
O seminário “Abordagens Criativas em Contextos Educativos” reuniu, no concelho da Lagoa, centenas de profissionais e estudantes das áreas da educação, psicologia, cultura e animação. O encontro, que fez parte do calendário de atividades da Semana da Criança, contou também com a participação de formandos do curso de Ação Educativa da escola profissional INETESE, conforme indica a nota de imprensa enviada à redação pela Câmara da Lagoa.
O evento integrou o plano de iniciativas locais direcionadas para o setor educativo e cultural da infância. Os debates do painel central focaram-se na partilha de metodologias que visam a inclusão e a introdução de dinâmicas pedagógicas nos modelos de ensino tradicionais.
Ao longo do seminário, os participantes analisaram a viabilidade e o potencial educativo de diferentes expressões artísticas e científicas. Foram apresentados e discutidos estudos de caso sobre a integração do teatro, dos fantoches, da música, da dança, das artes plásticas, da exploração sensorial e das ciências como ferramentas de apoio à aprendizagem ativa.
A sessão de encerramento do fórum contou com a intervenção da vereadora com o pelouro da Ação Social e Educação, Graça Costa, que abordou a relevância do debate técnico e da formação contínua dos profissionais que atuam no setor.
“Como autarquia, assumimos o compromisso de considerar as reflexões aqui produzidas e de continuar a trabalhar em parceria para transformar ideias em ações concretas. O Município reconhece o esforço e trabalho das várias entidades, o investimento da qualidade das respostas que oferecem à infância, para que as nossas crianças cresçam felizes, saudáveis, seguras e com um desenvolvimento pleno”, indicou a vereadora no documento distribuído à comunicação social.
A responsável municipal referiu ainda que a execução da Semana da Criança é articulada através de parcerias entre os serviços do concelho, os estabelecimentos escolares, os Centros de Atividades de Tempos Livres (CATL) e as estruturas familiares locais.
“Que o espírito de diálogo, inovação e compromisso continue a inspirar o nosso caminho coletivo. Juntos, estaremos mais preparados para construir um futuro mais sustentável, inclusivo e próspero para as nossas crianças”, afirmou Graça Costa, que encerrou a sessão com um agradecimento aos oradores, moderadores e entidades parceiras envolvidas na organização das mesas redondas.

As deputadas jovens municipais Júlia Rego, da Escola Secundária de Lagoa, e Natacha Vieira, do INETESE, participaram esta quinta-feira, 19 de fevereiro, na sessão da Assembleia Municipal da Lagoa, realizada no Auditório Ferreira da Silva, na Vila de Água de Pau. Na qualidade de representantes da juventude lagoense, as jovens apresentaram um resumo estruturado das propostas resultantes da reunião da Assembleia Municipal Jovem (AMJ), realizada no passado mês de novembro. Esta presença decorre da responsabilidade assumida no âmbito da quarta edição da AMJ, que prevê não só a apresentação das conclusões dos trabalhos desenvolvidos em sessão de Assembleia Municipal, mas também a colaboração ativa em futuras iniciativas dirigidas aos jovens do concelho.
De acordo com nota de imprensa enviada pela Câmara da Lagoa às redações, o documento com as prioridades geradas pelos jovens foi entregue ao presidente da Assembleia Municipal da Lagoa, Ricardo Martins Mota, aos respetivos deputados municipais e ao presidente da Câmara Municipal, Frederico Sousa.
Durante a intervenção, as principais propostas debatidas incidiram sobre áreas que a juventude local considera prioritárias para o desenvolvimento da Lagoa. Entre os pontos destacados figuram a requalificação de espaços desportivos e polivalentes, a criação de parques infantis e skate parques, bem como a melhoria das acessibilidades e da pavimentação de passeios. As deputadas jovens alertaram ainda para a necessidade de reforço da segurança rodoviária e da iluminação pública, para além da valorização do património e da dinamização de eventos culturais e desportivos. No plano social, o caderno de encargos apresentado incluiu o apoio à saúde, o combate à toxicodependência e a promoção do envelhecimento ativo.
