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Espaço da IL na Assembleia dos Açores é na “oposição construtiva”

© JEDGARDO VIEIRA
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O deputado único da IL/Açores disse hoje que “só” as políticas liberais podem trazer ao Açores o “crescimento económico capaz de travar o ritmo de empobrecimento” da região, salientado que o espaço do partido é na “oposição construtiva”.

Segundo Nuno Barata, o Plano e Orçamento dos Açores para 2021 marcam um “tempo novo”, onde é proposto comprovar que “as políticas liberais, e só as políticas liberais, podem trazer aos Açores o crescimento económico” que seja “capaz de travar o ritmo de empobrecimento progressivo” da região.

O parlamentar liberal falava hoje na intervenção final da discussão do Plano e Orçamento dos Açores para 2021, na Assembleia Regional, na cidade da Horta.

O deputado único da IL/Açores disse conhecer o “seu lugar no parlamento”, que é na “oposição, mas uma oposição construtiva, dialogante” e que “saberá no futuro” aproveitar a “abertura” do Governo dos Açores de coligação PSD/CDS-PP/PPM.

Nuno Barata enalteceu a redução da carga fiscal já a partir do segundo semestre deste ano até ao limite permitido para as regiões autónomas.

“A redução do IVA irá beneficiar todos os agregados familiares da região e o desagravamento do IRS atingirá mais de 40 mil agregados familiares da região autónoma dos Açores”, acrescentou.

Nuno Barata criticou ainda o valor alocado à transportadora aérea SATA, uma vez que a proposta de Orçamento dos Açores para este ano é de cerca de 1.900 milhões de euros, dos quais 165,7 milhões destinados ao transporte aéreo e à reestruturação da SATA.

“Se esperam, que todos os anos, vamos vir aqui meter milhões de euros dos impostos do açorianos numa empresa em situação de insolvência técnica como é o caso da SATA, estão muito enganados, procurem outro parceiro porque não vamos apoiar uma medida que esbanja recursos”, afirmou.

O deputado da IL no parlamento açoriano disse ainda que, se o partido fosse governo, teria tido “mais arrojo na privatização de serviços” e na “libertação dos açorianos do peso das empresas públicas perdulárias”.

Lusa/ DL

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