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Pavilhão dos Remédios acolhe Torneio de Judo Cidade da Lagoa em dia de Feriado Municipal

Evento organizado pelo Judolag reúne mais de 150 participantes e destaca-se pela estreia do judo adaptado, reforçando o estatuto da Lagoa como “Destino Desportivo do Ano”

© CM LAGOA

O Pavilhão Professor Jorge Amaral, no lugar dos Remédios, volta a ser o epicentro do desporto regional este sábado, dia 11 de abril. Coincidindo com as celebrações do feriado municipal, o recinto acolhe o Torneio de Judo Cidade da Lagoa, uma organização do Judo Clube da Lagoa (Judolag) que conta com o apoio direto da autarquia lagoense e da Associação de Judo do Arquipélago dos Açores. Segundo nota de imprensa enviada pela autarquia lagoense, a prova mobilizará mais de 150 pessoas, entre atletas, técnicos e equipas de arbitragem, consolidando o judo como uma das modalidades com maior expressão e número de praticantes no concelho.

A competição, que cumpre a sua quarta edição consecutiva naquele pavilhão, terá lugar durante o período da manhã e será dividida em três momentos distintos de acordo com as idades dos judocas. O primeiro grupo a entrar no tatami será composto pelos atletas nascidos a partir de 2017, seguindo-se o escalão dos jovens nascidos entre 2014 e 2017. O encerramento das competições caberá aos atletas nascidos a partir de 2013, englobando escalões que vão desde os benjamins aos juniores. O evento culminará com a entrega de troféus, cerimónia que contará com a presença do vice-presidente da Câmara Municipal da Lagoa, Nelson Santos.

A edição de 2026 traz consigo uma novidade de relevo na vertente da inclusão: a participação de atletas de desporto adaptado, provenientes do clube anfitrião e da Academia de Judo Samurai. No total, marcarão presença quatro emblemas da ilha de São Miguel: o Judolag, o Judo Clube de Ponta Delgada, o Clube de Judo da Ribeira Grande e a Academia de Judo Samurai. Esta iniciativa surge num momento de particular reconhecimento para o concelho, que foi recentemente galardoado com o título nacional de “Destino Desportivo do Ano”, prémio que distingue a estratégia local de valorização da atividade física e o papel fundamental de eventos desta natureza na dinamização da economia e comunidade do lugar dos Remédios.

Pavilhão da Lagoa acolhe fase regional do Campeonato Nacional de Karate

Prova reuniu 181 atletas de 15 clubes açorianos e ficou marcada pela estreia histórica da vertente de ParaKarate, com o Clube de Karate-do Shotokan de Angra do Heroísmo a sagrar-se o grande vencedor coletivo

© DIREITOS RESERVADOS

O Pavilhão da Escola Secundária de Lagoa foi o palco da fase regional dos Açores do Campeonato Nacional de Karate, realizada no passado dia 28 de fevereiro. Destinada aos escalões de Infantis, Iniciados e Juvenis, a competição incluiu ainda a vertente de ParaKarate, numa organização da Federação Nacional de Karate – Portugal, com o apoio da Associação Açoreana de Karate-do e Disciplinas Associadas e da Direção Regional do Desporto. Segundo a nota enviada à redação do Diário da Lagoa, o evento reuniu 181 atletas em representação de 15 clubes.

A edição deste ano ficou marcada pela estreia do ParaKarate em contexto regional, com a participação de Gustavo Moura (1.º lugar Juvenil Masculino) e Luciana Moura (1.º lugar Cadete Feminino), ambos do Clube de Karaté Shotokan da Povoação (CKSP). No plano coletivo, o Clube de Karate-do Shotokan de Angra do Heroísmo (CKSAH) foi o grande vencedor ao somar o maior número de títulos, com o atleta Henrique Silva (CKSAH) em evidência ao conquistar o ouro em Kata e Kumite.

Nas provas de Kata, em Juvenis Femininos, o pódio foi liderado por Carminho Laranjeira (1.º), seguida de Mariana Pires (2.º), Joana Castro (3.º) e Sofia Melo (3.º). Nos masculinos, Henrique Silva (1.º) venceu, com André Costa em 2.º, e Gabriel Vitorino e Gonçalo Almeida a dividirem o 3.º lugar. Nos escalões mais jovens, os títulos de campeão regional foram para Inês Oliveira (Infantil F), Miguel Silva (Infantil M), Clara Antunes (Iniciado F) e Mateus Pimentel (Iniciado M).

