Já são conhecidos os vencedores da 24.ª Edição do Concurso de Presépios, organizado pela Câmara Municipal de Lagoa e que, ano após ano, tem cativado muitas participações e que pretende promover a manifestação artística e a criatividade interinstitucional e individual e estimular o espírito criativo-reflexivo da comunidade local, refere hoje uma nota da autarquia.
Nesta edição, uma vez mais, o concurso desenvolveu-se, em duas categorias; a de Presépio Tradicional e a de Presépio Original tendo sido os grandes vencedores destas duas categorias Maria Filomena Martins de Carvalho e o Lar de Jovens em Risco da Santa Casa da Misericórdia de Santo António de Lagoa, respetivamente.
Na segunda posição, no que concerne ao Presépio Tradicional, classificou-se Ângelo José Soares Vicente tendo a Junta de Freguesia da Ribeira Chã conquistado o 3.º lugar. Relativamente ao Presépio Original, o segundo lugar foi para o presépio do CATL Lagoa, ficando no terceiro lugar a Escola Básica Jardim de Infância Tavares Canário.
Na categoria de Presépio Tradicional, os júris tiveram em conta com critérios de avaliação, o uso de figuras de presépio feitas na Lagoa, o uso de elementos habitualmente presentes nos presépios tradicionais dos Açores, como farelo, leivas, pedras, assim como a representação das tradições dos açores nos presépios. Já na categoria de Presépio Original, os critérios mais relevantes, foram a inovação introduzida nos materiais utilizados para a produção dos presépios, tanto no que diz respeito às figuras como aos cenários.
A 24ª Edição de Presépios contou com a participação de 34 presépios a concurso, divididos em duas categorias, com participação de instituições, associações, escolas e atl´s do Concelho, bem como muitos dos lagoenses que continuam a fazer do presépio parte integrante da cultura lagoense.
Recorde-se que, este é um concurso de presépios que já se realiza há 24 anos consecutivos no concelho de Lagoa, contando, anualmente, com um grande número de participantes, facto que para o executivo camarário lagoense é, por si só, um sinal inequívoco de que os lagoenses irão continuar a preservar uma tradição de grande relevo na cultura lagoense, lê-se na mesma nota.
DL/CML
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