
José Manuel Bolieiro visitou as obras de reabilitação do Centro de Saúde do Nordeste, uma intervenção que representou um investimento de cerca de um milhão de euros e que permitiu reforçar a segurança, a funcionalidade e a eficiência daquela unidade de saúde.
O líder do executivo açoriano salientou a importância da obra, que veio resolver diversas patologias estruturais e construtivas identificadas no edifício, garantindo melhores condições para utentes e profissionais.
“Conseguimos, através desta requalificação, qualificar este centro de saúde no que diz respeito à sua segurança infraestrutural e também à utilização de soluções amigas do ambiente. Hoje temos melhores condições aqui para prestar cuidados de saúde e para trabalhar”, afirmou José Manuel Bolieiro.
A intervenção contemplou a reabilitação estrutural de elementos em betão armado, a correção de patologias construtivas, a recuperação de fachadas e coberturas, a renovação das redes de abastecimento de água e de combate a incêndios e a instalação de novos sistemas de produção e distribuição de águas quentes sanitárias.
Foram ainda modernizadas diversas infraestruturas técnicas essenciais e realizadas melhorias em áreas como a unidade básica de urgência, consultas externas, fisioterapia, radiologia e serviços administrativos.
A visita permitiu igualmente assinalar os resultados alcançados pelo Centro de Saúde do Nordeste, que continua a afirmar-se como uma estrutura essencial na prestação de cuidados de saúde à população do concelho. Em 2025, a unidade realizou 20.465 consultas de medicina geral e familiar, 7.066 atendimentos na unidade básica de urgência e 25.175 consultas de enfermagem. Foram ainda efetuadas 312 consultas de saúde oral, 2.367 sessões de fisioterapia, 466 consultas de nutrição, 704 consultas de psicologia, 535 exames de cardiopneumologia e 983 exames de radiologia, num total de 58.194 atendimentos.
O Centro de Saúde do Nordeste conta atualmente com 4.924 utentes inscritos, dos quais 4.883 têm médico de família atribuído, correspondendo a uma taxa de cobertura de 99,2%, um dos indicadores mais elevados dos Açores.

O bar do Complexo Municipal de Piscinas da Lagoa, na ilha de São Miguel, está a ser alvo de uma intervenção, no âmbito de uma estratégia municipal para a modernização das zonas balneares do concelho para responder ao crescente volume de residentes e turistas que frequentam o espaço.
Segundo nota de imprensa enviada pela Câmara Municipal da Lagoa, os trabalhos em curso focam-se na renovação integral do bar, que passará a contar com uma nova cozinha e áreas de arrumos, permitindo uma melhoria direta no serviço prestado ao público. Além da estrutura de restauração, o projeto contempla a remodelação da zona da esplanada e a construção de uma nova bilheteira. Esta nova área de entrada será mais ampla e funcional, incluindo instalações sanitárias próprias e um novo acesso para o público, com o objetivo de garantir maior eficiência e conforto no atendimento aos banhistas.
O presidente da autarquia lagoense, Frederico Sousa, visitou as obras a par da presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Rosário, Lucrécia Rego, e o autarca destacou o impacto da obra na imagem da infraestrutura. De acordo com Frederico Sousa, “esta era uma obra esperada pela população há muitos anos, que foi lançada no último ano, e que agora está a concretizar o anseio dos lagoenses e de quem nos visita”. O autarca reforçou ainda que, apesar de ser uma intervenção de pequena escala física, assume uma relevância estratégica: “Define uma imagem para um complexo que já tem notoriedade a nível regional”.
A Câmara Municipal sublinha ainda que esta requalificação insere-se num plano mais abrangente de valorização do litoral da Lagoa. Frederico Sousa adiantou que o executivo pretende, durante o atual mandato, concretizar novos investimentos em outras zonas balneares do concelho, tanto através da criação de novas áreas como da requalificação das já existentes.

