
O Parque Atlântico, na cidade de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, recebe entre os dias 23 de fevereiro e 8 de março uma exposição dedicada ao Caiaque da Vila, uma embarcação tradicional de Vila Franca do Campo. A mostra inclui três exemplares do caiaque que remonta ao século XIX.
Introduzido por volta de 1880, o Caiaque da Vila tem origem no chamado “tempo da laranja” e foi influenciado pelo kayak inglês Rob Roy. Ao longo do tempo, evoluiu até se tornar um símbolo identitário da comunidade e parte integrante do património marítimo dos Açores.
Nos últimos anos, esta tradição tem sido revitalizada por meio da recuperação de embarcações antigas, construção de novas unidades e do rejuvenescer da prática de regatas e eventos celebrativos.
Foi recentemente constituída a Confraria do Caiaque, que tem como missão a investigação, preservação e divulgação do caiaque tradicional. Paralelamente, está em implementação a Classe Regional do Caiaque, uma iniciativa para alargar esta prática à Região Autónoma dos Açores, em parceria com a Associação Regional de Canoagem (ARCA), reconhecida pela Federação Portuguesa de Canoagem e pela European Maritime Heritage.
Com esta exposição dos três caiaques, o Parque Atlântico refere em comunicado, que manifesta o seu compromisso em valorizar as tradições açorianas e promover um espaço de proximidade cultural à comunidade local.

O Parque Atlântico, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, associa-se às Jornadas Internacionais de Cuidados Paliativos dos Açores e às V Jornadas de Investigação da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos com a exposição “Vozes e Vidas”, uma mostra fotográfica que celebra a dedicação das equipas desta área da Saúde.
Patente entre 1 e 8 de novembro, no Piso 0 do centro comercial, a iniciativa nasce do encontro entre a arte e o cuidado, revelando o olhar de quatro fotógrafos que se uniram para dar rosto e voz ao trabalho desenvolvido por profissionais que acompanham, diariamente, pessoas em situação de maior vulnerabilidade.
Através de um registo sensível e intimista, “Vozes e Vidas” procura “mostrar o quotidiano, a empatia e a dignidade que definem a prática dos Cuidados Paliativos, convidando o público a refletir sobre a importância desta especialidade. Cada fotografia é um testemunho e uma história partilhada”, refere o comunicado de imprensa.
“Enquanto espaço de encontro e de comunidade, o Parque Atlântico tem procurado apoiar e dar visibilidade a iniciativas que valorizam as pessoas e o seu bem-estar. É um privilégio associarmo-nos às Jornadas e acolher esta exposição que nos recorda a beleza que existe no cuidar e a importância deste campo da Saúde”, refere João Pedro Mota, diretor do Parque Atlântico.
A entrada é livre e a exposição pode ser visitada durante o horário de funcionamento do centro comercial.

No dia 27 de abril, o Parque Atlântico, em Ponta Delgada, ilha de São Miguel, abre portas à saúde, promovendo a prevenção e o bem-estar da comunidade local, indica a empresa responsável em comunicado..
Trata-se de uma ação de rastreios de saúde gratuitos, das 10h00 às 12h00 e das 13h00 às 15h00. A iniciativa decorre no Piso 0 e é aberta a toda a comunidade, sem necessidade de marcação.
Os rastreios vão ser conduzidos por alunos do curso de medicina da Universidade dos Açores e têm como principal objetivo incentivar a população a cuidar da sua saúde de forma preventiva. Durante a ação, será possível avaliar parâmetros como o índice de massa corporal (IMC), níveis de glicemia (diabetes) e colesterol. Além disso, os participantes terão a oportunidade de receber conselhos e dicas sobre hábitos de vida mais saudáveis.

A partir de outubro, o Parque Atlântico terá um complexo totalmente renovado com os Cinemas
NOS. É a primeira vez que a marca chega a Ponta Delgada e o objetivo passa por oferecer aos
habitantes da ilha de São Miguel uma experiência audiovisual atualizada.
O espaço vai contar com todas as salas equipadas com projeção digital 2K e um sistema de som
Dolby 7.1, para uma qualidade de imagem e som superior e mais imersiva, que coloca os
espetadores no centro da ação. Juntam-se ainda novas cadeiras, em todas as salas, para
garantir o maior conforto, enquanto se assiste a grandes filmes.
Com uma área total de 1.151 metros quadrados, que mantém a sua localização próxima da zona
de restauração para maior comodidade dos visitantes, os Cinemas NOS do Parque Atlântico
serão compostos por quatro salas, com uma lotação total de 554 lugares – distribuídos por salas
com 193, 132, 122 e 107 lugares.
A par destas melhorias, também o serviço de bar será modernizado e alargado, com uma
diversificada oferta de produtos. Além dos pontos de venda no local, os bilhetes e
menus poderão ser adquiridos através dos três quiosques self-service instalados no Parque
Atlântico, ou ainda por via da app ou do site Cinemas NOS a partir de casa.
“É com grande entusiasmo que olhamos para a chegada dos Cinemas NOS ao Parque Atlântico.
Esta novidade está plenamente alinhada com aquele que é o nosso posicionamento: somos um
espaço multifacetado, que aposta numa oferta atrativa e numa experiência completa, na qual se
destaca a Cultura. Queremos continuar a proporcionar momentos de lazer a todos os que nos
visitam e é nesse sentido que continuamos a caminhar e a evoluir”, afirma João Pedro Mota,
diretor do Parque Atlântico.

Até 31 de agosto, o centro comercial Parque Atlântico (PA), em São Miguel, recebe uma exposição de pintura de Ana Paula Moura dedicada ao mar e às cascatas da ilha.
Num espaço transformado em galeria de arte, no Piso 0, “estarão reunidas 13 obras que prometem conquistar os visitantes pela beleza das paisagens apresentadas”, segundo nota de imprensa do PA.
Depois de em janeiro deste ano o centro comercial ter iniciado o seu programa cultural de 2024 com uma mostra da artista, “esta é mais uma oportunidade para conhecer melhor o seu trabalho, desta vez, relacionado com a água de São Miguel”.
Embora tenha nascido no Porto e seja licenciada em Auditoria de Empresas, o fascínio pelo mundo da arte tem acompanhado a vida de Ana Paula Moura, desde muito nova, fazendo desta uma atividade paralela à sua profissão.
A isto juntou-se o facto de se ter apaixonado pelos Açores e de se ter mudado de malas e bagagens para São Miguel, onde, desde 2015, concentra toda a sua atenção na beleza de toda a envolvente. Os seus quadros já atravessaram o Oceano Atlântico, tendo estado expostos em Penalva do Castelo, São Bento (Lisboa) e São Paulo (Brasil).
A exposição de pintura está inserida no projeto “Cultura no Centro”, que tem como propósito apoiar artistas e entidades nacionais de âmbito cultural, através da realização de várias ações nos centros comerciais geridos pela Sonae Sierra, no sentido de tornar a cultura acessível a todos, pode-se ler, ainda, na mesma nota.