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Exposição de Isabel Nolasco traz ao Corvo olhares sobre as «Latitudes da Semelhança»

A Sala de Convívio da Santa Casa da Misericórdia da ilha do Corvo acolhe, até 22 de outubro, a mostra fotográfica e a apresentação do livro homónimo da fotógrafa Isabel Nolasco, numa iniciativa promovida pela autarquia local

© CM VILA DO CORVO

A ilha do Corvo tem patente, até ao próximo dia 22 de outubro, a exposição fotográfica «Latitudes da Semelhança», da autoria de Isabel Nolasco. A iniciativa, acolhida pela Câmara Municipal do Corvo, encontra-se instalada na Sala de Convívio da Santa Casa da Misericórdia do Corvo, com entrada gratuita e espaço aberto ao público entre as 10h00 e as 16h00, conforme divulgou a autarquia corvina.

A mostra e o livro homónimo que a acompanha nasceram de uma viagem realizada pela autora ao Médio Oriente em 2019, ao longo de 40 dias e 40 noites por terras do Omã e do Irão. Segundo refere Isabel Nolasco na apresentação do seu trabalho, a obra procura «destacar as semelhanças mais do que as diferenças» e demonstrar que a humanidade partilha os mesmos afetos e sonhos em qualquer parte do mundo.

Com percurso reconhecido no panorama da fotografia, Isabel Nolasco arrecadou o Discoveries Awards Via Verde em 2019 e uma menção honrosa no Moscow International Foto Awards em 2020. Além do livro «Latitudes da Semelhança» (2020), a autora publicou «Do paraíso / Husi paraízu» (2021), dedicado a Timor-Leste, e «Da Vinha ao Vinho – A paisagem da cultura da vinha do Pico e as suas gentes» (2024), trabalho representativo da sua vivência no arquipélago açoriano.

A realização do evento contou com a colaboração da Santa Casa da Misericórdia do Corvo e do Museu das Flores. A autarquia informou ainda que os interessados na aquisição do livro poderão fazê-lo contactando os serviços da Câmara Municipal do Corvo, onde se encontram exemplares disponíveis para disponibilização através da autora.

MiratecArts lança concurso de fotografia dedicado à Montanha do Pico

Iniciativa assinala o Dia Mundial da Fotografia e está aberta a participantes de todas as idades e níveis de experiência, com os trabalhos finalistas a integrar uma exposição durante o Montanha Pico Festival

© DIREITOS RESERVADOS

A associação cultural MiratecArts promove um novo concurso de fotografia dedicado à Montanha do Pico, uma iniciativa aberta a toda a comunidade que assinala a celebração do Dia Mundial da Fotografia. O evento insere-se na preparação da 13.ª edição do Montanha Pico Festival, agendada para janeiro de 2027. As fotografias podem ser submetidas até ao dia 31 de outubro de 2026.

De acordo com a nota de imprensa divulgada pela organização, o concurso está aberto a participantes de todas as idades e níveis de experiência, sendo também possível apresentar fotografias captadas através de telemóvel. O diretor artístico da MiratecArts, Terry Costa, explicou que, pela primeira vez, foram definidas várias categorias, permitindo a participação de diferentes públicos, tendo como único requisito representar a Montanha do Pico.

Os trabalhos finalistas serão impressos para integrar uma exposição na Biblioteca Auditório da Madalena, durante o Montanha Pico Festival. Os vencedores das categorias de estudante, amador e profissional receberão louros, promoção através dos meios de comunicação e um cabaz de brindes. O vencedor final, escolhido através de votação do público durante o festival, verá a sua fotografia utilizada como cartaz de uma futura edição do evento.

Os interessados podem submeter até três fotografias originais em formato digital JPG ou JPEG com pelo menos 2000 pixels na maior dimensão, a cores, preto-e-branco ou sépia, através do correio eletrónico da organização. O regulamento estipula que as imagens não devem apresentar manipulações digitais além de ajustes básicos de contraste, luminosidade, reenquadramento ou conversão de cor. As fotografias finalistas serão utilizadas exclusivamente para a exposição e as imagens vencedoras poderão ainda ser divulgadas no site, redes sociais e materiais de promoção do festival, sempre com identificação do respetivo autor.

O Montanha Pico Festival realiza-se desde 2015 na ilha do Pico e celebra diferentes formas de expressão artística em torno da temática da montanha.

Exposição de fotografia marca arranque das festas do Divino Espírito Santo

© ACÁCIO MATEUS

A exposição “O Divino em Objetiva 25” será inaugurada no próximo dia 10 de julho, pelas 18h00, no lado norte da igreja Matriz de São Sebastião, assinalando o início da programação das festas do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada.

