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Lagoa acolhe exposição «Gestos de Abundância» do Walk & Talk

© CM LAGOA

A exposição «Gestos de Abundância» será inaugurada no próximo dia 26 de setembro, pelas 17h00, na sala de exposições Numídico Bessone, no Convento de Santo António, na cidade da Lagoa, anunciou a autarquia lagoense.

Da autoria de Inês Coelho da Silva & Kita Rancaño Ward, Soya the Cow, Uhura Bqueer, Mirna Bamieh, trata-se de uma iniciativa inserida no âmbito da Bienal de Artes do Walk & Talk que decorre por toda a ilha de São Miguel entre 25 de setembro e 30 de novembro do corrente ano.

De acordo com nota de imprensa enviada pela Câmara Municipal, a iniciativa que promove o encontro com as artes na ilha de São Miguel, “convida o público a uma reflexão coletiva sobre o território, os seus imaginários e transformações, desenvolvendo-se exposições, performances, encontros, caminhadas e ações públicas que envolvem artistas, curadores, especialistas e comunidades locais”.

A exposição intitulada «Gestos de Abundância» explora diferentes formas de conhecimento que vão além dos livros e das instituições, valorizando práticas do quotidiano, da memória e da partilha. A mostra reúne obras que abordam temas como a relação entre pessoas e comunidades, a transmissão de saberes fora dos circuitos formais, a preservação do tempo e da memória e a importância dos vínculos coletivos e ecológicos.

A exposição fica patente até ao dia 30 de novembro, no Convento de Santo António, na freguesia de Santa Cruz. O horário de visita funciona de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h30.

Arquipélago acolhe exposição “Produção artesanal portuguesa: a atualidade do saber fazer ancestral”

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O Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas inaugura este sábado, 19 de julho, às 16h00,  a exposição “Produção artesanal portuguesa: a atualidade do saber-fazer ancestral”, integrada no Programa Nacional Saber Fazer da Direção-Geral das Artes.
 
Instalada em vários espaços do Arquipélago – corredor do piso zero, Serviço de Mediação e piso dois – a exposição propõe uma reflexão sobre a produção artesanal portuguesa e a sua relevância no contexto contemporâneo, através da valorização dos saberes tradicionais e das práticas ancestrais.
 
A exposição estrutura-se em torno de quatro eixos fundamentais: Sentido quotidiano das produções artesanais, Respeito pela paisagem e o território, Valor patrimonial dos saberes e práticas, Resiliência económica do sector artesanal.
 
Estes princípios refletem a missão do Programa Nacional Saber Fazer: promover a produção artesanal tradicional como um setor viável, sustentável e culturalmente significativo. Através desta iniciativa, destaca-se o trabalho de artesãs e artesãos, assim como os produtos, os processos e os materiais utilizados, em diálogo com o seu contexto sociocultural e a paisagem natural.
 
A nota de imprensa do Arquipélago indica que “esta exposição itinerante reafirma o compromisso do «saber fazer» com a valorização e reconhecimento da herança material e imaterial associada à produção artesanal portuguesa”.

«O Homem e o Mar» de Francisco Carreiro no Passeio Marítimo da Lagoa

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O Passeio Martítimo da cidade da Lagoa, na ilha de São Miguel, vai receber a exposição fotográfica intitulada «O Homem e o Mar», da autoria de Francisco Carreiro. A mostra será inaugurada no dia 16 de junho, pelas 16h00, junto ao posto de turismo.

«O Homem e o Mar» conta com a curadoria de Gabi Pontes, presidente da direção da Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores (AFAA), e João Porteiro, doutorado em geografia e professor auxiliar na Universidade dos Açores.

Instalada junto ao posto de turismo, a exposição revela um registo em formato de narrativa fotográfica da importante atividade desenvolvida pela comunidade piscatória do Porto dos Carneiros, um trabalho de relevante importância económica, social e histórica para a Lagoa que interessou ao autor natural do concelho registar, pela questão da memória, necessidade de registo, preservação e divulgação.

Segundo nota de imprensa enviada ao nosso jornal pela autarquia lagoense, ao longo das 21 fotografias que compõem a exposição, Francisco Carreiro procura dar uma perspetiva do dia a dia de quem se dedica à pesca artesanal, uma arte que, nos últimos tempos, ganha cada vez maior relevância na luta global pela preservação dos recursos marinhos e da sustentabilidade da sua exploração.

