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Bar e zonas de apoio do Complexo de Piscinas da Lagoa alvo de requalificação

Intervenção inclui a criação de uma nova bilheteira e melhorias na esplanada, visando modernizar uma das zonas balneares de maior afluência

© CM LAGOA

O bar do Complexo Municipal de Piscinas da Lagoa, na ilha de São Miguel, está a ser alvo de uma intervenção, no âmbito de uma estratégia municipal para a modernização das zonas balneares do concelho para responder ao crescente volume de residentes e turistas que frequentam o espaço.

Segundo nota de imprensa enviada pela Câmara Municipal da Lagoa, os trabalhos em curso focam-se na renovação integral do bar, que passará a contar com uma nova cozinha e áreas de arrumos, permitindo uma melhoria direta no serviço prestado ao público. Além da estrutura de restauração, o projeto contempla a remodelação da zona da esplanada e a construção de uma nova bilheteira. Esta nova área de entrada será mais ampla e funcional, incluindo instalações sanitárias próprias e um novo acesso para o público, com o objetivo de garantir maior eficiência e conforto no atendimento aos banhistas.

O presidente da autarquia lagoense, Frederico Sousa, visitou as obras a par da presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Rosário, Lucrécia Rego, e o autarca destacou o impacto da obra na imagem da infraestrutura. De acordo com Frederico Sousa, “esta era uma obra esperada pela população há muitos anos, que foi lançada no último ano, e que agora está a concretizar o anseio dos lagoenses e de quem nos visita”. O autarca reforçou ainda que, apesar de ser uma intervenção de pequena escala física, assume uma relevância estratégica: “Define uma imagem para um complexo que já tem notoriedade a nível regional”.

A Câmara Municipal sublinha ainda que esta requalificação insere-se num plano mais abrangente de valorização do litoral da Lagoa. Frederico Sousa adiantou que o executivo pretende, durante o atual mandato, concretizar novos investimentos em outras zonas balneares do concelho, tanto através da criação de novas áreas como da requalificação das já existentes.

Lançado concurso público para a requalificação da zona norte da Baía de Santa Cruz

© CM LAGOA

Foi lançado o concurso público para a requalificação da zona norte da Baía de Santa Cruz, anunciou esta sexta-feira, 27 de setembro, a Câmara da Lagoa.

De acordo com nota de imprensa enviada às redações, a autarquia lagoense diz que pretende dar início à valorização da zona norte da Baía de Santa Cruz, através do projeto da autoria do arquiteto Luís Miguel Inglês dos Anjos, na sequência de um concurso de projetos promovido pela Ordem dos Arquitetos, que assenta na transformação destes terrenos em Parque Urbano.

A obra deverá ter um valor de 400.000,00 euros, acrescido de IVA, e o prazo de execução da empreitada é de 12 meses.

Nesse contexto, está previsto para a zona norte, a criação de espaços verdes e um plano multifuncional para usufruto da comunidade e organização de eventos pontuais. Encontra-se, igualmente, prevista a ligação pedonal entre a nova área a requalificar e a zona balnear localizada a sul.

A autarquia, em comunicado, explica que serão criados também percursos pedonais com áreas específicas de contemplação, de lazer e multifuncional para eventos ao ar livre e prevê-se uma zona de equipamento – bar/quiosque com esplanada. O projeto contempla, igualmente, a criação de zonas de estacionamento com piso drenante, sendo que, a área de intervenção será acessível a pessoas com mobilidade condicionada, bem como, serão ainda criadas zonas para a realização de atividades ao ar livre, mais precisamente uma área de ginásio com equipamentos de fitness e calistenia; uma zona de lazer dedicada as crianças e circuitos de manutenção com diferentes estações para a realização de desporto informal e um Skate Parque.

Segundo a Câmara Municipal, o projeto tem como objetivo valorizar e promover a Baía de Santa Cruz como “um espaço atrativo e inclusivo, capaz de servir residentes e visitantes, reforçando o seu potencial ambiental, paisagístico e turístico”.

