
A campanha de sensibilização rodoviária “Viaje sem Pressa”, que decorreu entre os dias 2 e 8 de junho, alcançou um total de 193 condutores em seis ilhas do arquipélago dos Açores. A iniciativa teve como principal missão alertar os automobilistas para os perigos da velocidade excessiva, apontada de forma sistemática pelas autoridades como uma das causas primordiais da sinistralidade nas estradas.
Segundo a nota de imprensa enviada à nossa redação, a operação foi promovida pela Polícia de Segurança Pública (PSP) em estreita colaboração com a Subdireção Regional dos Transportes Terrestres. As ações de fiscalização preventiva e pedagógica estenderam-se pelas ilhas de São Miguel, Terceira, São Jorge, Graciosa, Faial e Flores.
O foco das autoridades centrou-se na promoção de comportamentos responsáveis ao volante, incentivando os condutores a adotarem uma condução mais prudente e defensiva, com estrito respeito pelos limites de velocidade legalmente estabelecidos. Para além de visar a redução direta dos acidentes nas estradas regionais, a campanha procurou salvaguardar a integridade física de todos os utilizadores da via pública, dedicando especial atenção aos utilizadores mais vulneráveis, como são os casos dos peões e dos ciclistas.
A nível estatístico, a distribuição dos condutores abordados e sensibilizados pelas forças de segurança fixou-se em 55 na ilha das Flores, 48 no Faial, 45 em São Miguel, 20 na Terceira, 15 em São Jorge e 10 na Graciosa. De acordo com o balanço partilhado pelas entidades organizadoras, a ação registou uma recetividade muito positiva por parte dos cidadãos contactados nas estradas.
Esta campanha faz parte de um plano contínuo de intervenções estruturadas que visam robustecer a cultura de segurança e prevenção rodoviária na Região Autónoma dos Açores, apostando na consciencialização coletiva para diminuir o número total de ocorrências e, acima de tudo, proteger vidas humanas.

Terminou o “TOURO26”, o exercício de proteção civil sismo-vulcânica que, entre os dias 28 e 30 de maio, envolveu os concelhos de Vila Franca do Campo, Ribeira Grande e Povoação. De acordo com a nota de imprensa enviada pelo Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) à nossa redação, a operação teve como objetivo central testar e avaliar a capacidade de resposta das forças de socorro perante um cenário de crise natural. Com a conclusão dos três dias de trabalhos, as entidades e os agentes de proteção civil locais finalizaram um treino operacional que utilizou como base histórica a crise sísmica registada em 2005 no Vulcão do Fogo, simulando ocorrências que exigiram a intervenção e coordenação de equipas com diferentes valências no território vilafranquense.
Ao longo do exercício, o concelho registou manobras complexas desenhadas para reforçar a preparação e a resiliência das populações locais perante riscos desta natureza. O programa, promovido pela tutela da Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática, dividiu-se entre uma componente formativa e a vertente prática. Após as sessões de apresentação e os workshops temáticos conduzidos por especialistas do Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA), da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e do SRPCBA, o foco centrou-se nos exercícios “LIVEX”. Nestas operações de campo, que mobilizaram meios humanos e materiais nas vias públicas do concelho, foram testadas a evacuação de localidades, a montagem de zonas de concentração e apoio à população, bem como intervenções técnicas em cenários de estruturas colapsadas.
A realização do “TOURO26” em Vila Franca do Campo envolveu uma estreita cooperação entre o Município local e uma vasta rede de parceiros institucionais. Estiveram empenhados os Corpos de Bombeiros de São Miguel, o Comando Operacional dos Açores, a Cruz Vermelha Portuguesa, a PSP, a GNR, a Autoridade Marítima Nacional, o IPMA, o CIVISA, o Laboratório Regional de Engenharia Civil, o Instituto de Segurança Social dos Açores e diversas Direções Regionais. Todo o desempenho operacional no terreno foi acompanhado por um grupo de observadores externos (composto por elementos da ANEPC, do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa e do Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira), com o intuito de avaliar a eficácia dos procedimentos e consolidar a cultura de prevenção na região.

