Log in

Vigilantes da Natureza recebem novos equipamentos para apoiar monitorização do trilho no Pico

© SRAAC

Os Vigilantes da Natureza da Ilha do Pico receberam novos equipamentos e vestuário de montanhismo para apoiar a monitorização e vigilância do Trilho da Reserva Natural da Montanha do Pico.
A entrega ocorreu durante uma subida ao Piquinho, realizada na quarta-feira, 16 de julho, sendo assinalada pelo secretário regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel.

Segundo Alonso Miguel, “foram adquiridos equipamentos e vestuário adequados para apetrechar os Vigilantes da Natureza do Pico para a missão de percorrer, com regularidade, o trilho da Montanha, designadamente andadores, mantas térmicas, capas impermeáveis, casacos, botas, óculos de neve, luvas, gorros, golas, calças de verão e inverno e camisas térmicas”.

“Mais do que o valor deste investimento, que rondou cinco mil euros, importa destacar a sua importância e utilidade, no sentido de garantir que os nossos Vigilantes da Natureza estão dotados dos meios necessários para percorrer regularmente aquela zona e assegurar a monitorização, vigilância e fiscalização do trilho, inserido numa área muito especial, classificada como Reserva Natural, no contexto do Parque Natural de Ilha do Pico”, referiu.

Na ocasião, Alonso Miguel disse que esta nova subida ao topo da Montanha do Pico, a terceira desde que assumiu a tutela do ambiente na região, em finais de 2020, teve também como propósito avaliar ‘in loco’ o estado de conservação e limpeza do trilho, bem como de diversas estruturas aí presentes, como os marcos e a sinalética, bem como as câmaras de vigilância e o marco geodésico do Piquinho, reconstruído em 2023.

Alonso Miguel recordou ainda que, “recentemente, foi celebrado, entre a Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática e a Universidade dos Açores, um contrato-programa destinado à modernização tecnológica do Observatório da Montanha do Pico, num investimento superior a 250 mil euros, para aquisição de novos equipamentos tecnológicos de suporte à atividade científica, que reflete a visão estratégica da Região em liderar iniciativas de ponta que fomentam a excelência científica e uma compreensão mais aprofundada das dinâmicas atmosféricas e climáticas, visando a proteção ambiental e a salvaguarda de pessoas e bens, aproveitando, para o efeito, a localização privilegiada do Observatório da Montanha do Pico, a 2225 metros de altitude”.

Carmen Raposo apresenta-se pela primeira vez na ilha do Pico

© DIREITOS RESERVADOS
A ilha do Pico, nos Açores, vai receber a cantautora Carmen Raposo, acompanhada pela sua banda, no próximo domingo, 13 de julho, pelas 19h30, no Forte de Santa Catarina. As entradas são gratuitas.

“Música no Forte” é o primeiro palco a acolher o espetáculo de apresentação do álbum “Estios e Tormentas” fora da ilha de São Miguel.
 
“Estios e Tormentas” é um espetáculo de apresentação do álbum, um concerto intimista que dá a conhecer o universo musical da cantautora que também escreve a maioria das letras das suas canções, refletindo diferentes estados emocionais, usando de forma metafórica elementos da açorianidade para os descrever.

Neste concerto, Carmen Raposo vai ser acompanhada pela sua banda, dando voz e ritmo ao espetáculo, através de instrumentos tradicionais da percussão portuguesa e africana. A música espelha as suas diversas influências musicais desde o rock, indie pop, jazz, música celta, africana e ao fado, mas com uma matriz na música popular.
 
Carmen Raposo cresceu no seio da geração dos cantautores açorianos, dos quais se destacam Aníbal Raposo, seu pai. Em 2021 iniciou-se na composição, usando o piano como instrumento de criação. Começou a registar algumas das suas canções, convidando o músico Mário Raposo para as orquestrações e gravação em estúdio, até que surgiu o álbum “Estios e Tormentas” em 2023.

Madalena do Pico recebeu 30 artistas na abertura do festival Azores Fringe

© MIRATECARTS

A Biblioteca Auditório da Madalena, na ilha do Pico, recebeu este fim de semana a décima terceira edição do Azores Fringe Festival. Foram 30 os artistas presentes na abertura da feira Fringe e na exposição.

Desde desenho a pintura, o poema visual, a escultura e a ilustração de livros, os artistas partilharam o seu trabalho em exposição e em workshops.

“O festival internacional de artes é uma explosão artística dos Açores para o mundo”, referiu o fundador da MiratecArts, Terry Costa. “Este é o projeto cultural mais democrático do nosso país e incentiva à presença da diversidade, algo que cada vez mais necessitamos entre nós”, reforçou ainda Terry Costa.

