
A exposição de fotografia “Violas dos Açores”, da Associação de Juventude Viola da Terra, foi inaugurada a 2 de outubro de 2021, na Fajã de Baixo, nas comemorações do “Dia da Viola da Terra”, e conta com o registo de violas de oito ilhas dos Açores.
Desde 2021, a exposição tem andado em itinerância pelos Açores, tendo passado pela Graciosa, Terceira e Pico. São Jorge é a quinta Ilha que onde a exposição pode ser visitada, de acordo com nota de imprensa da AJ Viola da Terra.
Em São Jorge, no Atelier de Kaasfabriek, uma antiga fábrica de queijo localizada em Santo António, e que pelas mãos de Pieter e Rini Adriaans se tornou um centro de arte contemporânea, está patente a exposição “Azores Finge São Jorge 2024”, inaugurada por ocasião daquele Festival.
Ao mesmo tempo, a exposição de fotografia “Violas dos Açores” bem com “A arte da construção”, de Raimundo Leonardes, pode ser visitada até agosto de 2024, numa parceria Associação de Juventude Viola da Terra, Atelier de Kaasfabriek e MiratecArts.
Segundo a Associação, esta exposição pretende dar a conhecer os “diferentes modelos de violas na nossa região, bem como a grande riqueza da imaginação dos construtores ao longo dos anos. Muitas das fotografias resultam de registos amadores e em situações de contacto espontâneo com músicos. No entanto, há fotografias que foram tiradas especificamente para a exposição. Também consta da mostra uma fotografia de uma viola de São Jorge com um embutido com um pássaro, abaixo do cavalete, de coleção particular, entre outros registos”.
“A importância destas parcerias com várias entidades tem sido fundamental para continuar o trabalho que a Associação desenvolve de dar a conhecer a riqueza e diversidade do nosso património ligado à Viola e na valorização dos seus construtores”.
Esta exposição integra a “Temporada de Violas da Terra”, promovida pela Associação, e que contará com o concerto “A Viola na Praça”, a 12 de Julho, na Ribeira Quente, Freguesia sede da Associação. A Temporada regressa depois em Setembro com mais eventos.

A exposição “Alenquer, Património e Identidade” vai estar patente entre 7 de junho e 11 de julho no Centro Municipal de Cultura de Ponta Delgada, de acordo com nota de imprensa da Câmara Municipal de Ponta Delgada.
Mostra reúne 24 peças do acervo da Câmara Municipal de Alenquer e resulta de uma parceria entre ambas as autarquias, procurando dar a conhecer “uma imagem da sua história e das suas tradições” e “o culto e as Festas do Império do Divino Espírito Santo, instituídas em Alenquer pela Rainha Santa Isabel e por seu marido, o rei D. Dinis, em 1321”, lê-se, na mesma nota.
Exposição é composta por peças arqueológicas e artísticas, pergaminhos e livros raros, representativos de vários séculos de testemunhos materiais da história e pré-história da vila de Alenquer, localizada nos arredores de Lisboa.
No site do município, Alenquer apresenta-se não só como “Terra do Espírito Santo”, mas também como “Presépio de Portugal”, “Terra de Damião de Góis” e “Terra da Vinha e do Vinho”, designações que vai adotando, simbolicamente, em vários ciclos culturais temáticos, no decurso do ano, refere ainda o comunicado da câmara de Ponta Delgada.
A 6 de julho de 2023 Ponta Delgada e Alenquer celebraram um protocolo de geminação numa cerimónia que teve lugar no edifício dos Paços do Concelho. Com este ato simbólico, “as relações bilaterais entre os municípios ficaram fortalecidas e reafirmaram-se as afinidades históricas e culturais com o culto e com as festas evocativas do Divino Espírito Santo”.