João Vieira Paim
A Ferraria, desde que se deixaram de grandes obras (aliás, ilegais), tem estado muito melhor, mesmo com o desaparecimento, nos temporais, de algumas escadas mal posicionadas. O interior está estabilizado e até proporcionou o aparecimento de uma comunidade de pequenos meros — que chegaram a ser 35 com 2 até 30 cm de comprimento — que tem servido de berçário daquela espécie ameaçada, à medida que saem e vão repovoando a área à volta.
O serviço de nadadores-salvadores, com pessoas excelentes, tem sido também uma mais valia impedindo alguns afoitos da maré turística de se suicidarem em aventuras fora da poça. O problema é assim claramente, como em quase tudo aliás, o excesso de turistas; as manadas que lá caem no verão, mas cada vez menos, felizmente, no resto do ano.
No mais recente evento de queda de pedras, ficaram lá retidos 30 carros e 100 pessoas. Acho que todos dessa origem, a avaliar pelas preocupações dos OCS sobre quem ia pagar os carros de aluguer de substituição.
A Ferraria é um lugar bonito, mas é um lugar muito perigoso, e isso devia ser avisado mais claramente. O local onde houve a derrocada tinha sofrido (e digo “sofrido” com intenção) uma intervenção recente que, basta olhar, para ver que era mais cosmética que proteção. Não ponho as fotografias que tirei para não ocupar muito espaço agora mas, no limite do que caiu, o revestimento era muito, muito estreito e serviu para criar uma bolha mais perigosa ainda.
Fosse como fosse é, como disse acima, um lugar perigoso onde vai sempre haver derrocadas quando chover muito ou as asneiras o proporcionarem. O trabalho do operador de escavadora que lá esteve foi muito bom, porque, com parte das pedras que caíram criou uma barreira que protege quem passa. Mas passar a pé é claramente mais perigoso: basta um pequeno calhau com 4 ou 5 quilos que caia e acerte na pessoa para poder até provocar-lhe a morte.
O corte da estrada é ilegal porque, para começar, é jurisdição da AMN e Polícia Marítima. Não sei quem se lembrou disso, mas era um sonho do Governo Regional e dos “pastores da manada turística”, que se atreveram a instalar barreiras que, felizmente, nunca tentaram utilizar.
A Ferraria é, e sempre tem sido, um local de tratamento para diversas doenças e sintomas — por alguma razão se chamavam termas. E um grupo grande de habitantes de S. Miguel e não só, eu incluído, ainda o consideramos assim, o que agora foi interrompido porque é óbvio que muitas dessas pessoas não estão em condições de fazer a descida e subida a pé, que é claramente um brinde à manada, porque eles tem todo o tempo do mundo. Como em outros locais de S. Miguel, é uma maneira de afastar os Açorianos de um bem natural que lhes pertence, ainda não dando lucros fabulosos e corruptos como nesses locais que todos conhecemos; mas a intenção de fundo, se o permitirmos, é essa. Também quem esteve a trabalhar o dia todo não vai certamente ter tempo de o fazer para exercer um direito que é seu: de acesso ao mar e a um local que também é seu.
“As praias em Portugal são públicas, portanto, não pode ser vedado em nenhumas condições o acesso às praias”, disse Maria da Graça Carvalho, enquanto anunciava uma inspeção no concelho de Grândola, na costa alentejana, no sul do país. A inspeção vai ser feita por várias entidades como a Agência Portuguesa do Ambiente e a Autoridade Marítima para verificar se “todas as leis estão a ser cumpridas”. “Não há praias privadas em Portugal e qualquer tentativa de limitar ou dificultar o livre acesso da população às praias será identificada”, acrescentou a ministra na praia de Carcavelos, perto de Lisboa
Que diferença de comportamento e defesa das pessoas e são do mesmo partido. Portanto, o que a entidade que montou aquelas barreiras (seja o Governo Regional, a CMPD a quem pertencem as peças ou outra qualquer) deve fazer rapidamente é retirá-las antes que lhes aconteça o mesmo que à outra no tempo das obras dos 4 milhões estourados na Ferraria. O pouco que ainda funciona é mantido a custo pelos excelentes trabalhadores das Termas. E antes que entre uma queixa-crime no DIAP por usurpação de funções, atentado à saúde pública e violação do direito absoluto de acesso ao mar.
Se querem proteger a sua manada turística, designem o parque do miradouro de 800.000 euros — ainda se admiram de a Autonomia e o Governo Regional estarem em falência técnica — só para turistas; e o de baixo fica para os Açorianos e residentes em geral, gente habituada a fajãs, derrocadas e tudo que implica viver nos Açores.
PS – Para além de nós todos e com maior peso pessoal, as Termas foram forçadas a fechar pela não reparação da bomba de água da piscina pelo Governo e falta de clientes vários. Empregos valiosos perderam-se.

