A recolha seletiva de resíduos subiu 35% de janeiro a junho, por comparação ao período homólogo de 2015. Já os indiferenciados decresceram 0,16%. Um desenvolvimento progressivo que revela uma maior consciência ambiental da parte da população da ilha de São Miguel.
Segundo uma nota enviada à nossa redação, a Lagoa é o segundo concelho da ilha que regista o maior crescimento de entre os cinco que encaminham os resíduos para o Ecoparque da Ilha de São Miguel, mesmo atrás de Vila Franca do Campo. Ribeira Grande, Ponta Delgada e Povoação seguem na tabela após o concelho lagoense.
O papel é o material que os micaelenses mais separam com 1.842,25 toneladas a dar entrada no Ecoparque, seguido pelo plástico com 1.384,69 toneladas. O vidro queda-se pelas 969,17 toneladas. Os resíduos verdes ou de jardinagem descarregados para produção de Fertilizante Orgânico atingem as 2.700,68 toneladas. Os indiferenciados chegam às 26.805,68 toneladas.
Aguarda-se que até ao final do ano estes valores se consolidem, tendo em conta o crescimento do setor de atividade económica como o turismo verificado desde janeiro e com potencial expansão até dezembro.
DL/MUSAMI
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