
A Câmara da Lagoa deu início oficial às celebrações do mês da prevenção dos maus-tratos infantis com o hastear da bandeira do “Laço Azul” no jardim dos Paços do Concelho. Segundo informou a autarquia em nota de imprensa, o ato simbólico contou com a presença da vereadora da área da Ação Social e Saúde, Graça Costa, e da Presidente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Lagoa, Edite Preto. O evento não serviu apenas para sinalizar a efeméride, mas também para anunciar avanços significativos na estratégia municipal de proteção de menores.
Durante a cerimónia, a vereadora Graça Costa destacou a colaboração de longa data entre o município e a CPCJ, revelando que a autarquia irá submeter a aprovação, já na próxima reunião de câmara, o novo Plano Municipal de Promoção e Proteção dos Direitos das Crianças e Jovens. Esta iniciativa surge como resposta direta aos dados recolhidos no terreno. Conforme explicou a autarca, “face ao relatório apresentado pela CPCJ na Assembleia Municipal, surgiu a necessidade de criar um Plano Municipal de Promoção e Proteção dos Direitos das Crianças e Jovens, que irá ser apresentado na próxima reunião de câmara para aprovação”. Este documento estratégico será focado em áreas críticas como a saúde mental, as relações interpessoais e o combate a dependências e diversas formas de violência.
A preocupação com o cenário atual foi reforçada por Edite Preto, presidente da CPCJ da Lagoa, que alertou para o crescimento das ocorrências no concelho. “Nos últimos anos, os casos de maus-tratos têm registado algum aumento, nomeadamente maus-tratos físicos, psicológicos e negligência. Neste mês que se assinala o mês da prevenção contra os mais tratos na infância, apelo a que estejamos atentos ao que se passa na nossa casa, na nossa rua, no nosso concelho, para que se possam sinalizar o mais rapidamente possível os casos em questão e possamos proteger os mais novos”, sublinhou a responsável, agradecendo o apoio institucional da Câmara Municipal.
A campanha do “Laço Azul” irá estender-se a toda a comunidade educativa lagoense ao longo do mês de abril. Além do edifício central da autarquia, as bandeiras serão também hasteadas na Escola Básica Integrada (EBI) de Lagoa, na EBI de Água de Pau e na Escola Secundária da Lagoa. O programa prevê ainda a dinamização de diversas atividades pedagógicas com os alunos, visando sensibilizar a população escolar para a importância da denúncia e da prevenção precoce de situações de risco.

O bem-estar dos munícipes no concelho da Lagoa, ilha de São Miguel, volta a estar no centro da agenda política com a organização da Semana da Saúde. A iniciativa da câmara da Lagoa, que decorre entre os dias 6 e 11 de abril de 2026, aposta numa estratégia de proximidade para sensibilizar a população para a importância do exercício físico e da prevenção da doença.
Segundo Graça Costa, vereadora com o pelouro da Ação Social e da Saúde, o evento pretende “incentivar a adesão a rastreios preventivos e reforçar a literacia em saúde, contribuindo para uma comunidade mais informada, ativa e consciente”. Para viabilizar um programa abrangente, a autarquia estabeleceu parcerias com diversas entidades.
O arranque oficial acontece a 6 de abril com a reunião do Conselho Municipal de Saúde. Nesse mesmo dia, o Largo de Nossa Senhora do Rosário transforma-se num centro de saúde ao ar livre, acolhendo diversos rastreios gratuitos entre as 13h00 e as 18h00. A componente desportiva ganha fôlego ao longo da semana com caminhadas organizadas pelos Centros de Marcha e Corrida da Lagoa e de Água de Pau (7 e 9 de abril), além de um Open Day com aulas de Step, natação e hidroginástica no dia 8 de abril.
O encerramento da semana, a 11 de abril, reserva um dia inteiro dedicado ao desporto em formato open day. Entre as 09h00 e as 18h00, os interessados poderão experimentar modalidades como padel, atividades náuticas e sessões de pickleball.

