
O município do Nordeste promoveu mais uma edição do workshop de tecelagem na Casa do Trabalho do Nordeste, formação que voltou a contar com um apreciável número de inscritos e que obrigou a organização a ajustar o número de vagas à procura verificada.
Realizado em parceria com a Santa Casa da Misericórdia do Nordeste, o workshop teve por objetivo reforçar o interesse das pessoas, sobretudo as das gerações mais novas, pelo ofício artesanal da tecelagem, garantindo assim a perpetuação desta tradição. Visou também dar eco ao trabalho de qualidade que é desenvolvido na Casa de Trabalho do Nordeste.
A vereadora Sara Sousa marcou presença no encerramento da formação, recordando, na ocasião, que este legado foi passado com sucesso à atual principal artesã da Casa do Trabalho, Fátima Leite, que sucedeu a Zélia Tavares e a Filomena Abrantes.
As formandas apreciaram o workshop e demonstraram vontade de participar em edições futuras, deixando o repto para que, se possível, sejam mais repartidas.
O provedor da Santa Casa da Misericórdia do Nordeste, Vítor Lima, também esteve presente na entrega dos diplomas e demonstrou a sua vontade em dar continuidade a projetos que promovam e preservem o legado da Casa de Trabalho.
De referir que o workshop de tecelagem resulta do compromisso da Câmara do Nordeste na Carta Europeia de Turismo Sustentável das Terras do Priolo de preservar o património imaterial do seu território.

A iniciativa do Museu de Lagoa – Açores será dinamizada pela artista e formadora Sofia Brito, destinando-se a participantes com idade igual ou superior a 14 anos. Segundo nota de imprensa enviada pela autarquia, o workshop convida os interessados a descobrir e experimentar a delicada técnica do papercut, explorando conceitos de corte manual, composição, luz e sombra, de forma a transformar o papel num meio artístico expressivo e tridimensional.
A formadora Sofia Brito, natural de Almada e residente em São Miguel desde 1998, possui um vasto currículo nas artes visuais, sendo formada em Cenografia e Adereços pelo Chapitô, com especialização em Design Gráfico e mestrado em Ilustração Artística. No seu trabalho, a artista dedica-se à criação de peças de grande simplicidade estética, inspiradas tanto nas tradições regionais e portuguesas como na arte oriental. Através do seu atelier em Ponta Delgada, Sofia Brito tem contribuído para a valorização das artes manuais contemporâneas nos Açores, aliando o rigor técnico à delicadeza visual em composições que exploram a profundidade e os jogos de sombra.
De acordo com a Câmara da Lagoa, o workshop tem um valor de inscrição de 25 euros, devendo os interessados garantir a sua participação até às 12h00 do dia 19 de fevereiro. As inscrições podem ser formalizadas através do QR Code disponível no cartaz de divulgação, pelo e-mail museu@lagoa-acores.pt ou através do contacto telefónico 296 912 510.
Relativamente à logística do evento, os formandos deverão levar consigo uma tábua de corte de plástico, um x-ato simples pequeno e uma tesoura pequena, sendo que o restante material necessário está incluído no valor da formação. Esta iniciativa marca o arranque de um ciclo de workshops que o Museu de Lagoa desenvolverá ao longo deste ano.

A Junta de Freguesia da Ribeira Chã, concelho da Lagoa, promoveu no passado dia 16 de novembro o “Workshop Arranjos de Natal”.
A iniciativa, para maiores de 18 anos de idade, decorreu pelas 14h30 na sede da Junta de Freguesia, e teve como formadora Maria Arménia Melo.

O evento formativo pretendeu trazer à freguesia “uma tarde dedicada à criatividade, à partilha e ao verdadeiro espírito natalício”.
O executivo da Junta de Freguesia, na sua página de Facebook, felicitou “todos os participantes pelos magníficos arranjos e pela energia tão positiva que trouxeram a esta atividade”, salientando que “Juntos, fazemos a magia do Natal acontecer na nossa freguesia”.

