaca-se igualmente o reconhecimento do Centro Azul da Lagoa.
A autarquia lagoense, em comunicado, realça que com estas distinções, a Lagoa “reforça a sua posição como destino balnear de excelência nos Açores, proporcionando locais seguros, limpos e ambientalmente responsáveis para residentes e visitantes”.
Foram, ainda, anunciadas as datas da abertura da época balnear de 2025 na Lagoa, sendo que, no Complexo de Piscinas Naturais e na zona balnear da Caloura, terá início a 7 de junho e, na zona balnear da Baixa d’Areia, a 5 de julho. A época termina a 7 de setembro, no Complexo de Piscinas Naturais, e a 27 de setembro na zona balnear da Caloura e na Baixa d’Areia.

A Câmara Municipal de Lagoa assinou dois contratos com a Lotaçor – Serviço de Lota dos Açores, S.A. O primeiro é um contrato de comodato para o reordenamento da zona do Porto dos Carneiros, na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, e o segundo, um contrato de arrendamento relativo ao prédio urbano localizado no Porto de Pescas da Caloura.
No âmbito do contrato de comodato para o Porto dos Carneiros, a Lotaçor cede ao Município de Lagoa o edifício da Lota localizado nesta zona portuária. Em contrapartida, a Câmara Municipal disponibiliza, também em regime de comodato, as casas de aprestos e a respetiva área de apoio adjacente, que passarão a ser afetas à atividade piscatória, nomeadamente para apresto, posto de recolha de pescado e estacionamento de apoio.
Quanto ao contrato de arrendamento do prédio urbano no Porto da Caloura, a Câmara de Lagoa assume a gestão do espaço, mantendo-o como posto de turismo e instalações de apoio e integrando-o na estratégia de dinamização e qualificação da oferta turística da frente costeira do concelho.
De acordo com a autarquia lagoense, estes acordos criam condições para a valorização das zonas envolventes de ambos os portos e melhoram a operação no Porto dos Carneiros, especialmente no que diz respeito à segurança. Ao mesmo tempo promovem a organização e regulamentação das infraestruturas de apoio à pesca e permitem a valorização das zonas envolventes com a criação de melhores condições para o desenvolvimento económico e social de ambos os locais.

Aguarela na rubrica “São Miguel à vista”.

A Caloura, na vila de Água de Pau, concelho da Lagoa, está a ser palco de cinco torneios internacionais na modalidade de beach tennis, anunciou a Câmara Municipal de Lagoa.
De acordo com comunicado enviado ao nosso jornal, a autarquia lagoense salienta que estes eventos têm dinamizado o concelho, com a participação de cerca de 130 atletas de países como Espanha, Itália, Inglaterra, França, Estónia, Eslováquia, Brasil e Venezuela.
Numa organização do Beach Tennis Sports Azores (BTSA), com o apoio da câmara da Lagoa, esta será a primeira série de eventos desportivos que o clube irá organizar no ano de 2025. Segundo o presidente do BTSA, André Nóbrega Coelho, estes torneios contam com a presença de diversos atletas de renome internacional, como o lendário campeão do mundo de ténis de praia, Alexandre Calbucci, e o italiano Marco Garavani, assim como os atletas portugueses Pedro Maio, Martim Sousa, Débora Medile e Victoria Ribeiro.
O presidente da Câmara Municipal, Frederico Sousa, marcou presença no evento e salientou a importância da iniciativa, pela sua forte dinamização desportiva no concelho. O autarca congratulou, ainda, a associação pelo dinamismo em promover uma modalidade ainda pouco divulgada nos Açores, e pela organização de um evento que transformou a Lagoa na capital do ténis de praia por estes dias.
Os torneios tiveram início no passado dia 5 de março e terminam na próxima quarta-feira, 12 de março, tendo como apoios a Federação Portuguesa de Ténis, através da Associação de Ténis dos Açores, a Câmara Municipal de Lagoa e o ANC Resort – Quinta do Mirante.

O Centro Cultural da Caloura vai inaugurar, no dia 14 de setembro, a exposição individual intitulada “A Costela de Eva”, da autoria de Luís Miguel Cordeiro, pelas 17h00, segundo nota enviada pela Câmara Municipal da Lagoa.
Trata-se da primeira exposição do artista e vai contar com alguns dos trabalhos que tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos. “A criação desenvolve-se a partir de uma urgência de criar e celebra exatamente a criatividade espontânea, o uso de materiais incomuns e com a figura feminina quase como agente dessa libertação, nem sempre de forma figurativa, talvez até fragmentada ou completamente abstrata. Algumas obras transportam-nos ao universo da arte pop, com cores expressivas e com muita saturação”, lê-se no comunicado.
A mostra vai ficar patente até ao dia 9 de novembro, com horário de abertura ao público, de segunda a sábado, das 10h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30.
A exposição conta com a co-curadoria de Paula Mota e integra o programa “Open Studios” do evento Walk&Talk, que decorre todos os anos no Arquipélago dos Açores.
Luís Miguel Cordeiro nasceu em 1980, em Ponta Delgada, onde reside atualmente. Licenciado em Fisioterapia, pela Faculdade do Porto, e em Medicina Tradicional Chinesa, em Lisboa. Frequentou aulas de pintura com Paula Mota e Gregory Le Lay, em Ponta Delgada, alguns workshops formativos tais como “Quimigrama”, na Sociedade Nacional de Belas-Artes, e ateliers de pintura criativa. Desde 2003, tem produzido de forma livre e experimental, trabalhos com recurso a materiais diversos. Esta é a sua primeira exposição e inclui obras do período compreendido entre esse ano e a atualidade.