As águas das Piscinas Municipais da Lagoa serviram de cenário, ao final da tarde de desta quinta-feira, 26 de março, para uma das propostas mais audazes da atual edição do Festival Tremor. Num esforço de descentralização cultural que carateriza o evento, a organização escolheu este complexo balnear pela sua profunda ligação à paisagem vulcânica, propondo uma experiência imersiva onde som e natureza se cruzam. Segundo a nota enviada às redações, a iniciativa, que contou com a parceria da Câmara Municipal da Lagoa, reforça o compromisso de criar momentos artísticos únicos fora dos circuitos habituais, aproveitando a relação direta deste espaço emblemático com o mar.
O cartaz na Lagoa dividiu-se em dois momentos. A tarde começou com os «Use Knife», um projeto que une o percussionista iraquiano Saif Al-Qaissy ao duo belga Kwinten Mordijck e Stef Heeren. A banda apresentou uma sonoridade que cruza vozes árabes e sintetizadores analógicos, num confronto entre a tradição e a eletrónica industrial, descrito pela organização como um “ritual poderoso e urgente”. Logo de seguida, o ritmo acelerou drasticamente com a prestação de «DJ Travella», que trouxe à Lagoa o singeli. Este género musical, nascido nos bairros populares da Tanzânia, carateriza-se por uma velocidade vertiginosa — chegando a atingir os 180 batimentos por minuto — e por uma energia crua que transforma espaços em pistas de dança futurista.
Esta ocupação das Piscinas Municipais destaca-se pela forma como o Tremor utiliza a arquitetura natural da ilha para potenciar as suas propostas. Ao integrar o experimentalismo europeu e os ritmos acelerados africanos num espaço de lazer quotidiano, o festival reafirma a sua identidade de exploração do território. Para os espetadores que encheram o recinto ao pôr do sol, a simbiose entre a “fúria” rítmica do singeli e o cenário das rochas vulcânicas da Lagoa ofereceu uma dimensão sensorial e identitária que define o espírito de proximidade deste festival.

A Câmara Municipal da Lagoa, através de nota de imprensa enviada à nossa redação, deu conta da recente assinatura de vários contratos-programa com associações de âmbito social que atuam no concelho. O ato oficial, que contou com a presença do presidente da Câmara, Frederico Sousa, e da vereadora Graça Costa, pretende ser um reforço estratégico do município no apoio direto às instituições que promovem a inclusão e o bem-estar da comunidade lagoense.
Segundo a autarquia, estes protocolos abrangem entidades como a ARRISCA, a APPJ, a Associação Fermenta (através do projeto “Avó Veio Trabalhar”), o Banco Alimentar Contra a Fome, a APAV, a Kairós, a Novo Dia, a Casa do Povo do Cabouco, a Associação União Solidária (AUS) e o Lions Clube da Lagoa. Este investimento municipal foca-se, em grande parte, no fortalecimento do Centro de Intervenção TEAR (Transformar, Educar, Acolher e Reabilitar).
Frederico Sousa aproveitou a ocasião para manifestar a sua preocupação com a atual conjuntura internacional e regional, apontando para desafios críticos que a Lagoa enfrenta, nomeadamente no acesso à habitação acessível, no combate à violência doméstica e nas problemáticas das dependências. O autarca alertou ainda para as possíveis dificuldades que o tecido empresarial e social poderá sentir com o término do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), defendendo uma união de esforços mais estreita entre os diferentes níveis de governação. “Atualmente existem presidentes de câmara e de juntas de freguesia que têm vontade de fazer mais e melhor, com disponibilidade para serem parceiros do governo regional. Com vontade de todos juntos, entre as IPSS, o governo regional e os municípios criarmos as condições para enfrentarmos esses desafios”, afirmou Frederico Sousa, sublinhando que a autarquia pretende continuar a disponibilizar recursos financeiros, logísticos e humanos para garantir que nenhuma franja da população fique desamparada no atual contexto.