É com as mãos no barro que os objetos vão conquistando a sua forma. Mas antes disso, é preciso recolher aquilo que a natureza quiser dar. O grupo de voluntários, inscritos no workshop cerâmico “Vozes da natureza”, começaram por se reunir junto ao trilho da Janela do Inferno para percorrer os vários quilómetros de pura natureza, sendo este um dos trilhos mais procurados da ilha de São Miguel. Pelo caminho, recolheram flores, folhas, restos de troncos que estavam abandonados. Em sacos, trouxeram toda esta “natureza morta” para o o atelier da ceramista Maria Pedro Olaio, na Lagoa, ilha de São Miguel.
“Esta iniciativa surge no âmbito de um projeto elaborado pelos alunos do curso de Serviço Social [da Universidade dos Açores] que apresentaram uma candidatura a um programa europeu para as regiões ultraperiféricas e o projeto chama-se o We Be Nature. Está-se a trabalhar a questão da ‘Land Art’ e nesse seguimento foi feito este ateliê cerâmico que pretende estabelecer um diálogo com outro projeto da universidade que é o Trans Light Houses e o Trilho da Água – Janela do Inferno”, começa por explicar Eduardo Marques, professor e investigador da Universidade dos Açores. “Aquilo que se pretendeu fazer foi desafiar participantes de todas as idades e de todas as áreas sócio-profissionais a retratar a biodiversidade do Trilho da Água em peças cerâmicas”, sintetiza o responsável.
No atelier de Maria Pedro Olaio, é tempo de pôr as “mãos ao barro”, neste caso, ao grés – um material parecido com barro branco. Dos vários participantes do workshop, quase todos são principiantes na arte de moldar o grés. Mas a inexperiência não parece intimidar quem se aventura nesta arte.
“Está a ser muito bom mesmo, porque acaba por conseguir desligar o teu cérebro do mundo quotidiano, das tuas rotinas, e acaba por ser super motivador, interessante, melhor do que aquilo que eu esperava”, considera Sónia Gomes, participante. A professora e ceramista Maria Pedro Olaio explica que “com apontamentos de árvores, flores e folhas é possível transferi-los e passá-los para a cerâmica, o resultado ainda não está pintado mas quando estiver pintado acho que vai ser ótimo”, considera.
Ana Nascimento é outra estreante na arte do barro: “está a ser incrível. Não imaginava que ia conseguir fazer alguma coisa mas olha, saiu algumas peças, estou feliz, gostei mesmo da experiência”. Questionada se era mais fácil ou difícil do que imaginava, Ana Nascimento responde: “mais ou menos. Parece fácil, mas quando a gente vai pegando no barro começam a surgir algumas coisas e a gente fala ‘opa, não é bem assim’, mas a experiência foi incrível”, garante.
Laura Marques, participante, já trabalhou com barro na escola. Acha que a iniciativa “é uma boa ideia, temos aqui um grupo simpático e fazemos as nossas peças”. Laura Marques explica o que tem em mãos: “vou fazer um aglomerado de folhas à volta, depois vou fazer um recipiente que pode ser usado para diversas coisas, já fiz as seis folhas e vou juntá-las assim à volta para formar uma taça”.

A criatividade dá largas à imaginação onde, do nada, se pode fazer quase tudo. Que o diga Maria Pedro Olaio, a responsável por guiar o workshop. É ceramista há mais de 20 anos. Natural de Coimbra, conta como começou a sua paixão pela cerâmica. “ Fui estudar artes para a Universidade das Artes de Coimbra e quando cheguei, era para seguir pintura porque o meu pai é pintor, o meu avô era pintor de arte e toda a minha família eram pintores, da parte do meu pai”, conta. Mas acabou por se interessar por outra área artística. “Comecei a ter pintura mas depois comecei também a ter cerâmica porque nós tínhamos várias disciplinas. Não sei porquê a cerâmica, o trabalho com as mãos e o barro, criar as peças em volume tridimensional, isso atraiu-me mais, então eu optei por fazer o curso de cerâmica. Basicamente foi isso, foi assim uma espécie de chamamento”, diz.
Já expôs em Espanha, na Bélgica, em vários sítios de Portugal continental e nos Açores onde mora há 15 anos. O seu trabalho está também em dois museus nacionais: no Museu da Cerâmica, nas Caldas da Rainha, e no Mosteiro de Santa Clara, em Coimbra.
“Tenho feito um percurso não tão vendável, não é uma coisa que eu faça como comércio, porque sou professora, mas como uma coisa que me chama interiormente, talvez como escrever um poema, não é?”, considera Maria Pedro Olaio.
A ceramista diz que pretende “continuar a dar formações” tendo também “um gosto muito grande de dar formação a idosos ou crianças, eles virem aqui uma vez por mês porque acho que eles precisam de atividades”, considera.