Cabouco comemora dos 45 anos da freguesia com sessão solene

Na cerimónia, foi assinado o contrato para a requalificação da Praça Dona Amélia Botelho Faria e Maia. A obra, no valor de 249.328,55 euros (mais IVA), tem como objetivo modernizar a praça

© CM LAGOA

O Cabouco, no concelho da Lagoa, assinalou no passado dia 15 de setembro, os 45 anos da freguesia com uma sessão solene. A ocasião marcou o aniversário da freguesia mais jovem do concelho e foi um momento para celebrar o seu percurso.

Segundo nota de imprensa enviada pela Câmara da Lagoa, a cerimónia serviu também para assinar o auto de consignação da requalificação da Praça Dona Amélia Botelho Faria e Maia. A intervenção, no valor de 249.328,55 euros + IVA, visa modernizar e tornar a praça mais acessível, reforçando o seu papel como ponto central. A obra tem um prazo de execução de seis meses e será levada a cabo pela empresa Caetano & Medeiros Lda.

O presidente da Câmara Municipal da Lagoa, Frederico Sousa, presente no evento, sublinhou a importância da data.

De acordo com comunicado da autarquia lagoense, o autarca referiu que “os cabouquenses devem ter orgulho na sua freguesia”, acrescentando que “todos os anteriores presidentes de junta desta freguesia, sem exceção, tiveram um papel importante para a evolução do Cabouco. Todos eles, no seu tempo, dedicaram-se e contribuíram para construir aquilo que o Cabouco é neste momento”.

Por fim, Frederico Sousa, endereçou um agradecimento especial ao atual presidente da Junta de Freguesia do Cabouco, Adriano Costa, “que irá cessar as suas funções em outubro, com o sentimento de dever cumprido”.

Lançado concurso para requalificação da escola Marquês Jácome Correia

© DL

O concurso público para a requalificação da escola EB1/JI Marquês Jácome Correia, na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, na cidade da Lagoa, acabou de ser lançado, anunciou esta terça-feira, 8 de julho, a Câmara Municipal de Lagoa.

Trata-se de uma intervenção que se insere no âmbito de uma candidatura aprovada pelo P02030, e que compreende um investimento de cerca de 650 mil euros.

Para o presidente da Câmara da Lagoa, Frederico Sousa, “esta é uma intervenção que vem ao encontro da modernização que se quer nos edifícios escolares, principalmente no que diz respeito à adaptação destes espaços às novas exigências pedagógicas e tecnológicas”.

Segundo o autarca, trata-se de um investimento no futuro, porque “ao investir na melhoria das escolas do 1.º ciclo do ensino básico do concelho, o município não só contribui para um maior bem-estar de alunos, professores e auxiliares de educação, como também para reforçar o papel da escola como centro de desenvolvimento e formação de uma comunidade, bem como, colabora para o sucesso educativo dos alunos”.

A autarquia lagoense, em comunicado, refere ainda que a intervenção pretende “recuperar e requalificar a Escola Marquês Jácome Correia, mantendo a estrutura e distribuição atual, promovendo, melhores condições de utilização deste estabelecimento de ensino”. 

Estão, igualmente, previstas soluções que permitam a melhoria do desempenho energético do edifício, reduzindo a emissão de gases com efeito de estufa e promovendo o conforto térmico daquele estabelecimento de ensino.  “Serão implementadas soluções que garantem um melhor desempenho energético do edifício, reduzindo os custos de utilização, assim como, serão minimizados todos os problemas e patologias identificadas, o que resultará numa menor intervenção periódica de manutenção e pequenas reparações”, explica a autarquia da Lagoa.

Está igualmente prevista a substituição de iluminação existente por iluminação LED.

No que diz respeito à infraestruturas de telecomunicações, está prevista a execução de uma nova rede estruturada, com a disponibilização de rede WiFi para acesso à internet em toda a escola, assim como, a instalação de equipamentos e tecnologias em todas as salas de aula, nomeadamente de Smart Boards, apostando-se na qualidade das infraestruturas e recursos pedagógicos, tornando-os mais acessíveis e mais ajustados às tendências de afirmação digital.

Relativamente à segurança contra incêndios, serão substituídas e ou colocadas plantas de emergência, iluminação e sinalização de emergência, sistema de alarme e deteção, meios de combate e atualização das medidas de autoproteção, entre outros.