A Câmara Municipal da Lagoa, na ilha de São Miguel, promoveu uma reunião de trabalho para a preparação do Plano Municipal de Promoção e Proteção dos Direitos das Crianças e Jovens do Concelho. O encontro, que contou com a presença da vereadora da ação social, Graça Costa, reuniu diversas entidades com intervenção direta nas áreas da infância e juventude para recolher contributos técnicos que servirão de base à redação do documento final.
De acordo com a nota enviada pela autarquia ao Diário da Lagoa, a reunião teve como objetivo auscultar os parceiros sociais e refletir sobre os desafios atuais no território lagoense. A intenção do município é sistematizar a colaboração já existente entre os serviços, clarificando o papel de cada instituição para garantir intervenções mais concertadas. Durante os trabalhos, foram analisadas problemáticas específicas, nomeadamente estratégias de prevenção e combate à violência doméstica, à negligência parental e a comportamentos de indisciplina em contexto escolar e social.
Graça Costa destacou, na ocasião, que este plano pretende aprofundar o conhecimento sobre a realidade das famílias e dos jovens no concelho. “Este processo poderá contribuir para um melhor acompanhamento das situações existentes e para o reforço do trabalho em rede entre as várias entidades”, afirmou a autarca, referindo que muitas destas instituições já desenvolvem trabalho nesta área de forma informal.
A elaboração do plano contou com a participação de representantes de várias instituições, incluindo a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Lagoa, o Centro Sócio Cultural da Atalhada, a APAV, as escolas EBIs de Água de Pau e Lagoa, a Escola Secundária da Lagoa, a Universidade dos Açores, além de equipas de saúde escolar e de enfermagem do Centro de Saúde local. Com esta iniciativa, a autarquia refere que procura definir as linhas de ação pública para a infância e juventude através de um modelo de trabalho em parceria com as forças vivas da comunidade.

A Câmara Municipal da Lagoa, na ilha de São Miguel, vai assinalar o Dia Mundial da Árvore e das Florestas, no próximo dia 21 de março, com uma ação de limpeza e conservação do trilho da Janela do Inferno.
Segundo nota de imprensa enviada pela autarquia lagoense, o evento nasce de uma vasta rede de parcerias que envolve o projeto TransLighthouses, o Expolab, o Centro de Educação e Formação Ambiental de Lagoa (CEFAL), o Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores (OVGA), a associação Kairós, a Junta de Freguesia de Santa Cruz e a Associação Cultural e Recreativa dos Remédios. Esta união de esforços tem como principal objetivo incentivar práticas de sustentabilidade e reforçar o respeito pelo património natural do concelho, convocando os cidadãos para um papel ativo na preservação da biodiversidade local.
O ponto de encontro para todos os interessados em participar nesta iniciativa está marcado para as 9h00, na Casa da Água – Trail Point, nos Remédios. A organização recomenda que os voluntários se façam acompanhar de calçado e vestuário adequados à prática de pedestrianismo, bem como de água e uma lanterna, acessório essencial para a passagem nos túneis que caracterizam este percurso. Mais do que uma simples recolha de resíduos, a ação pretende sensibilizar para a importância das florestas e para a manutenção da qualidade ambiental de um dos ex-líbris turísticos e recreativos da ilha de São Miguel.
O trilho PRC37 SMI – Rota da Água – Janela do Inferno, inaugurado a 13 de maio de 2014, está equipado com tecnologia de eco-contadores, que permite a monitorização de utilizadores em tempo real, sendo que o percurso registou uma adesão recorde no último ano. De acordo com os dados partilhados pela autarquia, em 2025 foram contabilizados mais de 60.000 acessos, um número que espelha a crescente relevância deste trilho tanto para os residentes da Lagoa como para os turistas que visitam a região, justificando assim o investimento contínuo na sua limpeza e valorização.

O Dia Internacional da Mulher foi assinalado na cidade da Lagoa este domingo, 8 de março, pela Câmara Municipal. De acordo com nota de imprensa enviada às redações pela autarquia lagoense, tratou-se de um programa que combinou a homenagem ao trabalho feminino com o incentivo a estilos de vida saudáveis. O evento, realizado pelo segundo ano consecutivo, contou com a participação de mais de uma centena de pessoas provenientes de todas as freguesias do concelho e de fora dele para participar numa caminhada e em aulas de atividade física.
Segundo a nota da autarquia, a manhã começou com um momento de forte carga simbólica nos Paços do Concelho: o reconhecimento público de nove colaboradoras do Centro Sócio Cultural de São Pedro. Estas profissionais, que integram o serviço de apoio domiciliário, foram destacadas pelo impacto direto e muitas vezes silencioso que o seu trabalho diário tem no conforto e na dignidade das famílias lagoenses.
Na ocasião, a vereadora com o pelouro da Ação Social e da Saúde, Graça Costa, aproveitou para sublinhar que esta data simboliza “a luta, a coragem e as conquistas das mulheres ao longo da história”, recordando todas aquelas que “desafiaram barreiras e reivindicaram direitos fundamentais como o acesso à educação, ao voto, ao trabalho digno e à igualdade de oportunidades”. A autarca destacou ainda que, além das figuras que transformaram o mundo na ciência ou na política, importa celebrar as mulheres que, de forma anónima, como mães, trabalhadoras e cuidadoras, “constroem diariamente o futuro com resiliência, sensibilidade e força”. Num agradecimento direto às nove homenageadas — Etelvina Coelho, Cidália Baganha, Diana Andrade, Cátia Matos, Graça Silva, Carolina Andrade, Adriana Tavares, Neuza Oliveira e Débora Coelho — Graça Costa afirmou, de acordo com a fonte municipal, que estas profissionais “fazem, diariamente e de forma silenciosa, a diferença na vida de tantas famílias lagoenses”.

