

Foi descoberta de uma nova cavidade vulcânica na ilha do Pico, nos Açores, designada “Gruta de Santana”, com cerca de 170 metros de comprimento. A descoberta ocorreu na sequência de trabalhos de eletrificação realizados pela EDA – Eletricidade dos Açores, na zona de Santana, freguesia de Santo António, concelho de São Roque do Pico.
De acordo com nota de imprensa enviada às redações pela Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática, a cavidade tem cerca de 170 metros de comprimento, com uma altura que varia entre os 70 centímetros e os cinco metros, e uma largura entre dois e cinco metros. Apresenta um património geológico estruturalmente bem preservado, apenas com pequenos desabamentos nas paredes, além de diversas estruturas geológicas importantes, como estalactites, bolhas de gás, bancadas laterais, pequenos tubos sobrepostos, bolas de lava e paredes estriadas.
Durante uma visita ao local, o secretário regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, acompanhado da diretora regional do Ambiente e Ação Climática, Ana Rodrigues, explicou que “na sequência de um contacto efetuado pela EDA ao Serviço de Ambiente e Ação Climática da Ilha do Pico, uma equipa de Técnicos e Vigilantes da Natureza deslocou-se ao local”.
“Foram recolhidas diversas informações e elaborado um esboço cartográfico do traçado da gruta, de forma a perceber a sua implantação no terreno e assegurar que os trabalhos a realizar não causariam perturbações adicionais nesta cavidade vulcânica”, explicou.
“Além disso, foi identificada a presença biológica de colónias de bactérias, aracnídeos, raízes e ossadas de pequenos animais, sendo que este conjunto de características ressalta o valor científico e natural da gruta, o que exige especial atenção para a sua preservação,” destacou o governante.
Devido à localização do acesso à gruta, numa das faixas de rodagem da via, Alonso Miguel esclareceu que “em articulação com a Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática, a EDA construiu uma estrutura no sentido de garantir um acesso regrado e seguro à cavidade vulcânica”.
Alonso Miguel sublinhou ainda que “das cerca de 340 cavidades vulcânicas naturais conhecidas nos Açores, nem todas são visitáveis ou abertas ao público. A ilha do Pico é, de longe, a que alberga o maior número de grutas, com 145 cavidades identificadas, número que será atualizado no final deste ano, com esta nova descoberta”.
O secretário regional reconheceu o interesse científico da preservação de algumas destas formações, que impulsionaram a classificação, nos Açores, de quatro cavidades vulcânicas como Monumentos Naturais: o Algar do Carvão, na Terceira; a Furna do Enxofre, na Graciosa; a Gruta das Torres, no Pico, e a Gruta do Carvão, em São Miguel.
“A descoberta da Gruta de Santana é mais uma evidência da riqueza geológica e biológica do arquipélago, um património único que merece ser estudado, protegido e valorizado”, concluiu Alonso Miguel.

O Teatro Faialense, na ilha do Faial, vai receber o concerto do Marcos Fernandez Trio, que explora a música do mundo latino, gypsy-jazz e ainda composições originais do galego Marcos Fernandez, que faz casa na ilha do Pico há vários anos, segundo nota enviada pela associação MiratecArts.
Acompanhado pelo contrabaixista Nuno Mendes e o guitarrista Bernardo Alves Macedo, o trio transporta a audiência por sons conhecidos de outras eras. O projeto musical, que estreou este verão no “Música no Forte” nas Lajes do Pico, atravessa o canal para o seu primeiro concerto no Teatro Faialense, dia 30 de dezembro às 21h, lê-se.
Marcos Fernandez formou-se no Conservatório Superior de Vigo, nos anos 80, e na década seguinte obteve Licenciatura Superior em Música Contemporânea, no Ateneo Jazz de Madrid, Orquestração e Arranjos de Jazz Latino, no Instituto Superior de Arte em Cuba, e Mestrado em Gypsy Jazz, no Conservatório de Amsterdão.
A sua carreira profissional levou-o a palcos e estúdios com Plácido Domingo, Rafael Basurto Lara, César López, Suzanna Lubrano, entre outros. Como professor de música moderna liderou um estúdio escolar em Santiago de Compostela, no Ateneo Jazz de Madrid e foi diretor do Conservatório ESMAT, em Cabo Verde. Desde 2019 vive na ilha do Pico onde concilia o trabalho como professor e concertos ao vivo, explica o mesmo comunicado.
Para este projeto de trio, Marcos junta em palco Nuno Mendes, o músico, compositor, multi-instrumentista mais conhecido como Contrabaixista colaborador de vários projetos, e Bernardo Alves Macedo, o jovem picaroto que faz parte de mais grupos musicais na ilha, incluindo o Grupo das Chamarritas da Silveira, Grupo da Casa do Povo das Ribeiras, e Grupo Amigos das Tradições, lê-se ainda.

