
A Unidade de Saúde de Ilha Terceira (USIT) vai passar a contar com 17 novas viaturas, num investimento de 816 mil euros financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A entrega dos veículos decorreu na Praia da Vitória, numa cerimónia que a Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social apresentou como uma renovação integral da frota automóvel da instituição, alegando que uma atualização desta dimensão não ocorria há mais de duas décadas. Segundo a nota enviada à nossa redação pelo gabinete da secretária Mónica Seidi, o objetivo da medida é reforçar a segurança e as condições de trabalho dos profissionais nas deslocações diárias de apoio domiciliário e cuidados de proximidade na ilha.
Em declarações institucionais, a Secretária Regional, Mónica Seidi, afirmou que “a renovação integral da frota da Unidade de Saúde de Ilha Terceira representa um investimento essencial para garantir melhores condições de resposta à população e maior segurança aos profissionais de saúde”. A tutela anunciou também a intenção de contratar a breve prazo mais três Médicos de Medicina Geral e Familiar para a USIT, indicando que a taxa atual de cobertura de médico de família na ilha Terceira se fixa nos 95%.
Os dados fornecidos pelo Governo dos Açores apontam que a USIT encerrou o primeiro trimestre de 2026 com 360 profissionais integrados, o que representa um acréscimo de cerca de uma centena de trabalhadores em comparação com o ano de 2019. Entre 2021 e 2026, o orçamento global alocado àquela unidade de saúde totalizou 2,4 milhões de euros, divididos entre modernização tecnológica, equipamentos e capacidade operacional. Perante estes valores, Mónica Seidi defendeu a estratégia do executivo, sublinhando: “Estamos a investir em pessoas, infraestruturas e inovação para garantir um Serviço Regional de Saúde mais resiliente, mais próximo e mais preparado para responder às necessidades dos açorianos, do Corvo a Santa Maria”.

O Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, recebeu as primeiras três viaturas elétricas de um lote de 76 destinadas a reforçar a frota do Serviço Regional de Saúde, num investimento integrado no Plano de Recuperação e Resiliência que visa aproximar os cuidados médicos dos cidadãos açorianos. A entrega dos veículos decorreu na sexta-feira, 22 de maio, e foi assinalada numa cerimónia presidida pela secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, que, em nota enviada à imprensa pela tutela, sublinhou o impacto desta modernização na melhoria das condições de segurança e na operacionalidade diária dos profissionais que servem a comunidade regional.
Esta renovação automóvel assume particular relevância ao substituir veículos com várias décadas de uso, garantindo uma resposta mais célere e eficaz às necessidades dos utentes em todas as ilhas. Conforme explicou a governante na mesma ocasião, “esta aposta permite continuar a aproximar os cuidados de saúde das pessoas e representa um investimento estratégico em todas as ilhas dos Açores, renovando a frota automóvel e possibilitando uma resposta ainda mais eficaz às necessidades dos utentes”. Paralelamente ao reforço logístico, o hospital de referência da ilha de São Miguel foi também dotado de novos recursos tecnológicos de vanguarda no âmbito da segunda candidatura ao PRR — a qual prevê a aquisição de 165 equipamentos para as várias unidades de saúde dos Açores, encontrando-se já mais de metade do material entregue.
Entre as principais novidades tecnológicas agora alocadas ao hospital destacam-se um sequenciador de nova geração (NGS), avaliado em 398.142 euros, um sistema EBUS para eco vídeo broncoscopia, que representou um custo de 156.250 euros, e um sistema de deteção de gânglio sentinela vocacionado para a área do cancro da mama, num valor de 31.500 euros. Mónica Seidi fez questão de frisar que estes investimentos traduzem-se num “reforço muito significativo da capacidade tecnológica e clínica” na Região Autónoma, com impactos diretos no diagnóstico laboratorial, na diferenciação hospitalar e na eficácia do rastreio do cancro do pulmão.
A terminar, a secretária regional enalteceu publicamente o esforço das administrações e dos técnicos envolvidos, destacando “o trabalho muito intenso das equipas” para assegurar o cumprimento das metas estipuladas pelo plano de modernização europeu.