Finalmente, ao nível da mitigação de patologias, está previsto um conjunto de trabalhos de construção civil que permitam a recuperação do edificado e promovam a conservação do mesmo, de modo a aumentar a sua vida útil, assim como aumentar a sua resistência às alterações climáticas.

Escola Marquês Jácome Correia vai ser requalificada

Edifício vai ser alvo de uma profunda remodelação no valor de quase 600 mil euros. Mas obras ainda não têm data de início

Candidatura ao fundo europeu PO 2030 já foi aprovada e teve luz verde de Bruxelas © DL

A quase centenária escola EB1/JI Marquês Jácome Correia, localizada na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, na Lagoa, vai entrar em obras e ser alvo de uma requalificação profunda no valor de quase 600 mil euros. A candidatura ao fundo europeu PO 2030 já foi aprovada e teve luz verde de Bruxelas. A informação foi avançada pelo presidente da Câmara da Lagoa ao Diário da Lagoa. “A nossa intenção e da candidatura partem sempre do pressuposto que é para requalificá-la para escola, para se manter como escola, a nossa preocupação é o edifício”, assegura Frederico Sousa. O autarca garante que o edifício depois de requalificado vai continuar como escola. “Com a aprovação da candidatura, vamos lançar a empreitada agora em breve”, diz Frederico Sousa. Não avança contudo quando deverão começar as obras dizendo apenas que “depende agora do concurso”. 

Em dezembro passado, o Diário da Lagoa (DL) noticiou que tanto o conselho executivo da EBI de Lagoa como a Associação de Pais da EBI de Lagoa desmentiram um possível encerramento da escola, algo que era receado por muitos pais devido a rumores que começaram a circular na comunidade de que a escola iria fechar. Contudo, a escola tem vindo a ter cada vez menos inscritos. Há sete anos tinha cerca de 100 alunos e atualmente conta com 64. O presidente do conselho executivo, Manuel Rodrigues declarou ao DL que não tinha conhecimento de um possível encerramento por falta de alunos. “Não tenho qualquer informação neste sentido, nem da parte da tutela, nem da parte da Câmara Municipal da Lagoa”, afirmou Manuel Rodrigues em dezembro.

A escola Marquês Jácome Correia apresenta elevados níveis de degradação em termos estruturais que carecem de intervenção. Segundo consta, inscrito na fachada da própria escola, o edifício foi construído entre 1928 e 1930 tendo já quase um século de vida.

Nordeste investe na requalificação do mercado municipal

© ACÁCIO MATEUS

O presidente da Câmara Municipal do Nordeste, António Miguel Soares, presidiu à cerimónia de inauguração das obras de requalificação do mercado municipal do concelho, situado no centro da vila, uma empreitada superior a 600 mil euros que “oferece dignidade e condições para os nordestenses e para quem nos visita”, apontou.

O autarca, acompanhado pelo executivo camarário, reconheceu que esta foi uma empreitada que conheceu “alguns problemas derivados às diferentes conjunturas que encontrou, a última das quais o aumento do preço dos materiais de construção”, ressalvando, contudo, que “com a boa vontade de todos os envolvidos – autarquia, empreiteiro e comerciantes – e com o apoio do Governo dos Açores, conseguimos dar a volta à situação e chegar ao fim da obra”.

Mesmo assim, a obra decorreu a bom ritmo e foi possível concluí-la “num prazo inferior ao inicialmente previsto, o que nos deixa extremamente satisfeitos porque com o cumprimento dos prazos não perdemos fundos comunitários”, acrescentou António Miguel Soares.

A obra de requalificação do mercado municipal do Nordeste incidiu na modernização de todo o espaço – o edifício foi praticamente reconstruído de raiz – e adaptado às necessidades de higiene e segurança atuais, oferecendo maior conforto para quem vende e segurança alimentar para quem compra.

“Criamos dignidade e condições para os nordestenses e para quem nos visita”, frisou António Miguel Soares, ciente de que “são cada vez mais os visitantes que procuram o mercado para adquirir produtos locais e de qualidade”.

Para além disso, acrescentou, é um “ponto de encontro para a gentes locais que gostam de ir ao mercado fazer as suas compras”. O mercado dispõe de uma peixaria e um talho e foram criadas condições para albergar uma frutaria e/ou florista, sendo que o processo de candidatura para estas áreas de negócio vai iniciar-se em breve.