O vice-presidente da Câmara Municipal do Nordeste, Marco Mourão, marcou presença na inauguração da exposição “Mulheres na cidade”, de Ana Paula Dourado e Patrícia Pimentel, que está patente na Casa João de Melo, na Achadinha, espaço dedicado à promoção de atividade cultural diversa.
A exposição pode ser visitada até ao dia 24 de junho, tendo o próprio escritor, João de Melo, a possibilidade de a conhecer pessoalmente aquando da sua visita ao Nordeste na próxima semana.
Trata-se de uma história contada em treze telas utilizando a técnica mista (acrílico sobre tela e pano cru com colagens e aplicações de croché, macramé e bijuteria), que retrata as vivências das mulheres no quotidiano, onde circulam pelas ruas da cidade, interagem com a natureza, a religião, a cultura, a gastronomia e o comércio.
A imaginação, a criatividade e a originalidade dos produtos representam um modo de vida e proporcionam inovação e inserção das tendências, destacando-se pela sustentabilidade, conforto, durabilidade e a alegria das cores.

A Exposição “Escultura e Pintura” de José Maria França Machado e Luís França será inaugurada no próximo dia 27 de abril, pelas 17h00, no Centro Cultural da Caloura, segundo nota remetida pela Câmara Municipal da Lagoa.
A exposição, que irá ocupar duas das salas daquele espaço cultural, é composta por 10 esculturas e 37 pinturas, sendo que as peças integram coleções públicas e privadas, e referem-se a um período compreendido entre 1973 e 2008. Apresenta, também, a particularidade de ser a primeira vez que os dois irmãos realizam uma exposição conjunta.
A iniciativa encontra-se inserida no programa de comemoração do 502.º aniversário de elevação de Lagoa a vila e sede de concelho e no 12.º aniversário de elevação de Lagoa a cidade, segundo a autarquia.
José Maria França Machado nasceu, em 1941, em Ponta Delgada, e reside em Lisboa. Frequentou a Escola Superior de Belas Artes do Porto e completou o Curso de Escultura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, apresentando a sua tese em 1974. As suas obras estão representadas no Centro Cultural da Caloura, Museu Carlos Machado, Museu da Horta, Museu de Angra do Heroísmo, Biblioteca Publica e Arquivo Regional de Ponta Delgada e em várias coleções particulares.
Foi corresponsável, com o pintor Tomaz Borba Vieira, da seleção de artistas e elaboração dos textos do vídeo “Artistas Açorianos”, editado pela Direção Regional de Educação. Foi autor do guião dos videogramas “Canto da Maya – Na Génese do Modernismo” e “Domingos Rebêlo – Um pintor para os Açores”.
Luís França nasceu em 1953, em Ponta Delgada, e reside em Lisboa. Integrou o atelier experimental de artes plásticas com os pintores Medeiros Cabral e Rui Aguiar. Em 1978, concluiu a licenciatura em Artes Plásticas pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Foi professor de artes visuais no ensino oficial e na escola AR.CO (1983-1992), nos departamentos de Pintura e Desenho. Está representado em coleções públicas e privadas, nomeadamente no Centro Cultural Caloura, Museu de Angra do Heroísmo, Museu Carlos Machado, Presidência do Governo dos Açores, EDA – Eletricidade dos Açores, coleção Manuel de Brito, Caixa Vigo, Montepio, Universidade dos Açores. Realizou exposições individuais e participou em várias exposições coletivas nacionais e internacionais.

O francês Nicolas Floc’h, nome internacional da fotografia, que expõe pela primeira vez em Portugal, tem patente uma exposição com o mar como tema central, em Lisboa, que inclui fotografias, vídeos e peças escultóricas da sua autoria. Entre estes trabalhos encontram-se imagens captadas nos Açores, bem como no Estuário do Tejo.
Segundo nota de imprensa, a mostra inclui um mural composto por 408 fotografias das cores da água do Rio Tejo – mais propriamente do troço entre Castanheira do Ribatejo e Bugio, sendo que o MAAT foi parceiro, juntamente com o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Açores, da campanha que permitiu ao artista francês registar as fontes termais subaquáticas da ilha de São Miguel.
“Os resultados são a deslumbrante escala de cores das águas do rio e as dramáticas imagens dos fundos marinhos desertificados pela acidificação das águas sulfurosas do arquipélago,” segundo o mesmo comunicado.
A exposição, intitulada “Mar Aberto”, está patente no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Belém, na capital portuguesa, até 26 de agosto de 2024.