
A Câmara Municipal da Lagoa distinguiu Gilberto Sousa Borges, natural do concelho, com um voto de louvor em reconhecimento pelo seu percurso como dirigente desportivo e pelo seu contributo para o desenvolvimento do desporto e da comunidade lagoense. A atribuição do voto de louvor foi aprovada, por unanimidade, na reunião de câmara de 12 de março.
Ao longo de 25 anos, Gilberto Borges dedicou-se à presidência da Associação Juvenil Clube Operário Desportivo, distinguindo-se pelo seu empenho, liderança e profundo compromisso com a formação desportiva e cívica de centenas de jovens. Durante este período, o clube formou mais de 3500 atletas, promovendo valores fundamentais como o respeito, a disciplina, o espírito de equipa e a superação.
Sob a sua orientação, a Associação Juvenil do Clube Operário Desportivo alcançou resultados de grande relevo, nomeadamente a conquista de 39 campeonatos de São Miguel, 14 campeonatos regionais e um honroso 3.º lugar na Taça Nacional, feitos que dignificam o clube e projetam o nome do concelho de Lagoa e da região no panorama desportivo.
Para além dos êxitos competitivos, a autarquia destacou igualmente o importante papel social desempenhado por Gilberto Borges, marcado pela proximidade à comunidade, pelo apoio a jovens e famílias e pela dinamização de iniciativas que reforçam o desporto como instrumento de inclusão, educação e desenvolvimento pessoal.

O presidente da Câmara Municipal da Lagoa, Frederico Sousa, e o vice-presidente, Nelson Santos, reuniram-se ontem com o diretor regional do Desporto, Ricardo Matias, para definir as prioridades estratégicas do setor desportivo na Lagoa. Segundo nota enviada pela autarquia, o encontro serviu para analisar as carências das instalações desportivas locais, os mecanismos de apoio ao associativismo e os principais desafios enfrentados pelos clubes e dirigentes do concelho. Durante a sessão, Frederico Sousa sublinhou o investimento contínuo do município, destacando a intervenção desenvolvida “quer no apoio regular às coletividades, quer na disponibilização de meios e equipamentos”, reforçando a importância do movimento desportivo local e da plena utilização das infraestruturas municipais.
Um dos pontos centrais da discussão prendeu-se com a necessidade urgente de qualificação de espaços que apresentam limitações de praticabilidade e problemas estruturais, com particular enfoque nos equipamentos desportivos da Escola Secundária da Lagoa e da Escola de Água de Pau. O executivo municipal aproveitou a ocasião para reiterar a sua posição quanto à gestão do Pavilhão da Escola Básica Integrada Padre João José do Amaral. A autarquia manifestou-se novamente disponível para assegurar diretamente a conservação e manutenção daquele pavilhão, defendendo que tal medida não só faz sentido por “razões de racionalidade económica”, como é fundamental para a “prática desportiva na ilha, permitindo reforçar a capacidade de resposta existente e promover uma distribuição mais equilibrada das diferentes modalidades”.
Para além das infraestruturas gerais, a reunião abordou temas específicos como a melhoria das condições para a prática do judo no concelho, modalidade que requer uma articulação conjunta entre as entidades para garantir o seu crescimento. No encerramento dos trabalhos, os responsáveis municipais reafirmaram a total disponibilidade para colaborar com a Direção Regional do Desporto, visando a valorização do desporto como um pilar estruturante na vida dos lagoenses e na coesão social do concelho.