O centro comercial Parque Atlântico, em Ponta Delgada, volta a abrir as suas portas a uma iniciativa de saúde pública, promovendo a realização de rastreios cardiovasculares gratuitos. A ação decorre este sábado, dia 30 de maio, entre as 11h00 e as 19h00, no Piso 0 do complexo, mesmo junto à loja Massimo Dutti.
Segundo o comunicado de imprensa enviado pela organização, o evento surge integrado nas comemorações do Mês do Coração, que se assinala globalmente ao longo de maio. Para dar corpo à iniciativa, o centro comercial estabeleceu uma parceria estratégica com o Hospital CUF Açores, cujos profissionais de saúde estarão no local para efetuar os testes e dialogar com os visitantes.
O grande objetivo deste rastreio é sensibilizar a comunidade local, e quem visita o espaço, para a extrema importância da prevenção das doenças cardiovasculares. Através desta avaliação rápida, pretende-se incentivar a adoção de hábitos de vida mais saudáveis e alertar para a necessidade de um controlo regular de parâmetros de saúde essenciais, que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia.
A administração do centro destaca que o espaço assume uma responsabilidade que vai muito além da experiência de compras, procurando aportar valor social direto através de parcerias com entidades de referência na região, como é o caso da CUF.

O Hospital CUF Açores, sediado na cidade da Lagoa, associou-se às comemorações do Mês do Coração com o lançamento de uma iniciativa de proximidade que visa reforçar a literacia em saúde dos cidadãos. Segundo uma nota de imprensa enviada pela instituição, o hospital está a dinamizar um conjunto de ações de sensibilização abertas a toda a comunidade, focadas na prevenção e no diagnóstico atempado de patologias cardiovasculares. Estas sessões decorrem todas as quartas-feiras de maio, entre as 12h00 e as 16h00, num espaço dedicado denominado “Ponto do Coração”, instalado na receção principal da unidade hospitalar.
A iniciativa conta com a intervenção direta de uma equipa multidisciplinar que integra profissionais das áreas de Enfermagem, Nutrição e Medicina Dentária. Durante estas ações, os interessados podem realizar a medição da tensão arterial e da glicemia, bem como a avaliação do Índice de Massa Corporal (IMC). Com base nos indicadores recolhidos, os participantes recebem aconselhamento personalizado, permitindo uma gestão mais informada e segura da sua condição de saúde.
Para o enfermeiro diretor do Hospital CUF Açores, Alexandre Costa Matos, esta abertura à comunidade local é fundamental para a saúde pública da região. “Com o ‘Ponto do Coração’, acolhemos a comunidade de forma especial neste mês do coração. Através deste evento gratuito, queremos disponibilizar o conhecimento da nossa equipa para sensibilizar para a adoção de estilos de vida saudáveis, algo que consideramos essencial para identificar precocemente fatores de risco”, sublinha o responsável na nota enviada à redação. Esta ação reflete a estratégia da unidade em promover a prevenção ativa como o pilar central do bem-estar, aproximando os cuidados de saúde especializados da população lagoense e açoriana.