O Serviço Regional de Saúde deu um passo histórico na modernização tecnológica e na diferenciação dos cuidados prestados aos utentes açorianos. O Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT) acolheu a primeira intervenção cirúrgica com recurso a um robô ortopédico na Região Autónoma dos Açores, assinalando o arranque oficial desta valência médica nas ilhas. De acordo com a nota de imprensa enviada pelo executivo regional, o momento foi presenciado pelo presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, que sublinhou o impacto desta inovação. “Estamos a inaugurar a possibilidade da robótica cirúrgica. Esta era uma necessidade e estamos hoje a celebrar este momento”, afirmou o governante, aproveitando a ocasião para deixar um reconhecimento público à administração hospitalar e aos profissionais do HSEIT pelo empenho em reforçar a capacidade de resposta aos doentes. “Este hospital tem instalações magníficas e profissionais briosos. O objetivo é aumentar a sua diferenciação, as suas capacidades e também torná-lo mais atrativo para mais profissionais”, acrescentou.
A introdução desta tecnologia de ponta resulta de um investimento estratégico global que ascende a 2,35 milhões de euros (acrescidos de IVA), financiado através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), na componente destinada à modernização e requalificação da saúde. Este pacote financeiro permitiu a aquisição de dois sistemas de cirurgia robótica ortopédica: o equipamento agora estreado na Ilha Terceira, orçado em 1,25 milhões de euros, e um segundo sistema, no valor de 1,1 milhões de euros, destinado ao Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, aproximando esta inovação também dos utentes de São Miguel. A cirurgia robótica destaca-se por permitir uma maior precisão nos procedimentos, um planeamento cirúrgico refinado, menor invasividade e uma recuperação pós-operatória visivelmente mais rápida e eficaz. O executivo antecipa elevados ganhos em saúde, traduzidos na redução do tempo de internamento, na diminuição das sessões de fisioterapia necessárias e na quebra de custos sociais indiretos, como o absentismo laboral, estando já previstos estudos específicos para avaliar o impacto clínico e operacional desta tecnologia.
O ato inaugural no bloco operatório contou ainda com a presença da secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, do presidente do Conselho de Administração do HSEIT, Paulo Diz, da diretora clínica, Rute Couto, da diretora do Bloco Operatório, Lisandra Martins, e da responsável pelo Bloco Operatório, Sandra Pavão. Após acompanharem o procedimento cirúrgico, a comitiva governamental e os responsáveis hospitalares prosseguiram com uma visita de trabalho à Unidade de Cuidados Intermédios Cardíacos (UCIC) e avaliaram o andamento das obras de instalação do novo angiógrafo, infraestruturas que complementam o forte investimento em equipamentos no hospital terceirense, que já soma 15 milhões de euros acumulados entre os anos de 2021 e 2026.

Os Açores apresentam atualmente os melhores indicadores de Portugal no que toca ao combate à tuberculose, segundo dados revelados pela Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social. Com base no Relatório de Vigilância e Monitorização da Tuberculose em Portugal (SVIG-TB 2025), publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o arquipélago registou apenas sete casos durante o ano de 2024.
Este número coloca a região significativamente abaixo da média nacional, que se fixou nos 14,3 casos por 100 mil habitantes, o valor mais baixo de sempre a nível nacional. Em nota enviada às redações, o executivo regional esclarece que, embora o sistema informático de notificação da DGS tenha reportado alguns constrangimentos técnicos na exportação de dados (o que justifica a descida estatística de 19 casos em 2023 para os sete atuais), a tendência epidemiológica permanece de “controlo sólido e consistente”.
A secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, sublinha que estes resultados são fruto de uma estratégia regional robusta. “O facto de os Açores apresentarem a taxa mais baixa do país demonstra, de forma clara, a eficácia do nosso sistema de vigilância e a qualidade da resposta do Serviço Regional de Saúde”, afirma a governante. Mónica Seidi reforça ainda o compromisso das equipas locais, destacando que a Região mantém uma vigilância ativa e rigorosa em todas as ilhas. “Temos uma vigilância ativa, rigorosa e contínua, com investigação imediata de todos os casos e uma taxa de sucesso terapêutico de 100%, o que demonstra a eficácia do nosso modelo de intervenção”, destaca a secretária regional.
Historicamente, o arquipélago açoriano tem conseguido manter-se numa trajetória mais favorável do que o território continental. Desde o ano 2000, a taxa nacional caiu de 42,9 para os atuais 14,3, mas os Açores têm garantido valores sistematicamente inferiores à média do país, culminando no mínimo histórico agora atingido. Este desempenho é particularmente relevante dadas as especificidades do território açoriano, onde a dispersão geográfica e a necessidade de gestão de recursos entre as nove ilhas impõem desafios logísticos adicionais.
A Secretaria Regional assegura que, mesmo perante estas dificuldades de conectividade, o Serviço Regional de Saúde tem garantido uma resposta coordenada e eficaz no tratamento e acompanhamento dos doentes.

A secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, assinalou o Dia Internacional da Mulher através de uma iniciativa simbólica no Solar dos Remédios, em Angra do Heroísmo, no passado dia 6 de março. O momento reuniu mais de uma centena de trabalhadoras da tutela numa fotografia conjunta que, segundo nota enviada pela Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, visou reconhecer o contributo diário das mulheres para o desenvolvimento dos Açores e renovar o compromisso do Governo regional com a promoção da igualdade, tanto no mercado de trabalho como na sociedade em geral.
Durante a iniciativa, a governante destacou que a data constitui uma oportunidade para valorizar o papel feminino no crescimento social, económico e institucional do arquipélago açoriano, reforçando a importância de políticas que garantam uma igualdade efetiva de oportunidades. De acordo com os dados partilhados pela Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, baseados no Barómetro das Diferenças Remuneratórias, os Açores registam atualmente um gender pay gap de 11,3% na remuneração base e de 13,3% no ganho médio. Estes indicadores, referentes a 2023 e publicados este ano, revelam-se inferiores à média nacional (12,5% e 15,4%, respetivamente).
No que diz respeito à presença feminina em funções de liderança, a secretaria regional da Saúde e Segurança Social detalha que as mulheres representam já 53% dos cargos de direção intermédia na Administração Pública Regional, ao passo que nos cargos de dirigente superior de 1.º grau a representação fixa-se nos 43,7%. No entanto, e apesar dos progressos estatísticos, Mónica Seidi reconhece que ainda persistem desafios estruturais. “Apesar dos progressos registados, continua a ser necessário reforçar a sensibilização, a monitorização e as políticas públicas que promovam uma igualdade efetiva entre mulheres e homens”, afirmou a secretária regional, citada no comunicado da sua tutela.
A responsável concluiu a sua intervenção reforçando a vertente política e social da data, sublinhando que “assinalar o Dia Internacional da Mulher é também reafirmar o compromisso do Governo dos Açores com uma sociedade mais justa, equitativa e livre de discriminação”.

A Região Autónoma dos Açores registou uma descida acentuada nos indicadores do Rendimento Social de Inserção (RSI). Segundo os dados mais recentes avançados pela secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, a comparação homóloga entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026 revela uma diminuição de 1.277 beneficiários, o que representa um decréscimo de 19,3% no espaço de um ano.
Atualmente, os dados referentes a janeiro de 2026 fixam o número de titulares e agregados familiares em 2.373, abrangendo um total de 5.354 beneficiários. No que respeita aos valores atribuídos, a prestação média mensal situa-se nos 317,20 euros por família, o que equivale a cerca de 113,07 euros por cada beneficiário individual. Esta trajetória descendente é também visível no curto prazo: entre dezembro de 2025 e o primeiro mês de 2026, houve uma redução de 163 beneficiários.
Mónica Seidi sublinha que estes resultados refletem “o impacto das políticas públicas de inclusão social, de promoção do emprego e de acompanhamento das famílias”, reafirmando o compromisso do Governo regional dos Açores em continuar a trabalhar para reduzir a dependência de prestações sociais e promover a autonomia das famílias.
O executivo açoriano assegura que continuará a monitorizar de perto estes indicadores, reforçando medidas que promovam a empregabilidade e a melhoria das condições de vida dos cidadãos. O objetivo central passa por garantir que a integração ativa na sociedade substitua, progressivamente, a necessidade de apoios de subsistência.