A cedência do Pavilhão Desportivo da Escola Padre João José do Amaral ao Município da Lagoa, nos Açores, está no centro do debate político regional, com o Chega a manifestar-se contra a urgência de tratamento do processo proposta pelo PS. Através de uma nota de imprensa enviada à nossa redação, o partido defende que a relevância desta infraestrutura para a comunidade lagoense exige um “trabalho sério” e um escrutínio detalhado, recusando que uma decisão desta magnitude seja tomada num prazo de apenas duas ou três semanas. Para o Chega, o pavilhão representa um ativo estratégico para o concelho, não devendo a sua gestão ser discutida de forma precipitada antes do plenário de maio.
A deputada Olivéria Santos reforçou que a preocupação central reside na garantia de um acesso equitativo ao espaço, sublinhando que o pavilhão não pode tornar-se exclusivo de uma única entidade desportiva. A parlamentar recorda que aquela infraestrutura é a única no concelho com as condições específicas de segurança exigidas para a prática da patinagem, conforme estipulado legalmente. “Estamos disponíveis para debater o tema – sabemos das dificuldades por que passam entidades, importância da associação – mas duas ou três semanas para discutir este assunto, até ser discutido já no plenário de maio, é pouco tempo”, alertou Olivéria Santos na nota enviada pelo partido.
Além da questão da utilização desportiva, o Chega levanta dúvidas quanto à articulação desta cedência com os planos de investimento público para a zona. Olivéria Santos aponta que o Governo regional tem previsto um projeto de requalificação para a Escola Padre João José do Amaral que contempla a construção de um novo pavilhão. Segundo a deputada, é fundamental clarificar o futuro planeamento urbanístico e desportivo da Lagoa antes de avançar com a transferência de competências: “temos de perceber se vamos ficar com dois pavilhões ou só com um. Tudo isso não se consegue fazer em duas ou três semanas”, argumentou a parlamentar, apelando ao rigor e à transparência num processo que terá impacto direto nos atletas e clubes locais.

A Associação Desportiva e Cultural de Santa Cruz celebrou o terceiro aniversário com uma gala de reconhecimento que teve lugar no Convento de Santo António, naquela freguesia.
Presidida por Mário Luís Pereira, o líder da agremiação desportiva aproveitou a celebração para realizar um balanço do trabalho desenvolvido pelo clube desde a sua fundação, realçando o seu papel na comunidade lagoense enquanto dinamizador social e cultural, com especial dedicação aos mais jovens.
A efeméride permitiu reforçar o compromisso da Câmara Municipal da Lagoa com o movimento associativo do concelho através de uma estratégia de proximidade e de colaboração contínua com as coletividades locais.
O presidente autarquia, Frederico Sousa, marcou presença nas comemorações que reuniram diversas entidades oficiais, patrocinadores, membros da Direção, atletas e famílias, num momento marcado pela homenagem a todos aqueles que têm contribuído para o crescimento e sustentabilidade do clube ao longo dos últimos três anos.
Durante o evento, Frederico Sousa anunciou que a Câmara Municipal da Lagoa irá organizar, já no próximo ano, uma gala bienal dedicada ao desporto no concelho.
“Mais do que um apoio financeiro, a autarquia tem vindo a afirmar-se como um parceiro ativo, disponibilizando meios logísticos, recursos humanos e condições para a concretização de projetos que promovem o desporto, a cultura e a coesão social. A gala do desporto surge, neste contexto, como mais um passo na valorização do trabalho desenvolvido pelas associações e no reconhecimento do seu papel fundamental na dinamização da comunidade”, adiantou o autarca lagoense.
Frederico Sousa sublinhou ainda a importância do envolvimento coletivo no desenvolvimento do desporto local, referindo que “importa reconhecer não apenas o trabalho desenvolvido no seio das associações, mas também o empenho de todos os atletas das diversas modalidades do concelho, cujo esforço e dedicação dignificam a Lagoa. Uma palavra de apreço igualmente para os pais e encarregados de educação, pelo apoio constante, bem como para os patrocinadores, cujo contributo é essencial para a continuidade e crescimento do movimento associativo”.