A mais recente obra de Isabel Nolasco e Cláudia Gomes Ávila sobre a paisagem da cultura da vinha da ilha do Pico foi apresentada na passada sexta-feira, 15 de novembro, na Biblioteca da Madalena.
O livro com título “Da Vinha do Vinho” pretende ser uma homenagem no ano em que se celebram 20 anos da aclamação da paisagem da cultura da vinha da ilha do Pico como Património da Humanidade.
Segundo nota de imprensa enviada pela autarquia da Madalena, a obra resulta de uma exaustiva pesquisa que reúne nas suas 350 páginas um vasto espólio fotográfico, assim como informações diversas sobre a história, a paisagem, a arquitetura e património, os produtores de vinho, as diferentes castas e o enoturismo da ilha montanha, entre outros dados de relevo.
Enaltecendo a importância da obra, a presidente da Câmara Municipal da Madalena, Catarina Manito, felicitou as autoras pela iniciativa e por “preservarem a memória deste serpenteando lávico, onde se esculpe a nossa mais genuína identidade”.
Para a autarca “importa celebrar a Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, hoje e sempre! Importa valorizar, contínua e permanentemente, a nossa História, a nossa identidade, as nossas gentes! Este Povo, nascido em berço de lava e de sonho, cuja resiliência e a vontade férrea nos devem servir de exemplo e de inspiração para o futuro!”
O serão cultural contou também com a atuação de Márcio Costa, professor do Centro de Formação Artística, terminando com uma sessão de autógrafos e um Pico de Honra, oferecido pelo Município, num brinde ao sucesso da obra e da valorização da paisagem da cultura da vinha da ilha do Pico.

O “Azores Birdwatching Arts Festival” acontece nas Lajes do Pico, de 16 a 24 de novembro, para promover a prática da observação de aves e fomentá-la, de forma educativa, através da dinâmica criada por intermédio das artes.
A MiratecArts, em parceria com o Município das Lajes do Pico apresenta uma programação que chega às escolas do concelho e incentiva o público em geral a participar em saídas de campo e eventos culturais.
O programa artístico inclui uma extensa exposição de fotografia, em formato de bandeiras pelas ruas da vila baleeira, com o trabalho fotográfico de aves avistadas na ilha do Pico por André Vieira, Bruno Pereira, João Quaresma, Nuno Bicudo, Nuno Gonçalves, Olivier Coucelos, Pedro Madruga, Pedro Silva e Valter Medeiros.
A exposição de arte na Biblioteca Municipal Dias de Melo inclui os trabalhos de Jason Wheatley, Joana Castro, Márcia Ávila, Tran Nguyễn. Dois filmes fazem parte do programa: o vencedor do Óscar 2024, “O Rapaz e a Garça” do grande mestre japonês Miyazaki, e a animação para toda a família, “PATOS”, que encerra o programa em matiné, no domingo 24 de novembro, no Auditório Municipal das Lajes do Pico. Workshops de fotografia, escrita criativa e narração oral estão abertas a registo do público.
Programas em parceria com a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves – SPEA, Asas do Mar – IOMA, Clube de Observação de Aves do Triângulo e a EBS das Lajes do Pico incentivam à observação e cuidado da natureza.
Na vertente de observação de aves, além de programa diário no Moinho do Juncal nas Lajes do Pico, os eventos acontecem nas ilhas Terceira, São Miguel e Faial, com equipamento providenciado pela ZEISS e a Loja Sniper Outdoor.