O “Workshop Viola Micaelense”, da responsabilidade da Associação de Juventude Viola da Terra (AJVT), percorreu todos os concelhos da ilha de São Miguel desde dezembro passado, tendo terminado em Vila Franca do Campo, a 15 de junho.
Os trabalhos decorreram no Museu Municipal de Vila Franca do Campo, com tocadores naturais daquele concelho, e finalizaram com uma apresentação musical por parte dos formandos. O repertório trabalhado e apresentado foi em torno do cancioneiro açoriano, tendo os arranjos sido definidos ao longo do “workshop”, de acordo com o progresso do mesmo e competências dos formandos.
Segundo a AJVT, o objetivo desta ação foi de promover workshops proporcionando um acesso à formação de proximidade, que passou também por Ribeira Quente, Lomba da Fazenda, Porto Formoso, Rosário e Fajã de Baixo, alcançando mais de três dezenas de formandos.
As sessões foram produzidas e orientadas pelo músico e professor açoriano Rafael Carvalho, formador com mais de duas décadas de experiência no ensino da Viola da Terra, e estruturadas com exercícios de aquecimento para o polegar e exercícios de digitação, formas de potenciar a qualidade sonora extraída do instrumento quer a uma voz quer a duas vozes, a alternância de melodias entre solistas bem como outras sugestões de harmonização das peças em estudo, com base, essencialmente, no cancioneiro popular açoriano.
De acordo com Rafael Carvalho, estas formações de proximidade “são fundamentais para um efetivo resultado de mobilização de formandos e da criação de dinâmicas em cada localidade, ajustando ainda horários de acordo com as disponibilidades dos formandos, tornando realmente possível a sua participação, e adaptando os conteúdos a cada realidade, correspondendo às reais necessidades de cada indivíduo”.
A associação revela, em comunicado, que irá avaliar a possibilidade de dar continuidade a estas formações, algo que foi solicitado como fundamental por todos os que frequentaram as mesmas, mas é um trabalho enorme de logística organizacional para uma entidade que não tem funcionários e que apenas foi possível graças a enorme esforço pessoal dos envolvidos.
A AJVT refere também que está aberta a propostas para orientar formações cujas solicitações venham diretamente de grupos folclóricos, outras associações ou autarquias, mediante a disponibilidade e as condições para garantir as mesmas.
Esta iniciativa foi promovida pela Associação de Juventude Viola da Terra em colaboração com entidades de todos os concelhos e com o apoio da Direcção Regional da Juventude Açores, através do programa AECT.