De São Miguel, a participação incluiu a Casa de Trabalho de Nordeste, Azores Gems and Minerals, Matéria 47, Sofia Afonso e suas obras de moda com escamas de peixe, e ainda Pedras de Lava de Catarina Alves. Da ilha do Faial, Pedro Cotovio e Pausa Artisans marcaram presença com trabalhos em madeira, assim como Cláudia Furtado com obras de scrimshaw; Maria Melo com ilustração e pintura e ainda Tricia Walters da Vaca Pintada que apresentou uma oportunidade de pintura ao ar-livre. Santa Maria também esteve presente com “Tá Rekim” de Mina Sousa. Da ilha do Pico, os artesãos e artistas presentes incluíram Ana Azevedo, Barro & Barro, Basalto Cosméticos, Diana Silva Artesanato, a costureira Maria de Fátima Freitas, e Pico Rocks by Sãozinha.

Da ilha das Flores, o grupo “The Hortênsias” animou as ruas e corredores do edifício com sua performance. O jovem micaelense, RAFA, estreou a sua primeira música original. E da companhia terceirense, Cães do Mar, chegou mais um espetáculo de teatro físico sem palavras, AMIJIK, com Catarina Mota e direção de Ana Brum, e ainda um workshop de escrita por Peter Cann.

Diana Zimbron apresentou o seu novo trabalho de escrita, “A Poção da Felicidade”, acompanhado por ilustrações de Sónia Terra na exposição, que também inclui obras de Tiago Resende, Ronny Lemos, Judy Rodrigues, FRANCzero e os Sorrisos de Pedra de Helena Amaral, a celebrar uma década deste projeto com MiratecArts.

A exposição continua na Biblioteca da Madalena, visitável na hora do expediente e durante eventos, até ao mês de junho. O Fringe continua pela ilha do Pico, às terças no Museu dos Baleeiros, quintas no Auditório Municipal das Lajes do Pico e sextas no Auditório da Madalena, e os Shorts@Fringe a acontecer nas outras ilhas dos Açores.

Auxiliados seis tripulantes de embarcação à saída do porto da Madalena

© AMN

Seis tripulantes auxiliados esta quarta-feira, 3 de abril, após, alegadamente, a embarcação de tráfego local onde seguiam ter ficado sem propulsão à saída do Porto da Madalena, na ilha do Pico.

De acordo com comunicado da Autoridade Marítma Nacional, na sequência de um alerta recebido pelas 10h31, através do mestre da embarcação, a informar que a mesma tinha ficado sem propulsão, foram de imediato ativados tripulantes da Estação Salva-vidas da Horta e elementos do Comando Local da Polícia Marítima da Horta, bem como dos Bombeiros Voluntários da Madalena, da Proteção Civil e do Grupo Portos dos Açores, S.A. 

À chegada ao local, constatou-se que a embarcação acabou por encalhar no interior do porto da Madalena, tendo os elementos da Proteção Civil resgatado as seis pessoas para o cais do porto, onde aguardavam os bombeiros que encaminharam, posteriormente, um dos tripulantes, um homem com cerca 50 anos, para uma unidade hospitalar.  

Após avaliação, a embarcação de tráfego local foi transportada para o cais de passageiros do porto da Madalena.

O armador da embarcação foi notificado que só poderá voltar a navegar após ser alvo de uma vistoria, a fim de garantir as condições de navegação.

O Comando Local da Polícia Marítima da Horta tomou conta da ocorrência.​​

 

Festival Lava com 80 artistas em cartaz

© DIREITOS RESERVADOS

A quinta edição do Festival Lava decorre na ilha do Pico, nos Açores, de 17 a 19 de abril, e este ano concentra-se no concelho da Madalena, ocupando diversos espaços públicos e privados. Segundo a organização, o evento “promete uma comunhão única entre promotores, artistas, patrocinadores e público na celebração da arte açoriana”.

O cartaz apresenta inovações, como a introdução das Lava Talks e os Almoços de Networking, iniciativas dedicadas a artistas e profissionais da cultura, promovendo o estabelecimento de sinergias e a partilha de perspetivas. Os temas em destaque este ano são: “Dupla Insularidade na Organização de Eventos: Desafios e Perspetivas” e “A Importância de Comunicar no Digital”.

O auditório da Madalena será o epicentro do festival entre os dias 17 e 19 de abril, com dois concertos Mini Lava, dedicados aos mais pequenos, que contarão com os Batukes, um projeto que combina música e sensibilização ambiental. O palco também receberá o Lava Ensemble, uma produção original do festival, com direção artística de Filipe Lemos e direção musical da maestrina Ana Terra, reunindo 18 elementos em cena. A Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense terá a honra de encerrar a programação no auditório.