No Kumite (combate), os Juvenis Femininos disputaram várias categorias: em -45kg, Matilde Pacheco foi 1.º e Maria Franco 2.º; em -50kg, Mariana Pires venceu (1.º), seguida de Francisca Magalhães (2.º), com Petra Borges e Inês Cabral em 3.º; em -55kg, o ouro foi para Sofia Melo (1.º), a prata para Núria Peixoto (2.º) e os bronzes para Simone Resendes e Geovana Aquino (3.º); em +55kg, Maria Santos venceu (1.º), Maria Cruz foi 2.º, e Laura Magalhães e Dielin Ledea ficaram em 3.º lugar.

© DIREITOS RESERVADOS

Nos Juvenis Masculinos em Kumite, os pódios ficaram assim definidos: em -40kg, Marcos Sousa (1.º), Baltasar Oliveira (2.º), Rafael Matos e Miguel Pacheco (3.º); em -45kg, Henrique Silva (1.º), André Ribeiro (2.º) e Dinis Gomes (3.º); em -50kg, Tiago Felêja (1.º), Rodrigo Oliveira (2.º) e Bernardo Costa (3.º); em -55kg, Gonçalo Almeida (1.º), André Costa (2.º), Isaac Almeida e Afonso Estevam (3.º); em -60kg, Santiago Cabral (1.º) e Francisco Miguel (2.º); e em +60kg, Martim Gabriel (1.º), Tomás Pacheco (2.º), Martim Pacheco e Severino Melo (3.º).

O evento reafirmou a vitalidade das artes marciais na região, servindo de apuramento para as fases nacionais.

Assistência pessoal e autonomia em debate na cidade de Ponta Delgada

Palestra promovida pela Associação CVA abordou os impactos da falta de apoio a pessoas com deficiência. Autarquia desafia comunidade a contribuir para o Plano Municipal para a Igualdade

© HUGO MOREIRA

A Associação CVA – Centro de Vida Autónoma dos Açores promoveu recentemente a palestra “Assistência Pessoal: a engenharia da autonomia – do ser ao destino”, um evento que serviu para debater o impacto da ausência de assistência a pessoas com deficiência e os seus efeitos práticos e psicológicos. A iniciativa contou com a presença da vereadora da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Cristina do Canto Tavares, que, segundo uma nota enviada pela autarquia à nossa redação, reconheceu a importância dos testemunhos partilhados para “refletir e definir qual o caminho a seguir” no âmbito das políticas de inclusão.

A Associação CVA, que conta atualmente com 38 associados, foca a sua atividade no apoio a pessoas com deficiência através de um serviço de assistência pessoal. Esta ferramenta é apresentada como um recurso para a promoção da vida independente, disponibilizando apoio na realização das atividades diárias, de acordo com as necessidades e escolhas de cada indivíduo. Sobre o trabalho da associação, que conta com um ano de existência, a vereadora afirmou acreditar que a instituição “tem muito mais para dar à nossa sociedade”, deixando o compromisso de um apoio financeiro municipal para técnicos ou equipamentos assim que a CVA esteja constituída como IPSS.

Durante a sessão, foram também abordados os mecanismos públicos já existentes, com destaque para o Balcão da Inclusão de Ponta Delgada. Segundo a autarca responsável pela área social, este serviço “centraliza informações e garante respostas sociais às pessoas com deficiência ou com incapacidade do concelho”, visando contribuir para uma vida mais autónoma. Cristina do Canto Tavares referiu ainda medidas como o reforço do Fundo Municipal de Solidariedade Social e majorações em apoios ao arrendamento e bolsas de estudo para famílias que integrem pessoas com incapacidade.

O encontro terminou com um convite à participação cívica, tendo sido solicitado aos presentes o envio de contributos e sugestões para o Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação da Câmara Municipal de Ponta Delgada. De acordo com a vereadora, a colaboração direta com quem lida com estas realidades é fundamental para a eficácia das decisões públicas, sublinhando que “só juntos conseguiremos definir políticas e chegar a soluções benéficas para todas as pessoas”.

Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira disponibiliza acervo em braille

Coleção inicial de 40 obras adaptadas para leitores com deficiência visual e amblíopes dispõe de uma seleção que abrange literatura infantil e obras de ficção para o público adulto

© CM LAGOA

A Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira, na cidade da Lagoa, disponibiliza ao público um novo acervo dedicado a pessoas com deficiência visual. Segundo nota de imprensa da Câmara Municipal, a coleção é composta por livros em braille e edições adaptadas para amblíopes.

O acervo inicial da Biblioteca Municipal integra 40 monografias e alguns periódicos, com uma seleção que abrange literatura infantil e obras de ficção para o público adulto.

A apresentação formal do novo material decorreu numa cerimónia que contou com a presença da vereadora com o pelouro da Educação e Cultura, Albertina Oliveira, representantes da ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal e uma turma de alunos da Escola Básica Integrada de Lagoa.