Em «O Homem e o mar» pode-se ver uma narrativa do processo da pesca artesanal: a preparação dos aparelhos, o iscar, as saídas para o mar para lançar e recolher o Trole e as gaiolas para o caranguejo, a apanha da Lula e, não menos importante, o registo da sua devoção ao santo padroeiro dos pescadores, São Pedro Gonçalves Telmo.

Francisco Carreiro, nascido na Lagoa em 1964, é licenciado pela Universidade dos Açores, em Biologia e Geologia (ensino) e concluiu mestrado em Gestão de Empresas/MBA. É guia de natureza dos Açores, certificado pelo Governo dos Açores. Mais recentemente, concluiu um Programa Avançado de “Gestão do Turismo”, PAGETUR, ministrado pela Católica Lisbon Business & Economics. Tem Pós-Graduação em Ecoturismo e Guias de Natureza. Desde cedo se revelou um amante da natureza e da fotografia. Nos últimos anos, para além da colaboração com a AFAA (Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores), tem tido a oportunidade de frequentar diversas formações e workshops de fotografia, nas mais diversas áreas, com alguns dos melhores fotógrafos portugueses.

Tem participado em diversos desafios fotográficos, exposições coletivas e concursos, vendo publicados e reconhecidos alguns dos seus trabalhos, não só em sites dedicados à fotografia, como em outras entidades. Em 2021, apresentou a sua primeira exposição individual, em junho de 2021, a convite do Parque Atlântico, em Ponta Delgada, sob o título «Cenas de Meu Quintal! Do Azul do Céu ao Negro do Basalto!». Atualmente reside na Lagoa e foi, provavelmente, a ligação à sua terra natal, o gosto pela fotografia, e a imagem que lhe ficou na memória de infância do vendilhão de peixe a percorrer as ruas da então Vila da Lagoa, que nasce esta exposição.

A realização da exposição fotográfica ao ar livre por parte da Câmara Municipal da Lagoa, através do Museu da Lagoa – Açores, representa uma abordagem expositiva a céu aberto que visa permitir que a arte se expanda para além dos muros institucionais.

Biblioteca da Lagoa acolhe exposição biografica de Manuel Augusto de Amaral

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A Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira, na cidade da Lagoa, vai acolher uma exposição biográfica de Manuel Augusto de Amaral, anunciou esta terça-feira, 1 de abril, a Câmara Municipal de Lagoa. A mostra vai ser inaugurada no próximo dia 4 de abril, pelas 18h30, no Convento de Santo António, onde ficará patente até ao dia 18 de maio.

Segundo a autarquia lagoense, a exposição conta com a curadoria de Malvina Sousa. A professora e escritora também realizou, há cerca de um ano, a palestra «O homem e o poeta», sobre a vida e obra de Manuel Augusto de Amaral, no Auditório Ferreira da Silva, um evento inserido nas comemorações do Dia Mundial da Poesia. A palestra focou alguns aspetos biográficos deste homem multifacetado e debruçou-se sobre o seu papel na sociedade, bem como algumas temáticas abordadas na sua obra, os estilos e géneros preferidos, as influências e as marcas da sua vida na sua escrita.

Manuel Augusto de Amaral nasceu em Água de Pau, a 29 de agosto de 1862. Frequentou o Seminário de Angra do Heroísmo, e, posteriormente, o Curso Superior de Letras, em Lisboa, desistindo aquando da morte do pai, regressando aos Açores. Já em São Miguel, dedicou-se, por mais de 30 anos, ao colégio Escola Minerva, que fundou e dirigiu. Faleceu a 25 de dezembro de 1942. Vinte anos mais tarde, o centenário do seu nascimento é comemorado pelo Instituto Cultural de Ponta Delgada, que publica uma Antologia Poética do seu espólio, na qual também se registam grandes e muitos elogios que lhe foram feitos por personalidades reconhecidas na área das letras.