Na ocasião, Ricardo Martins Mota agradeceu a presença das deputadas e congratulou todos os membros jovens pelo trabalho desenvolvido. O autarca sublinhou que as propostas transmitidas “evidenciam participação, trabalho e generosidade na forma como dedicam o vosso tempo e ideias, no propósito maior de valorizar o nosso concelho e o bem-estar desta comunidade”.
Com esta iniciativa, a autarquia lagoense conclui que a Assembleia Municipal Jovem afirma-se “como um espaço de participação e construção coletiva, incentivando as novas gerações a contribuir ativamente para o desenvolvimento do concelho”.

O polo da Lagoa do Inetese – Instituto de Educação Técnica assinalou, no passado dia 4 de fevereiro, o Dia Mundial do Cancro, através de uma iniciativa de sensibilização promovida pelos alunos do curso de Comunicação-Marketing, Relações Públicas e Publicidade. A atividade, que uniu criatividade e solidariedade, consistiu na pintura e decoração de laços, acompanhados por frases inspiradoras, como forma simbólica de homenagem a todos os que enfrentam ou já enfrentaram esta doença.
Durante a jornada, os alunos organizadores percorreram as diferentes turmas da instituição para explicar o significado da efeméride e convidar toda a comunidade escolar a participar na decoração dos laços. A ação visou reforçar a importância da informação, da empatia e do apoio mútuo no combate ao cancro, destacando que a escola deve ser também um espaço de consciência social.
Segundo comunicado enviado pela escola profissional, para os promotores da iniciativa, este dia serve para recordar que, para além da luta clínica contra a doença, existem histórias de coragem, resiliência e esperança que merecem ser celebradas. O Inetese na Lagoa sublinha, com este evento, que pequenos gestos podem fazer a diferença na vida de quem atravessa momentos difíceis, reafirmando o princípio de que a união e a solidariedade tornam a comunidade mais forte.

O polo da Lagoa do INETESE – Instituto de Educação Técnica transformou-se num palco de reflexão e partilha esta sexta-feira, 30 de janeiro. Sob o mote “A Paz Começa em Mim”, os alunos do 2.º ano do curso Técnico Administrativo dinamizaram a criação de um “Mural da Paz”, uma atividade que envolveu estudantes, formadores e colaboradores num compromisso coletivo com os valores humanos.
A iniciativa, inserida nas comemorações do Dia da Não Violência Escolar e da Paz, desafiou a comunidade educativa a deixar frases, desenhos e palavras de ordem sobre respeito e empatia. O resultado foi um espaço simbólico de união que serviu para recordar que a harmonia escolar depende das pequenas atitudes diárias de cada um.

Para a professora Maria Beatriz Pereira, que acompanhou o projeto, o balanço é extremamente positivo. A docente destacou a forma “positiva e responsável” como os alunos conduziram a atividade, evidenciando um forte sentido de cidadania e cooperação em todas as fases da organização.
Mais do que uma data a assinalar, o evento procurou transmitir que a escola é, acima de tudo, um lugar de acolhimento. Ao promover este tipo de ações, o Inetese realça que reafirma o seu papel na formação de cidadãos conscientes e solidários, provando que, para lá dos conteúdos académicos, a educação para os valores é o alicerce de um futuro mais justo e seguro.

Sónia Cabral é natural de Santo António, concelho de Ponta Delgada, nasceu a 1 de janeiro de 1981, e é a atual diretora pedagógica da Inetese.
O seu percurso é definido por uma vocação que se manifestou cedo onde Sónia sabia que o seu futuro passaria pelo ensino de Inglês. Fiel a esse objetivo, licenciou-se em Português e Inglês pela Universidade dos Açores, iniciando um caminho de dedicação à educação que já conta com quase duas décadas.
A sua trajetória profissional é marcada por uma profunda ligação à comunidade. Escoteira dos 6 aos 22 anos, procurou desenvolver valores de serviço e liderança. Além disso, demonstrou o seu espírito competitivo e de equipa tendo jogado futebol de cinco em Santo António, onde se sagrou campeã regional pela Casa do Povo de Santo António na época de 2002/2003.