A vereadora Albertina Oliveira afirmou que este investimento reforça a função da Biblioteca Municipal como um “espaço democrático de conhecimento, onde a leitura e a cultura são direitos de todos”. A mesma responsável sublinhou que a iniciativa se alinha com políticas públicas que visam assegurar a acessibilidade e a inclusão.

A autarquia, citada na nota da Câmara, salienta que a introdução deste acervo é vista como o “início de um projeto contínuo” para a expansão progressiva da coleção, com o objetivo de a tornar mais representativa para todos os leitores.

Foi ainda destacado o papel da colaboração da ACAPO, considerada essencial para a divulgação do novo acervo e para a dinamização de futuras atividades na Biblioteca da Lagoa.

Francisco Dutra aposta na luta contra as drogas através do Paintball para os jovens

Presidente da Associação de Paintball dos Açores vê na prática desportiva uma forma de fomentar a disciplina e inclusão

Francisco Dutra preside à Associação de Paintball dos Açores © DL

Aos 53 anos, Francisco Dutra, natural da ilha do Pico, tem se mostrado atento à propagação do consumo de drogas no arquipélago. Hoje, preside à Associação de Paintball dos Açores, entidade que promove não só este desporto, mas a interação familiar, o convívio, a inclusão e, com maior foco, o combate ao consumo de drogas, ao fazer com que os jovens da região vivenciem a disciplina promovida pelo desporto.

Dinamizador do projeto “Diga não à DROGA… Sim ao Paintball”, Francisco tem obtido sucesso ao promover eventos e torneios em diversas zonas, muitos deles gratuitos, possibilitando a participação dos jovens de todas as classes sociais, além de apostar num formato de pagamento para que alguns dos jovens possam “lucrar” algum dinheiro ao auxiliar nos trabalhos da associação durante os jogos.
Toda esta movimentação tem explicação, também, no passado de Francisco, já que esteve no exército, chegando a Sargento.

“O exército ajuda-nos a abrir os olhos em vários parâmetros. Um deles é a disciplina, acordar cedo, fazer a barba, lavar a roupa, passar a ferro. E uma coisa importante que é o espírito de equipa, que nós chamamos de espírito de corpo, uma missão para ser cumprida pelo grupo todo”, comenta Francisco que encontrou no desporto, através do Paintball, mais motivos para afirmar a importância do trabalho sem individualismos. Francisco recorda que a prática do Paintball “começou como uma brincadeira”.

“Não tinha nada para fazer aqui em São Miguel ao fim de semana. O meu filho tinha, na altura, cerca de nove anos”, confirma, enquanto explica que notava que as equipas de futebol contavam com atletas e não abriam espaço para pessoas acima do peso. Assim, o Paintball tornou-se numa forma de inclusão. Momento em que Francisco pôde incentivar o seu filho a participar ao seu lado numa prática desportiva que trazia a mesma adrenalina dos jogos de “combate”, semelhante aos simulados em computador.
“É um desporto que eu gosto, pois não é material de guerra, são apenas marcadores e o meu filho também gostava disso, porque tinha aqueles jogos no computador e passou da internet para realidade”, acrescenta Francisco, que acredita que a experiência “ajuda a desenvolver o espírito do ser humano física, psicológica e socialmente”. Além de manter o indivíduo na vida real, fora dos computadores.

“Vai ter que interagir em equipa, falar com pessoas, mesmo que não gostes daquela pessoa que está na tua equipa, tens que comunicar com ela, porque o objetivo é ganhar e conseguir conquistar a bandeira, conquistar aquela missão”, frisou Francisco, que recorda que qualquer faixa etária pode participar nos torneios.

Para alcançar este público, que se depara com “falta de tempo”, porque argumenta “já estou a jogar futebol”, para esquivar-se da prática do Paintball, a Associação de Paintball dos Açores tem divulgado as suas ações também junto das escolas.

“A primeira fase começou por nós e as escolas a oferecerem o nosso serviço, a nossa prestação. Porque o objetivo também não é só falar em droga, é também apresentar o Paintball como desporto. Neste momento, já temos escolas que entram em contacto connosco”, revela Francisco, que contou ainda que esse trabalho nas escolas passa por perceber as minúcias existentes, as condições de trabalho, se há ginásio disponível ou não, entre outros fatores.

Durante uma demonstração inicial nas escolas, é apresentada a vertente teórica, a segurança, o espírito de corpo e, depois, segue-se a prática. Como resultado, algumas pessoas mostram interesse em seguir no Paintball, como árbitros e monitores. Através dessa interação, Francisco garante que o desporto ajuda muitos jovens a afastarem-se das drogas. Por esta razão, há todo um trabalho, com a ajuda de profissionais vindos de Lisboa, para aumentar a oferta de formações e sessões.