Após este momento de homenagem, os participantes seguiram em caminhada de Santa Cruz em direção ao polidesportivo da Atalhada, na freguesia de Nossa Senhora do Rosário. O percurso culminou num lanche-convívio que reforçou os laços de proximidade entre a comunidade, seguido de dois momentos de exercício: uma aula de atividade física orientada pela professora Fátima Peixoto e uma sessão de ioga dinamizada pela professora Carolina Dourado.

A gestão do Aquafit – Health & Fitness Club, equipamento público sob a alçada da Câmara Municipal da Lagoa, está a ser alvo de um coro de críticas que ultrapassa a recente contestação à subida dos preços. Um grupo de utentes e sócios formalizou duas exposições dirigidas à autarquia e à Assembleia Municipal, denunciando o que consideram ser um desvio aos princípios de transparência, ética e serviço público. No centro da polémica está a atuação da Direção Técnica, a cargo de Rui Melo.
De acordo com os subscritores da denúncia, verifica-se uma alegada “ausência sistemática” do responsável nas instalações, tornando-o “incontactável” para utentes e funcionários na maior parte das horas do dia. A exposição alega ainda que o Diretor Técnico acumula múltiplas funções remuneradas noutras entidades, o que comprometeria a dedicação e compromisso necessários ao cargo municipal. Os utentes sugerem que a gestão diária tem recaído sobre outros colaboradores, levantando suspeitas de que a nomeação para o cargo possa resultar de “favores políticos”.
A situação laboral dos trabalhadores do complexo é outro ponto crítico destacado na denúncia enviada ao nosso jornal. Enquanto o novo preçário para 2026 impõe agravamentos significativos — com o Cardiofitness a subir 37% —, a autarquia terá negado a atualização dos rendimentos dos funcionários face à subida do salário mínimo. Segundo a denúncia, existem profissionais a cumprir funções no complexo há mais de 11 anos sob o regime de recibos verdes, sem as garantias e a valorização que lhes são devidas.
No plano político, o PSD Lagoa já manifestou a sua oposição a este modelo de gestão, classificando-o como “concorrência desleal” perante o setor privado. O vereador Rúben Cabral apontou a falta de indicadores de desempenho no orçamento para 2026 e afirmou que a atualização de preços foi adiada por “conveniência política” para o período pós-eleitoral.
Ao Diário da Lagoa, a Câmara Municipal defendeu que os aumentos visam a “estabilidade da operação” e a manutenção de padrões de qualidade. Sobre o corte de 20% para 15% nos descontos para idosos e recomendações médicas, a autarquia justificou que a decisão procura um equilíbrio entre sensibilidade social e sustentabilidade, sugerindo aos cidadãos o programa gratuito “Saúde em Movimento” ao ar livre. Contudo, os utentes refutam esta visão, apontando sinais de “degradação continuada” nas infraestruturas e falta de manutenção adequada.
Questionada pelo nosso jornal, a Câmara Municipal reagiu às críticas, começando por desvalorizar as exposições enviadas pelo “Grupo de Sócios do Aquafit”. A autarquia classifica as comunicações como “anónimas” por falta de identificação dos subscritores, embora assegure que o teor foi analisado e que “não foi apurada qualquer situação que comprometa a segurança ou o funcionamento” do complexo.
Quanto à contestada atuação do Diretor Técnico, a autarquia lagoense esclarece que o responsável exerce funções desde 2022 em regime de tempo parcial. A autarquia confirma a acumulação de funções noutras entidades, mas garante que a mesma está “formalmente enquadrada e autorizada, nos termos legais, pelo serviço de origem”. No entanto, a resposta oficial não faz qualquer referência à alegada “incontactabilidade” ou falta de assiduidade física denunciada pelos utentes.
No que toca à situação laboral dos profissionais que asseguram as atividades, a Câmara da Lagoa nega a existência de vínculos laborais irregulares. Segundo o executivo lagoense, tratam-se de “prestações de serviços específicas e com necessidades variáveis”, justificando assim a manutenção do regime de recibos verdes (mesmo nos casos que se arrastam há mais de uma década) por considerar que este modelo não configura um contrato de trabalho subordinado.
Relativamente às queixas de degradação das instalações, a autarquia refuta a perceção dos sócios, enumerando investimentos recentes em “componentes estruturais e equipamentos de prática desportiva”. Entre as intervenções citadas, destacam-se a substituição de sistemas de ar condicionado, melhorias nos balneários e a renovação de material de apoio às atividades de plano de água, assegurando que a manutenção do Aquafit é “regular e programada”.