O bem-estar dos munícipes no concelho da Lagoa, ilha de São Miguel, volta a estar no centro da agenda política com a organização da Semana da Saúde. A iniciativa da câmara da Lagoa, que decorre entre os dias 6 e 11 de abril de 2026, aposta numa estratégia de proximidade para sensibilizar a população para a importância do exercício físico e da prevenção da doença.
Segundo Graça Costa, vereadora com o pelouro da Ação Social e da Saúde, o evento pretende “incentivar a adesão a rastreios preventivos e reforçar a literacia em saúde, contribuindo para uma comunidade mais informada, ativa e consciente”. Para viabilizar um programa abrangente, a autarquia estabeleceu parcerias com diversas entidades.
O arranque oficial acontece a 6 de abril com a reunião do Conselho Municipal de Saúde. Nesse mesmo dia, o Largo de Nossa Senhora do Rosário transforma-se num centro de saúde ao ar livre, acolhendo diversos rastreios gratuitos entre as 13h00 e as 18h00. A componente desportiva ganha fôlego ao longo da semana com caminhadas organizadas pelos Centros de Marcha e Corrida da Lagoa e de Água de Pau (7 e 9 de abril), além de um Open Day com aulas de Step, natação e hidroginástica no dia 8 de abril.
O encerramento da semana, a 11 de abril, reserva um dia inteiro dedicado ao desporto em formato open day. Entre as 09h00 e as 18h00, os interessados poderão experimentar modalidades como padel, atividades náuticas e sessões de pickleball.

Os Açores apresentam atualmente os melhores indicadores de Portugal no que toca ao combate à tuberculose, segundo dados revelados pela Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social. Com base no Relatório de Vigilância e Monitorização da Tuberculose em Portugal (SVIG-TB 2025), publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o arquipélago registou apenas sete casos durante o ano de 2024.
Este número coloca a região significativamente abaixo da média nacional, que se fixou nos 14,3 casos por 100 mil habitantes, o valor mais baixo de sempre a nível nacional. Em nota enviada às redações, o executivo regional esclarece que, embora o sistema informático de notificação da DGS tenha reportado alguns constrangimentos técnicos na exportação de dados (o que justifica a descida estatística de 19 casos em 2023 para os sete atuais), a tendência epidemiológica permanece de “controlo sólido e consistente”.
A secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, sublinha que estes resultados são fruto de uma estratégia regional robusta. “O facto de os Açores apresentarem a taxa mais baixa do país demonstra, de forma clara, a eficácia do nosso sistema de vigilância e a qualidade da resposta do Serviço Regional de Saúde”, afirma a governante. Mónica Seidi reforça ainda o compromisso das equipas locais, destacando que a Região mantém uma vigilância ativa e rigorosa em todas as ilhas. “Temos uma vigilância ativa, rigorosa e contínua, com investigação imediata de todos os casos e uma taxa de sucesso terapêutico de 100%, o que demonstra a eficácia do nosso modelo de intervenção”, destaca a secretária regional.
Historicamente, o arquipélago açoriano tem conseguido manter-se numa trajetória mais favorável do que o território continental. Desde o ano 2000, a taxa nacional caiu de 42,9 para os atuais 14,3, mas os Açores têm garantido valores sistematicamente inferiores à média do país, culminando no mínimo histórico agora atingido. Este desempenho é particularmente relevante dadas as especificidades do território açoriano, onde a dispersão geográfica e a necessidade de gestão de recursos entre as nove ilhas impõem desafios logísticos adicionais.
A Secretaria Regional assegura que, mesmo perante estas dificuldades de conectividade, o Serviço Regional de Saúde tem garantido uma resposta coordenada e eficaz no tratamento e acompanhamento dos doentes.