As ilhas de São Jorge, Pico e Faial receberam, entre os dias 13 e 15 de outubro, a sétima edição do Encontro Açores-Brasil com a presença de seis das sete Casas dos Açores no maior país da América do Sul.
Os presidentes das entidades sediadas no Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Maranhão estiveram presentes para debaterem o estado atual das casas, bem como discutir soluções e oportunidades com a Direção Regional das Comunidades do Governo dos Açores, que organizou o encontro. Apenas a liderança da Casa dos Açores da Bahia esteve ausente.
O programa contou com sessões escolares sobre a presença açoriana no Brasil, no auditório da Escola Secundária da Madalena, na ilha do Pico, e no auditório da Escola Secundária da Horta, na ilha do Faial. Em ambos os eventos os alunos foram informados sobre o legado deixado pelos emigrantes açorianos que chegaram ao Brasil há mais de 400 anos.
Nestas duas oportunidades, os seis presidentes participaram também em encontros públicos, na Biblioteca Municipal da Madalena, no Pico, e na Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, no Faial, onde foi apresentado o livro “Somos Açores”, que reúne entrevistas aos líderes associativos açorianos no Brasil.

Nino Moreira Seródio, presidente da Casa dos Açores do Espírito Santo, referiu que este encontro “enriqueceu o trabalho das Casas no Brasil”, sobretudo pela participação junto dos jovens nas escolas. Opinião que é corroborada por Viviane Peixoto Hunter, responsável pela Casa dos Açores do Rio Grande do Sul, que acredita que “ter contacto com as escolas nos Açores foi um intercâmbio rico, uma oportunidade que permitiu mostrar a realidade dos estados brasileiros que receberam os emigrantes açorianos”.
“Muitos não têm a dimensão do legado deixado pelos emigrantes do arquipélago no Brasil”, referiu.
Por sua vez, Paulo Matos, presidente honorário da Casa dos Açores do Maranhão, defendeu que esta iniciativa “possibilitou o intercâmbio cultural e trocas entre os Açores e a sua diáspora no Brasil”, além de provocar a “possibilidade de estarmos mais vezes juntos a estreitar essas relações”.
António Arruda, diretor cultural da Casa dos Açores de São Paulo, recordou que o facto de as Casas dos Açores estarem distantes umas das outras no Brasil, em virtude do tamanho continental do país, fez também com que este encontro permitisse “uma maior interação entre esses líderes”, possibilitando “debater temas e propostas comuns”.
Já Sérgio Luiz Ferreira, presidente da Casa dos Açores de Santa Catarina, destacou a “nova dimensão” dada ao encontro com as explicações levadas às escolas açorianas, mostrando que “os Açores estão vivos além das fronteiras do arquipélago”.
Por fim, Leonardo Soares, presidente da Casa dos Açores do Rio de Janeiro, a primeira casa açoriana a surgir no Brasil, tendo como um dos fundadores Vitorino Nemésio, avaliou positivamente o encontro.
“Foi ótimo termos a possibilidade de trocar experiências, chegar às escolas e falar sobre a emigração açoriana para o Rio de Janeiro”, disse Leonardo.

Paulo Estêvão, secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, que acompanhou parte do encontro, recordou que “a emigração caraterizou a vida dos açorianos”, razão pela qual esta iniciativa foi “importante e permitiu mostrar o legado cultural que o nosso povo deixou no Brasil”.
Por fim, José Andrade, diretor regional das Comunidades, frisou que os encontros servem também para “reconhecer e valorizar a especial relação histórica entre os Açores e o Brasil”.
“Não nos podemos esquecer de que o Brasil foi o primeiro grande destino da emigração açoriana. E que, hoje, o Brasil compõe a maior comunidade imigrada nos Açores. Fomos para o Brasil há 400 anos”, finalizou José Andrade.
Recorde-se que o primeiro Encontro Açores-Brasil teve lugar em outubro de 2021, na cidade de Ponta Delgada, na ilha da São Miguel, e as cinco edições seguintes realizaram-se em Angra do Heroísmo (março de 2022), no Rio de Janeiro (julho de 2022), em Florianópolis (dezembro de 2023), em Ponta Delgada (maio de 2024) e no Rio de Janeiro (setembro de 2024), associadas à realização de outros eventos.
Segundo fontes, “com a realização desses encontros, o Governo regional dos Açores visa reforçar e valorizar os laços sociais, culturais e económicos entre a Região Autónoma e as comunidades açordescendentes no Brasil”.