O “Workshop Viola Micaelense” apresentou-se na sede do Grupo Folcórico Grujola, na cidade da Lagoa, no passado dia 31 de maio, tendo contado com tocadores locais.
Segundo nota de imprensa enviada às redações pela Associação de Juventude Viola da Terra, o trabalho foi direcionado para modas do cancioneiro açoriano que os tocadores não conheciam, ou não costumam tocar no seu dia a dia e modas do repertório do grupo folclórico. Foram trabalhados exercícios de aquecimento para o polegar e exercícios de digitação, formas de potenciar a qualidade sonora extraída do instrumento quer a uma voz quer a duas vozes, a alternância de melodias entre solistas bem como outras sugestões de harmonização das peças em estudo.
Foram quatro os formandos de Viola da Terra e dois de Violão que puderam partilhar experiências e conhecimentos, sob a orientação do formador Rafael Carvalho, com apoio de César Carvalho no Violão, e apresentar esse resultado numa sessão pública, que culminou com um beberete convívio entre todos oferecido pelo Grujola.
A 15 de Junho o “Workshop Viola Micaelense” encerrará a sua primeira edição em Vila Franca do Campo, concluindo dessa forma a primeira fase de formação de proximidade na ilha de São Miguel, contando com o músico e professor Açoriano Rafael Carvalho como formador e orientador do mesmo, formador que conta com mais de duas décadas ligado ao ensino da Viola da Terra, desde o ensino nas Escolas de Violas da Ribeira Quente, Academia da Povoação, Escola de Violas da Fajã de Baixo e o ensino e estruturação curricular do curso de Viola da terra no Conservatório Regional de Ponta Delgada.
O “Workshop Viola Micaelense”, da responsabilidade da Associação de Juventude Viola da Terra, tem estado a percorrer todos os concelhos da ilha de São Miguel desde dezembro. O objetivo da acção é proporcionar o acesso à formação de proximidade, ao mesmo tempo que pretende criar novas dinâmicas em cada local por onde passa, tentando cativar também outras tocadores para a integração e renovação dos grupos.

A Câmara Municipal do Nordeste, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia vai levar a efeito a quarta edição do workshop de tecelagem, novamente com a duração de duas semanas, a decorrer entre 7 e 17 de abril, em horário pós-laboral, nas instalações da Casa de Trabalho do Nordeste.
A inscrição é gratuita e decorre até 31 de março através dos meios da autarquia, estando limitada a oito inscritos tendo em conta a quantidade de teares existentes e a logística que envolve. Poderão inscrever-se residentes e não residentes no concelho.
O workshop será ministrado por artesãs da Casa de Trabalho do Nordeste, destinado a pessoas interessadas em aprender ou aperfeiçoar a técnica artesanal da tecelagem.
Esta iniciativa do município do Nordeste, que se realiza pelo quarto ano consecutivo, surge de um compromisso da autarquia no âmbito da Carta Europeia de Turismo Sustentável das Terras do Priolo, como contributo para a preservação da arte artesanal da tecelagem e do legado cultural e social da Casa de Trabalho do Nordeste.
Durante o workshop os formandos ficarão a conhecer e a trabalhar o processo inteiro da tecelagem, a começar pela lã, a sua origem e preparação (escaldar, lavar e secar), a seleção da lã (cardar e escarduçar), o processo de preparação do fio, a tinturaria, o urdir da teia, a afinação do tear e, por fim, a execução de uma peça que poderá ser uma colcha, manta, tapetes, sacos, tiras ou outros trabalhos.

O convento de Santo António, na Lagoa, vai receber, no dia 28 de dezembro, das 17h00 às 19h00, o workshop “Folhas de Milho (Anjos de Natal)”, ministrado por Maria João Silveira, segundo nota enviada pela Câmara Municipal da Lagoa.
Artesã certificada pelo Centro de Artesanato e Design dos Açores – CADA, Maria Silveira trabalha fibras naturais, com preferência pela folha de milho. Há dez anos que se dedica ao trabalho artesanal, tendo como matéria-prima principal a folha de milho. As suas bonecas de folha de milho têm-se destacado no artesanato pelo seu lado mais contemporâneo e pela mistura de outros materiais, como o dragoeiro, a espadana, o vime e os tecidos. Habitualmente, utiliza também o tingimento das folhas, lê-se.
Este workshop encerra um ciclo de ações formativas que a autarquia promoveu no âmbito do programa especial de Natal, que está a decorrer até dia 5 de janeiro, no convento de Santo António. Para além disso, enquadra-se num projeto que a autarquia iniciou, este ano, «Entrelaçar Fibras Vegetais».
No âmbito desse projeto, está a decorrer uma residência artística, a cargo da artista Sofia de Medeiros junto do artesão Alcídio Andrade (Água de Pau) e da artesã, Lurdes Couto (Ribeira Chã). Recentemente, foi, igualmente, inaugurada uma obra de arte pública, da autoria do artista Urbano, intitulada «Aos cesteiros de Água de Pau,» como forma de valorizar uma prática artesanal identitária do concelho e enriquecer o roteiro de arte pública no território lagoense, lê-se ainda, na mesma nota.
O projeto «Entrelaçar Fibras Vegetais» visa também a integração no plano curricular da disciplina de educação tecnológica, do segundo e terceiro ciclos de ensino regular, formações para a comunidade geral, por forma a perpetuar o saber fazer e as técnicas de entrelaçar fibras vegetais, junto dos mais jovens.
O workshop de folha de milho tem um custo de 35 euros por formando, com o material incluído. As inscrições decorrem até dia 23 de dezembro. Para os interessados, a partir dos 14 anos, a inscrição deverá ser realizada através do QR Code do cartaz ou através do email do Museu da Lagoa.