Durante 19 anos, trabalhou na Casa do Povo de Santo António, onde, no Centro Comunitário Jovem, acompanhou o crescimento de várias gerações de alunos. Em 2010, abraçou o desafio do Ensino Profissional em Vila Franca do Campo, desafiando a sua capacidade de trabalho ao conciliar a docência com a intervenção social.
No ano de 2020, Sónia viveu um dos seus maiores marcos pessoais ao ser mãe de uma menina. Este acontecimento, ocorrido em plena pandemia, trouxe novos desafios e reforçou a sua resiliência, obrigando-a a equilibrar a maternidade com as exigências de um mundo em adaptação.
Na Inetese desde 2015, o seu percurso tem sido de constante evolução. Após quase dez anos como formadora, assumiu a Direção Pedagógica da instituição há dois anos. Este novo cargo é o reflexo de um caminho ascendente onde a experiência acumulada no terreno e a sensibilidade de quem educa e cuida se unem para liderar o futuro da instituição.
DL: Como tem sido gerir a maternidade e a vida profissional ao mesmo tempo?
Não é fácil. Se queremos continuar a fazer um bom trabalho na escola, profissionalmente, acabamos por ter de fazer algum trabalho em casa. Nos primeiros tempos chegava a casa, o foco era a minha filha, pois eu sentia que tinha de separar as águas. Hoje tento manter essa postura. Apesar de a responsabilidade ser agora muito maior e de dormir muitas vezes com ansiedade, só depois de ela estar a dormir é que me dedico às tarefas da instituição.
DL: É um desafio que a obriga a “cuidar” de muitos mais filhos. Quantos alunos tem a escola atualmente sob a sua responsabilidade?
É, de facto, um desafio muito exigente, mas extremamente gratificante quando alcançamos as metas definidas. Neste momento, temos 97 alunos no polo da Lagoa. Além disso, sou também a diretora pedagógica do polo de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, onde temos três turmas que totalizam 48 alunos. No total, gerimos o percurso formativo de 145 jovens.
DL: Quais são as maiores dificuldades que encontra na gestão pedagógica?
A maior dificuldade prende-se com a necessidade constante de equilibrar os recursos humanos com as exigências pedagógicas e o enquadramento legal, que é muito dinâmico. Atualmente, as escolas profissionais deixaram de estar sob a tutela da Direção Regional da Educação para passarem para a Direção Regional de Qualificação Profissional e Emprego. Esta transição criou um certo “limbo” documental que tem sido um processo de grande aprendizagem. Assumi estas funções sozinha há quase dois anos e tem sido um caminho de afirmação e responsabilidade.
DL: O facto de as escolas públicas da região também oferecerem cursos profissionais coloca em causa a sobrevivência de instituições como a Inetese?
As escolas profissionais possuem uma identidade própria, muito mais próxima do tecido empresarial e com uma forte componente prática, algo que continua a ser valorizado. No entanto, é inegável que se uma escola secundária próxima oferece o mesmo curso, o aluno acaba por não sentir necessidade de mudar para a Inetese, o que nos prejudica. É fundamental que os decisores políticos reconheçam, de uma vez por todas, o trabalho das escolas profissionais como um pilar essencial da formação e não apenas como um complemento. Durante muitos anos, fomos vistos como o “parente pobre” da educação. Esse preconceito de que o ensino profissional servia apenas para alunos com menos capacidades tem de acabar.
DL: Sente que essa perceção tem mudado junto da comunidade?
Sim, penso que já começou a haver uma mudança de mentalidade. Notamos isso na elevada procura: este ano fechámos as turmas de Ação Educativa e de Auxiliar de Saúde com o limite máximo de alunos, tendo ficado vários candidatos pelo caminho. As pessoas começam a perceber que a escola profissional deve ser valorizada. Temos exemplos claros de sucesso: alunos que saíram daqui diretamente para a universidade e até um antigo aluno que, após licenciar-se, regressou à Inetese agora como formador. É a prova de que este ensino abre portas reais para o futuro.