O Hospital CUF Açores, na cidade da Lagoa, ilha de São Miguel, organizou este sábado, 14 de março, a primeira edição das Jornadas Médicas dos Açores, um encontro científico que reuniu profissionais de diferentes especialidades em torno das patologias do coração e dos vasos. Segundo notas enviadas à nossa redação pelo Hospital CUF Açores e pela Câmara Municipal da Lagoa, o evento focou-se na discussão multidisciplinar sobre o diagnóstico e tratamento de doenças como a coronária, arritmias e valvulopatias, destacando a necessidade de circuitos assistenciais diferenciados na região.
De acordo com a coordenadora de Cardiologia do Hospital CUF Açores e membro da comissão organizadora, Anabela Tavares, estas jornadas representam um “momento estruturante” para a articulação entre especialidades. “O nosso objetivo é reforçar a capacidade de resposta clínica no arquipélago, com qualidade, proximidade e integração de cuidados”, afirmou a médica, sublinhando que a partilha de conhecimento é fundamental para o sucesso de um projeto diferenciador na área cardiovascular e para a valorização do conhecimento científico nos Açores.
A sessão contou com a participação da vereadora da Saúde da Câmara da Lagoa, Graça Costa, que reforçou a importância das autarquias na criação de condições que incentivem estilos de vida saudáveis. A autarca felicitou a organização do encontro, frisando que a partilha científica tem um reflexo direto na “qualidade de vida das pessoas”. Na sua intervenção, Graça Costa destacou o papel do hospital enquanto parceiro ativo da autarquia em diversas iniciativas de promoção do bem-estar, sublinhando que o trabalho desenvolvido pela CUF Açores tem tido um papel relevante na melhoria dos cuidados prestados à população lagoense.
Aproveitando o mote da prevenção, a vereadora anunciou a realização da “Semana da Saúde”, que a autarquia lagoense vai promover entre os dias 6 e 10 de abril. Esta iniciativa será dirigida a toda a comunidade e conta com a parceria de várias entidades, focando-se em literacia em saúde, rastreios preventivos e incentivo à atividade física. No encerramento, a autarca lembrou que o sucesso da redução dos fatores de risco “só é possível através de um trabalho em rede”, enaltecendo o contributo diário dos profissionais de saúde e a aposta da unidade hospitalar na segurança clínica e tecnologia moderna.

A iniciativa «Tratar o cancro por tu» desloca-se a Angra do Heroísmo no próximo dia 12 de março para uma sessão dedicada à literacia em saúde. Segundo comunicado enviado às redações, a temática central deste encontro na ilha Terceira será “Prevenção de cancro: principais fatores de risco”, contando com a participação de Manuel Sobrinho Simões, diretor do Ipatimup e considerado o mais influente patologista do mundo pela revista The Pathologist.
O evento, que terá lugar no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo às 18h30, contará ainda com as intervenções de José Carlos Machado, Nuno Marcos e João Sarmento, além da participação especial de Jorge Sequeira. De acordo com a nota de imprensa da organização, a moderação do debate estará a cargo dos jornalistas da Antena 1, Miguel Soares e Tiago Alves, sendo que cada sessão deste ciclo dará origem a um podcast disponível na RTP Play e plataformas de streaming.
Cinco anos após o arranque do projeto, o Ipatimup regressa à estrada para combater o aumento de novos casos de cancro na Europa. Elisabete Weiderpass, líder do IARC (ramo da Organização Mundial da Saúde dedicado à oncologia), sublinha a importância da clareza na comunicação: “Ao falarem diretamente com os cidadãos com clareza, empatia e verdade, [os cientistas] são essenciais para quebrar tabus e promover o acesso à informação”. Para a investigadora, o uso de linguagem acessível “permite que todos compreendam os riscos” e oferece ferramentas para que as pessoas possam “cuidar da sua saúde com autonomia”.
O anfitrião da iniciativa, Manuel Sobrinho Simões, defende que estas sessões são fundamentais para inverter as estatísticas atuais através da mudança de comportamentos. “A aposta no conhecimento das pessoas com doença neoplásica passa pela mudança do comportamento no sentido da prevenção e do diagnóstico precoce, sem abandonar a importância da complexidade no contexto da medicina personalizada”, afirma o patologista. Além de Angra do Heroísmo, o ciclo de 2026 percorre cidades como Évora, Viana do Castelo e Guimarães, mantendo a parceria com a Antena 1, RTP e Jornal de Notícias.