Apresentado projeto de requalificação da frente marítima da cidade da Lagoa

Primeira fase termina na zona da Relvinha. Autarquia diz que “troço carece de uma integração e de uma articulação com o projeto de proteção costeira da baía de Santa Cruz, anunciado há três anos, pelo Governo” regional

© CM LAGOA

O salão nobre do edifício dos Paços do Concelho, na cidade da Lagoa, recebeu, esta manhã, a apresentação pública da requalificação da frente marítima.

Segundo a Câmara Municipal de Lagoa, o projeto agora apresentado, pelo gabinete M-Arquitectos, já se encontra concluído e candidatado, em outubro de 2024, ao PO2030, tendo sido subdividido em duas componentes. A primeira com incidência na proteção da orla costeira, no âmbito das alterações climáticas, e outra componente, relacionada com a mobilidade e a requalificação urbanística.

A requalificação da frente marítima é uma obra estimada em cerca de seis milhões de euros, sujeita a comparticipação com fundos europeus em 85 por cento, a que acresce mais cerca de 550 mil euros na aquisição de edificações, que estavam classificadas como de risco. A autarquia lagoense, diz que está neste momento, “pendente a aprovação desta candidatura, por parte do Governo regional dos Açores, para posterior lançamento do concurso de empreitada”.

Na ocasião o presidente da Câmara Municipal, Frederico Sousa, salientou que “este é um projeto de continuidade, que retoma o processo iniciado há cerca de quatro anos, que faz uma ligação entre a Atalhada e o Portinho de São Pedro e que agora incide na zona mais complexa da cidade, na malha urbana”.

O autarca referiu ainda que “este projeto da requalificação da frente marítima tem em consideração e expetativa da requalificação da Fábrica do Álcool, pois são dois projetos essenciais para o concelho, que irão permitir o desenvolvimento da cidade e criadas todas as condições para que se possa ter um desenvolvimento harmonioso”.

A autarquia explica, também, em comunicado, que o ponto central do projeto “incide no Portinho de São Pedro, no Porto dos Carneiros até à baía de Santa Cruz, com uma passagem pedonal com uma zona suspensa, que irá desde o Complexo de Piscinas até à freguesia de Santa Cruz, com uma relação harmoniosa entre as duas freguesias da cidade”.

O projeto apresentado numa primeira fase termina na zona da Relvinha, no entanto, a intenção da autarquia é que o mesmo continue até à baía de Santa Cruz. No entanto, a autarquia lagoense refere que “este troço carece de uma integração e de uma articulação com o projeto de proteção costeira da baía de Santa Cruz, anunciado há três anos, pelo Governo regional dos Açores”.

Por outro lado, Frederico Sousa explicou que existe um eixo preponderante, que é o eixo do Portinho de São Pedro até ao Tecnoparque, sendo um eixo único que poderá fazer a ligação até à rotunda do Nonagon. “Este projeto já se encontra, igualmente, concluído, e pretende criar uma abertura da cidade de norte para sul, em termos rodoviários”.

“O desafio deste projeto passou por cumprir com o propósito de não se realizar uma obra demasiada interventiva no território, mas que fizesse toda a diferença na convivência entre a cidade e o mar, salvaguardando a identidade do centro histórico, mas garantindo uma melhor circulação rodoviária, pedonal e ciclável e com isso, potenciar o desenvolvimento económico”, lê-se em nota de imprensa enviada às redações.

Autarquia avança com requalificação da frente marítima da cidade da Lagoa

Projeto agora parte do Portinho de São Pedro, abrangendo a zona do Porto dos Carneiros e a zona do Complexo Municipal de Piscinas da Lagoa para terminar junto à baía de Santa Cruz

© CM LAGOA

Seis edificações na Rua do Calhau d´Areia, na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, na Lagoa, foram demolidas ontem, 4 de janeiro, anunciou a Câmara Municipal de Lagoa.

De acordo com nota de imprensa enviada às redações, trata-se de uma intervenção que constitui o primeiro passo para a continuação da requalificação da Frente Marítima da Lagoa, no âmbito da Requalificação Urbana, Reforço da Proteção Costeira e Mobilidade do Município de Lagoa.