O Pavilhão Professor Jorge Amaral, no lugar dos Remédios, volta a ser o epicentro do desporto regional este sábado, dia 11 de abril. Coincidindo com as celebrações do feriado municipal, o recinto acolhe o Torneio de Judo Cidade da Lagoa, uma organização do Judo Clube da Lagoa (Judolag) que conta com o apoio direto da autarquia lagoense e da Associação de Judo do Arquipélago dos Açores. Segundo nota de imprensa enviada pela autarquia lagoense, a prova mobilizará mais de 150 pessoas, entre atletas, técnicos e equipas de arbitragem, consolidando o judo como uma das modalidades com maior expressão e número de praticantes no concelho.
A competição, que cumpre a sua quarta edição consecutiva naquele pavilhão, terá lugar durante o período da manhã e será dividida em três momentos distintos de acordo com as idades dos judocas. O primeiro grupo a entrar no tatami será composto pelos atletas nascidos a partir de 2017, seguindo-se o escalão dos jovens nascidos entre 2014 e 2017. O encerramento das competições caberá aos atletas nascidos a partir de 2013, englobando escalões que vão desde os benjamins aos juniores. O evento culminará com a entrega de troféus, cerimónia que contará com a presença do vice-presidente da Câmara Municipal da Lagoa, Nelson Santos.
A edição de 2026 traz consigo uma novidade de relevo na vertente da inclusão: a participação de atletas de desporto adaptado, provenientes do clube anfitrião e da Academia de Judo Samurai. No total, marcarão presença quatro emblemas da ilha de São Miguel: o Judolag, o Judo Clube de Ponta Delgada, o Clube de Judo da Ribeira Grande e a Academia de Judo Samurai. Esta iniciativa surge num momento de particular reconhecimento para o concelho, que foi recentemente galardoado com o título nacional de “Destino Desportivo do Ano”, prémio que distingue a estratégia local de valorização da atividade física e o papel fundamental de eventos desta natureza na dinamização da economia e comunidade do lugar dos Remédios.

O Grupo Parlamentar do PS/Açores defendeu publicamente, em visita à Lagoa, a necessidade urgente de assegurar a continuidade da atividade do Clube de Patinagem de Santa Cruz, face à ameaça de demolição do pavilhão da Escola Padre João José do Amaral.
Segundo uma nota de imprensa enviada pela estrutura partidária, a ausência de uma alternativa viável para os treinos diários coloca em risco real a sobrevivência desta modalidade no concelho. A posição foi assumida pela deputada Cristina Calisto após uma reunião com os responsáveis do clube, onde foram manifestadas preocupações sobre a perda do espaço que tem sido o pilar do sucesso da coletividade.
Para a parlamentar, este é um desporto de “uma modalidade de grande prestígio para o concelho da Lagoa e para a região”, sublinhando o currículo de relevo nacional e internacional da instituição, que soma participações em competições como a Taça de Portugal e o Campeonato Europeu de Patinagem Artística.
A memória de um passado recente agrava o receio da comunidade desportiva local, uma vez que, entre 2021 e 2023, o clube atravessou um período de carência de instalações que forçou a deslocação de atletas para fora do concelho e resultou no abandono da prática por parte de vários jovens. Para evitar a repetição deste cenário, os socialistas anunciaram que vão avançar com um projeto de resolução que propõe a cedência definitiva do pavilhão ao Município da Lagoa, permitindo a gestão local do espaço e a salvaguarda da sua utilização desportiva.
Cristina Calisto reforçou que o crescimento populacional da Lagoa e a sua elevada taxa de natalidade exigem a manutenção e o reforço das infraestruturas existentes, especialmente num concelho com mais de duas dezenas de clubes no ativo. “Este é um equipamento essencial, não só para aumentar a oferta desportiva disponível, mas sobretudo para manter vivo um dos maiores clubes desportivos da Região”, afirmou a deputada, apelando à sensibilidade do Governo regional para uma solução que permita compatibilizar novos investimentos com a preservação do atual pavilhão.
“Esta é a iniciativa que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista vai entregar para que seja possível manter-se o pavilhão atual e garantir que esta modalidade não desapareça”, concluiu.