DL: O abandono escolar na Lagoa continua a ser dos mais elevados. De que forma essa realidade afeta a escola?
Esta realidade desafia-nos diariamente, mas também nos leva a reforçar o nosso papel social. Trabalhamos ativamente na prevenção do abandono através de metodologias práticas. Tentamos “agarrar” os jovens mostrando que a escola não é apenas teoria, sentados o dia todo numa sala. Além da parte prática de cada curso, promovemos atividades, visitas de estudo e trazemos pessoas com capacidades reconhecidas para darem palestras e incentivarem os alunos.
DL: A permanência da escola na Lagoa está garantida para o futuro?
O crescimento da escola e a procura registada permitem-nos encarar o futuro com muita confiança. A parceria da Inetese com a Câmara Municipal de Lagoa tem sido fundamental para que esta permanência seja uma realidade. Temos uma relação muito boa; as instalações são do município e essa colaboração tem-nos ajudado muito a crescer.
DL: Que investimentos têm sido feitos na qualidade do ensino?
Através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), adquirimos material de ponta, como uma sala de informática com 25 computadores e quadros interativos em todas as salas. Na área da saúde, temos uma sala prática apetrechada com o que há de melhor — desde camas articuladas a manequins — para que a formação técnica seja o mais próxima possível da realidade hospitalar. Além disso, como temos a capacidade física máxima instalada, estamos a expandir para o virtual com a medida Qualifica.IN, que oferecerá formação online para ativos e desempregados a partir de fevereiro.
DL: Atualmente fala-se muito em saúde mental. Como é que a escola lida com esta questão?
Deve ser pensada e trabalhada. Temos alunos com muita ansiedade que desistem com facilidade perante obstáculos. O papel da direção, dos formadores e até das nossas colaboradoras é fundamental nesse sentido. Às vezes o apoio é apenas um abraço ou uma palavra de incentivo. Também me preocupa a dependência do telemóvel; dou ordens expressas para que não sejam autorizados durante as aulas. Todas as nossas decisões são pensadas para o bem-estar deles.
DL: Quais são os grandes objetivos para 2026?
O objetivo passa por manter o crescimento alcançado. É um desafio, pois sabemos que o número de alunos está a diminuir devido à baixa natalidade. Queremos continuar a manter os padrões de qualidade pedagógica, reforçar as parcerias locais e garantir que os nossos alunos continuam a ter percursos de sucesso, seja no mercado de trabalho ou no prosseguimento de estudos.

Os alunos do terceiro ano do curso Técnico Auxiliar de Saúde, da Escola Profissional INETESE, com sede no lugar da Atalhada, na Lagoa, promoveram esta quinta-feira, 19 de dezembro, uma palestra denominada “Desafios e Estratégias de Apoio a Populações Vulneráveis: Cuidado e proteção em contexto de saúde”.
A diretora pedagógica da INETESE, Sónia Cabral, em declarações ao Diário da Lagoa, fez um balanço do acontecimento, salientando que “o feedback dos alunos foi muito positivo”, apesar de no início estarem “nervosos com a apresentação”. Sónia Cabral concluiu que os estudantes estiveram “muito bem” e lança o desafio para que numa “próxima oportunidade” se faça o convite a outras escolas para participarem do seminário.
A iniciativa decorreu no Nonagon, na freguesia de Nossa Senhora do Rosário e teve como oradoras a enfermeira Maria José Garcia, diretora de Enfermagem do Centro de Saúde da Lagoa, a psicóloga Emanuela Braga, gestora do Gabinete de Apoio à Vítima de Ponta Delgada, da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), e a socióloga Marina Aguiar, em representação da Associação de Imigrantes nos e que lançou o desafio aos alunos de organizar a palestra.
Após a sessão, os alunos puderam colocar questões sendo que, segundo a organização, “ficou evidente que é imprescindível implementar estratégias claras e eficazes para enfrentar os desafios associados à vulnerabilidade. Apenas assim será possível promover uma saúde mais justa, equitativa e verdadeiramente acessível a todos, independentemente de sua condição social, origem ou contexto de vida.”