A curadora da exposição, Malvina Sousa, conta na sua biografia com a publicação do livro de poesia “Momentos” (2011) e participação na “Antologia de Poesia Contemporânea Entre o Sono e o Sonho, Volume V”, no “Poemário 2015” e “O Silêncio da Solidão” (2014). Em 2015, fez parte da Antologia “Memórias Esquecidas no Tempo.” Em 2019, publicou “Até que a violência nos separe”, uma edição Letras Lavadas que integra o Plano Regional de Leitura, e participou na coletânea “Este ano desembrulha o espírito de Natal”. Em 2021, contribuiu para a coletânea “Mulher, Coração da Liberdade”, e, em 2022 e 2023, fez parte da “Nova antologia de autores açorianos” e da antologia “9 Poetas, 9 Línguas”. Em 2024, coordenou o projeto “A Sentir, na EBS Armando Côrtes-Rodrigues” e iniciou o canal do YouTube “quando os livros sussurram”, que pretende promover e incentivar a leitura e a escrita. Desenvolve, ainda, sessões de escrita criativa nas escolas, assim como palestras acerca da leitura, dos seus livros e da educação.

Exposição de miniaturas em madeira na Povoação

© CM POVOAÇÃO

Foi inaugurada, no Auditório Municipal da Povoação, na ilha de São Miguel, a 19 de março, uma exposição de artesanato em madeira, dedicada aos artesãos do concelho.

Trata-se de uma iniciativa da associação Portas da Cultura da Povoação que escolheu o Dia do Pai e Dia de São José Carpinteiro para a abertura da mostra.

Nesta exposição estão representados trabalhos do octogenário Eduíno Ferreira, Marceneiro, que também se dedica a reproduzir peças de mobiliário em miniatura, como cadeiras, cômodas e camas. Albino Silva, que, sendo natural da Ribeira Quente, tem por gosto de construir barcos com a imagem de São Paulo e, ainda, símbolos, como a Águia do Benfica. Adão Sousa que faz artesanato de objetos que representam cenas antigas do quotidiano açoriano, como carroças de bois, objetos utilizados em matanças de porco, reportando, assim, como eram as vivências numa outra época. Laurindo Araújo que se dedica às miniaturas de carros, casas e imagens religiosas e ainda Luís Junípero, carpinteiro de profissão, que tem como passatempo criar trabalhos diversos, apresentando, nesta exposição, miniaturas de uma pedra de lagar, uma roca, uma figura de São Francisco de Asis, entre outros.

A exposição está patente no horário de funcionamento do Auditório Municipal da Povoação, até ao dia 23 de março.

Exposição “Olhos nos Olhos” no Centro Cultural de Santo António

© CM PONTA DELGADA

O Centro Cultural de Santo António, no concelho de Ponta Delgada, vai ter patente entre 27 de fevereiro e 12 de junho, a exposição “Olhos nos Olhos”. A mostra reúne 23 obras da artista micaelense Patrícia Medeiros, que explora a sua visão pessoal sobre os diferentes olhares dos animais e seres humanos.

A exposição, na freguesia da costa norte de São Miguel, utiliza a técnica do acrílico sobre tela e oferece ao público uma oportunidade de contemplar a expressividade dos olhares captados pela autora, destacando a sensibilidade e profundidade emocional que caraterizam a sua obra.

Em nota de imprensa enviada pela autarquia de Ponta Delgada, Patrícia Medeiros explica que este projeto “começou com uma experiência que queria fazer com as cores, o preto e dourado” e que mais tarde aplicou “essa experiência no desenho, que sempre foi a minha habilidade, muito antes de descobrir a pintura”.

A artista relata ainda que “na primeira pintura o pincel fluiu com muita facilidade, criando em mim uma vontade de pintar mais”.

Patrícia Medeiros nasceu em 1976 em Ponta Delgada. Em 1985 frequentou a Academia de Belas Artes com o Artista Gilberto Silva e em 2007 teve aulas de pintura no Atelier Ponto de Arte com o artista Martim Cymbron. Entre 2015 e 2024, realizou oito exposições, consolidando a sua presença no panorama artístico regional.

A exposição também vai estar patente no Centro Cultural de Fenais da Luz entre 26 de junho e 18 de setembro.

Lagoa inaugura exposição “Neblina do Tempo” de Carlos Mota

© D.R.

A Câmara Municipal de Lagoa, através do Museu de Lagoa – Açores, inaugura, no próximo dia 15 de fevereiro, pelas 17h00, a exposição “Neblina do Tempo” de Carlos Mota. Com curadoria de Hilda Frias, vai ficar patente no convento de Santo António até ao dia 18 de maio, Dia Internacional dos Museus, segundo nota enviada pela autarquia lagoense.