A Câmara Municipal de Ponta Delgada aprovou, em reunião ordinária e por unanimidade, um voto de congratulação à atleta Natacha Candé, do Clube Desportivo e Cultural Juventude Ilha Verde, pela revalidação do título ibérico de pentatlo, no escalão de sub-20.
O título de campeã ibérica de pentatlo foi conquistado no Torneio Ibérico de Provas Combinadas, realizado em Zaragoza, Espanha, onde a atleta representou a seleção nacional e alcançou uma extraordinária pontuação total de 4257 pontos, superando as suas próprias marcas.
Importa recordar que, já no corrente ano, Natacha Candé havia conquistado o título de campeã nacional de pentatlo nos campeonatos nacionais de provas combinadas, ao somar 4197 pontos, numa competição em que estabeleceu, em simultâneo, os recordes nacionais dos escalões de sub-20 e sub-23.
Tal como se lê no voto de congratulação aprovado, “a progressão desportiva da atleta, marcada pela constante melhoria dos seus resultados – incluindo a superação da anterior marca pessoal de 4094 pontos no Torneio Ibérico de 2025 – constitui um exemplo de rigor, disciplina e compromisso com a excelência, projetando o nome de Ponta Delgada e dos Açores além-fronteiras”.
Recorde-se que Natacha Candé foi distinguida na Gala do Desporto de Ponta Delgada com o título de “Atleta Feminina do Ano”, reconhecimento que sublinha o mérito do seu percurso e o seu papel enquanto referência para a juventude.

Não é sobre estatísticas. Não é sobre o peso do metal das medalhas ou as datas precisas de campeonatos regionais. O projeto que nasceu de um convite para o álbum dos 500 anos do Concelho de Lagoa transformou-se em algo muito mais profundo: uma radiografia da alma de um povo. “O meu propósito era humanizar a informação”, explica o autor, Marcelo Borges, que dedicou quase dois anos a escavar memórias que o betão do tempo ameaçava enterrar.
“O meu pai, desde de cedo, levou-me para o desporto, acompanhava-me muito. Quando me fizeram o convite, disse que aceitaria ir nesse propósito, mas num propósito mais de humanizar a informação”, explica o autor.
A história do desporto na Lagoa começa com um ato de sobrevivência psicológica. Em 1522, após o terramoto devastador que arrasou Vila Franca do Campo, o capitão donatário Luís Gonçalves encontrou no “jogo de canas” — uma disputa de perícia a cavalo — a forma de demover as pessoas de abandonarem a ilha. O desporto foi, ali, a primeira ferramenta de reconstrução social.
Recorda os tempos idos em que em 1905 foi instalado um campo de cricket no jardim do Rosário, pela câmara municipal.
Em 1917, foi criado o Eden Park. Onde antes se empilhava carvão para a Fábrica do Álcool, nasceu um espaço de lazer vanguardista com o primeiro ginásio público ao ar livre. Foi ali que as famílias se reuniam, onde as senhoras faziam renda enquanto assistiam aos primeiros jogos de futebol, e onde a dinâmica social da rua ganhou uma nova vida.
O livro “Breve História da Cultura Desportiva na Lagoa”, editado pela Câmara da Lagoa, destaca um período áureo: a era das grandes indústrias. A Fábrica do Álcool e a Fábrica do Sabão (Provimi) não eram apenas polos económicos, mas o coração pulsante do desporto. Os operários terminavam turnos exaustivos e corriam para os treinos. O autor recorreu sobretudo a testemunhos orais, a livros e à imprensa da época.
“O que mais me agradou foi confirmar a resiliência dos lagoenses”, afirma Marcelo Borges. As histórias de bastidores são comoventes: dirigentes que transformavam as suas próprias casas em sedes de clubes e treinadores “vanguardistas” que, perante a escassez, davam “quadradinhos de marmelada” aos atletas para garantir que tinham calorias para competir. É este “ADN” de sacrifício que explica como clubes com poucos recursos conseguiram, tantas vezes, bater-se contra gigantes.
Se outrora era preciso esperar horas para conseguir um lugar nos polidesportivos de Santa Cruz ou do Rosário, hoje o silêncio nas ruas preocupa. O autor aponta para um “desligamento” das novas gerações, provocado não só pelos ecrãs, mas por uma alteração na dinâmica familiar.
“Eu não ouço as bolas a baterem na rua”, lamenta, recordando o tempo em que o sentido de pertença era tão forte que os próprios alunos tomavam a iniciativa de decorar os pavilhões escolares com azulejos. Para o autor, o desporto não é apenas exercício físico; é uma lição de cidadania e de dever sobre o direito.