O presidente do Governo regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, reuniu-se esta segunda-feira, 9 de fevereiro, no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, com a Mesa do Conselho de Ilha de São Miguel para discutir o plano de recuperação e modernização do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES). O encontro, que contou com a presença da secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, serviu para apresentar as linhas mestras de uma solução que passa pela reorganização do atual perímetro hospitalar, em vez de uma construção de raiz noutro local.
Segundo a nota de imprensa enviada pela Presidência do Governo, o líder do executivo sublinhou que a estratégia passa por “tirar partido da capacidade já instalada”, integrando a atual estrutura modular, implementada após o incêndio de maio de 2024, numa resposta hospitalar mais robusta. José Manuel Bolieiro defendeu uma intervenção concentrada e profunda, afirmando que “o objetivo é garantir que São Miguel disponha de uma resposta hospitalar moderna, funcional e preparada para o futuro, aprendendo também com a experiência recente”.
De acordo com os trabalhos técnicos em curso, o futuro hospital terá um reforço expressivo na componente ambulatória, seguindo os modelos assistenciais mais atuais. Os planos funcionais preveem igualmente o alargamento de áreas críticas como a cirurgia, o internamento, a urgência e os cuidados intensivos. O governante sublinhou que a estrutura modular continuará a ter um papel relevante durante as fases de intervenção, funcionando como suporte à atividade assistencial, pois “é fundamental assegurar estabilidade no serviço prestado à população enquanto se constrói uma solução duradoura”.
Por sua vez, o presidente do Conselho de Ilha de São Miguel, Jorge Rita, considerou que o processo deve ser conduzido com prudência. O representante defendeu uma abordagem faseada e financeiramente sustentável, sublinhando a importância de reforçar, em paralelo, a rede de cuidados de saúde primários na ilha. O projeto final para o HDES será oportunamente apreciado em Conselho do Governo, não existindo ainda um calendário fechado para a sua apresentação pública.

A secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, presidiu na passada sexta-feira, 23 de janeiro, em Ponta Delgada, à cerimónia de receção dos novos médicos internos. O momento assinala o início de uma nova etapa formativa no Serviço Regional de Saúde (SRS) e reafirma o compromisso do Governo regional dos Açores com a valorização da carreira médica.
De acordo com nota de imprensa enviada às redações, a secretária regional dirigiu-se aos jovens profissionais, sublinhando a importância do seu papel no arquipélago. “Sintam-se parte integrante do SRS e do nosso sistema de saúde, porque efetivamente precisamos de todos vós”, afirmou a governante, destacando o esforço para tornar a região mais competitiva através da modernização tecnológica e novos equipamentos.
Mónica Seidi deixou também um apelo ético aos presentes, pedindo que “nunca descurem o lado mais humanista da carreira médica, que é sem dúvida o mais nobre desta profissão”. Para a governante, a humanização e a inovação devem caminhar juntas para garantir a qualidade dos cuidados prestados aos açorianos.
A governante enumerou ainda medidas da coligação PSD/CDS-PP/PPM, como o suplemento de 200 euros mensais para orientadores de formação. Destacou também o regime de dedicação plena, que conta com 85% de adesão dos médicos elegíveis. Segundo a secretária, estes números demonstram a “atratividade e eficácia da medida” no contexto regional.
No plano contratual, foi realçado o Acordo de Contrato de Trabalho de 2025, que introduziu melhorias no regime de férias e na proteção à maternidade. Mónica Seidi sublinhou ainda que, em 2026, a região conseguiu preencher vagas em especialidades como Pediatria, Medicina Física e de Reabilitação, na Terceira, e Medicina de Urgência, em Ponta Delgada.
A cerimónia reflete, segundo a governante, a aposta contínua na formação, fixação e valorização dos profissionais de saúde. Estes são, para o Executivo, os pilares “essenciais para a sustentabilidade e qualidade do SRS”.