Nesta primeira exposição do ano promovida pelo município, para além da pintura, consta um trabalho de videoarte da autoria de Maria Mattos, Daniel Santos e Carlos Mota. A inauguração desta exposição vai coincidir com a atribuição, por parte da autarquia, do nome de Numídico Bessone (1913 – 198) à sala de exposições, homenageando, assim, um lagoense que se distinguiu pelos seus trabalhos como escultor e medalhista, pode ler-se.

Esta é a segunda vez que Carlos Mota expõe numa sala que, desde a sua reabertura ao público, tem acolhido diversas exposições de autores conceituados. De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Frederico Sousa, citado no mesmo comunicado, “a realização de iniciativas como esta constitui uma peça central da nossa programação educativa e cultural, permitindo aos diferentes públicos o contato direto com as diversas formas de expressão artística contemporânea”. Além disso, “estas exposições desempenham um papel essencial na formação de uma comunidade mais crítica e sensível às várias linguagens artísticas”, referiu o autarca.

A curadora, Hilda Frias – doutorada em História de Arte, tendo lecionado e estruturado cursos e atividades pedagógicas em vários museus portugueses – refere que através desta exposição é possível “realizar uma viagem através de vários continentes, culturas e eras, com as paisagens e figuras imaginadas por Carlos Mota», adiantando que a mesma nos «convida a olhar além do visível, a reconhecer as marcas do eterno que permeiam cada momento, cada rosto e cada pedaço de terra”, ainda de acordo com a nota.

Carlos Mota nasceu em 1963, em Ponta Delgada, e formou-se em arquitetura de interiores no Centre des Arts Décoratifs (CAD), em Bruxelas. Entre 1994 e 1998, foi aluno de pintura de Toma Roata e de desenho de Jacques Richard. Reside e trabalha atualmente em Lisboa. O artista açoriano expõe, regularmente, em mostras individuais e coletivas, nacionais e internacionais, estando o seu trabalho representado em coleções públicas e privadas.

Possui obra em acervo na Presidência Federal do Brasil, Palácio do Planalto, Brasília; no Museu Centrum, em Baku (Azerbaijan), no Consulado Geral de Portugal, em Salvador da Bahia, e Instituto de Camões. Recebeu o prémio MAC 2017 «30 anos Carreira – Pintura», pelo Movimento Arte Contemporânea Galeria, em Lisboa.

A exposição vai poder ser visitada, nos dias úteis, das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h30, sendo que se encontra aberta ao público aos fins-de-semana, nos dias 29 de março e 13 de abril, entre as 14h00 e as 17h30, e 18 de maio, entre as 9h30 e as 13h00, dia em que encerra.

Freguesia de Santa Bárbara promove quinta edição da Exposição de Camélias

Exposição, na freguesia do concelho de Ponta Delgada, pode ser visitada entre 8 e 10 de fevereiro. A entrada é gratuita

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A Junta de Freguesia de Santa Bárbara, no concelho de Ponta Delgada, é anfitriã, nos próximos dias 8 a 10 de fevereiro, da sexta edição da Exposição de Camélias, que este ano se realiza sob o tema “5 anos, 5 memórias”.

De acordo com nota de imprensa enviada ao nosso jornal, a sede da Junta da freguesia da costa norte vai transformar-se para receber mais uma demonstração da exposição, aliada às tradições santabarbarenses e açorianas, tendo por base a flor camélia.

A flor que se pode encontrar nos Açores, volta a servir de inspiração a Gil Arruda, mentor das anteriores cinco edições da Exposição das Camélias. Para esta edição do evento, que tem como tema “5 anos, 5 memórias”, o artista e a sua equipa propõem recriar “os melhores momentos dos eventos realizados nos anos transatos”.

A exposição pode ser visitada entre 8 e 10 de fevereiro, no horário das 15h00 às 20h00, no primeiro dia, e das 15h00 às 19h00 no segundo dia. E, ainda, por marcação no derradeiro dia. A entrada é gratuita e realiza-se na sede da Junta de Freguesia de Santa Bárbara, Ponta Delgada.

Expo Açores Artesanato decorre até domingo nas Portas do Mar

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A Expo Açores Artesanato – Natal 2024, promovida pela Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego, através do Centro de Artesanato e Design dos Açores (CADA), decorre até ao próximo domingo, dia 8 de dezembro, no Pavilhão do Mar, em Ponta Delgada.