A obra, que agora integra a coleção da Biblioteca Tomás Borba Vieira, não pretende ser um ponto final. Com atletas como Natacha Candé e Apollo Caetano a reescreverem a história no presente, o livro serve como um estandarte para que os clubes não deixem perder os seus arquivos orais, sendo a história atual um desenrolar constante de novos marcos. “O livro já está desatualizado”, diz Marcelo Borges, assumindo que é a própria história a acontecer. O autor espera que este trabalho incentive outros a escreverem sobre modalidades específicas antes que a memória dos dirigentes mais antigos se perca.
Numa altura em que a informação digital é efémera, este resgate das fontes orais e dos periódicos antigos (como “O Lagoense” de 1905) é um presente para a Lagoa de amanhã eternizando assim a história da cultura desportiva no concelho.

O bem-estar dos munícipes no concelho da Lagoa, ilha de São Miguel, volta a estar no centro da agenda política com a organização da Semana da Saúde. A iniciativa da câmara da Lagoa, que decorre entre os dias 6 e 11 de abril de 2026, aposta numa estratégia de proximidade para sensibilizar a população para a importância do exercício físico e da prevenção da doença.
Segundo Graça Costa, vereadora com o pelouro da Ação Social e da Saúde, o evento pretende “incentivar a adesão a rastreios preventivos e reforçar a literacia em saúde, contribuindo para uma comunidade mais informada, ativa e consciente”. Para viabilizar um programa abrangente, a autarquia estabeleceu parcerias com diversas entidades.
O arranque oficial acontece a 6 de abril com a reunião do Conselho Municipal de Saúde. Nesse mesmo dia, o Largo de Nossa Senhora do Rosário transforma-se num centro de saúde ao ar livre, acolhendo diversos rastreios gratuitos entre as 13h00 e as 18h00. A componente desportiva ganha fôlego ao longo da semana com caminhadas organizadas pelos Centros de Marcha e Corrida da Lagoa e de Água de Pau (7 e 9 de abril), além de um Open Day com aulas de Step, natação e hidroginástica no dia 8 de abril.
O encerramento da semana, a 11 de abril, reserva um dia inteiro dedicado ao desporto em formato open day. Entre as 09h00 e as 18h00, os interessados poderão experimentar modalidades como padel, atividades náuticas e sessões de pickleball.

O Clube Operário Desportivo (COD), na cidade da Lagoa, ilha de São Miguel, deu início ao processo para a eleição dos seus novos corpos diretivos. Segundo um comunicado emitido pela Mesa da Assembleia Geral da instituição sediada na mais jovem cidade açoriana, os sócios interessados podem apresentar as suas listas de candidatura até ao próximo dia 30 de abril.
As propostas devem ser entregues formalmente na sede do clube, situada na Rua da Fábrica, ou diretamente ao presidente da Mesa da Assembleia Geral, na Rua Dr. Botelho, no Rosário. Este ato eleitoral visa dar continuidade à gestão da histórica Instituição de Utilidade Pública, fundada em 1948, que permanece como uma das referências desportivas da Associação de Futebol de Ponta Delgada.
O culminar deste processo ocorrerá no dia 5 de maio, data em que será realizada a Assembleia Geral. A reunião magna dos sócios terá lugar pelas 20h30, nas instalações da sede do COD, para a definição do futuro elenco diretivo do clube.