Os espaços emblemáticos como o Cella Bar, Azores Wine Company, Cooperativa Vitivinícola do Pico, Café Concerto e Restaurante O Luís receberão performances de artistas como Valley Dation, Urze, Pó de Palco, Frederico Madeira e Oram.

A organização diz, ainda, que a “metamorfose do Lava Festival é real, com uma aposta na fusão entre tradição e contemporaneidade, no local e regional, sendo uma verdadeira montra da cultura açoriana para residentes e visitantes”. Por fim, a gastronomia e o vinho também ocupam um lugar de destaque na programação, com menus especiais e provas de licores e vinhos do Pico, sendo que o festival “propõe uma caminhada musical, incentivando a descoberta da ilha ao som da música”.

Ilhas do Triângulo são a primeira bio-região dos Açores

© DIRETOS RESERVADOS

O Triângulo, composto pelas ilhas de São Jorge, Pico e Faial, é oficialmente a primeira bio-região dos Açores, integrando uma rede internacional com mais de 1.300 bio-regiões espalhadas pelo mundo, as quais são procuradas por milhões de pessoas para destino de férias.

A cerimónia de adesão da bio-região do Triângulo – Açores à Rede Internacional I.N.N.E.R. foi formalizada na ilha de São Jorge, no âmbito da parceria firmada entre a Associação de Municípios do Triângulo (AMT) com a Trybio e o Governo Regional dos Açores.

Para Luís Silveira, presidente da AMT e do município de Velas, a criação desta bio-região irá permitir a promoção deste destino turístico dentro daquilo que é o Destino Açores, contribuindo também para a sustentabilidade e desenvolvimento destas três Ilhas.

Para o autarca de Velas, a classificação do Triângulo como bio-região é sem dúvida uma mais-valia para toda esta rede de bio-regiões, pelas especificidades que detém o arquipélago dos Açores e em particular o Triângulo São Jorge, Pico e Faial.

As bio-regiões consistem em áreas geográficas onde agricultores, cidadãos, operadores turísticos, associações e o poder local estabelecem uma parceria para a gestão sustentável dos recursos locais, dando centralidade à produção e consumo alimentar de base biológica e agro-ecológica.

Como objetivos essenciais, a bio-região adota uma abordagem inclusiva do sistema alimentar, possibilitando como momento determinante alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Estes objetivos baseiam-se nos princípios da Agricultura Biológica, Ecologia, Saúde, Justiça e Precaução, conforme definido pela IFOAM – Federação Internacional dos Movimentos de Agricultura Biológica, solicitando-se a cooperação com as organizações, como a agroecologia, agroflorestal, permacultura, biodinâmica e regenerativa.

 

Zeca Medeiros é o padrinho do festival Pico Zen

© DIREITOS RESERVADOS

O festival Pico Zen regressa à ilha do Pico, nos Açores, de 24 a 27 de abril, oferecendo uma experiência que combina música, arte, bem-estar e contacto com a natureza. Sob a direção de Luís Bidarra e Ana Paim, o festival decorrerá no Parque de Campismo da Furna, no concelho de São Roque do Pico.

A edição deste ano, a quarta, destaca-se pela presença de Zeca Medeiros como padrinho do festival. O artista açoriano estará em palco no dia 25 de abril, acompanhado pelo grupo Línguas de Fogo, num concerto-homenagem a Natália Correia, figura incontornável da cultura açoriana. A atuação promete celebrar a liberdade através da música, numa data simbólica para Portugal.

A programação diversificada do festival inclui atividades como a subida à montanha do Pico, observação de baleias e golfinhos, experiências de mergulho, trilhos pedestres, sessões de yoga, meditação e massagens terapêuticas. Os participantes também vão poder desfrutar de um restaurante de comida vegana e macrobiótica, bem como de palestras e oficinas de arte e dança.

Os bilhetes já estão disponíveis para compra no site oficial do festival, com opções que incluem acesso total às atividades, alojamento e refeições.

Madalena reforça segurança no mar com nova embarcação de socorro

© CM MADALENA

Moderna, rápida e equipada com tecnologia de ponta, “Maria Madalena” vai assegurar uma maior capacidade de resposta nas operações de socorro no mar, garantindo a prontidão necessária e a eficiência devida, em caso de emergência, assegura o município da ilha do Pico.

Foi esta terça-feira, 25 de junho, realizada a cerimónia de bênção e batismo da embarcação de socorro “Maria Madalena”, o primeiro salva-vidas adquirido por um município açoriano.

O semi-rígido com 8.60m e capacidade para 21 passageiros, foi adquirido pela edilidade no âmbito do projeto de “Apetrechamento do Serviço Municipal de Proteção Civil”, que permitiu ainda renovar a frota deste serviço com três novas viaturas todo-o-terreno, uma viatura mista de transporte e uma mini pá-carregadora, num investimento global superior a meio milhão de euros.