Promovida pela Câmara Municipal de Ponta Delgada, em parceria com a AFAA – Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores, esta iniciativa integra, desde 2014, o programa oficial das festas, afirmando-se como mais um momento de valorização e promoção desta tradição.

Patente ao público até ao dia 24 de julho, a exposição reúne vinte fotografias que retratam diferentes momentos das festividades em honra da terceira pessoa da Santíssima Trindade, evidenciando a fé, a devoção, o espírito de partilha e o sentido comunitário que caracterizam uma das mais marcantes manifestações da identidade açoriana.

Através do olhar dos fotógrafos da AFAA, a mostra convida residentes e visitantes a redescobrir uma tradição secular profundamente enraizada na cultura açoriana, perpetuando, em imagem, momentos de grande significado religioso, social e patrimonial.

Despensas de Rabo de Peixe eternizadas em foto-livro

© RUBÉN MONFORT

O foto-livro “Despensas – A tradição de Rabo de Peixe”, da autoria do fotógrafo espanhol Rubén Monfort, será apresentado no próximo dia 25 de junho, pelas 18h30, no Centro Comunitário de Rabo de Peixe.

A publicação é dedicada às despensas de Rabo de Peixe, tradição que se realiza anualmente na vila piscatória nas festas do Espírito Santo. Este evento mobiliza centenas de participantes e constitui uma prática coletiva profundamente enraizada na comunidade local, desempenhando um papel central na manutenção da identidade cultural da vila.

Apesar da sua relevância social e cultural, esta tradição permanece ainda pouco conhecida e insuficientemente documentada. Com 144 páginas, o livro procura contribuir para a sua preservação e divulgação, reunindo um conjunto de fotografias, captadas em 2018, que testemunham a dimensão coletiva, performativa e simbólica desta prática.

O livro oferece um olhar contemporâneo sobre a tradição, reconhecendo simultaneamente o papel das sucessivas gerações que asseguram a sua continuidade.

As imagens agora publicadas em livro integraram anteriormente uma exposição do mesmo projeto, inaugurada em 2019 na Casa da Beneficência de Rabo de Peixe, no âmbito do festival Tremor, e posteriormente apresentada em vários locais das ilhas de São Miguel e Santa Maria.

A publicação inclui ainda dois ensaios inéditos apresentados em português, inglês e espanhol: um texto de António Pedro Lopes sobre a relação entre dança, comunidade e participação coletiva, e outro de António Pedro Costa dedicado ao enquadramento histórico desta tradição.

Com o objetivo de alargar o acesso à publicação, o foto-livro inclui audiodescrição desenvolvida por Helena Barros, em colaboração com a equipa da ACAPO Açores, contribuindo para uma experiência de leitura mais inclusiva.

Kol de Carvalho expõe “Romaria cigana” no Nordeste

© CM NORDESTE

Está patente na sala de exposições do município do Nordeste a mostra fotográfica “Romaria cigana”, do arquiteto e fotógrafo Jorge Kol de Carvalho, trabalho que resulta de uma das suas muitas viagens.

Esta, especificamente, foi a França, a Saintes-Maries-de-la-Mer, onde, todos os anos, no mês de maio, a pequena vila se transforma num ponto de convergência e de peregrinação de fé, reunindo múltiplas celebrações que reforçam a união de milhares de ciganos vindos de toda a Europa.

A exposição capta o mais simples e elementar desta celebração, como descreve na folha de sala o padre Duarte Melo, por casualidade natural do Nordeste, da freguesia da Salga.

Para a maior parte dos presentes, esta era uma tradição desconhecida, assim como, para a maior parte das pessoas, e que o registo documental veio permitir conhecer. A inauguração da exposição contou com a presença de muitos amigos e conhecidos que acompanham o trabalho do arquiteto Jorge Kol de Carvalho, assim como de representantes de entidades locais, tendo a abertura sido presidida pelo vice-presidente da Câmara do Nordeste, Marco Mourão.

Exposição “FésTividades 25” na praça Gonçalo Velho Cabral

© ACÁCIO MATEUS

De hoje, 7 de maio, a 22 de maio, a praça Gonçalo Velho Cabral acolhe a exposição “FésTividades 25”, uma iniciativa da Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores (AFAA), em colaboração com a Câmara Municipal de Ponta Delgada.

Esta mostra traz para a rua uma seleção de vinte fotografias captadas durante as festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres de 2025, com o objetivo de construir um registo visual destas festividades, cruzando diferentes olhares sobre a vivência espiritual e a dimensão social que marcam uma das mais expressivas manifestações de fé em Portugal.