A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, já assinou o despacho que adjudica a empreitada de “Reabilitação e Proteção Marítima do Porto de Santa Iria – Ilha de São Miguel” à proposta apresentada pelo agrupamento AFAVIAS – Engenharia e Construções – Açores, S.A. e AFAVIAS – Engenharia e Construções, S.A., por cerca de cinco milhões de euros, mais precisamente 4.589.999,99€.
“Com esta obra, pretendemos promover condições de segurança na zona do Porto de Santa Iria, através da estabilização das arribas contíguas à estrada regional de acesso ao porto, mitigando o risco geotécnico para pessoas e bens, tanto na via de acesso ao porto como na zona do solário, através da instalação de elementos de suporte com características adaptadas à exposição ambiental local e de baixo impacto visual”, realça a governante.
Paralelamente, esta empreitada visa garantir a proteção costeira contra a ação direta da agitação marítima, tanto no setor norte como no setor sul da infraestrutura portuária, bem como salvaguardar e preservar o património construído no porto de Santa Iria, na Ribeira Grande.
“A intervenção prevista para aquele porto consiste na desmatação e decapagem das arribas, para a implementação de uma solução de estabilização assente em pregagens e redes metálicas, numa área de cerca de 27.000 m2, assim como a construção de órgãos de drenagem de águas pluviais”, pode ler-se na nota de imprensa do Governo regional dos Açores.
Prevista está também a requalificação da via de acesso ao porto, incluindo a pavimentação, a construção de muros e a sinalização do arruamento, e a execução de proteções marítimas e a requalificação geral do porto, incluindo a preservação do património construído.
“Garantir a proteção costeira contra a ação direta da agitação marítima, tanto no setor norte como no setor sul da infraestrutura portuária, e salvaguardar e preservar o património construído no porto de Santa Iria são pontos essenciais nesta obra de grande envergadura”, pode ler-se no comunicado.

Foi concluída a primeira fase das obras de modernização nos terminais dos aeroportos de Ponta Delgada e Horta, num investimento de aproximadamente 20 milhões de euros.
Nesta primeira fase, o foco é o desenvolvimento de melhorias nas áreas públicas, com intervenções nas fachadas exteriores, substituição de revestimentos (pavimentos, paredes e tetos), instalação de novo mobiliário, implementação de novas tecnologias e equipamentos no controlo de segurança, fronteira e portas de embarque, nova sinalização, colocação de iluminação LED, modernização de instalações sanitárias, entre outras ações menos visíveis que trarão modernidade, fluidez no percurso dos passageiros e conforto generalizado para quem nos visita.
A intervenção vai prosseguir com a obra de relocalização da Sala VIP do Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada.
Na fase seguinte está prevista a duplicação da área do terminal de Ponta Delgada, dotando o aeroporto de mais 15.000 metros quadrados. No final desta fase, a área de check-in terá mais do dobro da sua atual capacidade, assim como a área das portas de embarque será igualmente duplicada. A área de controlo de segurança será triplicada e dotada de novos equipamentos tecnologicamente mais avançados. As salas de controlo de fronteira serão ampliadas, quadruplicando a área existente. Desta ampliação surgirão ganhos imediatos na circulação de pessoas, com modernização e otimização operacional nas áreas de espera e portas de embarque, tendo em vista a qualidade de serviço e experiência do passageiro.
O Aeroporto da Horta concluiu obras de remodelação, tendo sido intervencionadas a fachada, as áreas de controlo de segurança, áreas de embarque e desembarque dos passageiros e área comercial, complementando melhoria funcional e a ampliação destes espaços. As intervenções efetuadas nos revestimentos incluem uma melhoria do comportamento térmico do edifício, com também claros benefícios em termos de desempenho ambiental.
O Aeroporto de Ponta Delgada tem ainda previstos no seu Plano Diretor, investimentos de médio e longo prazo que terão o desenvolvimento da atividade das companhias aéreas e o cumprimento de metas ambiciosas de sustentabilidade estrategicamente definidas para a região. Refira-se que o Aeroporto de Ponta Delgada foi distinguido com o nível 5 – do Airport Carbon Acreditation do Airport international Council, integrando um grupo restrito de aeroportos no mundo que devido aos seus resultados ao nível da gestão do carbono obtiveram o mais elevado nível.
A VINCI Airports, responsável pela gestão da ANA, reafirmou o compromisso com a estratégia global de neutralidade carbónica até 2050, reforçando o papel dos aeroportos açorianos como elementos-chave na modernização e sustentabilidade do setor.