Dezassete alunos do segundo ano do Curso Técnico/a de Comunicação – Marketing, Relações Públicas e Publicidade, da escola profissional INETESE, dinamizaram um Mercadinho de Natal solidário, no âmbito da disciplina Área de Integração. O mercado foi aberto à comunidade em geral, e decorreu ao longo desta quarta-feira, 11 de dezembro.
O Diário da Lagoa (DL) visitou a iniciativa e falou com a diretora pedagógica da escola, Sónia Cabral, que nos explicou que a ideia surgiu da Academia Empreendedora: Escola de Líderes, que desafia a escola a dinamizar iniciativas diferenciadas, como mercadinhos e bazares e o “Empreendedor por um dia”.
Por sua vez, a professora Maria Beatriz Pereira, coordenadora deste projeto na escola lagoense, convidou os alunos a montar uma banca solidária para angariar receitas para apoiar outra iniciativa, nomeadamente, o «Pai Natal Solidário» dos CTT, uma ação de solidariedade que surpreende crianças em situação de risco, realizando os seus desejos de Natal.
Conforme nos explicou a coordenadora, “este ano lembramo-nos, em turma, de apadrinhar as cartas dos CTT, e aproveitar a dinamização do ‘Empreendedor por um dia'”.
Os alunos participantes contribuíram levando para o mercadinho artigos de casa, como livros, peças de artesanato, sandes, sobremesas e bolos caseiros.
O aluno Martim Trindade, de 17 anos, contou-nos que “a professora falou connosco e aceitamos logo apoiar a causa”. Sobre o decorrer do mercadinho, o aluno lagoense explicou que “a escola e muitos professores estão a apoiar. Tivemos doações de alguns professores. O convívio está a ser bom. Com o dinheiro angariado vamos comprar brinquedos para as crianças dos lares”.
Por sua vez, Maria Alice Carreiro, de 16 anos, explicou que a preparação começou cedo, “a ajudar uns aos outros. Algumas pessoas estão a doar dinheiro mesmo sem comprarem os produtos. Cada um de nós trouxe uma sobremesa de casa ou outro artigo. Eu trouxe as tangerinas que o meu pai vende”.
Luana Almeida, 16 anos, trouxe presépios artesanais, tal como o seu avô, Manuel Pacheco, fazia. “O meu avô para se entreter em casa começou a fazer estes presépios e até participou em feiras”, recorda a aluna do curso de Comunicação – Marketing, Relações Públicas e Publicidade.
No final da tarde, quando o mercado solidário de Natal já terminava, a professora Maria Beatriz explicou-nos que os “alunos angariaram mais do que aquilo que esperavam. Já temos um bom teto para iluminarmos o Natal de algumas crianças. Os alunos estão bastante satisfeitos e muito entusiasmados”.
“Vamos ver as cartas das crianças, adquirir os artigos e depois entregar nos correios. No entanto, tenho visto que neste momento as cartas não estão disponíveis. Caso não seja possível, havemos de contribuir da mesma forma, para um lar de São Miguel”, clarifica a professora Maria Beatriz Pereira, sobre a finalidade dos fundos angariados.
A coordenadora do projeto do mercado de Natal destacou o entusiasmo dos alunos, que se empenharam na atividade. Agradeceu também a ajuda do pessoal administrativo, da diretora financeira e da diretora pedagógica da escola, “que foi muito importante para que isto corresse tão bem”.
O Pai Natal Solidário dos CTT é uma ação de solidariedade que surpreende crianças em situação de risco, realizando os seus desejos de Natal, pode ler-se, no sitio online dos CTT.
Estas crianças, até aos 12 anos de idade, são convidadas a escrever cartas ao Pai Natal, com os presentes que desejam receber. Depois, as responsáveis pelas instituições entregam as cartas aos CTT, que tratam de as colocar online para serem escolhidas.
Qualquer pessoa pode fazer com que o desejo de uma destas crianças se torne realidade e surpreendê-las no Natal. Para isso, apenas tem de apadrinhar uma das cartas que estão disponíveis durante os meses de novembro e dezembro.