Como já é habitual, os trabalhos apresentados resultam de um concurso fotográfico, sendo os participantes e o vencedor anunciados no próprio dia da inauguração.

Destaca-se que esta exposição integra, desde 2007, o programa das festas em honra do Senhor Santo Cristo dos Milagres, contribuindo para a valorização e divulgação de uma manifestação cultural profundamente enraizada na identidade de um povo.

Parlamento promove concurso de fotografia para celebrar a Autonomia

© ALRAA

O presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), Luís Garcia, anunciou o lançamento do concurso de fotografia “50 Anos de Autonomia”, uma iniciativa que resulta de uma parceria entre o Parlamento açoriano e a Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores (AFAA), com o objetivo de “valorizar a identidade açoriana, a memória coletiva e o percurso democrático do arquipélago”.

A iniciativa, integrada nas comemorações do cinquentenário da Autonomia, “pretende celebrar o caminho feito ao longo de cinco décadas na Região, valorizando a forma como os açorianos se veem a si próprios e ao seu território, através da arte e da criatividade”, afirmou o presidente do Parlamento durante a assinatura do protocolo de cooperação entre a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores e a Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores (AFAA).

As candidaturas, abertas a todos os fotógrafos, amadores e profissionais, residentes ou não nos Açores, abrem na próxima segunda-feira, dia 13 de abril e decorrem até 31 de agosto de 2026. Sob o tema “Ser Açores”, o concurso convida os participantes a explorar uma identidade moldada pelo mar, pelo isolamento e pela resiliência, desafiando-os a refletir sobre o passado, a interpretar o presente e imaginar o futuro da autonomia açoriana.

Cada participante poderá submeter até quatro fotografias, sem restrições quanto às técnicas utilizadas, devendo os trabalhos refletir adequação ao tema proposto, impacto visual, qualidade técnica, composição e mensagem. O júri será composto pelo fotojornalista da SIC, Rui Caria e pelos fotógrafos independentes Luís Godinho e Pepe Brix, em representação da AFAA e, em representação da ALRAA, Hélio Silveira e Isabel Nolasco, ambos fotógrafos amadores e técnicos superiores da ALRAA.

A exposição resultante do concurso terá carácter itinerante e será composta por uma seleção de vinte fotografias, sendo atribuídos três prémios monetários aos trabalhos vencedores. A inauguração da exposição e a apresentação dos resultados terão lugar no dia 20 de outubro, no átrio da Assembleia Legislativa, na cidade da Horta, ilha do Faial.

O regulamento completo estará disponível a partir do dia 13 de abril no site oficial da Assembleia Legislativa, em www.alra.pt, bem como nas redes sociais da ALRAA e da AFAA.

«O Homem e o Mar» de Francisco Carreiro no Passeio Marítimo da Lagoa

© DIREITOS RESERVADOS

O Passeio Martítimo da cidade da Lagoa, na ilha de São Miguel, vai receber a exposição fotográfica intitulada «O Homem e o Mar», da autoria de Francisco Carreiro. A mostra será inaugurada no dia 16 de junho, pelas 16h00, junto ao posto de turismo.

«O Homem e o Mar» conta com a curadoria de Gabi Pontes, presidente da direção da Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores (AFAA), e João Porteiro, doutorado em geografia e professor auxiliar na Universidade dos Açores.

Instalada junto ao posto de turismo, a exposição revela um registo em formato de narrativa fotográfica da importante atividade desenvolvida pela comunidade piscatória do Porto dos Carneiros, um trabalho de relevante importância económica, social e histórica para a Lagoa que interessou ao autor natural do concelho registar, pela questão da memória, necessidade de registo, preservação e divulgação.

Segundo nota de imprensa enviada ao nosso jornal pela autarquia lagoense, ao longo das 21 fotografias que compõem a exposição, Francisco Carreiro procura dar uma perspetiva do dia a dia de quem se dedica à pesca artesanal, uma arte que, nos últimos tempos, ganha cada vez maior relevância na luta global pela preservação dos recursos marinhos e da sustentabilidade da sua exploração.

Em «O Homem e o mar» pode-se ver uma narrativa do processo da pesca artesanal: a preparação dos aparelhos, o iscar, as saídas para o mar para lançar e recolher o Trole e as gaiolas para o caranguejo, a apanha da Lula e, não menos importante, o registo da sua devoção ao santo padroeiro dos pescadores, São Pedro Gonçalves Telmo.