O Dia Internacional da Mulher será assinalado na cidade da Lagoa, na ilha de São Miguel, no próximo domingo, 8 de março, com uma homenagem a colaboradoras locais, seguida de uma caminhada e aulas de atividade física, anunciou a Câmara da Lagoa.
De acordo com nota de imprensa enviada pela autarquia lagoense às redações, a iniciativa visa valorizar o papel da mulher na comunidade e incentivar hábitos de vida saudáveis. O programa começa com uma sessão dedicada ao reconhecimento profissional e social de nove mulheres que trabalham no Centro Sócio Cultural de São Pedro, integradas no serviço de apoio domiciliário. Esta homenagem destaca o trabalho discreto mas impactante que estas mulheres realizam diariamente, promovendo conforto, dignidade e qualidade de vida a muitas famílias do concelho.
Após esta cerimónia simbólica, será entregue uma t-shirt comemorativa a cada participante. A caminhada tem início às 9h00, com partida dos Paços do Concelho, na freguesia de Santa Cruz, até ao polidesportivo da Atalhada, na freguesia de Nossa Senhora do Rosário.
No destino final, será realizado um lanche-convívio para fomentar o espírito de partilha e proximidade entre os participantes. Seguir-se-ão duas aulas abertas: uma de atividade física, orientada pela professora Fátima Peixoto, e outra de ioga, dinamizada pela professora Carolina Dourado, proporcionando momentos de energia, equilíbrio e bem-estar.
A autarquia refere ainda que, com esta iniciativa, pretende não só assinalar simbolicamente o Dia Internacional da Mulher, mas também “promover a igualdade, reconhecendo o contributo feminino na construção da comunidade e incentivando a participação ativa da população”.
A participação na atividade é gratuita, sendo recomendada a inscrição prévia através do QR Code disponibilizado nas redes sociais e no portal da Câmara Municipal da Lagoa.

A requalificação da Praça Dona Amélia Botelho Faria e Maia, na freguesia do Cabouco, concelho da Lagoa, deverá ficar concluída no final de maio de 2026, num investimento que ronda os 260 mil euros. Segundo informações enviadas pela Câmara Municipal de Lagoa, a intervenção visa a modernização daquele espaço público central, priorizando a polivalência e a melhoria das condições de mobilidade para os residentes.
O projeto contempla a demolição do antigo coreto e a construção de um novo palco coberto em local considerado mais adequado, alteração que, de acordo com a autarquia, permitirá criar mais espaço para a realização de eventos comunitários, nomeadamente as festividades da Paróquia de Nossa Senhora da Misericórdia e iniciativas das instituições locais.
Durante uma visita técnica ao local, o presidente da Câmara da Lagoa, Frederico Sousa, afirmou que a intervenção se encontra em fase de execução, destacando que “a intervenção contempla a requalificação do pavimento e a demolição do coreto, permitindo criar mais espaço para a realização de diversos eventos”. O autarca referiu ainda que os trabalhos abrangem a “beneficiação do edifício existente na praça, bem como do parque infantil”, garantindo a continuidade do investimento naquela freguesia.
Além das alterações estruturais, a autarquia refere que a obra prevê a instalação de mobiliário urbano moderno, a criação de novas zonas verdes e a substituição integral da iluminação pública por tecnologia LED, visando uma maior eficiência energética no espaço que serve de sede ao Centro Social e Cultural do Cabouco e à Casa do Povo.