A quase centenária escola EB1/JI Marquês Jácome Correia, localizada na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, na Lagoa, vai entrar em obras e ser alvo de uma requalificação profunda no valor de quase 600 mil euros. A candidatura ao fundo europeu PO 2030 já foi aprovada e teve luz verde de Bruxelas. A informação foi avançada pelo presidente da Câmara da Lagoa ao Diário da Lagoa. “A nossa intenção e da candidatura partem sempre do pressuposto que é para requalificá-la para escola, para se manter como escola, a nossa preocupação é o edifício”, assegura Frederico Sousa. O autarca garante que o edifício depois de requalificado vai continuar como escola. “Com a aprovação da candidatura, vamos lançar a empreitada agora em breve”, diz Frederico Sousa. Não avança contudo quando deverão começar as obras dizendo apenas que “depende agora do concurso”.
Em dezembro passado, o Diário da Lagoa (DL) noticiou que tanto o conselho executivo da EBI de Lagoa como a Associação de Pais da EBI de Lagoa desmentiram um possível encerramento da escola, algo que era receado por muitos pais devido a rumores que começaram a circular na comunidade de que a escola iria fechar. Contudo, a escola tem vindo a ter cada vez menos inscritos. Há sete anos tinha cerca de 100 alunos e atualmente conta com 64. O presidente do conselho executivo, Manuel Rodrigues declarou ao DL que não tinha conhecimento de um possível encerramento por falta de alunos. “Não tenho qualquer informação neste sentido, nem da parte da tutela, nem da parte da Câmara Municipal da Lagoa”, afirmou Manuel Rodrigues em dezembro.
A escola Marquês Jácome Correia apresenta elevados níveis de degradação em termos estruturais que carecem de intervenção. Segundo consta, inscrito na fachada da própria escola, o edifício foi construído entre 1928 e 1930 tendo já quase um século de vida.

O parque de estacionamento da lagoa das Furnas, no concelho da Povoação, está a ser pavimentado pela autarquia, numa área de 2.443 m2.
Em nota de imprensa enviada às redações, a autarquia povoacense refere que, também, se seguirão os trabalhos no Caminho das Queimadas, na Lomba do Botão, nas Furnas, na Lomba do Pomar e na Rua do Marco, na Água Retorta.
Segundo avança a autarquia povoacense, trata-se de um investimento de cerca de 362 mil euros de fundos próprios para “dar cumprimento a mais uma das propostas contempladas no orçamento Municipal”.
Ao encetar esta empreitada de pavimentação de arruamentos, a Câmara Municipal, salienta que objetivo passa por “aumentar a segurança e o conforto de todos aqueles que diariamente circulam nestas diferentes vias”.
“Consciente dos incómodos que estas intervenções possam causar, a Câmara Municipal espera contar com a melhor compreensão dos seus munícipes e visitantes, tendo presente que esta intervenção irá beneficiar toda a comunidade logo que esteja concluída”, conclui a autarquia em comunicado.