O projeto Countering Disinformation, promovido pelo American Corner, da Universidade dos Açores (UAc), foi apresentado em duas escolas nas ilhas do Faial e do Pico, segundo nota de imprensa da academia açoriana.
No dia 26 de setembro, 16 alunos do 11.º ano da Escola Secundária Manuel de Arriaga, com a docente Marlene Bettencourt, participaram numa sessão dinamizada por Catarina Rodrigues, docente da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UAc e atual diretora do curso de licenciatura em Comunicação e Relações Públicas da UAc, responsável pelo projeto.
Após a exibição de uma reportagem sobre o uso de dispositivos móveis, os participantes debateram questões relacionadas com o uso dos ecrãs, o consumo de conteúdos mediáticos, a importância das fontes de informação e a verificação dos factos num contexto de abundância informativa, pode ler-se.
No dia 27 de setembro, a Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico acolheu uma sessão similar no âmbito do projeto. A iniciativa contou com a participação de 34 alunos do 9.º ano acompanhados pelos docentes Anabela Rosa, Carlos André e Mário Rui Azevedo. Durante as sessões foram realizadas diferentes atividades relacionadas com a temática da desinformação, explica ainda a mesma nota.

As rendeiras da ilha do Pico foram homenageadas pela Câmara Municipal da Vila da Madalena, no passado sábado 16 de outubro, pela autarquia picoense.
A autarquia anunciou, também, que irá proceder à certificação da renda do Pico e criar em São Mateus a Casa das Rendas, a inaugurar a 7 de fevereiro, Dia Municipal da Rendeira.
Segundo nota de imprensa enviada às redações, trata-se de valorizar as “mãos que tecem histórias, criam arte e transformam finas linhas em grandiosas obras”, num plano estratégico traçado pela autarquia, com o objetivo de fazer da peça de artesanato um ícone nacional.
O projeto “Rendas do Pico”, foi assim apresentado pelo Município no passado sábado no Auditório da Madalena, exibindo em antestreia o documentário “Rendas de Farpa do Pico”.
O evento culminou com a homenagem a quase uma centena de rendeiras da ilha montanha, que receberam das mãos dos membros do executivo camarário e da diretora regional da Cultura a medalha comemorativa dos 300 anos do Município da Madalena.
“Hoje, vivemos um dia histórico. Hoje, damos início a um novo ciclo de desenvolvimento cultural da Madalena. Inauguramos uma nova Era na promoção das Rendas do Pico”, afirmou Catarina Manito, presidente da Câmara Municipal.
Enaltecendo a importância de “resgatar memórias” e “revitalizar a indústria caseira das rendas”, a autarca anunciou ainda que “o Município da Madalena irá instituir o dia 7 de fevereiro, dia em que nasceu Rosa Garcia, como Dia Municipal da Rendeira.
Rosa Garcia foi a primeira empresária picarota, considerada pela autarquia, como “nome maior da chamada indústria caseira de rendas”. O intuito passa por assinalar a data com “a dignidade e relevância” já em 2025, com a Inauguração da Casa das Rendas, ena freguesia de São Mateus.