Vão estar em exposição produções artesanais de mais de 80 empresas artesanais da região, “numa ocasião de excelência para os artesãos e unidades produtivas artesanais poderem divulgar e comercializar os seus produtos e criações, muitas da quais certificadas pela marca coletiva ‘Artesanato dos Açores'”, segundo comunicado do Governo regional.

A Expo Açores Artesanato pode ser visitada das 18h00 às 23h00 nos dias úteis, e das 14h00 às 23h00 no sábado e no domingo. A entrada é gratuita.

A sessão oficial de abertura da Expo Açores Artesanato, presidida pela Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreiro, vai decorrer na sexta-feira, 6 de dezembro, pelas 18h30, durante a qual será apresentada a nova plataforma online do Artesanato dos Açores, lê-se ainda.

Esta edição da Expo Açores Artesanato volta a contar com momentos musicais e culturais, designadamente com a atuação do Grupo de Castanholas “Os Companheiros”, no dia 4, pelas 20h00; com a atuação da Escola da Violas da Terra da Fajã de Baixo, na sexta-feira, pelas 18h30; com a atuação do Duo Toadas, na sexta-feira, pelas 20h00; com a atuação de Evandro Meneses, no sábado, pelas 20h00; e com a atuação do Grupo de Cantares Tradicionais de Santa Cruz, no domingo, pelas 20h00.

Durante este mercado de Natal do Artesanato dos Açores estão a decorrer, ainda, vários workshops sobre diferentes artes e ofícios, sendo que as inscrições devem ser efetuadas através do email cada@azores.gov.pt.

Na quinta-feira, 5 de dezembro, decorrem, pelas 18h30, o workshop “Pintura de Presépio sobre Azulejo”, com a artesã Inês Ribeiro e o workshop “Presépio de Lapinha”, com a artesã Gabriela Motta Faria.

No sábado, 7 de dezembro, pelas 14h30 decorrem o workshop “Presépio em Patchwork”, com a artesã Sónia Bárbara e o workshop infantil “Presépio em Barro”, com a artesã Isabel Silva Melo.

Às 17h00, iniciam-se os workshops “Presépio de Lapinha, com a artesã Maria Luísa Benevides e “Presépio em Folha de Milho”, com a artesã Maria João Silveira.

No último dia da exposição, domingo, 8 de dezembro, pelas 14h30 vão ser dinamizados os workshops “Presépio em Patchwork”, com a artesã Sónia Bárbara, e o workshop infantil “Presépio em Barro”, com a artesã Isabel Silva Melo.

Por fim, pelas 17h00, vão acontecer os workshops “Pintura de Presépio sobre Azulejo”, com a artesã Inês Ribeiro e “Presépio em Folha de Milho”, com a artesã Maria João Silveira.

Exposição de pintura no centro comercial destaca o mar e as cascatas da ilha

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Até 31 de agosto, o centro comercial Parque Atlântico (PA), em São Miguel, recebe uma exposição de pintura de Ana Paula Moura dedicada ao mar e às cascatas da ilha.

Num espaço transformado em galeria de arte, no Piso 0, “estarão reunidas 13 obras que prometem conquistar os visitantes pela beleza das paisagens apresentadas”, segundo nota de imprensa do PA.

Depois de em janeiro deste ano o centro comercial ter iniciado o seu programa cultural de 2024 com uma mostra da artista, “esta é mais uma oportunidade para conhecer melhor o seu trabalho, desta vez, relacionado com a água de São Miguel”.

Embora tenha nascido no Porto e seja licenciada em Auditoria de Empresas, o fascínio pelo mundo da arte tem acompanhado a vida de Ana Paula Moura, desde muito nova, fazendo desta uma atividade paralela à sua profissão.

A isto juntou-se o facto de se ter apaixonado pelos Açores e de se ter mudado de malas e bagagens para São Miguel, onde, desde 2015, concentra toda a sua atenção na beleza de toda a envolvente. Os seus quadros já atravessaram o Oceano Atlântico, tendo estado expostos em Penalva do Castelo, São Bento (Lisboa) e São Paulo (Brasil).

A exposição de pintura está inserida no projeto “Cultura no Centro”, que tem como propósito apoiar artistas e entidades nacionais de âmbito cultural, através da realização de várias ações nos centros comerciais geridos pela Sonae Sierra, no sentido de tornar a cultura acessível a todos, pode-se ler, ainda, na mesma nota.