Para Catarina Manito, líder do executivo madalenense “esta é uma aquisição importantíssima para o Serviço Municipal de Proteção Civil, mas sobretudo para as nossas gentes”, sendo esta autarquia “a única na Região que chamou a si esta responsabilidade”.

A edil relembra que é fundamental que “perante tragédias como a que testemunhámos a 6 de janeiro de 2018, o naufrágio do Mestre Simão, agimos com a prontidão necessária e a eficiência devida. Neste sentido, e otimizando a gestão e articulação entre serviços, o município estabelecerá um protocolo com a Autoridade Marítima, entidade de proteção civil responsável por acionar e coordenar meios, em caso de emergência no mar, e com os bombeiros da Madalena, garantindo uma pronta intervenção, determinante nestas circunstâncias”.

Primeiro filme de Rafael Fonseca estreia no Montanha Pico Festival

© MIRATECARTS

A décima primeira edição do Montanha Pico Festival continua até ao dia 30 de janeiro, às terças-feiras no Auditório do Museu dos Baleeiros e às quintas-feiras no Auditório Municipal das Lajes do Pico, segundo nota enviada pela organização, MiratecArts.

A próxima sessão em língua portuguesa acontece esta quinta, 9 de janeiro. Obras de Bruno Ferreira, Paulo Fajardo, Rafael Duarte, Karina Oliani, Juliette Menthonnex, Leila Sobral e o primeiro filme de Rafael Fonseca chegam ao ecrã municipal das Lajes do Pico às 21hhh.

Num pequeno monte à saída da Vila do Gerês, chamado Penedo da Freira, existe uma lápide que aparenta sinalizar um local de paixão entre uma freira portuguesa e um soldado castelhano nos finais do século XVIII. A lenda descrita nessa pedra torna-se o foco de obsessão de um jovem encenador que nela irá fazer mergulhar um casal de actores, explica a mesma nota.

Natural de Faro, Rafael Fonseca é licenciado pela Universidade Nova de Lisboa. Estagiou na Cinemateca Portuguesa e trabalhou em vários projetos de televisão, teatro e cinema. 

“Quorum” é o primeiro filme de Rafael Fonseca e estreia no Montanha Pico Festival com o realizador presente. 

Grande produção de documentários açorianos exibidos na ilha do Pico

© D.R.

O Montanha Pico Festival apresenta vários documentários na sua décima primeira edição, que arranca no primeiro fim de semana do ano, segundo nota de imprensa enviada pela organização do festival.

“O documentário está em grande produção nos Açores,” admite Terry Costa, diretor artístico da MiratecArts e fundador do Montanha Pico Festival, citado no comunicado. “Desde produções independentes a projetos apoiados pela RTP Açores, o programa do festival está aberto a todo o tipo de produção.” 

No sábado, 4 de janeiro, às 20h, no Auditório da Madalena, o terceirense André Leonardo apresenta o documentário “Faz Acontecer: Uma Viagem Maior que o Mundo”. 

Aos 24 anos, o açoriano partiu sozinho para uma expedição à volta do Mundo onde percorreu mais 126 mil km e passaria por quatro continentes e 23 países. O seu objetivo era simples: procurar energia e ânimo para além da «crise» e da «dívida», estabelecer contacto com pessoas positivas, deixar-se contagiar por empreendedores, tanto nos negócios como na vida, aprender com gente que vencia todo o tipo de adversidades e que, mais do que criar empresas ou promover projetos, fazia acontecer encarando o presente e o futuro com otimismo e com capacidade de sonhar, segundo a mesma nota.

“Uma história que nos demonstra que fazer acontecer está ao nosso alcance, haja dedicação e compromisso. André apresenta a sua história no grande ecrã e em conversa ao-vivo. Um evento a não perder”, lê-se.

No domingo, com as apresentações de dois trabalhos de MJ Sousa, a conversa sobre o documentário vai ser mais aprofundada. O programa arranca pelas 16h00  com “Cócegas na Terra” e “Sabrina”. 

Na sessão de domingo às 21h, várias curtas experimentais vão ser apresentadas, incluindo o documentário que explora a vida de Fábio Quintiliano, um indivíduo da ilha de São Miguel, que cria vídeos no YouTube com uma identidade singular. O trabalho de Sara Massa e Martim Morais encerra a noite no Auditório da Madalena.

Na terça-feira, 7 de janeiro, e a abrir as sessões no Auditório Municipal das Lajes do Pico, o documentário de Bruno Correia “Guardiões da Esperança”, uma produção da RTP Açores, mereceu destaque em termos de obras de longa-metragem.

Todas as sessões são abertas ao público em geral e de entrada livre.