O Centro Cultural da Caloura (CCC), em colaboração com a Câmara Municipal de Lagoa e o Museu de Lagoa – Açores, vai promover, no dia 10 de agosto, um workshop de cerâmica “Vamos Ser Artistas”, conduzido pela ceramista Alda Raposo e dirigido a famílias, segundo nota de imprensa da autarquia lagoense.
“Este evento visa proporcionar uma experiência enriquecedora para as famílias, promovendo a criatividade e o fortalecimento dos laços familiares através da arte. Além da oportunidade de explorar a cerâmica, os participantes poderão conhecer a coleção em exibição no CCC, estimulando a expressão pessoal e criando memórias duradouras em um ambiente inclusivo e educativo”, explica a mesma nota.
O workshop terá a duração de três horas, das 10h30 às 13h30, tendo um número limitado de vagas e o custo de 30 euros por família. As inscrições decorrem até ao dia 8 de agosto, através do número 296 913 399.
O Centro Cultural da Caloura é um espaço dedicado à arte contemporânea, fundado e gerido por Tomaz Vieira. Quando não acolhe exposições temporárias, o visitante pode encontrar uma exposição permanente que contempla peças da autoria de Teixeira Lopes, Canto da Maia, Domingos Rebêlo, Eduardo Nery, Victor Almeida, Raposo de França, Urbano, Cruzeiro Seixas, Medeiros Cabral, Maria Tomaz e Nina Medeiros, entre muitos outros.
Para além da sua coleção, o Centro tem promovido diversas iniciativas de índole cultural e educativa, desde lançamentos de livros, a exposições temporárias, concertos de música, atividades de promoção da literatura oral, entre outras ações.

A filarmónica Imaculada Conceição, da Lomba da Fazenda, concelho do Nordeste, organizou, nas instalações da Casa do Povo da Lomba da Fazenda, um workshop de aperfeiçoamento musical tendo em vista o reforço dos conhecimentos e competências dos seus executantes, muitos deles jovens.
Durante quatro dias, os músicos da filarmónica Imaculada Conceição trabalharam com vários formadores, nomeadamente Adelino Areias (trompete), Eduardo Brito (saxofone), Hugo Bento (clarinete) e Dina Hernandez (flauta transversal), apresentando-se em concerto na noite de domingo, sob a batuta do maestro Luís Afonso.
A iniciativa a cargo da filarmónica, em parceria com a junta de freguesia, insere-se nas comemorações do centenário de elevação da Lomba da Fazenda a freguesia, efeméride que terá o ponto alto das comemorações no mês de fevereiro de 2025.
O vice-presidente da Câmara Municipal do Nordeste, Marco Mourão, marcou presença no evento, acompanhado pelo vereador Flávio Soares, pelo presidente da Junta de Freguesia da Lomba da Fazenda, Rafael Moniz Vieira e pela presidente da filarmónica, Rosa Arruda.