O auditório do Nonagon, na cidade da Lagoa, ilha de São Miguel, serviu de palco este sábado, 7 de março, para uma análise profunda e multifacetada sobre a segurança dos motociclistas em Portugal. A iniciativa, organizada pela Associação Bênção dos Capacetes (ABC), reuniu governantes, autarcas e especialistas num esforço conjunto para encontrar soluções que permitam inverter os indicadores preocupantes de sinistralidade que envolvem veículos de duas rodas.
A sessão de abertura do V Fórum Nacional de Segurança, Sensibilização e Prevenção Rodoviária para Motociclistas, foi marcada pela intervenção do presidente do Governo regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, que defendeu a necessidade de uma “abordagem de proteção cívica e civil” perante os riscos da estrada. O líder do executivo açoriano destacou que a segurança não depende apenas de infraestruturas, mas de uma estratégia assente em três pilares fundamentais: proteção, conhecimento e valorização. Segundo Bolieiro, a literacia sobre os riscos da condução e o papel das escolas de condução são “fundamentais na preparação de condutores mais conscientes”, sublinhando que a responsabilidade individual deve ser o ponto de partida para a proteção coletiva. “A cada passo que damos devemos reforçar um espírito de proteção pessoal e de proteção pelo outro”, afirmou o governante, reforçando o compromisso do executivo regional com esta causa.
Por outro lado, a visão técnica e operacional da gestão do território foi trazida pelo vice-presidente da Câmara Municipal da Lagoa, Nelson Santos. O autarca destacou que o Município tem procurado passar das palavras aos atos através de medidas concretas, como a renovação de pavimentos, o reforço da sinalização e a reorganização do estacionamento para eliminar bloqueios de visibilidade. Nelson Santos foi incisivo ao abordar a complexidade da gestão urbana, lembrando que “o território não é elástico” e que a segurança exige, muitas vezes, opções que privilegiam o bem comum em detrimento da conveniência individual. “No momento decisivo, o que salva vidas é uma escolha”, afirmou o vice-presidente, concluindo com o apelo de que “chegar a casa não pode ser sorte, tem de ser uma certeza”.
O debate contou ainda com a participação de diversos especialistas e forças de segurança, que alertaram para a evolução negativa dos dados de acidentes com motociclos a nível nacional. Foi consensual a ideia de que é necessário intensificar a fiscalização, mas também apostar numa formação contínua que acompanhe a evolução dos meios de mobilidade. A presença de entidades como a PSP, a GNR e a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária reforçou o caráter nacional do encontro, que procurou não apenas diagnosticar o problema, mas traçar recomendações práticas. No encerramento dos trabalhos, ficou clara a expectativa de que este fórum resulte em compromissos de continuidade, unindo o poder político, as autoridades e o movimento associativo, representado pela Associação Bênção dos Capacetes, num objetivo comum: garantir que a estrada seja um espaço de circulação segura para todos.

Decorreu no passado dia 21 de outubro mais uma caminhada “Outubro Rosa” pela prevenção do cancro da mama no Nordeste.
O evento realiza-se no concelho desde 2022 e foi organizado pela autarquia com a colaboração do Centro Desportivo e Recreativo do Nordeste tendo a caminhada tido “muita participação de pessoas solidárias com a causa” pode ler-se no comunicado de imprensa da Câmara Municipal do Nordeste.
O vice-presidente e a vereadora com o pelouro da Ação Social, Marco Mourão e Sara Sousa, associaram-se à caminhada que percorreu várias artérias da sede do concelho entre a Praça da República e o Miradouro da Vista dos Barcos.
Em apoio ao Núcleo Regional da Liga Portuguesa Contra o Cancro, foram vendidas várias t-shirts, fornecidas pela própria Liga para assinalar a iniciativa Outubro Rosa pela prevenção do Cancro da Mama.
Indo ao encontro do propósito da Liga Portuguesa Contra o Cancro, o município pretende com a sua colaboração “informar a população, sobretudo as mulheres, sobre a importância da prevenção do cancro da mama, através do autocuidado, de consultas regulares com o médico de família ou médico da área da ginecologia, e sempre que ocorra alguma anormalidade na mama, além da participação nos rastreios que são periodicamente realizados pelo Serviço Regional de Saúde”.