O Governo regional dos Açores procedeu ao reforço da capacidade de alojamento do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD) na cidade de Lisboa, através da assinatura de um novo protocolo que garante a integração de mais dois apartamentos na rede de apoio. O reforço inclui uma unidade de tipologia T2 e um apartamento T1 especificamente adaptado a utentes com mobilidade reduzida, respondendo a uma necessidade identificada pela equipa técnica do serviço perante o fluxo crescente de açorianos que viajam para o continente por motivos de saúde.
Em nota de imprensa enviada às redações, a secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, sublinha que “o Governo regional está atento às dificuldades que os utentes da Região enfrentam quando se deslocam ao exterior para a realização de exames ou tratamentos e pretende minimizar estes impactos, garantindo uma resposta próxima, digna e humanista”. Segundo a governante, esta medida reflete a atenção permanente do executivo às carências sentidas por quem é obrigado a sair da região para obter cuidados médicos.
A importância desta expansão é sustentada pelos indicadores de atividade de 2025, ano em que o SADD prestou assistência a 832 utentes num total de 1.139 processos distintos. Grande parte destas deslocações teve como destino unidades de saúde de referência na capital portuguesa, com especial incidência no Instituto Português de Oncologia (IPO) e nos hospitais de Santa Cruz, Curry Cabral e Dona Estefânia. Em termos estatísticos, os dados revelam que 54% dos utentes são provenientes do Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, seguindo-se o Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira com 34% e o Hospital da Horta com 12%. No que diz respeito à duração das estadas, verificou-se que 46% corresponderam a períodos breves, inferiores a cinco dias, o que demonstra a rotatividade e a necessidade de uma gestão logística ágil.
Para além da vertente habitacional, o balanço de 2025 destaca o papel psicossocial da estrutura, que realizou cerca de 12 mil intervenções ao longo do ano. Estas ações abrangeram desde o acompanhamento direto e diagnósticos sociais até ao apoio administrativo no processamento de diárias e orientação sobre os direitos dos doentes.
Mónica Seidi conclui que “por detrás de cada um destes números estão utentes do Serviço Regional de Saúde e as suas famílias, bem como histórias marcadas pelo apoio, dedicação e humanismo”.

O Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD), que dá suporte a pacientes do Serviço Regional de Saúde dos que necessitam de tratamentos em Lisboa, realizou mais de três mil intervenções no primeiro semestre deste ano. No total, 421 doentes foram apoiados neste período, de acordo com dados divulgados pela Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social.
Em nota de imprensa enviada às redações, a secretária regional, Mónica Seidi, destaca a importância do trabalho da equipa liderada por Catarina Silva, afirmando que o serviço é “indispensável para a humanização e continuidade dos cuidados de saúde” aos açorianos que se deslocam para fora da região.
Entre os utentes, mais de 600 pessoas, incluindo pacientes e seus acompanhantes, utilizaram o serviço de transporte disponibilizado, uma ação que, segundo o Governo regional, “contribuiu para a equidade social, garantindo que todos se sintam apoiados de forma digna, próxima e segura”.
A maioria das intervenções esteve ligada ao processamento de diárias e ao Complemento Especial para o Doente Oncológico (CEDO), totalizando mais de 300 mil euros em pagamentos. Mónica Seidi reforça ainda que o SADD é “muito mais que um serviço administrativo, é um instrumento social, técnico e humano que oferece respostas adequadas às necessidades clínicas, sociais e emocionais”.
A secretária regional adiantou por fim que estão a ser feitos novos contactos para formalizar acordos de alojamento, uma das maiores dificuldades para os utentes. Como exemplo, foi mencionado o protocolo firmado no início do ano na Rua dos Anjos, que já permitiu acolher mais de 120 doentes e seus acompanhantes.