Rúben Rodrigues e António Costa, em Skoda Fabia RS Rally2, venceram o XIII Picowines Rali e sagraram-se os campeões regionais de 2024 de rali.
A Picowines foi a prova decisiva do Campeonato dos Açores de rali e em disputa estiveram os títulos de absoluto e das “duas rodas motrizes” (2RM), cujos protagonistas estavam separados por poucos pontos.
“Quatro ilhas deram palco a cinco ralis que viram Rúben Rodrigues vencer três, revalidando o título de Campeão dos Açores de Ralis absoluto e ‘oferecendo’ a António Costa o seu primeiro título regional”, segundo comunicado da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FKAK).
Foram os mais rápidos em cinco de 9 classificativas que compunham esta prova, “elevando o nome da Auto Açoreana Racing ao lugar mais alto do pódio, contabilizando neste rali 37:42.4. Rúben Rodrigues vence o campeonato pela terceira vez, a segunda consecutiva, e António Costa, no seu ano de estreia como co-piloto da Auto Açoreana Racing, soma ao seu vasto palmarés um título que ainda não detinha”, de acordo com a mesma nota da FKAK.
Rafael Botelho volta a ser campeão regional 2RM, sendo que tinha conquistado o mesmo titulo pela última vez em 2017. Rui Raimundo torna-se pela primeira vez campeão dos Açores 2RM, lê-se ainda.
Luís Rego e José Janela, sagraram-se vice-campeões de ralis dos Açores ao volante do Skoda Fabia Rally2 evo do Team Além Mar. A dupla passou para a frente da prova na PE07 Oficina 1, quando os principais “opositores ‘furaram’, mas acabaram por ver a vitória no rali e a consequente vitória no campeonato fugir-lhes já na última classificativa, quando foram vítimas de despiste, eles que tinham entrado para o troço com uma vantagem de 2.4 segundos”, lê-se, no comunicado.
Segundos classificados neste rali, terceiros classificados no Campeonato dos Açores de Ralis absoluto e campeões dos Açores de ralis 2RM, Rafael Botelho e Rui Raimundo, em Peugeot 208 Rally4 na época de estreia do Team Lotus, concluíram o rali em 42:19.6. Entraram neste sábado de rali mais fortes que os demais concorrentes nas 2RM. No entanto, ao longo do dia, perderam a vantagem para os principais opositores.
Terceiros mais rápidos neste rali, segundos classificados entre os concorrentes tripulantes de viaturas de tração não integral e vice-campeões dos Açores de ralis 2RM de 2024, Henrique Moniz e Jorge Diniz, recuperaram no sábado toda a desvantagem que tinham para Botelho e Raimundo, mas foram penalizados em 40 segundos já no final do rali que os deixou a 25.5 segundos do lugar mais alto do pódio.
Filipe Marques e Edgar Silva, aos comandos do Peugeot 208 R2, depois de terem conquistado o título regional 2RM em 2023, precisaram de mais 1:17.0 para concluir este rali e com isso foram os terceiros melhores deste campeonato.
O XIII Picowines Rali começou na sexta-feira, 18 de outubro, com disputa da prova-especial no Largo Cardeal Costa Nunes-Areia Larga, percorrida nas principais artérias da Vila da Madalena.
No sábado, 19 de outubro, disputaram-se oito provas especiais, divididas em secções com duas passagens, de manhã, por Caminho da Fonte/Santa Luzia, neste rali denominada por Óptica Coutinho, e Farrobo/Quinta das Rosas, e à tarde por Alto Barreiro/Santa Luzia e Rosário/Calhau do Monte, neste rali denominado por A Oficina. A powerstage foi disputada na segunda passagem por A Oficina (PE9).

Depois dos mais recentes desenvolvimentos em torno do cancelamento da edição de 2024 do Azores Rallye, passou o XIII Picowines Rali a ser a prova decisiva nas contas do Campeonato dos Açores de Ralis de 2024.
Está em disputa agora ambos os títulos, o absoluto e o das “duas rodas motrizes”, cujos protagonistas estão separados por escassos pontos e cujos fatores de desempate, colocam todos nas mesmas circunstâncias.
No que concerne ao título absoluto, Rúben Rodrigues leva vantagem de dois pontos sobre Luís Miguel Rego e tudo deixa antever que a luta pelas sinuosas e peculiares estradas da ilha do Pico vai fazer-se de forma aguerrida até ao último metro das provas especiais. A qualquer um destes, interessa vencer o maior número de provas especiais e a powerstage, para garantir vitória clara e obtenção do tão ambicionado ceptro absoluto de ralis de 2024.

Já no que concerne às duas rodas motrizes, há empate absoluto entre Rafael Botelho e Henrique Moniz, sendo que ambos têm os mesmos resultados nas provas já disputadas. Aqui não há mesmo muito a esclarecer: quem quiser sagrar-se campeão dos Açores terá, forçosamente, que vencer o rali ou, na pior das hipóteses contar com azares alheios.
A lista de 28 equipas inscritas conta ainda com a presença de protagonistas de outras disputas pelos lugares seguintes da classificação absoluta e das duas rodas motrizes, pelo que não faltarão motivos de interesse para seguir a prova picoense: a presença de Filipe Marques, campeão em título das duas rodas motrizes, os marienses Max Salvador e André Oliveira e tantos outros. Destaque ainda para as ausências de Bruno Amaral (Team Além Mar) e de Bruno Tavares (Team Lotus).
O XIII Picowines Rali começa esta sexta-feira, 18 de outubro, com disputa da prova-especial Largo Cardeal Costa Nunes-Areia Larga, percorrida nas principais artérias da Vila da Madalena. No próximo sábado, 19 de outubro, disputam-se oito provas especiais, divididas em secções com duas passagens, de manhã, por Caminho da Fonte/Santa Luzia, neste rali denominada por Óptica Coutinho, e Farrobo/Quinta das Rosas, e à tarde por Alto Barreiro/Santa Luzia e Rosário/Calhau do Monte, neste rali denominado por A Oficina. A powerstage é disputada na segunda passagem por A Oficina (PE9).
A decisiva jornada do Campeonato dos Açores de Ralis acontece já este fim de semana na ilha do Pico com a realização do XIII Picowines Rali.