Aa autarquia lagoense explica que o projeto vai desenvolver-se ao longo da costa urbana, iniciando precisamente onde terminou a primeira fase, no Portinho de São Pedro, abrangendo a zona do Porto dos Carneiros e zona do Complexo Municipal de Piscinas da Lagoa e que terminará junto à baía de Santa Cruz.

A obra totaliza um investimento global superior a seis milhões de euros, já candidatado ao PO2030, a que acresce mais de 550 mil euros em aquisição de edificações. Nesse âmbito, a autarquia salienta que “a demolição do conjunto edificado na Rua do Calhau d´Areia, localizado em zona de risco, visa o reordenamento da área envolvente, com a criação de um novo nó viário que garanta uma adequada distribuição do tráfego rodoviário e de uma ciclovia com passeio”.

A câmara municipal acrescenta, ainda, que irá proceder ao alargamento da Rua do Calhau d´Areia para permitir a circulação rodoviária em dois sentidos com ciclovia e passeio, por forma a garantir uma adequada distribuição do fluxo de tráfego que possa desenvolver-se no porto dos Carneiros.

Na área envolvente ao cais do Portinho de São Pedro, que conta com o Clube Náutico de Lagoa, será criado um acesso de veículos a esta zona e um espaço de estacionamento para 14 viaturas ligeiras. Por outro lado, será instalado mobiliário urbano, tendo em conta que esta zona poderá ser um ponto intermédio ao circuito pedonal e à rede de ciclovia que se irá implementar e que abrangerá toda a frente marítima da cidade, da baía de Santa Cruz até à Atalhada.

O investimento, que deverá contar com verbas do novo quadro comunitário, segundo a autarquia, vai permitir criar novas oportunidades de desenvolvimento naquela zona, com a Fábrica do Álcool, propriedade do Governo regional dos Açores, como ponto central.

A autarquia refere, por fim, que espera que a obra resulte num novo desenho urbano que permita melhorar as condições de mobilidade, tanto na circulação rodoviária como pedonal, “através da adaptação do espaço público existente na frente marítima da cidade, proporcionando maior nível de segurança e conforto para todos os munícipes lagoenses e visitantes”.

Requalificada a zona envolvente do Quintal Etnográfico da Ribeira Chã

Cerimónia de inauguração aconteceu esta quarta-feira, 10 de abril © CM LAGOA

A zona envolvente do Quintal Etnográfico, na freguesia da Ribeira Chã, concelho da Lagoa, foi requalificada, anunciou esta quinta-feira, 11 de abril, a Câmara da Lagoa.

Segundo a nota de imprensa enviada ao jornal esta manhã, a autarquia lagoense procedeu à requalificação da zona com a criação de 15 lugares de estacionamento, passeios e muros divisórios. Foi realizada, também, uma intervenção para a melhoria da segurança no acesso à freguesia da Ribeira Chã, através do alargamento do ramal vindo da zona do Pisão.

De acordo com a autarquia, a cerimónia de inauguração decorreu esta quarta-feira, 10 de abril, e foi presidida pela presidente da Câmara Municipal, Cristina Calisto, acompanhada do executivo camarário, e pelo presidente da direção do Centro Social e Paroquial da Ribeira Chã, padre João Martins Furtado.

Em comunicado, Cristina Calisto refere que a intervenção “vem resolver problemas de estacionamento e, ao mesmo tempo, melhorar a segurança rodoviária desta zona envolvente ao Quintal Etnográfico, um lugar que desejamos que seja de paragem obrigatória na freguesia da Ribeira Chã”.

A autarquia da Lagoa realça, ainda, que a remodelação do Quintal Etnográfico já contemplou as obras de beneficiação e a nova museografia do núcleo museológico da Adega, a identificação de espécies endémicas e a replantação de outras desaparecidas e o alargamento da área das plantas medicinais. As obras de beneficiação e a nova museografia do núcleo agrícola também foram abrangidas

O núcleo, situado na Rua Engenheiro João Mota Amaral, constitui uma das heranças culturais que foram deixadas pelo padre João Caetano Flores.