A associação conta hoje com mais de mil sócios, sendo que 90% dos associados não pagam a cota. Apesar do número reduzido de pagantes, Francisco “não consegue dizer não” a um jovem que queira jogar, mas que não tem condições de pagar as cotas, “porque o objetivo da sessão é criar massa humana”.

Eventos para a família

Com data ainda por agendar, a associação está a preparar um torneio aberto à população no Campo de Jogos da Covoada, de entrada gratuita, com o apoio de um patrocinador da ilha do Pico, além da junta de freguesia local. O convívio vai permitir ainda a angariação de fundos para a associação.
“Sinto que este espírito de família se está a perder no arquipélago e nota-se mais nas ilhas mais distantes”, atestou.

Hoje, existem comissões e clubes em outras zonas que trabalham a promoção da prática do Paintball, com o apoio das juntas de freguesia e da própria associação, sempre com o olhar na proteção e desenvolvimento dos jovens do arquipélago.

Sobre o futuro, Francisco espera que os clubes “consigam ser independentes”, porém realça que “nunca vamos perder a ligação, pois a associação estará sempre presente”. Francisco recorda, por fim, que já investiu muito dinheiro em todo esse processo, tendo já criado comissões que viabilizam essas ações, com o apoio das Juntas de Freguesia.

“Estou otimista. Quem trabalha por gosto não cansa”, finaliza Francisco Dutra.

Secundária da Lagoa recebe equipamentos para alunos com necessidades especiais

Escola lagoense recebeu mesa de ping pong adaptada e carrinho a pedais para dar resposta a alunos com necessidades especiais

© DL

A Escola Secundária de Lagoa (ESL) recebeu ontem, 11 de fevereiro, dois novos equipamentos destinados aos seus alunos com necessidades educativas especiais: uma mesa de ping pong adaptada, oferecida pela Tecnovia, e um carrinho com pedais, doado pela associação Lions Clube da Lagoa. A iniciativa visa melhorar a mobilidade e a inclusão dos estudantes.

A entrega dos equipamentos contou com a presença de Rui Melo, Técnico Superior de Educação Especial e Reabilitação da escola, Jorge Botelho, presidente do conselho executivo da ESL, Primitivo Marques, presidente do Lions Clube de Lagoa, Miguel Carreiro, diretor financeiro da Tecnovia e Frederico Sousa, presidente da Câmara Municipal de Lagoa.

Rui Melo explicou ao nosso jornal a origem desta iniciativa: “Após analisadas as dificuldades que os alunos apresentavam, a ideia era conseguir alguns equipamentos que pudessem minimizar estas dificuldades”.

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O técnico superior destacou ainda a rapidez na concretização do projeto: “Da ideia à concretização foi rápido, cerca de um mês”, elogiando também o envolvimento da comunidade e afirmou que “é um projeto para continuar”.

O presidente do conselho executivo da escola, Jorge Botelho, reforçou a importância dos novos equipamentos para os alunos com dificuldades motoras: “No pouco tempo que os equipamentos cá estão cá, já se consegue ver resultados muito interessantes em termos de mobilidade motora. Estamos muito satisfeitos e espero que possam contribuir mais”.

“É uma satisfação ver os alunos alegres, bem dispostos, a praticar desporto, de uma forma adaptada a eles”, expressa ainda o dirigente da secundária da Lagoa.

Por sua vez, Primitivo Marques, presidente do Lions Clube de Lagoa, associação que atua na área de solidariedade social, sublinhou o compromisso da associação: “Achamos muito interessante dar este apoio à escola. Vamos também adquirir um segundo carrinho para que haja maior competitividade entre as crianças que precisam.”

 

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Miguel Carreiro, diretor financeiro da Tecnovia, enfatizou a responsabilidade social da empresa: “Os nossos jovens precisam de instrumentos para crescer e os jovens com necessidades especiais mais ainda. Faz todo o sentido participarmos neste tipo de iniciativa.” O diretor esclareceu ainda que “na Tecnovia sempre foi promovida a cultura de apoiar a nossa sociedade e o seu bem estar. A construção civil já é, por si só, uma via para esse bem estar”.

A Câmara Municipal de Lagoa também enalteceu a colaboração entre as entidades envolvidas. O presidente lagoense Frederico Sousa destacou a importância da interligação entre diferentes instituições: “Uma cidade ou um concelho só se faz quando há interligação entre essas entidades todas”.

A entrega dos equipamentos representa um avanço significativo para a inclusão e bem-estar dos alunos da Escola Secundária de Lagoa, reforçando a importância do apoio da comunidade na educação especial.