Francisco Carreiro, nascido na Lagoa em 1964, é licenciado pela Universidade dos Açores, em Biologia e Geologia (ensino) e concluiu mestrado em Gestão de Empresas/MBA. É guia de natureza dos Açores, certificado pelo Governo dos Açores. Mais recentemente, concluiu um Programa Avançado de “Gestão do Turismo”, PAGETUR, ministrado pela Católica Lisbon Business & Economics. Tem Pós-Graduação em Ecoturismo e Guias de Natureza. Desde cedo se revelou um amante da natureza e da fotografia. Nos últimos anos, para além da colaboração com a AFAA (Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores), tem tido a oportunidade de frequentar diversas formações e workshops de fotografia, nas mais diversas áreas, com alguns dos melhores fotógrafos portugueses.

Tem participado em diversos desafios fotográficos, exposições coletivas e concursos, vendo publicados e reconhecidos alguns dos seus trabalhos, não só em sites dedicados à fotografia, como em outras entidades. Em 2021, apresentou a sua primeira exposição individual, em junho de 2021, a convite do Parque Atlântico, em Ponta Delgada, sob o título «Cenas de Meu Quintal! Do Azul do Céu ao Negro do Basalto!». Atualmente reside na Lagoa e foi, provavelmente, a ligação à sua terra natal, o gosto pela fotografia, e a imagem que lhe ficou na memória de infância do vendilhão de peixe a percorrer as ruas da então Vila da Lagoa, que nasce esta exposição.

A realização da exposição fotográfica ao ar livre por parte da Câmara Municipal da Lagoa, através do Museu da Lagoa – Açores, representa uma abordagem expositiva a céu aberto que visa permitir que a arte se expanda para além dos muros institucionais.

Exposição “Sociedade e Vida – Visões no Feminino” no Parque Atlântico

© D.R.

Para assinalar o Dia Internacional da Mulher, o Parque Atântico, centro comercial de Ponta Delgada, vai receber, a partir deste sábado, 8 de março, uma mostra que reúne retratos de mulheres a desempenhar diferentes funções, celebrando o seu papel na sociedade.

A exposição do fotógrafo José Santos vai estar patente entre os dias 8 e 26 de março. Intitulada “Sociedade e Vida – Visões no Feminino” a mostra é composta por cerca de 20 fotografias, que revelam registos autênticos de mulheres a desempenhar diferentes funções do quotidiano. Com o seu olhar atento e sensível, o autor convida os visitantes a refletir sobre as múltiplas dimensões da vida no feminino, destacando a força, a dedicação e a resiliência nos mais variados contextos.

Natural de Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, e atualmente residente em Ponta Delgada, São Miguel, José Santos é fotógrafo profissional e conta com um percurso marcado por diversas formações e projetos. Embora o seu trabalho incida, essencialmente, em património, paisagens, vida selvagem e produto, tem um gosto especial por fotografar pessoas de forma a captar a essência, as emoções e as experiências de vida. Ao longo da sua carreira, participou em várias exposições e iniciativas, como “Quem vê caras, não vê doenças”, “Nossas ilhas, nossas gentes, suas vivências atuais e do passado” e “Perspetivas do olhar”, sempre com foco nas realidades sociais e culturais dos Açores.

Com esta nova mostra fotográfica, “Sociedade e Vida – Visões no Feminino”, o autor reforça o seu compromisso em dar visibilidade às histórias e papéis fundamentais das mulheres no tecido social do arquipélago.

Exposição “Prémio Fotográfico AFAA” assinala 50.º aniversário da Universidade dos Açores

© DL

No contexto das celebrações do 50.º aniversário da Universidade dos Açores (UAc), vai ser inaugurada a exposição “Prémio Fotográfico AFAA”, promovida pela Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores (AFAA). Este evento celebra a criatividade e o talento dos associados da AFAA, destacando a relevância da arte fotográfica na região, segundo nota enviada pela UAc.

A inauguração da exposição está marcada para o dia 27 de janeiro, às 18h30, na Sala de Exposições, localizada junto à Aula Magna da UAc, em Ponta Delgada. A mostra vai ficar patente ao público até 28 de fevereiro, “oferecendo uma homenagem à arte fotográfica e um convite para explorar as múltiplas perspetivas que ela pode revelar”, lê-se.

A exposição nasce da primeira edição do Prémio Fotográfico AFAA, um concurso bienal lançado em 2020, fruto de um sonho antigo da associação, que visa desafiar os participantes a contar histórias através da fotografia. Composta por 12 trípticos de temática livre, a exposição reflete a diversidade de técnicas e abordagens artísticas exploradas pelos fotógrafos envolvidos na exposição, explica ainda a nota.

Esta iniciativa não só assinala as comemorações dos 50 anos da UAc, mas também reforça a importância do diálogo entre a academia açoriana e os agentes culturais locais, conclui o mesmo comunicado.