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Grupo Desportivo Comercial disponível para organizar Além Mar Rali noutra ilha

© GDC

A direção do Grupo Desportivo Comercial (GDC), reunida ontem, 15 de outubro, na Lagoa, São Miguel, esteve a analisar as declarações do diretor da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (F.P.A.K.) para os Açores, Rúben Macedo, nomeadamente a entrevista concedida à Antena 1 Açores, segundo nota de imprensa do GDC.

Na entrevista, aponta o GDC, o diretor da F.P.A.K. para os Açores, deu conta que estaria à procura de apoios para realizar mais um rali numa outra ilha, não dando, dessa forma, como findo o Campeonato dos Açores de Ralis de 2024 com a realização do XIII Picowines Rali. Na mesma entrevista, Rúben Macedo afirma não concordar com a decisão de adiar para 2025 o Azores Rallye, alegando terem-se já realizado na ilha de São Miguel outros eventos com maior aglomeração de público, assim como com o timing para a comunicação que foi realizada na passada sexta-feira, em conferência de imprensa dando conta do parecer da Comissão de Catástrofe do Hospital do Divino Espírito Santo (H.D.E.S.).

Na reportagem da Antena 1 é igualmente afirmado que o diretor da F.P.A.K. nos Açores está a procurar angariar apoios para fazer realizar o rali numa de “duas ilhas onde não se realizam ralis”, citou o GDC, no mesmo comunicado.

Perante as declarações, o Grupo Desportivo Comercial renova a sua “disponibilidade para realizar a derradeira prova do Campeonato deste ano, nomeadamente o Além Mar Rali que estava agendado para meados do ano e que pode ser agora realizado em finais de novembro/principio de dezembro”, em qualquer ilha dos Açores a indicar por Rúben Macedo, com exceção de São Miguel e/ou de outra(s) que dependa(m) do H.D.E.S., devido ao parecer recebido e tornado público, ficando igualmente recetivos a receber o montante que o diretor da F.P.A.K. pretende angariar como patrocínio à prova, lê-se ainda.

Por último , esclarece-se o GDC, “a não aceitação do teor daquele parecer emanado pela Comissão de Catástrofe do H.D.E.S. leva a que, a realizar o rali apenas por capricho ou ignorância ao seu teor, faz com que incorram criminalmente os responsáveis pela prova, pela Comissão Organizadora e pelo Grupo Desportivo Comercial, uma consequência que se pretende evitar, em primeira análise, pelo bom nome de todos os envolvidos, mas também por respeito aos parceiros do evento, nomeadamente o Governo dos Açores”, conclui a nota.