Variante às Furnas, uma obra integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) dos Açores, que representa um investimento de 7,7 milhões de euros, “está praticamente concluída”, segundo nota de imprensa enviada pelo Governo regional dos Açores.
A secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, visitou a obra e assegurou que “com esta variante às Furnas é garantida uma via mais rápida, numa extensão de 1,6 quilómetros, entre as Pedras do Galego e o cruzamento da Ribeira Quente, criando condições de circulação segura e funcional e retirando a maior parte do transito, principalmente o pesado, do centro da freguesia”.
De acordo com a Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, a variante às Furnas integra o PRR na componente de infraestruturas e circuitos logísticos terrestres dos Açores e representa a primeira de duas fases que integram a melhoria da acessibilidade ao concelho da Povoação, na ilha de São Miguel.
A segunda fase compreende a construção da nova estrada que fará a ligação Furnas/Povoação, sede do concelho.
Berta Cabral refere que no decurso desta obra a circulação não foi afetada, uma vez que se trata da construção de um novo traçado. A segunda fase, cujo conceção está a ser trabalhada internamente na Secretaria Regional, consiste na ligação das Furnas à Lomba do Cavaleiro, “garantindo uma acessibilidade mais rápida e segura e que inclua a Povoação na rede viária que liga todos os concelhos da ilha de São Miguel”.
Segundo a governante, a Povoação foi “o primeiro concelho a desenvolver o seu potencial turístico e empresarial e o último, em matéria de rede viária – o mais esquecido, pelo menos até agora – no que respeita à acessibilidade de residentes e turistas”.
“Estamos a trabalhar convictos, da importância deste investimento na ilha de São Miguel em melhores acessibilidades de aproximação de todas as freguesias e concelhos”, assegura.

A Câmara Municipal de Ponta Delgada adjudicou a empreitada de construção de 24 novos apartamentos na rua Padre Joaquim, na freguesia de São José, pelo valor de 3.344.208,85 euros, acrescido do IVA à taxa legal em vigor.
A informação foi avançada pelo presidente da autarquia, Pedro Nascimento Cabral, à saída da reunião ordinária da Câmara Municipal desta manhã, adiantando que a empreitada inicia já no próximo mês de fevereiro e conta com um prazo de execução de 360 dias.
“A circunstância reveste-se de algum simbolismo, uma vez que marca o arranque do maior investimento alguma vez feito pelo Município de Ponta Delgada no setor da habitação”, salientou Pedro Nascimento Cabral.
“Com a concretização deste investimento municipal – um dos maiores que faremos na área da Habitação – vamos ajudar muitas pessoas e famílias de São José, contribuindo para que a freguesia continue a trilhar um percurso de desenvolvimento social e económico. A adjudicação desta obra é uma demonstração clara do nosso compromisso em melhorar a qualidade de vida em Ponta Delgada”, acrescentou.
O presidente da Câmara de Ponta Delgada sublinhou que, além de São José, o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) já aprovou projetos para a construção de novas moradias nas freguesias de Santa Clara, São Sebastião, São Pedro, Fajã de Cima, Fajã de Baixo, Arrifes e Ginetes.
Entretanto, o presidente da Câmara Municipal frisou que a autarquia continua a aguardar resposta a mais candidaturas que foram submetidas ao IHRU para a concretização de novos projetos na área da habitação no concelho.
Realçou, contudo, que, só após autorização por parte do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, é que a Câmara Municipal poderá desenvolver os procedimentos legais para o lançamento dos concursos públicos destinados à construção das moradias ou apartamentos.

Estão concluídas as obras de requalificação de espaço público e acessibilidades e paragem de autocarros na vila da Povoação, anunciou hoje a autarquia povoacense.
De acordo com nota de imprensa enviada às redações pela autarquia, trata-se do processo de iluminação pública de todo o espaço, pois procedeu-se ao princípio da noite de ontem, dia 14 de janeiro, à sua ligação à rede, disponibilizando-se assim “uma moderna estrutura para os utilizadores da rede pública de transportes como toda a segurança e conforto, bem como uma agradável zona de lazer”.
A obra custou cerca de 291 mil euros e foi candidatada ao abrigo do programa comunitário – PIRUS. “Com esta construção foi dado mais um significativo passo na modernização das zonas públicas da Vila da Povoação, numa perspetiva de bem-estar dos residentes”, refere a Câmara Municipal em comunicado.
Foi criada uma nova bacia para tomada e largada de passageiros de transportes coletivos, na sede de concelho, com espaço para três a quatro lugares de autocarros e dois abrigos de passageiros.
Segundo a autarquia, trata-se de uma obra com traços “mais contemporâneos e adaptada às novas exigências dos tempos modernos”.
A Câmara da Povoação aproveitou-se também para reorganizar a parte do estacionamento, que passou a dispor, no total, de 52 lugares de ligeiros de passageiros, sendo três destinados para pessoas com mobilidade reduzida. O novo espaço contempla ainda quatro lugares para motociclos, zonas ajardinadas e está devidamente iluminado e sinalizado.